Questões de Concurso
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Leia o Texto 01 para responder à questão.
Texto 01 - Não foi sempre azul: como a cor do céu mudou ‘dramaticamente’ no planeta Terra
Catherine Heathwood
BBC World Service - 19 fevereiro de 2026
A maioria das pessoas acha que o céu azul é algo garantido. Mas essa cor já pode ter sido bem diferente ao longo da história da Terra, e cientistas dizem que ela pode mudar outra vez.
Existem dois fatores principais que fazem o céu parecer azul durante o dia, segundo Finn Burridge, divulgador científico do Observatório Real de Greenwich (Reino Unido).
“O primeiro é o Sol”, explica. “A luz solar normal é branca, o que significa que contém todas as cores do arco-íris: vermelhos, amarelos, verdes e azuis.”
O segundo fator é a composição da atmosfera. O céu contém enormes quantidades de partículas minúsculas, como nitrogênio, além de oxigênio e vapor d'água, que espalham a luz em todas as direções, afirma Burridge.
A luz azul tem comprimento de onda menor do que a maioria das outras cores e é mais dispersada, preenchendo o céu com essa tonalidade.
Esse processo é conhecido como dispersão de Rayleigh, em referência a Lord Rayleigh (1842–1919), físico britânico que desenvolveu a teoria na década de 1870.
Ao nascer e ao pôr do Sol, a luz solar precisa atravessar uma porção muito maior da atmosfera, porque o Sol está mais baixo no horizonte.
A luz azul é então dispersada com tanta intensidade que é desviada para longe de nós. Restam os tons de vermelho e laranja, menos dispersados, que alcançam nossos olhos e produzem os céus que vemos.
O céu azul brilhante da Terra é único no Sistema Solar, afirma Burridge, do Observatório Real de Greenwich.
Embora alguns planetas, como Júpiter, sejam considerados como tendo uma camada superior levemente azulada semelhante à da Terra, a tonalidade é muito menos intensa.
Por estar mais distante do Sol, Júpiter recebe apenas cerca de 4% da luz solar que chega à Terra. “Por isso, não se tem aquele azul forte e bonito que vemos aqui”, explica Burridge.
Em outros planetas, o cenário é completamente diferente.
Marte tem uma atmosfera fina, o que faz com que a dispersão de Rayleigh ocorra de forma limitada. Em vez disso, as numerosas partículas de poeira, maiores do que o nitrogênio e o oxigênio presentes na atmosfera terrestre, espalham a luz de outra maneira.
Esse fenômeno é chamado de “espalhamento Mie” e resulta em um céu avermelhado ou amarelado, com pores de sol azulados.
O céu azul que conhecemos hoje é um fenômeno relativamente recente na longa história da Terra.
Embora não seja possível saber com certeza como era o céu no passado, cientistas estimam que sua cor pode ter variado conforme os gases presentes na atmosfera em cada período.
Quando a Terra se formou, há cerca de 4,5 bilhões de anos, a sua superfície era em grande parte composta por material fundido. À medida que o planeta esfriou, uma hipótese indica que a atmosfera primitiva era formada principalmente por gases liberados por erupções vulcânicas e outras atividades geológicas — como dióxido de carbono e nitrogênio, além de pequenas quantidades de metano, com pouquíssimo oxigênio presente.
Com o tempo, a vida surgiu na forma de bactérias ancestrais, que passaram a liberar grandes quantidades de metano na atmosfera. A luz solar que incidia sobre esse metano o transformava em compostos orgânicos mais complexos, formando névoas alaranjadas no céu, semelhantes à poluição atmosférica.
Uma mudança significativa ocorreu há cerca de 2,4 bilhões de anos, durante o chamado “Grande Evento da Oxidação”, quando os organismos primitivos conhecidos como cianobactérias passaram a realizar fotossíntese, convertendo a luz solar em energia e liberando grandes quantidades de oxigênio.
O oxigênio começou a se acumular em níveis relevantes na atmosfera, eliminando gradualmente as névoas de metano. Com a consolidação de uma atmosfera semelhante à atual, o céu passou a apresentar a coloração azul observada hoje.
[...]
Fonte: HEATHWOOD, Catherine. Não foi sempre azul: como a cor do céu mudou 'dramaticamente' no planeta Terra. BBC News Brasil, 2026. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg125pxgq0o. Acesso em: 13 maio 2026.
I- se “ ‘Por isso, não se tem aquele azul forte e bonito que vemos aqui’ ”.
II- se “O oxigênio começou a se acumular em níveis relevantes na atmosfera”.
No tocante à colocação pronominal do se, é CORRETO afirmar que:
Leia o Texto 01 para responder à questão.
Texto 01 - Não foi sempre azul: como a cor do céu mudou ‘dramaticamente’ no planeta Terra
Catherine Heathwood
BBC World Service - 19 fevereiro de 2026
A maioria das pessoas acha que o céu azul é algo garantido. Mas essa cor já pode ter sido bem diferente ao longo da história da Terra, e cientistas dizem que ela pode mudar outra vez.
Existem dois fatores principais que fazem o céu parecer azul durante o dia, segundo Finn Burridge, divulgador científico do Observatório Real de Greenwich (Reino Unido).
“O primeiro é o Sol”, explica. “A luz solar normal é branca, o que significa que contém todas as cores do arco-íris: vermelhos, amarelos, verdes e azuis.”
O segundo fator é a composição da atmosfera. O céu contém enormes quantidades de partículas minúsculas, como nitrogênio, além de oxigênio e vapor d'água, que espalham a luz em todas as direções, afirma Burridge.
A luz azul tem comprimento de onda menor do que a maioria das outras cores e é mais dispersada, preenchendo o céu com essa tonalidade.
Esse processo é conhecido como dispersão de Rayleigh, em referência a Lord Rayleigh (1842–1919), físico britânico que desenvolveu a teoria na década de 1870.
Ao nascer e ao pôr do Sol, a luz solar precisa atravessar uma porção muito maior da atmosfera, porque o Sol está mais baixo no horizonte.
A luz azul é então dispersada com tanta intensidade que é desviada para longe de nós. Restam os tons de vermelho e laranja, menos dispersados, que alcançam nossos olhos e produzem os céus que vemos.
O céu azul brilhante da Terra é único no Sistema Solar, afirma Burridge, do Observatório Real de Greenwich.
Embora alguns planetas, como Júpiter, sejam considerados como tendo uma camada superior levemente azulada semelhante à da Terra, a tonalidade é muito menos intensa.
Por estar mais distante do Sol, Júpiter recebe apenas cerca de 4% da luz solar que chega à Terra. “Por isso, não se tem aquele azul forte e bonito que vemos aqui”, explica Burridge.
Em outros planetas, o cenário é completamente diferente.
Marte tem uma atmosfera fina, o que faz com que a dispersão de Rayleigh ocorra de forma limitada. Em vez disso, as numerosas partículas de poeira, maiores do que o nitrogênio e o oxigênio presentes na atmosfera terrestre, espalham a luz de outra maneira.
Esse fenômeno é chamado de “espalhamento Mie” e resulta em um céu avermelhado ou amarelado, com pores de sol azulados.
O céu azul que conhecemos hoje é um fenômeno relativamente recente na longa história da Terra.
Embora não seja possível saber com certeza como era o céu no passado, cientistas estimam que sua cor pode ter variado conforme os gases presentes na atmosfera em cada período.
Quando a Terra se formou, há cerca de 4,5 bilhões de anos, a sua superfície era em grande parte composta por material fundido. À medida que o planeta esfriou, uma hipótese indica que a atmosfera primitiva era formada principalmente por gases liberados por erupções vulcânicas e outras atividades geológicas — como dióxido de carbono e nitrogênio, além de pequenas quantidades de metano, com pouquíssimo oxigênio presente.
Com o tempo, a vida surgiu na forma de bactérias ancestrais, que passaram a liberar grandes quantidades de metano na atmosfera. A luz solar que incidia sobre esse metano o transformava em compostos orgânicos mais complexos, formando névoas alaranjadas no céu, semelhantes à poluição atmosférica.
Uma mudança significativa ocorreu há cerca de 2,4 bilhões de anos, durante o chamado “Grande Evento da Oxidação”, quando os organismos primitivos conhecidos como cianobactérias passaram a realizar fotossíntese, convertendo a luz solar em energia e liberando grandes quantidades de oxigênio.
O oxigênio começou a se acumular em níveis relevantes na atmosfera, eliminando gradualmente as névoas de metano. Com a consolidação de uma atmosfera semelhante à atual, o céu passou a apresentar a coloração azul observada hoje.
[...]
Fonte: HEATHWOOD, Catherine. Não foi sempre azul: como a cor do céu mudou 'dramaticamente' no planeta Terra. BBC News Brasil, 2026. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg125pxgq0o. Acesso em: 13 maio 2026.
Leia o Texto 01 para responder à questão.
Texto 01 - Não foi sempre azul: como a cor do céu mudou ‘dramaticamente’ no planeta Terra
Catherine Heathwood
BBC World Service - 19 fevereiro de 2026
A maioria das pessoas acha que o céu azul é algo garantido. Mas essa cor já pode ter sido bem diferente ao longo da história da Terra, e cientistas dizem que ela pode mudar outra vez.
Existem dois fatores principais que fazem o céu parecer azul durante o dia, segundo Finn Burridge, divulgador científico do Observatório Real de Greenwich (Reino Unido).
“O primeiro é o Sol”, explica. “A luz solar normal é branca, o que significa que contém todas as cores do arco-íris: vermelhos, amarelos, verdes e azuis.”
O segundo fator é a composição da atmosfera. O céu contém enormes quantidades de partículas minúsculas, como nitrogênio, além de oxigênio e vapor d'água, que espalham a luz em todas as direções, afirma Burridge.
A luz azul tem comprimento de onda menor do que a maioria das outras cores e é mais dispersada, preenchendo o céu com essa tonalidade.
Esse processo é conhecido como dispersão de Rayleigh, em referência a Lord Rayleigh (1842–1919), físico britânico que desenvolveu a teoria na década de 1870.
Ao nascer e ao pôr do Sol, a luz solar precisa atravessar uma porção muito maior da atmosfera, porque o Sol está mais baixo no horizonte.
A luz azul é então dispersada com tanta intensidade que é desviada para longe de nós. Restam os tons de vermelho e laranja, menos dispersados, que alcançam nossos olhos e produzem os céus que vemos.
O céu azul brilhante da Terra é único no Sistema Solar, afirma Burridge, do Observatório Real de Greenwich.
Embora alguns planetas, como Júpiter, sejam considerados como tendo uma camada superior levemente azulada semelhante à da Terra, a tonalidade é muito menos intensa.
Por estar mais distante do Sol, Júpiter recebe apenas cerca de 4% da luz solar que chega à Terra. “Por isso, não se tem aquele azul forte e bonito que vemos aqui”, explica Burridge.
Em outros planetas, o cenário é completamente diferente.
Marte tem uma atmosfera fina, o que faz com que a dispersão de Rayleigh ocorra de forma limitada. Em vez disso, as numerosas partículas de poeira, maiores do que o nitrogênio e o oxigênio presentes na atmosfera terrestre, espalham a luz de outra maneira.
Esse fenômeno é chamado de “espalhamento Mie” e resulta em um céu avermelhado ou amarelado, com pores de sol azulados.
O céu azul que conhecemos hoje é um fenômeno relativamente recente na longa história da Terra.
Embora não seja possível saber com certeza como era o céu no passado, cientistas estimam que sua cor pode ter variado conforme os gases presentes na atmosfera em cada período.
Quando a Terra se formou, há cerca de 4,5 bilhões de anos, a sua superfície era em grande parte composta por material fundido. À medida que o planeta esfriou, uma hipótese indica que a atmosfera primitiva era formada principalmente por gases liberados por erupções vulcânicas e outras atividades geológicas — como dióxido de carbono e nitrogênio, além de pequenas quantidades de metano, com pouquíssimo oxigênio presente.
Com o tempo, a vida surgiu na forma de bactérias ancestrais, que passaram a liberar grandes quantidades de metano na atmosfera. A luz solar que incidia sobre esse metano o transformava em compostos orgânicos mais complexos, formando névoas alaranjadas no céu, semelhantes à poluição atmosférica.
Uma mudança significativa ocorreu há cerca de 2,4 bilhões de anos, durante o chamado “Grande Evento da Oxidação”, quando os organismos primitivos conhecidos como cianobactérias passaram a realizar fotossíntese, convertendo a luz solar em energia e liberando grandes quantidades de oxigênio.
O oxigênio começou a se acumular em níveis relevantes na atmosfera, eliminando gradualmente as névoas de metano. Com a consolidação de uma atmosfera semelhante à atual, o céu passou a apresentar a coloração azul observada hoje.
[...]
Fonte: HEATHWOOD, Catherine. Não foi sempre azul: como a cor do céu mudou 'dramaticamente' no planeta Terra. BBC News Brasil, 2026. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg125pxgq0o. Acesso em: 13 maio 2026.
Leia o Texto 01 para responder à questão.
Texto 01 - Não foi sempre azul: como a cor do céu mudou ‘dramaticamente’ no planeta Terra
Catherine Heathwood
BBC World Service - 19 fevereiro de 2026
A maioria das pessoas acha que o céu azul é algo garantido. Mas essa cor já pode ter sido bem diferente ao longo da história da Terra, e cientistas dizem que ela pode mudar outra vez.
Existem dois fatores principais que fazem o céu parecer azul durante o dia, segundo Finn Burridge, divulgador científico do Observatório Real de Greenwich (Reino Unido).
“O primeiro é o Sol”, explica. “A luz solar normal é branca, o que significa que contém todas as cores do arco-íris: vermelhos, amarelos, verdes e azuis.”
O segundo fator é a composição da atmosfera. O céu contém enormes quantidades de partículas minúsculas, como nitrogênio, além de oxigênio e vapor d'água, que espalham a luz em todas as direções, afirma Burridge.
A luz azul tem comprimento de onda menor do que a maioria das outras cores e é mais dispersada, preenchendo o céu com essa tonalidade.
Esse processo é conhecido como dispersão de Rayleigh, em referência a Lord Rayleigh (1842–1919), físico britânico que desenvolveu a teoria na década de 1870.
Ao nascer e ao pôr do Sol, a luz solar precisa atravessar uma porção muito maior da atmosfera, porque o Sol está mais baixo no horizonte.
A luz azul é então dispersada com tanta intensidade que é desviada para longe de nós. Restam os tons de vermelho e laranja, menos dispersados, que alcançam nossos olhos e produzem os céus que vemos.
O céu azul brilhante da Terra é único no Sistema Solar, afirma Burridge, do Observatório Real de Greenwich.
Embora alguns planetas, como Júpiter, sejam considerados como tendo uma camada superior levemente azulada semelhante à da Terra, a tonalidade é muito menos intensa.
Por estar mais distante do Sol, Júpiter recebe apenas cerca de 4% da luz solar que chega à Terra. “Por isso, não se tem aquele azul forte e bonito que vemos aqui”, explica Burridge.
Em outros planetas, o cenário é completamente diferente.
Marte tem uma atmosfera fina, o que faz com que a dispersão de Rayleigh ocorra de forma limitada. Em vez disso, as numerosas partículas de poeira, maiores do que o nitrogênio e o oxigênio presentes na atmosfera terrestre, espalham a luz de outra maneira.
Esse fenômeno é chamado de “espalhamento Mie” e resulta em um céu avermelhado ou amarelado, com pores de sol azulados.
O céu azul que conhecemos hoje é um fenômeno relativamente recente na longa história da Terra.
Embora não seja possível saber com certeza como era o céu no passado, cientistas estimam que sua cor pode ter variado conforme os gases presentes na atmosfera em cada período.
Quando a Terra se formou, há cerca de 4,5 bilhões de anos, a sua superfície era em grande parte composta por material fundido. À medida que o planeta esfriou, uma hipótese indica que a atmosfera primitiva era formada principalmente por gases liberados por erupções vulcânicas e outras atividades geológicas — como dióxido de carbono e nitrogênio, além de pequenas quantidades de metano, com pouquíssimo oxigênio presente.
Com o tempo, a vida surgiu na forma de bactérias ancestrais, que passaram a liberar grandes quantidades de metano na atmosfera. A luz solar que incidia sobre esse metano o transformava em compostos orgânicos mais complexos, formando névoas alaranjadas no céu, semelhantes à poluição atmosférica.
Uma mudança significativa ocorreu há cerca de 2,4 bilhões de anos, durante o chamado “Grande Evento da Oxidação”, quando os organismos primitivos conhecidos como cianobactérias passaram a realizar fotossíntese, convertendo a luz solar em energia e liberando grandes quantidades de oxigênio.
O oxigênio começou a se acumular em níveis relevantes na atmosfera, eliminando gradualmente as névoas de metano. Com a consolidação de uma atmosfera semelhante à atual, o céu passou a apresentar a coloração azul observada hoje.
[...]
Fonte: HEATHWOOD, Catherine. Não foi sempre azul: como a cor do céu mudou 'dramaticamente' no planeta Terra. BBC News Brasil, 2026. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg125pxgq0o. Acesso em: 13 maio 2026.
Analise as assertivas abaixo.
I- Um dos fatores atrelados à tonalidade azul do céu é a dispersão da luz solar na atmosfera terrestre.
II- É comum vermos o céu intensamente azul durante o nascer do Sol.
III- O céu de Marte costuma ser avermelhado ou amarelado.
IV- Cientistas afirmam que, certamente, em curto prazo, a cor do céu mudará outra vez.
É CORRETO o que se afirma em:
"Foi quando perceberam uma importante variável: as relações informais ou organização informal, que são as relações de amizades, lideranças, normas e 'panelinhas' existentes entre os funcionários de uma organização e que não são formalizadas, não estão descritas no organograma e nem obedecem à hierarquia formal. Daí surgiu os primeiros estudos sobre liderança, democracia no trabalho e motivação."
(SILVA, Cleiton Martins Duarte da. Recursos Humanos no Setor Público. Cuiabá: UFMT/Rede e-Tec Brasil, 2013, p. 25.)
A partir da leitura do excerto e considerando as dinâmicas das relações humanas em organizações públicas, analise as afirmativas apresentadas a seguir. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__)Em uma autarquia de saneamento com forte organização informal consolidada, um gestor recém-chegado que ignora as lideranças informais existentes e impõe mudanças apenas pela hierarquia formal tende a encontrar resistência velada mesmo na ausência de conflito declarado, pois a organização informal possui mecanismos próprios de autorregulação do grupo que operam independentemente das estruturas oficiais.
(__)A organização informal é, por definição, disfuncional em contextos de serviço público, pois seus mecanismos de coesão grupal − como normas tácitas e lideranças não oficiais − invariavelmente entram em conflito com os princípios da impessoalidade e da legalidade que regem a administração pública.
(__)O reconhecimento da organização informal como variável relevante para as relações humanas no trabalho representou uma ruptura epistemológica em relação à visão clássica da administração, que tratava o servidor exclusivamente como executor de tarefas racionalmente programadas, desconsiderando sua condição de sujeito social inserido em redes de pertencimento e significado coletivo.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
"Partindo do pressuposto, típico do movimento iluminista que acompanhou a ascensão da burguesia, da igualdade básica entre os homens, Kant precisava chegar a uma moral igual para todos, uma moral racional, a única possível para todo e qualquer ser racional. Esta moral não se interessa essencialmente pelos aspectos exteriores, empíricos e históricos, tais como leis positivas, costumes, tradições, convenções e inclinações pessoais."
(VALLS, Álvaro L. M. O que é ética. São Paulo: Brasiliense, 1994, p. 20. Adaptado.)
Um servidor público de uma autarquia municipal responsável pelo serviço de abastecimento de água recebe orientação informal de seu superior para registrar, como concluídas, ordens de serviço que ainda não foram executadas, a fim de melhorar os indicadores de desempenho do setor antes da auditoria trimestral. Considerando o imperativo categórico kantiano e os princípios constitucionais que regem a Administração Pública, assinale a alternativa correta:
"O servidor público estável só perderá o cargo: I − em virtude de sentença judicial transitada em julgado; II − mediante processo administrativo em que lhe seja assegurada ampla defesa; III − mediante procedimento de avaliação periódica de desempenho, na forma de lei complementar, assegurada ampla defesa."
(BLUMENAU. Lei Complementar n.º 660, de 28 de novembro de 2007. Art. 27, § 1º.)
A partir da leitura do excerto e considerando as normas disciplinares e as formas de desligamento previstas na Lei Complementar n.º 660/2007, analise as afirmativas apresentadas a seguir. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__)Um servidor efetivo e estável do SAMAE que pratique assédio moral no exercício de suas funções estará sujeito à penalidade de suspensão de até trinta dias na primeira ocorrência, conforme a atual redação da Lei Complementar n.º 660/2007, não sendo aplicável, nesse caso, a demissão direta pela primeira infração dessa natureza.
(__)O servidor do SAMAE que responde a processo administrativo disciplinar somente poderá ser exonerado a pedido ou aposentado voluntariamente após a conclusão do processo e o cumprimento da penalidade eventualmente aplicada, vedando-se o desligamento voluntário durante o trâmite processual.
(__)A demissão de servidor efetivo do SAMAE gera incompatibilidade para nova investidura em cargo ou função pública municipal pelo prazo de cinco anos, podendo esse prazo ser elevado a dez anos nas hipóteses de improbidade administrativa, falsificação de documentos, assédio sexual ou moral, modificação não autorizada de sistema de informação e aplicação irregular de verba pública, entre outras previstas em lei.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
"A política norteadora dos Planos de Cargos e Carreiras do Poder Executivo, suas Autarquias e Fundações, fundada nos princípios de flexibilidade e maximização da realização do potencial individual do servidor, tem por objetivos: I − efetivar a valorização do servidor pelo reconhecimento dos esforços individuais na direção do crescimento profissional; [...] III − estabelecer um clima participativo e de confiança mútua entre o Município, suas Autarquias e Fundações, e o servidor sobre as perspectivas de desenvolvimento profissional."
(BLUMENAU. Lei Complementar n.º 661, de 28 de novembro de 2007. Art. 6º, incisos I e III.)
A partir da leitura do excerto e considerando a estrutura dos Planos de Cargos e Carreiras prevista na Lei Complementar n.º 661/2007, analise as afirmativas apresentadas a seguir. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__)A Lei Complementar n.º 661/2007 define categoria como numeração sequencial das tabelas de ranqueamento que reúne agrupamento de classes de cargos de carreira de igual tratamento vencimental, conceito que foi alterado pela Lei Complementar n.º 1.047/2016 em relação à redação original, que associava categoria a um intervalo da tabela de ranqueamento.
(__)O ingresso na carreira de servidor concursado para cargo do Grupo Ocupacional Especialista cujo edital exija, como requisito, graduação em nível superior acrescida de habilitação em especialidade médica com Registro de Qualificação de Especialista (RQE) dar-se-á no padrão inicial de vencimento da faixa II, e não da faixa I como ocorre nos demais casos.
(__)Os servidores não efetivos estabilizados pelo art. 19 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias da Constituição Federal, bem como os não efetivos que ingressaram no Município entre 05 de outubro de 1983 e 05 de outubro de 1988, participam da carreira prevista na Lei Complementar n.º 661/2007 em igualdade de condições com os servidores efetivos concursados, por força do princípio da isonomia.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
I.O padrão Bridge desacopla a abstração de sua implementação por meio de composição, permitindo que ambas evoluam independentemente.
II.O padrão Bridge tem como finalidade principal adaptar interfaces incompatíveis, permitindo a interoperabilidade entre classes distintas.
III.O padrão Bridge exige, obrigatoriamente, que a implementação seja definida como uma classe concreta única, impedindo variações na hierarquia de implementação.
É correto o que se afirma em:
I.O Canary Deployment consiste em liberar uma nova versão do sistema para um subconjunto de usuários ou servidores antes da liberação completa.
II.Essa estratégia permite monitorar métricas como taxa de erro e desempenho em produção, possibilitando rollback com impacto reduzido em caso de falhas.
III.O Canary Deployment requer mecanismos de controle de tráfego (como balanceadores de carga ou feature flags ) para direcionar apenas parte das requisições para a nova versão.
É correto o que se afirma em:
I.A memória swap possui latência significativamente maior que a memória RAM, o que pode impactar negativamente o desempenho do sistema quando o swap é utilizado de forma intensa.
II.O Linux permite a configuração de swap tanto em partições dedicadas (swap partitions ) quanto em arquivos regulares do sistema de arquivos (swap files).
III.O kernel Linux possui um parâmetro configurável, denominado swappiness , que influencia as decisões de substituição de páginas de memória (page reclaim), indicando a preferência relativa entre manter páginas na memória RAM ou movê-las para o espaço de swap; valores menores reduzem a tendência de utilização do swap , enquanto valores maiores a aumentam.
É correto o que se afirma em:
I.No Long Polling , o cliente envia uma requisição HTTP ao servidor, que mantém a conexão aberta até que haja novos dados disponíveis para envio ou até que ocorra um timeout configurado.
II.O Long Polling é frequentemente utilizado como alternativa ao WebSocket em cenários onde conexões persistentes bidirecionais não são permitidas ou viáveis devido a restrições de infraestrutura.
III.O Long Polling baseia-se no envio de requisições HTTP em intervalos pré-definidos e fixos, independentemente de haver ou não novos dados no servidor.
É correto o que se afirma em:
I.A propriedade de Consistência garante que uma transação leve o banco de dados de um estado consistente para outro estado consistente, respeitando todas as restrições de integridade definidas no esquema do banco de dados.
II.A consistência no modelo ACID está diretamente relacionada à preservação das regras de integridade e restrições do banco de dados, tais como: chaves primárias, chaves estrangeiras, constraints de verificação (CHECK) e restrições de unicidade.
III.Caso uma transação viole qualquer restrição de integridade (como chave primária, chave estrangeira, check constraint ou unique constraint ), o SGBD deve impedir a confirmação (commit ) da transação, garantindo que o banco de dados não transite para um estado inconsistente.
É correto o que se afirma em:
I.No modo octal, cada um dos três dígitos representa, respectivamente, as permissões do proprietário (owner), do grupo e dos outros usuários. Cada dígito é calculado pela soma dos valores correspondentes às permissões de leitura (4), escrita (2) e execução (1).
II.O Sticky Bit , quando aplicado a um diretório por meio do comando chmod +t, impede que usuários comuns removam ou renomeiem arquivos de outros usuários dentro desse diretório, mesmo que possuam permissão de escrita sobre ele. Apenas o proprietário do arquivo, o proprietário do diretório ou o superusuário (root ) podem realizar essas operações.
III.Ao utilizar o comando chmod +x arquivo, o sistema redefine as permissões do arquivo, garantindo que apenas a permissão de execução esteja ativa e removendo automaticamente qualquer acesso prévio de leitura ou escrita.
É correto o que se afirma em: