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Q4221353 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto a seguir.


Infância e eternidade


    A criança sobrevive no adulto: a maturidade do homem significa reaver a seriedade que se tinha quando criança ao brincar. Assim como o presente ensombrecido favorece a idealização do passado, as perdas e agruras da idade adulta não raro levam a uma visão mistificada da infância.

   O filósofo e educador português Agostinho da Silva foi capaz de retratar a natureza e o valor da disposição lúdica e onírica da infância: “Aquilo que distingue realmente uma criança de todo o resto que é vivo no universo é a capacidade enorme de sua absorção no jogo, na sua seriedade ao brincar. Uma capacidade enorme de imaginar que as coisas efetivamente estão surgindo como que ao toque mágico de uma vara de fada e de fazer que perante isso o tempo não exista. Aquela historieta que se conta do monge da Idade Média que esteve trezentos anos ouvindo um rouxinol cantar e teve por aí a ideia do que deve ser a eternidade, esse milagre do monge medieval é repetido pela criança todos os dias quando ela brinca".

   Na arte, na ciência e na aventura da vida, a criatividade humana bebe nessa fonte: o presente absoluto visto como o dom de alçar-se à eternidade... brincando! O filósofo Heráclito já lembrava que “o tempo é uma criança movendo as contas de um jogo; o régio poder é da criança."


(Adaptado de: GIANNETTI, Eduardo. Imortalidades. São Paulo, Companhia das Letras, 2025, p. 114-115)
Segundo o texto, as crianças brincam
Alternativas
Q4221352 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto a seguir.


Infância e eternidade


    A criança sobrevive no adulto: a maturidade do homem significa reaver a seriedade que se tinha quando criança ao brincar. Assim como o presente ensombrecido favorece a idealização do passado, as perdas e agruras da idade adulta não raro levam a uma visão mistificada da infância.

   O filósofo e educador português Agostinho da Silva foi capaz de retratar a natureza e o valor da disposição lúdica e onírica da infância: “Aquilo que distingue realmente uma criança de todo o resto que é vivo no universo é a capacidade enorme de sua absorção no jogo, na sua seriedade ao brincar. Uma capacidade enorme de imaginar que as coisas efetivamente estão surgindo como que ao toque mágico de uma vara de fada e de fazer que perante isso o tempo não exista. Aquela historieta que se conta do monge da Idade Média que esteve trezentos anos ouvindo um rouxinol cantar e teve por aí a ideia do que deve ser a eternidade, esse milagre do monge medieval é repetido pela criança todos os dias quando ela brinca".

   Na arte, na ciência e na aventura da vida, a criatividade humana bebe nessa fonte: o presente absoluto visto como o dom de alçar-se à eternidade... brincando! O filósofo Heráclito já lembrava que “o tempo é uma criança movendo as contas de um jogo; o régio poder é da criança."


(Adaptado de: GIANNETTI, Eduardo. Imortalidades. São Paulo, Companhia das Letras, 2025, p. 114-115)
Indica-se uma possível e adequada substituição do segmento sublinhado em:
Alternativas
Q4221351 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto a seguir.


A intimidade no desamparo


    Sofremos de um excesso de conectividade na mesma medida em que carecemos de intimidade. Nas redes sociais, é quase impossível encontrar o que há de mais verdadeiro em nós. Seguimos cumprindo a jornada ininterrupta das mídias sociais, expondo o máximo para revelar o mínimo. Quando algo de nós aparece na performance, trata-se de um deslize, seguido de cancelamento, pedido de desculpas ou negação.

    Ao reclamar das redes sociais e do desnorteio que elas nos provocam, corre-se o risco de fazer supor que a intimidade é fácil e garantida fora delas. Nunca é nem será: mal somos íntimos de nós mesmos, que dirá dos outros. Um dos aforismos de Jacques Lacan, tão repetido que caberia num para-choque de caminhão, diz que "amar é dar o que não se tem a alguém que não o quer”. Se há algo entre nós mais próximo da verdade, é nosso desamparo estrutural. Então damos nossa falta a quem não pediu e recebemos de volta o reconhecimento de que o outro se vê igualmente perplexo diante da vida. Intimidade não é saber tudo sobre o outro: seria impossível e, se possível, insuportável.

