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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Os seres humanos evoluíram e descendem de outros animais?
A evolução é um dos conceitos centrais da Biologia e explica como as espécies se transformam ao longo do tempo. Ela também mostra como os seres humanos compartilham uma longa história de adaptações que nos conectam a outros animais. Apesar de amplamente aceita na comunidade científica, a ideia de que “os seres humanos evoluíram e descendem de outros animais” ainda enfrenta resistência em parte da população brasileira. De acordo com a Pesquisa de Percepção Pública da Ciência mais recente, 35,5% dos entrevistados discordam totalmente da ideia da evolução humana e outros 9,1% discordam em parte.
“Evolução” é o termo utilizado para se referir ao processo de mudança pelo qual as populações passam ao longo do tempo, acumulando alterações que permitem sua adaptação aos ambientes. “Trata-se de um processo contínuo, inacabado e não linear”, afirma Camilo Silva Costa, biólogo e doutorando em Educação em Ciências na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).
(...)
No caso dos humanos, a evolução é traçada a partir de um grupo de primatas que viveu na África há milhões de anos, incluindo espécies do gênero Australopithecus, precursoras do gênero Homo. Camilo conta que esse grupo se dividiu em duas linhagens que começaram a evoluir independentemente. Uma delas permaneceu na floresta tropical africana, no noroeste da África, dando origem aos chimpanzés que conhecemos hoje; e a outra migrou para os campos abertos, nas savanas do leste africano, dando origem ao gênero Homo.
(...) estudos genéticos confirmam que os seres humanos compartilham uma alta porcentagem de seu DNA com outros primatas, como chimpanzés e bonobos, nossos parentes vivos mais próximos. Esses dados reforçam a ideia de uma ancestralidade comum. Embora muitas pessoas associem erroneamente a evolução à ideia de que “descendemos dos macacos”, o que a ciência afirma é que humanos e outros primatas compartilham um ancestral comum. Esse ancestral não era igual aos macacos atuais, mas sim uma espécie basal, que deu origem a diferentes linhagens, incluindo a humana. Portanto, não somos descendentes diretos de macacos como os que conhecemos hoje, mas sim primos evolutivos.
TREULIEB, Luciane. Os seres humanos evoluíram e descendem de outros animais? Revista Arco. Disponível em <https://www.ufsm.br/midias/arco/os-seres-humanos-evoluiram-e-descendem-de-outros-animais>.
Com base nas normas de Biossegurança e Controle de Infecção Hospitalar, analise as assertivas abaixo.
I- O Dr. Beltrano agiu corretamente ao priorizar o atendimento da paciente idosa em ventilação mecânica, mesmo sem o EPI completo, uma vez que o Código de Ética Profissional obriga a assistência imediata, sobrepondo-se às normas de biossegurança institucional em casos de insuficiência respiratória.
II- No caso da Sra. Sicrana (Tuberculose bacilífera), a precaução padrão é suficiente para os procedimentos de rotina, sendo a precaução por aerossóis (máscara N95) indicada apenas se o profissional apresentar sintomas gripais ou imunodeficiência.
III- Ocorreu uma violação do Princípio da Precaução Específica para Aerossóis. Para pacientes com Tuberculose Pulmonar ativa e submetidos a procedimentos geradores de aerossóis (como a aspiração traqueal), o uso da máscara N95 ou PFF2 é obrigatório para o profissional, além dos demais EPIs de precaução padrão.
IV- A falha na gestão de estoque da instituição não exime a responsabilidade de fornecer o EPI adequado. Segundo as normas vigentes, é dever da instituição garantir a disponibilidade contínua de insumos que assegurem a proteção do trabalhador contra riscos biológicos.
V- Em caso de exposição ocular a material biológico, a primeira conduta do Dr. Beltrano deve ser a aplicação de colírio antibiótico de amplo espectro, dispensando a lavagem com água corrente para evitar a disseminação local dos bacilos.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Considere as assertivas abaixo sobre a aplicação da escala.
I- Na avaliação da Resposta Motora, o paciente que não obedece a comandos, mas flexiona o braço rapidamente e o retira da fonte de um estímulo de pressão supraorbitário, de forma inespecífica (sem localizar o estímulo), recebe pontuação 4 (Flexão Normal).
