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Q4124960 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


'David da Vinci', o menino gênio mexicano com QI superior ao de Einstein


David Camacho provavelmente não irá gostar do título desta reportagem.


Primeiramente, porque não se identifica com a descrição de "menino gênio", embora seu quociente de inteligência (QI) de 162 esteja muito acima dos 130 fixados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como mínimo para considerar uma pessoa com altas habilidades ou intelectualmente superdotado.


"Os gênios já estão no túmulo e, se foram gênios, é porque fizeram coisas geniais", explica ele, modestamente, à BBC News Mundo, serviço em espanhol da BBC.


Em segundo lugar, porque ele admite que não lhe agrada muito ser comparado com outras mentes brilhantes, como a dos físicos Stephen Hawking (1942-2018) ou Albert Einstein (1879-1955), que tinham QI estimado de 160.


"Tenho 10 anos e estou apenas começando", prossegue ele. "Talvez eu seja um gênio quando tiver 70 anos, mas quando tiver feito coisas geniais na vida, certo?"


Mas existe, sim, um gênio que serve de inspiração para o menino. Ele chegou a adotar seu sobrenome nas redes sociais, onde é conhecido como "David da Vinci".


"Minha professora do jardim da infância me ensinava muito sobre Leonardo da Vinci [1452-1519] e como ele era polímata: alguém que combina as ciências, tecnologia, engenharia, matemática, artes, ciências humanas... de tudo um pouco", recorda ele.


"Fiquei impressionado com a sua história, até que disse: 'Quero ser como ele', para fazer grandes coisas."


Eloquente, sempre sorrindo e com um discurso articulado e surpreendente para sua pouca idade, este menino de Querétaro, na região central do México, conta casualmente que oferece conferências em universidades e para organismos internacionais. E está a ponto de publicar um livro.


David Camacho também teve a "grandiosa oportunidade" de ser selecionado para visitar a sede da Nasa em Houston, no Estado americano do Texas. Ele participou de um programa de treinamento espacial, pilotou um voo simulado e vivenciou a gravidade zero.


Seu futuro poderá levá-lo em direção à Nasa, mas ele não quer fechar nenhuma porta.


"Gostaria de fazer a primeira cirurgia no espaço", ele conta. "Criar a próxima SpaceX, ser o próximo Elon Musk, algo assim. Combinando tudo com os negócios, com as ciências humanas... tenho toda a vida pela frente!"


Atualmente, David Camacho estuda em uma escola internacional online, que o certificará para poder entrar na universidade. Ele fala espanhol, inglês, francês e alemão e começou a estudar russo, português e italiano.


Ele garante que é "um orgulho" ter um quociente de inteligência tão alto e o que ele mais aprecia em ser uma criança com altas habilidades é poder entender tudo rápido e aprender de forma acelerada.


"Não são muitas as pessoas que nascem assim, de forma que eu gostaria de usar isso em favor das crianças e do bem-estar da humanidade, deixar a minha marca", afirma ele.


Mas ele acredita que nem todos entendem o que é ser um menino gênio.


"Muitas pessoas pensam que devemos saber tudo, mas não somos adivinhos, é preciso que nos ensinem. Não significa que temos todas as respostas do universo."


"Muitas vezes, eles me desafiam, dizendo: 'Se você é um menino gênio, diga a raiz quadrada não sei do quê, multiplique por tanto...' Espere, se eu não aprendi, não vou saber!", ele conta, rindo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c8937lee8v5o

"Eloquente, sempre sorrindo e com um discurso articulado e surpreendente para sua pouca idade, este menino de Querétaro, na região central do México."


No trecho acima, a palavra "eloquente" pode ser substituída, sem alteração de sentido, por:

Alternativas
Q4124959 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


'David da Vinci', o menino gênio mexicano com QI superior ao de Einstein


David Camacho provavelmente não irá gostar do título desta reportagem.


Primeiramente, porque não se identifica com a descrição de "menino gênio", embora seu quociente de inteligência (QI) de 162 esteja muito acima dos 130 fixados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como mínimo para considerar uma pessoa com altas habilidades ou intelectualmente superdotado.


"Os gênios já estão no túmulo e, se foram gênios, é porque fizeram coisas geniais", explica ele, modestamente, à BBC News Mundo, serviço em espanhol da BBC.


Em segundo lugar, porque ele admite que não lhe agrada muito ser comparado com outras mentes brilhantes, como a dos físicos Stephen Hawking (1942-2018) ou Albert Einstein (1879-1955), que tinham QI estimado de 160.


"Tenho 10 anos e estou apenas começando", prossegue ele. "Talvez eu seja um gênio quando tiver 70 anos, mas quando tiver feito coisas geniais na vida, certo?"


Mas existe, sim, um gênio que serve de inspiração para o menino. Ele chegou a adotar seu sobrenome nas redes sociais, onde é conhecido como "David da Vinci".


"Minha professora do jardim da infância me ensinava muito sobre Leonardo da Vinci [1452-1519] e como ele era polímata: alguém que combina as ciências, tecnologia, engenharia, matemática, artes, ciências humanas... de tudo um pouco", recorda ele.


"Fiquei impressionado com a sua história, até que disse: 'Quero ser como ele', para fazer grandes coisas."


Eloquente, sempre sorrindo e com um discurso articulado e surpreendente para sua pouca idade, este menino de Querétaro, na região central do México, conta casualmente que oferece conferências em universidades e para organismos internacionais. E está a ponto de publicar um livro.


David Camacho também teve a "grandiosa oportunidade" de ser selecionado para visitar a sede da Nasa em Houston, no Estado americano do Texas. Ele participou de um programa de treinamento espacial, pilotou um voo simulado e vivenciou a gravidade zero.


Seu futuro poderá levá-lo em direção à Nasa, mas ele não quer fechar nenhuma porta.


"Gostaria de fazer a primeira cirurgia no espaço", ele conta. "Criar a próxima SpaceX, ser o próximo Elon Musk, algo assim. Combinando tudo com os negócios, com as ciências humanas... tenho toda a vida pela frente!"


Atualmente, David Camacho estuda em uma escola internacional online, que o certificará para poder entrar na universidade. Ele fala espanhol, inglês, francês e alemão e começou a estudar russo, português e italiano.


Ele garante que é "um orgulho" ter um quociente de inteligência tão alto e o que ele mais aprecia em ser uma criança com altas habilidades é poder entender tudo rápido e aprender de forma acelerada.


"Não são muitas as pessoas que nascem assim, de forma que eu gostaria de usar isso em favor das crianças e do bem-estar da humanidade, deixar a minha marca", afirma ele.


Mas ele acredita que nem todos entendem o que é ser um menino gênio.


"Muitas pessoas pensam que devemos saber tudo, mas não somos adivinhos, é preciso que nos ensinem. Não significa que temos todas as respostas do universo."


"Muitas vezes, eles me desafiam, dizendo: 'Se você é um menino gênio, diga a raiz quadrada não sei do quê, multiplique por tanto...' Espere, se eu não aprendi, não vou saber!", ele conta, rindo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c8937lee8v5o

"Talvez eu seja um gênio quando tiver 70 anos."


O vocábulo 'talvez' pertence à classe _______, indicando _______, e seu emprego nesse trecho justifica o uso da forma verbal 'seja' no tempo e modo do_______.


Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas:

Alternativas
Q4124958 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


'David da Vinci', o menino gênio mexicano com QI superior ao de Einstein


David Camacho provavelmente não irá gostar do título desta reportagem.


Primeiramente, porque não se identifica com a descrição de "menino gênio", embora seu quociente de inteligência (QI) de 162 esteja muito acima dos 130 fixados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como mínimo para considerar uma pessoa com altas habilidades ou intelectualmente superdotado.


"Os gênios já estão no túmulo e, se foram gênios, é porque fizeram coisas geniais", explica ele, modestamente, à BBC News Mundo, serviço em espanhol da BBC.


Em segundo lugar, porque ele admite que não lhe agrada muito ser comparado com outras mentes brilhantes, como a dos físicos Stephen Hawking (1942-2018) ou Albert Einstein (1879-1955), que tinham QI estimado de 160.


"Tenho 10 anos e estou apenas começando", prossegue ele. "Talvez eu seja um gênio quando tiver 70 anos, mas quando tiver feito coisas geniais na vida, certo?"


Mas existe, sim, um gênio que serve de inspiração para o menino. Ele chegou a adotar seu sobrenome nas redes sociais, onde é conhecido como "David da Vinci".


"Minha professora do jardim da infância me ensinava muito sobre Leonardo da Vinci [1452-1519] e como ele era polímata: alguém que combina as ciências, tecnologia, engenharia, matemática, artes, ciências humanas... de tudo um pouco", recorda ele.


"Fiquei impressionado com a sua história, até que disse: 'Quero ser como ele', para fazer grandes coisas."


Eloquente, sempre sorrindo e com um discurso articulado e surpreendente para sua pouca idade, este menino de Querétaro, na região central do México, conta casualmente que oferece conferências em universidades e para organismos internacionais. E está a ponto de publicar um livro.


David Camacho também teve a "grandiosa oportunidade" de ser selecionado para visitar a sede da Nasa em Houston, no Estado americano do Texas. Ele participou de um programa de treinamento espacial, pilotou um voo simulado e vivenciou a gravidade zero.


Seu futuro poderá levá-lo em direção à Nasa, mas ele não quer fechar nenhuma porta.


"Gostaria de fazer a primeira cirurgia no espaço", ele conta. "Criar a próxima SpaceX, ser o próximo Elon Musk, algo assim. Combinando tudo com os negócios, com as ciências humanas... tenho toda a vida pela frente!"


Atualmente, David Camacho estuda em uma escola internacional online, que o certificará para poder entrar na universidade. Ele fala espanhol, inglês, francês e alemão e começou a estudar russo, português e italiano.


Ele garante que é "um orgulho" ter um quociente de inteligência tão alto e o que ele mais aprecia em ser uma criança com altas habilidades é poder entender tudo rápido e aprender de forma acelerada.


"Não são muitas as pessoas que nascem assim, de forma que eu gostaria de usar isso em favor das crianças e do bem-estar da humanidade, deixar a minha marca", afirma ele.


Mas ele acredita que nem todos entendem o que é ser um menino gênio.


"Muitas pessoas pensam que devemos saber tudo, mas não somos adivinhos, é preciso que nos ensinem. Não significa que temos todas as respostas do universo."


"Muitas vezes, eles me desafiam, dizendo: 'Se você é um menino gênio, diga a raiz quadrada não sei do quê, multiplique por tanto...' Espere, se eu não aprendi, não vou saber!", ele conta, rindo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c8937lee8v5o

"David Camacho também teve a 'grandiosa oportunidade' de ser selecionado para visitar a sede da Nasa em Houston, no Estado americano do Texas. Ele participou de um programa de treinamento espacial, pilotou um voo simulado e vivenciou a gravidade zero."


Com base nas regras de acentuação dos vocábulos presentes no texto-base, analise as afirmativas a seguir e assinale a incorreta.

Alternativas
Q4124957 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


'David da Vinci', o menino gênio mexicano com QI superior ao de Einstein


David Camacho provavelmente não irá gostar do título desta reportagem.


Primeiramente, porque não se identifica com a descrição de "menino gênio", embora seu quociente de inteligência (QI) de 162 esteja muito acima dos 130 fixados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como mínimo para considerar uma pessoa com altas habilidades ou intelectualmente superdotado.


"Os gênios já estão no túmulo e, se foram gênios, é porque fizeram coisas geniais", explica ele, modestamente, à BBC News Mundo, serviço em espanhol da BBC.


Em segundo lugar, porque ele admite que não lhe agrada muito ser comparado com outras mentes brilhantes, como a dos físicos Stephen Hawking (1942-2018) ou Albert Einstein (1879-1955), que tinham QI estimado de 160.


"Tenho 10 anos e estou apenas começando", prossegue ele. "Talvez eu seja um gênio quando tiver 70 anos, mas quando tiver feito coisas geniais na vida, certo?"


Mas existe, sim, um gênio que serve de inspiração para o menino. Ele chegou a adotar seu sobrenome nas redes sociais, onde é conhecido como "David da Vinci".


"Minha professora do jardim da infância me ensinava muito sobre Leonardo da Vinci [1452-1519] e como ele era polímata: alguém que combina as ciências, tecnologia, engenharia, matemática, artes, ciências humanas... de tudo um pouco", recorda ele.


"Fiquei impressionado com a sua história, até que disse: 'Quero ser como ele', para fazer grandes coisas."


Eloquente, sempre sorrindo e com um discurso articulado e surpreendente para sua pouca idade, este menino de Querétaro, na região central do México, conta casualmente que oferece conferências em universidades e para organismos internacionais. E está a ponto de publicar um livro.


David Camacho também teve a "grandiosa oportunidade" de ser selecionado para visitar a sede da Nasa em Houston, no Estado americano do Texas. Ele participou de um programa de treinamento espacial, pilotou um voo simulado e vivenciou a gravidade zero.


Seu futuro poderá levá-lo em direção à Nasa, mas ele não quer fechar nenhuma porta.


"Gostaria de fazer a primeira cirurgia no espaço", ele conta. "Criar a próxima SpaceX, ser o próximo Elon Musk, algo assim. Combinando tudo com os negócios, com as ciências humanas... tenho toda a vida pela frente!"


Atualmente, David Camacho estuda em uma escola internacional online, que o certificará para poder entrar na universidade. Ele fala espanhol, inglês, francês e alemão e começou a estudar russo, português e italiano.


Ele garante que é "um orgulho" ter um quociente de inteligência tão alto e o que ele mais aprecia em ser uma criança com altas habilidades é poder entender tudo rápido e aprender de forma acelerada.


"Não são muitas as pessoas que nascem assim, de forma que eu gostaria de usar isso em favor das crianças e do bem-estar da humanidade, deixar a minha marca", afirma ele.


Mas ele acredita que nem todos entendem o que é ser um menino gênio.


"Muitas pessoas pensam que devemos saber tudo, mas não somos adivinhos, é preciso que nos ensinem. Não significa que temos todas as respostas do universo."


"Muitas vezes, eles me desafiam, dizendo: 'Se você é um menino gênio, diga a raiz quadrada não sei do quê, multiplique por tanto...' Espere, se eu não aprendi, não vou saber!", ele conta, rindo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c8937lee8v5o

Em resposta à pergunta sobre sua genialidade, David apresenta uma visão pessoal sobre o conceito que diverge da definição técnica adotada pela OMS. Com base no texto, analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4124956 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


'David da Vinci', o menino gênio mexicano com QI superior ao de Einstein


David Camacho provavelmente não irá gostar do título desta reportagem.


Primeiramente, porque não se identifica com a descrição de "menino gênio", embora seu quociente de inteligência (QI) de 162 esteja muito acima dos 130 fixados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como mínimo para considerar uma pessoa com altas habilidades ou intelectualmente superdotado.


"Os gênios já estão no túmulo e, se foram gênios, é porque fizeram coisas geniais", explica ele, modestamente, à BBC News Mundo, serviço em espanhol da BBC.


Em segundo lugar, porque ele admite que não lhe agrada muito ser comparado com outras mentes brilhantes, como a dos físicos Stephen Hawking (1942-2018) ou Albert Einstein (1879-1955), que tinham QI estimado de 160.


"Tenho 10 anos e estou apenas começando", prossegue ele. "Talvez eu seja um gênio quando tiver 70 anos, mas quando tiver feito coisas geniais na vida, certo?"


Mas existe, sim, um gênio que serve de inspiração para o menino. Ele chegou a adotar seu sobrenome nas redes sociais, onde é conhecido como "David da Vinci".


"Minha professora do jardim da infância me ensinava muito sobre Leonardo da Vinci [1452-1519] e como ele era polímata: alguém que combina as ciências, tecnologia, engenharia, matemática, artes, ciências humanas... de tudo um pouco", recorda ele.


"Fiquei impressionado com a sua história, até que disse: 'Quero ser como ele', para fazer grandes coisas."


Eloquente, sempre sorrindo e com um discurso articulado e surpreendente para sua pouca idade, este menino de Querétaro, na região central do México, conta casualmente que oferece conferências em universidades e para organismos internacionais. E está a ponto de publicar um livro.


David Camacho também teve a "grandiosa oportunidade" de ser selecionado para visitar a sede da Nasa em Houston, no Estado americano do Texas. Ele participou de um programa de treinamento espacial, pilotou um voo simulado e vivenciou a gravidade zero.


Seu futuro poderá levá-lo em direção à Nasa, mas ele não quer fechar nenhuma porta.


"Gostaria de fazer a primeira cirurgia no espaço", ele conta. "Criar a próxima SpaceX, ser o próximo Elon Musk, algo assim. Combinando tudo com os negócios, com as ciências humanas... tenho toda a vida pela frente!"


Atualmente, David Camacho estuda em uma escola internacional online, que o certificará para poder entrar na universidade. Ele fala espanhol, inglês, francês e alemão e começou a estudar russo, português e italiano.


Ele garante que é "um orgulho" ter um quociente de inteligência tão alto e o que ele mais aprecia em ser uma criança com altas habilidades é poder entender tudo rápido e aprender de forma acelerada.


"Não são muitas as pessoas que nascem assim, de forma que eu gostaria de usar isso em favor das crianças e do bem-estar da humanidade, deixar a minha marca", afirma ele.


Mas ele acredita que nem todos entendem o que é ser um menino gênio.


"Muitas pessoas pensam que devemos saber tudo, mas não somos adivinhos, é preciso que nos ensinem. Não significa que temos todas as respostas do universo."


"Muitas vezes, eles me desafiam, dizendo: 'Se você é um menino gênio, diga a raiz quadrada não sei do quê, multiplique por tanto...' Espere, se eu não aprendi, não vou saber!", ele conta, rindo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c8937lee8v5o

Considerando as orações presentes no texto, relacione cada oração da Coluna A à sua respectiva classificação na Coluna B.



Coluna A


1."embora seu QI de 162 esteja muito acima dos 130"


2."que combina as ciências, tecnologia, engenharia"


3."quando tiver feito coisas geniais na vida"


4."para poder entrar na universidade"


5."porque não se identifica com a descrição de menino gênio"



Coluna B


(__)Subordinada adverbial causal.


(__)Subordinada adverbial concessiva.


(__)Subordinada adjetiva restritiva.


(__)Subordinada adverbial temporal.


(__)Subordinada adverbial final.



Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo.

Alternativas
Q4124955 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


'David da Vinci', o menino gênio mexicano com QI superior ao de Einstein


David Camacho provavelmente não irá gostar do título desta reportagem.


Primeiramente, porque não se identifica com a descrição de "menino gênio", embora seu quociente de inteligência (QI) de 162 esteja muito acima dos 130 fixados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como mínimo para considerar uma pessoa com altas habilidades ou intelectualmente superdotado.


"Os gênios já estão no túmulo e, se foram gênios, é porque fizeram coisas geniais", explica ele, modestamente, à BBC News Mundo, serviço em espanhol da BBC.


Em segundo lugar, porque ele admite que não lhe agrada muito ser comparado com outras mentes brilhantes, como a dos físicos Stephen Hawking (1942-2018) ou Albert Einstein (1879-1955), que tinham QI estimado de 160.


"Tenho 10 anos e estou apenas começando", prossegue ele. "Talvez eu seja um gênio quando tiver 70 anos, mas quando tiver feito coisas geniais na vida, certo?"


Mas existe, sim, um gênio que serve de inspiração para o menino. Ele chegou a adotar seu sobrenome nas redes sociais, onde é conhecido como "David da Vinci".


"Minha professora do jardim da infância me ensinava muito sobre Leonardo da Vinci [1452-1519] e como ele era polímata: alguém que combina as ciências, tecnologia, engenharia, matemática, artes, ciências humanas... de tudo um pouco", recorda ele.


"Fiquei impressionado com a sua história, até que disse: 'Quero ser como ele', para fazer grandes coisas."


Eloquente, sempre sorrindo e com um discurso articulado e surpreendente para sua pouca idade, este menino de Querétaro, na região central do México, conta casualmente que oferece conferências em universidades e para organismos internacionais. E está a ponto de publicar um livro.


David Camacho também teve a "grandiosa oportunidade" de ser selecionado para visitar a sede da Nasa em Houston, no Estado americano do Texas. Ele participou de um programa de treinamento espacial, pilotou um voo simulado e vivenciou a gravidade zero.


Seu futuro poderá levá-lo em direção à Nasa, mas ele não quer fechar nenhuma porta.


"Gostaria de fazer a primeira cirurgia no espaço", ele conta. "Criar a próxima SpaceX, ser o próximo Elon Musk, algo assim. Combinando tudo com os negócios, com as ciências humanas... tenho toda a vida pela frente!"


Atualmente, David Camacho estuda em uma escola internacional online, que o certificará para poder entrar na universidade. Ele fala espanhol, inglês, francês e alemão e começou a estudar russo, português e italiano.


Ele garante que é "um orgulho" ter um quociente de inteligência tão alto e o que ele mais aprecia em ser uma criança com altas habilidades é poder entender tudo rápido e aprender de forma acelerada.


"Não são muitas as pessoas que nascem assim, de forma que eu gostaria de usar isso em favor das crianças e do bem-estar da humanidade, deixar a minha marca", afirma ele.


Mas ele acredita que nem todos entendem o que é ser um menino gênio.


"Muitas pessoas pensam que devemos saber tudo, mas não somos adivinhos, é preciso que nos ensinem. Não significa que temos todas as respostas do universo."


"Muitas vezes, eles me desafiam, dizendo: 'Se você é um menino gênio, diga a raiz quadrada não sei do quê, multiplique por tanto...' Espere, se eu não aprendi, não vou saber!", ele conta, rindo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c8937lee8v5o

"Organização Mundial da Saúde (OMS) como mínimo para considerar uma pessoa com altas habilidades ou intelectualmente superdotado."


Sobre os vocábulos empregados no trecho, considerando seus aspectos fonológicos, assinale a alternativa incorreta.

Alternativas
Q4124954 Educação Física
No meio do ano letivo, o professor de Educação Física do 8º ano do ensino fundamental, ao analisar a ficha da turma, identificou que receberia dois estudantes com deficiência física: uma adolescente com sequelas de paralisia cerebral e um outro com agenesia (ausência congênita) do membro inferior direito. Como o objeto de conhecimento previsto para o bimestre era esportes de rede e parede, o professor escolheu tematizar o voleibol, por ser uma modalidade que possibilitaria o processo de inclusão e que poderia ajudar a traçar estratégias que evitassem a mera participação passiva dos novos estudantes.

Considerando as diretrizes da Educação Física Inclusiva, qual das alternativas abaixo corresponde a uma correta adaptação metodológica a ser utilizada pelo professor?
Alternativas
Q4124953 Educação Física
Texto para Responder as Questão


O professor de Educação Física sistematiza para a turma do 6 º ano, no segundo bimestre o objeto de conhecimento ginástica de condicionamento físico. Para tanto, após explorar conceitos com textos e imagens, propõe atividades nas quais os estudantes possam experimentar, compreender e identificar as noções de anatomia, as capacidades físicas e os grupos musculares envolvidos na realização do exercício físico. Na quadra, ele organiza um circuito em seis estações com exercícios já apresentados, anteriormente, aos alunos. As estações foram organizadas na seguinte sequência de exercícios: 1) polichinelo; 2) agachamento; 3) apoio de frente; 4) abdominal; 5) rosca direta com halteres e 6) prancha. Cada estudante recebe uma ficha de observação nas quais devem anotar as capacidades físicas, as articulações e os grupos musculares envolvidos em cada exercício de cada estação do circuito.
Considerando os objetivos de aprendizagem da situação descrita, qual das alternativas abaixo apresenta uma escolha de organização didático-pedagógica coerente com a faixa etária descrita?
Alternativas
Q4124952 Educação Física
Texto para Responder as Questão


O professor de Educação Física sistematiza para a turma do 6 º ano, no segundo bimestre o objeto de conhecimento ginástica de condicionamento físico. Para tanto, após explorar conceitos com textos e imagens, propõe atividades nas quais os estudantes possam experimentar, compreender e identificar as noções de anatomia, as capacidades físicas e os grupos musculares envolvidos na realização do exercício físico. Na quadra, ele organiza um circuito em seis estações com exercícios já apresentados, anteriormente, aos alunos. As estações foram organizadas na seguinte sequência de exercícios: 1) polichinelo; 2) agachamento; 3) apoio de frente; 4) abdominal; 5) rosca direta com halteres e 6) prancha. Cada estudante recebe uma ficha de observação nas quais devem anotar as capacidades físicas, as articulações e os grupos musculares envolvidos em cada exercício de cada estação do circuito.
Considerando o circuito realizado pelo professor na situação apresentada anteriormente, assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, as capacidades físicas predominantemente envolvidas em cada uma das estações.
Alternativas
Q4124951 Educação Física
Texto para Responder as Questão


O professor de Educação Física sistematiza para a turma do 6 º ano, no segundo bimestre o objeto de conhecimento ginástica de condicionamento físico. Para tanto, após explorar conceitos com textos e imagens, propõe atividades nas quais os estudantes possam experimentar, compreender e identificar as noções de anatomia, as capacidades físicas e os grupos musculares envolvidos na realização do exercício físico. Na quadra, ele organiza um circuito em seis estações com exercícios já apresentados, anteriormente, aos alunos. As estações foram organizadas na seguinte sequência de exercícios: 1) polichinelo; 2) agachamento; 3) apoio de frente; 4) abdominal; 5) rosca direta com halteres e 6) prancha. Cada estudante recebe uma ficha de observação nas quais devem anotar as capacidades físicas, as articulações e os grupos musculares envolvidos em cada exercício de cada estação do circuito.
Com base na vivência prática proporcionada pelo circuito e nas noções de anatomia estudadas, quais são as principais articulações e os grupos musculares ativados, respectivamente, na execução dos exercícios propostos na estação 3 e 5?
Alternativas
Q4124950 Educação Física
Um professor de Educação Física, ao sistematizar pedagogicamente uma proposta de ensino para a unidade temática esportes, escolheu o basquetebol como esporte de invasão para a turma do 8º ano. O objetivo proposto da unidade não se limitou a aprendizagem dos fundamentos técnicos da modalidade, como o passe, arremesso, drible, ou aos elementos táticos do jogo. Em vez disso, o professor propôs aos alunos atividades nas quais eles analisassem criticamente a mercantilização do basquetebol moderno, o preconceito de gênero na cobertura midiática das modalidades feminina e masculina, a exclusão de determinados corpos no ambiente esportivo tradicional. A proposta foi pautada na intencionalidade, no significado e na transformação didático-pedagógica do esporte para o desenvolvimento de competências objetiva, social e subjetiva. Após as experimentações, os alunos propõem novas regras para o jogo na escola, garantindo que todos participem ativamente, independentemente do nível de habilidade técnica original, promovendo a autonomia e a transformação da vivência da modalidade naquela realidade. A situação de ensino descrita reflete os pressupostos de qual abordagem pedagógica da Educação Física?
Alternativas
Q4124949 Educação Física
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) organiza os conteúdos da Educação Física em seis Unidades Temáticas, subdivididas em objetos de conhecimento distribuídos ao longo dos anos do Ensino Fundamental. Entre essas Unidades Temáticas, encontra-se “Jogos e Brincadeiras”, que apresenta, para o 6º e o 7º ano do Ensino Fundamental, o seguinte objeto de conhecimento:
Alternativas
Q4124948 Educação Física
Durante a realização de alguns jogos em uma turma do 7º ano, a professora de Educação Física observou diferentes posicionamentos dos estudantes diante das situações competitivas propostas. Em determinada atividade, um grupo de alunos optou por reconhecer uma infração cometida pela própria equipe, mesmo sem a percepção da arbitragem, além de incentivar a participação de colegas com menor domínio técnico durante o desenvolvimento da prática. Em outro momento, alguns estudantes demonstraram resistência em aceitar decisões coletivas e passaram a priorizar exclusivamente o resultado das partidas. Com o objetivo de problematizar essas atitudes, o professor promoveu uma discussão acerca das dimensões éticas presentes nas práticas corporais, enfatizando valores relacionados à convivência democrática, ao respeito mútuo e à responsabilidade coletiva no contexto escolar. Considerando a situação apresentada, assinale a alternativa que melhor corresponde aos princípios do fair play nas aulas de Educação Física, seguindo a valorização de atitudes pautadas:
Alternativas
Q4124947 Educação Física
Para a organização e planejamento das práticas corporais que devem ser sistematizadas para as séries finais do ensino fundamental, além dos objetos de conhecimento propostos pela BNCC, é importante que temas como saúde, atividade física, exercício físico, doença, prevenção de lesões, dentre outros, sejam explorados e ensinados. Para tanto, é importante que o professor tenha domínio sobre a fisiopatologia das lesões musculoesqueléticas para planejar intervenções seguras. Considerando a importância do domínio desses conhecimentos para a prática pedagógica docente na escola, assinale a alternativa que associa corretamente o tipo de lesão, sua característica e o mecanismo pedagógico de prevenção que deve ser ensinado aos alunos: 
Alternativas
Q4124946 Educação Física
Tubino (2010) estruturou o fenômeno esportivo em diferentes manifestações. Uma dessas dimensões fundamenta-se nos princípios da inclusão, da participação, da cooperação, da coeducação e da corresponsabilidade. Embora compreenda também o universo das competições, essa manifestação prioriza o desenvolvimento integral dos praticantes e a formação para a cidadania, evitando a exclusão e a seletividade precoce. Considerando a conceituação proposta por Tubino para as dimensões do esporte, a descrição acima refere-se ao: 
Alternativas
Q4124945 Educação Física
Texto para Responder a Questão


Uma professora de Educação Física propôs, em suas aulas, para a tematização da ginástica para o 9º ano, que os alunos assistissem a vídeos de competições de Ginástica Artística e de Ginástica Rítmica. Como proposta de atividade, a professora solicitou que eles analisassem a harmonia dos movimentos, as acrobacias, a execução dos saltos, giros e controle dos aparelhos, a escolha das músicas e a expressão corporal dos atletas. Após essa apreciação estética, a turma foi desafiada a criar uma coreografia em grupos utilizando elementos básicos da ginástica (saltos, giros e acrobacias) para apresentar na semana cultural da escola. Os estudantes precisaram organizar os treinos de forma autônoma, escolher a trilha sonora e adaptar os movimentos para que todos pudessem participar com segurança.
Para avaliar qualitativamente o aprendizado dos estudantes na dimensão da fruição, a partir da primeira etapa da atividade, da aula anteriormente descrita, a professora precisa selecionar um instrumento e um critério de avaliação que sejam coerentes com essa dimensão do conhecimento. Assinale a alternativa que apresenta, correta e respectivamente, o instrumento e o critério de avaliação adequados para esse fim.
Alternativas
Q4124944 Educação Física
Texto para Responder a Questão


Uma professora de Educação Física propôs, em suas aulas, para a tematização da ginástica para o 9º ano, que os alunos assistissem a vídeos de competições de Ginástica Artística e de Ginástica Rítmica. Como proposta de atividade, a professora solicitou que eles analisassem a harmonia dos movimentos, as acrobacias, a execução dos saltos, giros e controle dos aparelhos, a escolha das músicas e a expressão corporal dos atletas. Após essa apreciação estética, a turma foi desafiada a criar uma coreografia em grupos utilizando elementos básicos da ginástica (saltos, giros e acrobacias) para apresentar na semana cultural da escola. Os estudantes precisaram organizar os treinos de forma autônoma, escolher a trilha sonora e adaptar os movimentos para que todos pudessem participar com segurança.
Considerando a organização didático-pedagógica proposta, os estudantes vivenciaram duas dimensões do conhecimento: a fruição, ao assistir e analisar criticamente as apresentações, e o uso e apropriação, ao criar a própria coreografia.

Assinale qual alternativa apresenta uma atitude que demonstra que os estudantes consolidaram a dimensão do uso e apropriação a partir do que foi apreendido na fruição?
Alternativas
Q4124943 Educação Física
Durante o desenvolvimento do conteúdo de danças urbanas em uma turma do 9º ano, o professor de Educação Física solicitou que os estudantes assistissem previamente, em casa, vídeos, reportagens e pequenos documentários sobre a origem do hip hop, seus elementos culturais e os principais estilos presentes nas danças urbanas contemporânea. Na aula seguinte, em vez de iniciar a aula com exposição teórica, os alunos foram organizados em grupos para discutir os materiais estudados, criar pequenas sequências coreográficas e apresentar suas produções para a turma inspiradas nos estilos analisados, enquanto o professor mediava as discussões e orientava as atividades práticas.

Considerando a situação apresentada, a metodologia utilizada pelo professor caracteriza-se como: 
Alternativas
Q4124942 Educação Física
A inserção das Práticas Corporais de Aventura no currículo dos anos finais do Ensino Fundamental (8º e 9º anos) exige que o professor de Educação Física domine a classificação desses objetos de conhecimento quanto ao ambiente de ocorrência das práticas: urbanas e na natureza. Mais do que listar modalidades, o docente deve reconhecer como a imprevisibilidade do meio e a ressignificação do espaço público diferenciam essas práticas e impactam a segurança e a intencionalidade pedagógica.

Considerando os critérios de classificação e conceituação dessas práticas, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4124941 Educação Física
Um professor de Educação Física do 7º ano do ensino fundamental, no início do ano letivo, organiza o seu planejamento de ensino pautado na Base Nacional Comum Curricular – BNCC. Para o segundo bimestre, o professor propõe o ensino da unidade temática esportes. De acordo com a proposta do professor, assinale a alternativa que apresenta objetos de conhecimentos que devem ser privilegiados para o ensino desta unidade temática neste nível de ensino. 
Alternativas
Respostas
1701: C
1702: B
1703: C
1704: B
1705: B
1706: A
1707: C
1708: D
1709: C
1710: D
1711: D
1712: A
1713: B
1714: C
1715: B
1716: A
1717: B
1718: A
1719: B
1720: D