    Nossa origem é sempre incerta, não sabemos o que fazer com o espólio dos pais, entrevemos nosso fim e nunca teremos a última palavra sobre quem somos. Desamparados pelo corpo, pela linguagem, pela imagem de si, só nos resta compartilhar com o outro essa mesma condição. Paradoxalmente, é daí que vem algum consolo. Algo pelo qual vale a pena brindar. Intimidade é a possibilidade de compartilharmos desamparos sem supor que o outro nos salvará. 


(Adaptado de: IACONELLI, Vera. Folha de S. Paulo, 05/05/2026)
No período Nunca é nem será: mal somos íntimos de nós mesmos, que dirá dos outros (2º parágrafo), os dois elementos sublinhados podem ser adequadamente substituídos, sem prejuízo para a correção e o sentido, por, respectivamente,
Alternativas
Q4221350 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto a seguir.


A intimidade no desamparo


    Sofremos de um excesso de conectividade na mesma medida em que carecemos de intimidade. Nas redes sociais, é quase impossível encontrar o que há de mais verdadeiro em nós. Seguimos cumprindo a jornada ininterrupta das mídias sociais, expondo o máximo para revelar o mínimo. Quando algo de nós aparece na performance, trata-se de um deslize, seguido de cancelamento, pedido de desculpas ou negação.

    Ao reclamar das redes sociais e do desnorteio que elas nos provocam, corre-se o risco de fazer supor que a intimidade é fácil e garantida fora delas. Nunca é nem será: mal somos íntimos de nós mesmos, que dirá dos outros. Um dos aforismos de Jacques Lacan, tão repetido que caberia num para-choque de caminhão, diz que "amar é dar o que não se tem a alguém que não o quer”. Se há algo entre nós mais próximo da verdade, é nosso desamparo estrutural. Então damos nossa falta a quem não pediu e recebemos de volta o reconhecimento de que o outro se vê igualmente perplexo diante da vida. Intimidade não é saber tudo sobre o outro: seria impossível e, se possível, insuportável.

    Nossa origem é sempre incerta, não sabemos o que fazer com o espólio dos pais, entrevemos nosso fim e nunca teremos a última palavra sobre quem somos. Desamparados pelo corpo, pela linguagem, pela imagem de si, só nos resta compartilhar com o outro essa mesma condição. Paradoxalmente, é daí que vem algum consolo. Algo pelo qual vale a pena brindar. Intimidade é a possibilidade de compartilharmos desamparos sem supor que o outro nos salvará. 


(Adaptado de: IACONELLI, Vera. Folha de S. Paulo, 05/05/2026)
Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento do texto em:
Alternativas
Q4221349 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto a seguir.


A intimidade no desamparo


    Sofremos de um excesso de conectividade na mesma medida em que carecemos de intimidade. Nas redes sociais, é quase impossível encontrar o que há de mais verdadeiro em nós. Seguimos cumprindo a jornada ininterrupta das mídias sociais, expondo o máximo para revelar o mínimo. Quando algo de nós aparece na performance, trata-se de um deslize, seguido de cancelamento, pedido de desculpas ou negação.

    Ao reclamar das redes sociais e do desnorteio que elas nos provocam, corre-se o risco de fazer supor que a intimidade é fácil e garantida fora delas. Nunca é nem será: mal somos íntimos de nós mesmos, que dirá dos outros. Um dos aforismos de Jacques Lacan, tão repetido que caberia num para-choque de caminhão, diz que "amar é dar o que não se tem a alguém que não o quer”. Se há algo entre nós mais próximo da verdade, é nosso desamparo estrutural. Então damos nossa falta a quem não pediu e recebemos de volta o reconhecimento de que o outro se vê igualmente perplexo diante da vida. Intimidade não é saber tudo sobre o outro: seria impossível e, se possível, insuportável.

    Nossa origem é sempre incerta, não sabemos o que fazer com o espólio dos pais, entrevemos nosso fim e nunca teremos a última palavra sobre quem somos. Desamparados pelo corpo, pela linguagem, pela imagem de si, só nos resta compartilhar com o outro essa mesma condição. Paradoxalmente, é daí que vem algum consolo. Algo pelo qual vale a pena brindar. Intimidade é a possibilidade de compartilharmos desamparos sem supor que o outro nos salvará. 


(Adaptado de: IACONELLI, Vera. Folha de S. Paulo, 05/05/2026)
No contexto, o sentido da frase de Jacques Lacan encontra uma justificativa sintética na seguinte expressão:
Alternativas
Q4221348 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto a seguir.


A intimidade no desamparo


    Sofremos de um excesso de conectividade na mesma medida em que carecemos de intimidade. Nas redes sociais, é quase impossível encontrar o que há de mais verdadeiro em nós. Seguimos cumprindo a jornada ininterrupta das mídias sociais, expondo o máximo para revelar o mínimo. Quando algo de nós aparece na performance, trata-se de um deslize, seguido de cancelamento, pedido de desculpas ou negação.

    Ao reclamar das redes sociais e do desnorteio que elas nos provocam, corre-se o risco de fazer supor que a intimidade é fácil e garantida fora delas. Nunca é nem será: mal somos íntimos de nós mesmos, que dirá dos outros. Um dos aforismos de Jacques Lacan, tão repetido que caberia num para-choque de caminhão, diz que "amar é dar o que não se tem a alguém que não o quer”. Se há algo entre nós mais próximo da verdade, é nosso desamparo estrutural. Então damos nossa falta a quem não pediu e recebemos de volta o reconhecimento de que o outro se vê igualmente perplexo diante da vida. Intimidade não é saber tudo sobre o outro: seria impossível e, se possível, insuportável.

    Nossa origem é sempre incerta, não sabemos o que fazer com o espólio dos pais, entrevemos nosso fim e nunca teremos a última palavra sobre quem somos. Desamparados pelo corpo, pela linguagem, pela imagem de si, só nos resta compartilhar com o outro essa mesma condição. Paradoxalmente, é daí que vem algum consolo. Algo pelo qual vale a pena brindar. Intimidade é a possibilidade de compartilharmos desamparos sem supor que o outro nos salvará. 


(Adaptado de: IACONELLI, Vera. Folha de S. Paulo, 05/05/2026)
Ao analisar a relação existente entre a conectividade das redes sociais e a intimidade pessoal, a autora conclui que
Alternativas
Q4221347 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto a seguir.


A intimidade no desamparo


    Sofremos de um excesso de conectividade na mesma medida em que carecemos de intimidade. Nas redes sociais, é quase impossível encontrar o que há de mais verdadeiro em nós. Seguimos cumprindo a jornada ininterrupta das mídias sociais, expondo o máximo para revelar o mínimo. Quando algo de nós aparece na performance, trata-se de um deslize, seguido de cancelamento, pedido de desculpas ou negação.

    Ao reclamar das redes sociais e do desnorteio que elas nos provocam, corre-se o risco de fazer supor que a intimidade é fácil e garantida fora delas. Nunca é nem será: mal somos íntimos de nós mesmos, que dirá dos outros. Um dos aforismos de Jacques Lacan, tão repetido que caberia num para-choque de caminhão, diz que "amar é dar o que não se tem a alguém que não o quer”. Se há algo entre nós mais próximo da verdade, é nosso desamparo estrutural. Então damos nossa falta a quem não pediu e recebemos de volta o reconhecimento de que o outro se vê igualmente perplexo diante da vida. Intimidade não é saber tudo sobre o outro: seria impossível e, se possível, insuportável.

    Nossa origem é sempre incerta, não sabemos o que fazer com o espólio dos pais, entrevemos nosso fim e nunca teremos a última palavra sobre quem somos. Desamparados pelo corpo, pela linguagem, pela imagem de si, só nos resta compartilhar com o outro essa mesma condição. Paradoxalmente, é daí que vem algum consolo. Algo pelo qual vale a pena brindar. Intimidade é a possibilidade de compartilharmos desamparos sem supor que o outro nos salvará. 


(Adaptado de: IACONELLI, Vera. Folha de S. Paulo, 05/05/2026)

Paradoxalmente, é daí que vem algum consolo. (3º parágrafo)



O paradoxo a que se refere a frase acima constitui-se na relação armada, no texto, entre os termos

Alternativas
Q4221271 Pedagogia
Sobre a organização dos materiais na etapa da Educação Infantil, analise as afirmativas a seguir:

01. A disposição dos materiais em locais acessíveis às crianças favorece a autonomia, a exploração, as escolhas e a participação ativa nas experiências de aprendizagem.
02. A organização dos materiais deve considerar critérios de segurança, conservação, diversidade e intencionalidade pedagógica, de modo a ampliar as possibilidades de interação e investigação.
03. A rotatividade planejada dos materiais pode contribuir para manter o interesse das crianças, diversificar experiências e ampliar oportunidades de exploração de diferentes linguagens.
04. A organização dos materiais pedagógicos deve ser articulada ao planejamento docente, considerando os objetivos educacionais, as características do grupo e a flexibilidade dos ambientes. 

A soma das afirmativas CORRETAS é:
Alternativas
Q4221270 Pedagogia
A respeito das Inteligências Múltiplas, analise o trecho abaixo:

De acordo com a Teoria das Inteligências Múltiplas, proposta por Howard Gardner, a inteligência interpessoal caracteriza-se, predominantemente, pela capacidade de compreender intenções, motivações e emoções de outras pessoas, favorecendo a construção de relações sociais e processos colaborativos. Assim, essa inteligência está diretamente associada à habilidade de ______________________________.

Preenche CORRETAMENTE a lacuna:
Alternativas
Q4221269 Pedagogia
Sobre as fases do desenho infantil, amplamente estudadas por autores como Viktor Lowenfeld, é CORRETO afirmar que a fase pré-esquemática se caracteriza, predominantemente, por:
Alternativas
Q4221268 Nutrição
Sobre a alimentação, analise a sentença abaixo:

Comida de verdade é fundamental em todas as etapas da vida, entretanto, é inegável que uma alimentação inadequada na primeira infância pode gerar impactos negativos, muitas vezes, duradouros e irreparáveis, comо obesidade e doenças crônicas não transmissíveis (1ª parte). Nos primeiros anos de vida, a variedade e a forma como os alimentos são oferecidos influenciam na formação do paladar e na relação da criança com а alimentação. A criança que come alimentos saudáveis e adequados quando pequena tem mais chances de se tornar uma pessoa adulta consciente e autônoma para fazer boas escolhas alimentares, portanto, é de grande importância que as crianças tenham acesso a uma alimentação saudável, pois assim garantem promoção da saúde, desenvolvimento pleno e um bom crescimento (2ª parte).

A sentença está:
Alternativas
Q4221267 Pedagogia
De acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), no campo de experiências Corpo, gestos e movimentos, na etapa da Educação Infantil, é CORRETO afirmar que as práticas pedagógicas devem:
Alternativas
Q4221266 Pedagogia
Na etapa da Educação Infantil, a psicomotricidade constitui um importante eixo do desenvolvimento infantil por favorecer a integração entre aspectos motores, cognitivos, afetivos e sociais. Nesse sentido, é CORRETO afirmar que as práticas psicomotoras desenvolvidas pelo Professor devem:
Alternativas
Q4221265 Pedagogia
Sobre a avaliação na etapa da Educação Infantil, analise as assertivas a seguir e julgue V, para as Verdadeiras, ou F, para as Falsas:

( ) No âmbito da Educação Infantil, a avaliação opera como um mecanismo sistemático de acompanhamento do desenvolvimento biopsicossocial, caracterizando-se por uma natureza exclusivamente processual que abdica de qualquer finalidade classificatória ou de retenção das crianças. 
( ) A avaliação da aprendizagem nessa etapa deve priorizar a formalização de registros que atestem o rendimento cognitivo, assegurando que os pareceres descritivos reflitam a consolidação de padrões comportamentais exigidos para a transição escolar.
( ) A consolidação da documentação pedagógica, mediante o uso de portfólios e registros reflexivos, constitui um artefato mediador e de planejamento, viabilizando a reorientação das práticas didáticas a partir da observância das trajetórias individuais.

Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
Alternativas
Q4221264 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
No contexto da inclusão escolar na etapa da Educação Infantil, a organização das práticas pedagógicas deve considerar os princípios da equidade, da participação e da eliminação de barreiras ao desenvolvimento e à aprendizagem das crianças. À luz das diretrizes da educação inclusiva, analise as assertivas a seguir:

I. A organização dos espaços, dos materiais e das experiências pedagógicas deve favorecer a participação de todas as crianças, mediante estratégias acessíveis e flexíveis que respeitem diferentes formas de interação, comunicação e aprendizagem.
II. O Atendimento Educacional Especializado (AEE) possui caráter complementar ou suplementar à escolarização, não substituindo a participação da criança nas atividades desenvolvidas na turma regular da Educação Infantil.
III. O planejamento pedagógico inclusivo pressupõe acompanhamento contínuo do desenvolvimento infantil, adoção de adaptações razoáveis quando necessárias e atuação colaborativa entre professores, família e demais profissionais envolvidos.

Estão CORRETAS:
Alternativas
Q4221263 Pedagogia
À luz das concepções contemporâneas da Didática, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4221262 Literatura
Sobre a obra O Pequeno Príncipe, amplamente utilizada em contextos educativos por abordar valores humanos, relações interpessoais e reflexões sobre a infância, assinale a alternativa CORRETА.
Alternativas
Q4221261 Pedagogia
Acontece quando o Professor reconstrói mentalmente a ação para a analisar retrospectivamente. O olhar a posteriori sobre o momento da ação ajuda o professor a perceber melhor o que aconteceu durante a ação e como resolveu os imprevistos ocorridos. O Professor toma consciência do que aconteceu, por vezes, através de uma descrição verbal.

De acordo com o modelo reflexivo proposto por Donald Schön, a afirmação acima se refere à(ao):
Alternativas
Q4221260 Pedagogia
A educação ocupa cada vez mais espaço na vida das pessoas à medida que aumenta o papel que desempenha na dinâmica das sociedades modernas. Sobre esse fenômeno, analise as afirmativas que seguem:

I. A divisão tradicional da existência em períodos distintos (o tempo da infância e da juventude consagrado à educação escolar, o tempo da atividade profissional adulta, o tempo da aposentadoria) já não corresponde às realidades da vida contemporânea e, ainda menos, às exigências do futuro.
II. Hoje em dia, pode-se pensar em adquirir, na juventude, uma bagagem de conhecimentos que baste para toda a vida, porque a evolução rápida do mundo não exige atualização contínua dos saberes.
III. A redução do período de atividade profissional, a diminuição do volume total de horas de trabalho remuneradas e o prolongamento da vida após a aposentadoria diminuem o tempo disponível para outras atividades.
IV. As missões que cabem à educação e as múltiplas formas que pode revestir fazem com que englobe todos os processos que levem as pessoas, desde a infância até ao fim da vida, a um conhecimento dinâmico do mundo, dos outros e de si mesmas.

Está(ão) INCORRETA(S):
Alternativas
Q4221259 Pedagogia
A educação tem por missão, por um lado, transmitir conhecimentos sobre a diversidade da espécie humana e, por outro, levar as pessoas a tomar consciência das semelhanças e da interdependência entre todos os seres humanos do planeta. Sobre a descoberta do outro, analise as assertivas a seguir:

I. Passando à descoberta do outro, necessariamente, pela descoberta de si mesmo, e por dar à criança e ao adolescente uma visão desajustada do mundo, а educação, seja ela dada pela família, pela comunidade ou pela escola, deve antes de mais nada ajudá-los a descobrir a si mesmos. Só, então, poderão, inveridicamente, pôr-se no lugar dos outros e compreender as suas reações.
II. Desenvolver essa atitude de apatia na escola é muito útil para os comportamentos sociais ao longo de toda a vida. Ensinando, por exemplo, aos jovens a adotar a perspectiva de outros grupos étnicos ou religiosos podem-se evitar incompreensões geradoras de submissão e obediência na idade adulta.
III. Assim, o ensino da história das artes, das religiões ou dos costumes não serve de referência útil para futuros comportamentos, pois induzem o/a estudante a seguir determinadas doutrinas.

Está(ão) INCORRETA(S):
Alternativas
Respostas
13781: E
13782: C
13783: D
13784: E
13785: D
13786: B
13787: A
13788: D
13789: A
13790: B
13791: A
13792: B
13793: A
13794: B
13795: D
13796: C
13797: C
13798: C
13799: D
13800: A