II- A Avaliação da Reatividade Pupilar (P) gera um escore a ser subtraído da soma dos três parâmetros tradicionais (Ocular, Verbal e Motor). Se ambas as pupilas estiverem reagentes, o escore P é 0; se apenas uma reagir, o escore P é 1; se nenhuma reagir ao estímulo luminoso, o escore P é 2.
III- Um paciente com Abertura Ocular ao som (E=3), Resposta Verbal com palavras inapropriadas (V=3) e Resposta Motora de localização ao estímulo de pressão (M=5) totaliza 11 pontos na escala tradicional, o que o classifica tecnicamente em um quadro de TCE moderado.
IV- Com a implementação da reatividade pupilar na escala atualizada (ECG-P), a pontuação total do paciente pode variar de um escore mínimo de 1 até o máximo de 15. V- No parâmetro de Resposta Motora, a “Extensão Anormal” (Escore 2) é clinicamente indicativa de uma gravidade neurológica menor do que a Flexão Anormal (Escore 3). “
É CORRETO o que se afirma apenas em:
I- A fisiopatologia da doença está centrada na degeneração progressiva dos neurônios dopaminérgicos na substância negra (pars compacta), levando a uma disfunção nos circuitos dos núcleos da base e ao predomínio da via indireta, o que acarreta uma redução da facilitação talamocortical. Isto explica a pobreza de movimentos.
II- A rigidez observada no Sr. Sicrano é do tipo espástica (sinal do canivete), sendo dependente da velocidade do movimento e resultante de uma lesão direta no trato corticoespinal (neurônio motor superior).
III- O tremor de repouso é uma das características cardinais da doença, desaparecendo ou diminuindo significativamente durante a execução de movimentos voluntários e durante o sono.
IV- A bradicinesia manifesta-se não apenas na marcha, mas também na escrita (micrografia) e na fala (hipofonia), sendo essencial a utilização de pistas visuais e auditivas externas durante o tratamento fisioterapêutico para facilitar o início do movimento.
V- O diagnóstico de é estritamente radiológico, sendo a Ressonância Magnética de crânio o único recurso capaz de Parkinson quantificar a perda de dopamina e definir a conduta fisioterapêutica imediata.
É CORRETO o que se afirma em:
Com base no quadro clínico sugestivo de Deficiência Cinético-Funcional Respiratória Obstrutiva (CBDF D04.02) e na semiologia pulmonar, analise as assertivas a seguir.
I- A Radiografia de Tórax é um recurso complementar que permite identificar sinais de hiperinsuflação, como a retificação das cúpulas diafragmáticas e o aumento do espaço retroesternal, corroborando o achado clínico de tórax em tonel.
II- A Gasometria Arterial é contraindicada em pacientes que apresentam cianose de extremidades e uso de musculatura acessória, devido ao risco de alcalose metabólica compensatória imediata durante a coleta.
III- A Espirometria é o exame padrão-ouro para confirmar e quantificar o distúrbio ventilatório obstrutivo, sendo o diagnóstico funcional definido por uma relação VEF1/CVF acima de 0,90 após o uso de broncodilatador.
IV- A utilização de escalas de dispneia validadas é fundamental para quantificar a percepção subjetiva da dispneia relatada pelo paciente, auxiliando na sistematização da assistência e na prescrição da intensidade do exercício.
V- A Oximetria de Pulso substitui a necessidade de gasometria arterial para a avaliação do equilíbrio acidobásico, pois a saturação de oxigênio fornece dados diretos sobre a pressão parcial de gás carbônico no sangue.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Menor, 10 anos, com pneumonia lobo médio direito, apresentando derrame pleural com dreno ativo, em uso de cateter de oxigênio a 2 L/min, clinicamente estável, afebril, normotenso e normocárdico. Após a avaliação do Dr. Fulano, fisioterapeuta, com síntese do diagnóstico cinético funcional, CBDF D04.02.0.4.0.0, Deficiência Cinético-Funcional respiratória de caráter restritivo em hemitórax direito (lobo médio), acompanhada de redução da expansibilidade torácica e necessidade de oxigenoterapia suplementar (baixo fluxo), com manutenção de estabilidade hemodinâmica e ausência de desconforto respiratório agudo no repouso.
Considerando o quadro clínico descrito, é CORRETO afirmar que a conduta fisioterapêutica adequada é:
Diante da informação acima, analise as assertivas abaixo.
I- O código CBDF-D01 justifica-se pela presença de sinais de compressão nervosa periférica, manifestados clinicamente pela parestesia no dermátomo de L5 e pela redução de força nos músculos dorsiflexores do tornozelo e extensor longo do hálux (miótomo de L5).
II- As classificações CBDF-M02 e CBDF-P03 indicam que a condição de saúde do paciente ultrapassa a deficiência estrutural, resultando em limitações funcionais para realizar movimentos de flexão/inclinação de tronco e restrições em seu papel social, como a incapacidade de permanecer sentado para atividades laborais.
III- O diagnóstico CBDF-D01 refere-se a uma Deficiência Cinético-Funcional Neurocentral, uma vez que a hérnia de disco localizase na coluna vertebral, atingindo o sistema nervoso central através da medula espinhal em nível lombar.
IV- A instabilidade segmentar L4-L5 mencionada obriga a substituição do código D01 pelo código D03 (Deficiência Musculoesquelética), uma vez que a CBDF impede a utilização de diagnósticos de sistemas diferentes para o mesmo segmento vertebral.
V- De acordo com a CBDF, a postura antálgica e a escoliose funcional apresentadas pelo paciente devem ser classificadas exclusivamente no bloco de Participação Social (CBDF-P), pois limitam a interação do indivíduo com o ambiente externo.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Diante das informações, analise as assertivas a seguir.
I- O Resumo do Diagnóstico Fisioterapêutico Completo é “Paciente apresenta Deficiência Cinético-Funcional Musculoesquelética (D03) associada a quadro de instabilidade e dor no ombro, com grave redução de funções musculares e controle do movimento, resultando em limitação completa para atividades avançadas de membro superior (M08) e restrição completa de participação esportiva (P05)”.
II- M08.01.4 (Atividades Avançadas de Membro Superior): Bloco A (M08.01) identifica Atividades Avançadas de Membro Superior (como o gesto do arremesso no handebol) com presença de Deficiência Cinético-Funcional.
III- M08.01.4 (Atividades Avançadas de Membro Superior): Bloco B (.4) caracteriza o grau de limitação como incompleta, o que significa que o paciente é capaz de realizar o gesto esportivo no momento.
IV- O código P05.01.4 descreve o impacto na vida social e profissional do atleta. Bloco A (P05.01) identifica a participação em atividades recreativas, de lazer e esportivas com presença de Deficiência Cinético-Funcional.
V- O código P05.01.4 descreve o impacto na vida social e profissional do atleta. Bloco B (.4) caracteriza uma restrição completa, indicando que o atleta está totalmente afastado das competições e treinos de handebol devido à luxação.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
I- A Resolução COFFITO 565/2022 estabelece em seu artigo 5º que o fisioterapeuta deve realizar a avaliação e estabelecer o diagnóstico fisioterapêutico. Com a nova Resolução COFFITO 610/2025, esse diagnóstico deverá ser descritivo livre e baseado no CID.
II- No atendimento domiciliar, é obrigatório o uso da CBDF-1. Se o paciente domiciliar tem sequela de Acidente Vascular Cerebral (AVC), por exemplo, o registro deve ser classificado no Bloco A (ex: D02.01 - Deficiência Cinético-funcional Neurocentral Hemiparética).
III- A Resolução COFFITO 610/2025 introduz uma estrutura que deve ser integrada aos prontuários de assistência domiciliar: CBDFS (Saúde), CBDF-D (Deficiência), CBDF-M (Mobilidade) e CBDF-P (Participação Social).
IV- No contexto da Atenção Domiciliar, os eixos CBDF-M e CBDF-P são fundamentais, pois mensuram a capacidade de deslocamento no ambiente doméstico e a interação social do indivíduo.
V- O prontuário na atenção domiciliar deve agora obrigatoriamente conter a estrutura da CBDF-1, na qual o Bloco A identifica o sistema e o Bloco B apresenta os qualificadores de magnitude de 0 a 4.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
I- Exercer a profissão quando impedido de fazê-lo, ou facilitar, por qualquer meio, o seu exercício aos não registrados ou aos leigos.
II- Violar sigilo profissional e transgredir preceito do Código de Ética Profissional.
III- Negar assistência ao ser humano em caso de indubitável urgência.
IV- Manter conduta incompatível com o exercício da profissão.
V- Abandonar o paciente em meio ao tratamento, sem a garantia de continuidade de assistência, salvo por motivo relevante.
É CORRETO o que se afirma em:
Nesse cenário, pode-se concluir que houve as seguintes infrações éticas diretas, conforme o Código de Ética e Deontologia da Fisioterapia - Resolução COFFITO nº 424/2013.
I- Concorrência para o Exercício Ilegal, ou seja, concorrer, de qualquer modo, para que outrem exerça ilegalmente atividade própria do fisioterapeuta.
II- Prescrever tratamento fisioterapêutico de forma não presencial, ou seja, dar consulta ou prescrever tratamento fisioterapêutico de forma não presencial, salvo em casos regulamentados pelo Conselho Federal de Fisioterapia.
III- Exposição de imagem sem autorização expressa, ou seja, divulgar, para fins de autopromoção, declaração, atestado, imagem, áudio ou carta de agradecimento emitida por cliente/paciente/usuário ou familiar deste, em razão de serviço profissional prestado, salvo quando expressamente autorizado pelo cliente/paciente/usuário ou seu responsável legal.
IV- Abandonar o cliente/paciente/usuário em meio a tratamento, sem garantia de continuidade da assistência, salvo por motivo relevante.
V- Prescrever tratamento fisioterapêutico sem realização de consulta, exceto em caso de indubitável urgência.
É CORRETO o que se afirma em:
I- A Centralização, concentração de decisões na organização do SUS pode resultar em conhecimento mais aprimorado das realidades e necessidades locais, facilitando atendimentos e investimentos.
II- O atendimento integral, com prioridade para as atividades preventivas, sem prejuízo dos serviços assistenciais, favorece a integralidade da assistência, a promoção da saúde e a prevenção de doenças, visando à melhoria da qualidade de vida da população.
III- A participação da comunidade favorece a melhoria do vínculo entre usuários e profissionais de saúde, a eficácia e representatividade das políticas públicas e o fortalecimento do controle social no Sistema Único de Saúde.
IV- O subfinanciamento para investimentos em infraestrutura e compra de leitos favorece principalmente a expansão sustentável das Parcerias Público-Privadas (PPPs) sociais, a modernização do SUS e o aumento da capacidade de atendimento hospitalar.
V- A hierarquização da rede favorece o uso inteligente de recursos, o fluxo de atendimento, a especialização do cuidado e a continuidade da assistência.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Durante o acompanhamento fonoaudiológico de uma paciente idosa com perda auditiva neurossensorial de grau severo bilateral e histórico de aproximadamente dez anos sem tratamento, uma fonoaudióloga realizou avaliação audiológica, adaptação e acompanhamento terapêutico com aparelhos auditivos, incluindo regulagens periódicas e orientações quanto ao uso, adaptação e limitações inerentes ao processo de reabilitação auditiva após longo período de privação sensorial.
Apesar das diversas intervenções clínicas e esclarecimentos técnicos, a acompanhante da paciente passou a apresentar comportamento recorrente de conflito com a profissional, realizando contatos insistentes fora do horário de atendimento, inclusive durante a madrugada, finais de semana e feriados, enviando mensagens ofensivas, realizando testes telefônicos e exigindo repetidas trocas de aparelhos auditivos por modelos superiores aos originalmente adquiridos, mesmo diante de avaliações técnicas que indicavam funcionamento adequado dos dispositivos.
Além disso, a acompanhante passou a proferir ofensas pessoais à profissional, provocar discussões na recepção da clínica e realizar publicações e comentários depreciativos nas redes sociais direcionados à fonoaudióloga. Mesmo após diversas tentativas de resolução das queixas incluindo ajustes técnicos, trocas de dispositivos, orientações reiteradas, suporte da empresa fornecedora e novos atendimentos de acompanhamento, o comportamento conflituoso persistiu.
Diante do desgaste da relação terapêutica, e após documentar todas as condutas em prontuário, a fonoaudióloga decidiu encerrar o acompanhamento da paciente, mesmo com os aparelhos ainda dentro do período de garantia oferecido pelo fornecedor, orientando que o seguimento fosse realizado por outro profissional indicado pela empresa responsável pelos dispositivos.
Considerando o Código de Ética da Fonoaudiologia, analise as assertivas a seguir:
I- A interrupção do atendimento pode ser eticamente admissível quando houver motivo justificável, desde que o profissional atue com responsabilidade e registre adequadamente a decisão, conforme previsto nas relações com o cliente.
II- A conduta da fonoaudióloga está em consonância com o dever ético de registrar todos os atendimentos, orientações e intercorrências no prontuário, garantindo a documentação do processo terapêutico e das decisões clínicas.
III- Considerando que os aparelhos auditivos ainda se encontravam dentro do prazo de garantia oferecido pela empresa fornecedora, a profissional seria obrigada a manter o acompanhamento da paciente até o término desse período, independentemente do desgaste da relação terapêutica.
IV- A postura de fornecer informações claras e reiterar orientações sobre uso, adaptação e limitações dos aparelhos auditivos atende ao dever ético de esclarecimento ao cliente acerca do diagnóstico, prognóstico e evolução do tratamento.
V- Diante de reiteradas queixas e insatisfação da família com o tratamento realizado, a fonoaudióloga deveria suspender as intervenções clínicas até que houvesse definição formal da empresa responsável pelos dispositivos acerca da continuidade do caso.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Um estudo realizado por Santos et al. (2021) demonstrou que, nas últimas décadas, a implementação de políticas públicas no Sistema Único de Saúde (SUS), como a Política Nacional de Atenção à Saúde Auditiva (Portaria nº 2.073/2004) e a instituição da Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência (Portaria nº 793/2012), ampliou o acesso da população aos serviços de diagnóstico e reabilitação relacionados à comunicação humana e esse processo contribuiu significativamente para a expansão da atuação da Fonoaudiologia no sistema público.
Fonte: SANTOS, Paula Carine et al. Gastos públicos em serviços ambulatoriais de Fonoaudiologia no Brasil entre 2009 e 2018: bases de dados do DATASUS. Audiology Communication Research, v. 26, e2479, 2021.
A partir desse contexto, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I- No Sistema Único de Saúde, a atuação do fonoaudiólogo é frequentemente associada aos serviços especializados de média complexidade, uma vez que as ações relacionadas à comunicação humana se concentram principalmente em atividades de diagnóstico e reabilitação ambulatorial.
PORQUE
II- As políticas públicas de saúde ampliaram a inserção da Fonoaudiologia em diferentes níveis de atenção do SUS, incluindo ações de promoção, prevenção, diagnóstico e reabilitação desenvolvidas em serviços ambulatoriais e em equipes multiprofissionais.
A respeito dessas asserções, é CORRETO afirmar que:
A organização da assistência à saúde no Sistema Único de Saúde (SUS) baseia-se em redes de atenção e políticas públicas que articulam diferentes níveis de cuidado, visando a ampliar o acesso da população aos serviços de promoção, prevenção, diagnóstico, tratamento e reabilitação.
De acordo com estudo de Santos et al. (2021), no campo da Fonoaudiologia, a expansão das políticas públicas relacionadas à saúde auditiva, à reabilitação e ao cuidado integral tem contribuído para o crescimento da inserção do fonoaudiólogo nas equipes multiprofissionais do SUS, atuando desde a atenção básica até serviços especializados.
Fonte: SANTOS, Paula Carine et al. Gastos públicos em serviços ambulatoriais de Fonoaudiologia no Brasil entre 2009 e 2018: bases de dados do DATASUS. Audiology Communication Research, v. 26, e2479, 2021.
Ainda pensando sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA), o qual se caracteriza por alterações na comunicação social e na linguagem, percebe-se que o transtorno pode envolver dificuldades na interação, no uso funcional da linguagem e na construção de significados nas relações sociais.
Considerando princípios de intervenção fonoaudiológica voltados à estimulação da linguagem em crianças com TEA, é CORRETO afirmar que: