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Q4177795 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.
O caos da eterna crise

    Há algo de profundamente cansativo em viver num tempo que nunca se resolve. Como se a humanidade tivesse entrado num corredor sem janelas, onde cada porta aberta leva apenas a outro problema mais complexo, mais barulhento, mais urgente. E a palavra “crise”, que antes indicava um ponto fora da curva, hoje parece ser o próprio traçado da linha. 

    De longe, lá do espaço, a Terra ainda é bonita. Azul, silenciosa, quase serena. Mas essa imagem não nos pertence mais. Aqui embaixo, o planeta é outro: fragmentado, tenso, inquieto. A sensação cotidiana é de estar sempre à beira de um colapso econômico, de uma ruptura institucional, de um novo conflito armado, de uma tragédia anunciada que se confirma antes mesmo de ser compreendida. 

    Não é só o volume de problemas. É a frequência. Não há intervalo. Quando uma crise começa a perder força, outra já tomou o seu lugar, como se o mundo tivesse desaprendido a respirar. Vivemos em estado de alerta permanente, anestesiados pela repetição do absurdo. E talvez esse seja o maior perigo: não o caos em si, mas a adaptação a ele.

    Há uma exaustão silenciosa que atravessa as pessoas. O cidadão comum acorda, trabalha, paga contas, tenta manter alguma sanidade enquanto assiste, quase como espectador, ao desenrolar de decisões que afetam tudo, mas que parecem sempre distantes do seu alcance. 

   E então surge a pergunta incômoda, quase inevitável: onde foi que erramos? Em que momento aceitamos que viver assim era normal? Talvez não haja uma resposta única. Talvez o erro seja coletivo, diluído em pequenas escolhas, omissões, indiferenças acumuladas ao longo do tempo.

   O fato é que seguimos. Entre uma manchete e outra, entre o medo e a esperança, tentando encontrar algum sentido no meio do ruído.  

    Eu acreditei durante a pandemia que sairíamos diferente daquela experiência global de medo. Achei, na minha inocência, que passaríamos a compreender mais uns aos outros. 

    Até quando vamos tratar o caos como rotina? Porque uma crise sem fim deixa de ser exceção. E passa a ser, perigosamente, o nosso jeito de existir. 

Autor: Marco Matos – GZH (adaptado). 
Considerando o sentido das palavras no texto, assinale a alternativa em que a relação entre o termo destacado e a proposta de sinônimo ou antônimo contextual está correta
Alternativas
Q4177794 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.
O caos da eterna crise

    Há algo de profundamente cansativo em viver num tempo que nunca se resolve. Como se a humanidade tivesse entrado num corredor sem janelas, onde cada porta aberta leva apenas a outro problema mais complexo, mais barulhento, mais urgente. E a palavra “crise”, que antes indicava um ponto fora da curva, hoje parece ser o próprio traçado da linha. 

    De longe, lá do espaço, a Terra ainda é bonita. Azul, silenciosa, quase serena. Mas essa imagem não nos pertence mais. Aqui embaixo, o planeta é outro: fragmentado, tenso, inquieto. A sensação cotidiana é de estar sempre à beira de um colapso econômico, de uma ruptura institucional, de um novo conflito armado, de uma tragédia anunciada que se confirma antes mesmo de ser compreendida. 

    Não é só o volume de problemas. É a frequência. Não há intervalo. Quando uma crise começa a perder força, outra já tomou o seu lugar, como se o mundo tivesse desaprendido a respirar. Vivemos em estado de alerta permanente, anestesiados pela repetição do absurdo. E talvez esse seja o maior perigo: não o caos em si, mas a adaptação a ele.

    Há uma exaustão silenciosa que atravessa as pessoas. O cidadão comum acorda, trabalha, paga contas, tenta manter alguma sanidade enquanto assiste, quase como espectador, ao desenrolar de decisões que afetam tudo, mas que parecem sempre distantes do seu alcance. 

   E então surge a pergunta incômoda, quase inevitável: onde foi que erramos? Em que momento aceitamos que viver assim era normal? Talvez não haja uma resposta única. Talvez o erro seja coletivo, diluído em pequenas escolhas, omissões, indiferenças acumuladas ao longo do tempo.

   O fato é que seguimos. Entre uma manchete e outra, entre o medo e a esperança, tentando encontrar algum sentido no meio do ruído.  

    Eu acreditei durante a pandemia que sairíamos diferente daquela experiência global de medo. Achei, na minha inocência, que passaríamos a compreender mais uns aos outros. 

    Até quando vamos tratar o caos como rotina? Porque uma crise sem fim deixa de ser exceção. E passa a ser, perigosamente, o nosso jeito de existir. 

Autor: Marco Matos – GZH (adaptado). 
No trecho “E a palavra ‘crise’, que antes indicava um ponto fora da curva, hoje parece ser o próprio traçado da linha”, a substituição que preserva com maior precisão o sentido contextual da expressão sublinhada é: 
Alternativas
Q4177793 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.
O caos da eterna crise

    Há algo de profundamente cansativo em viver num tempo que nunca se resolve. Como se a humanidade tivesse entrado num corredor sem janelas, onde cada porta aberta leva apenas a outro problema mais complexo, mais barulhento, mais urgente. E a palavra “crise”, que antes indicava um ponto fora da curva, hoje parece ser o próprio traçado da linha. 

    De longe, lá do espaço, a Terra ainda é bonita. Azul, silenciosa, quase serena. Mas essa imagem não nos pertence mais. Aqui embaixo, o planeta é outro: fragmentado, tenso, inquieto. A sensação cotidiana é de estar sempre à beira de um colapso econômico, de uma ruptura institucional, de um novo conflito armado, de uma tragédia anunciada que se confirma antes mesmo de ser compreendida. 

    Não é só o volume de problemas. É a frequência. Não há intervalo. Quando uma crise começa a perder força, outra já tomou o seu lugar, como se o mundo tivesse desaprendido a respirar. Vivemos em estado de alerta permanente, anestesiados pela repetição do absurdo. E talvez esse seja o maior perigo: não o caos em si, mas a adaptação a ele.

    Há uma exaustão silenciosa que atravessa as pessoas. O cidadão comum acorda, trabalha, paga contas, tenta manter alguma sanidade enquanto assiste, quase como espectador, ao desenrolar de decisões que afetam tudo, mas que parecem sempre distantes do seu alcance. 

   E então surge a pergunta incômoda, quase inevitável: onde foi que erramos? Em que momento aceitamos que viver assim era normal? Talvez não haja uma resposta única. Talvez o erro seja coletivo, diluído em pequenas escolhas, omissões, indiferenças acumuladas ao longo do tempo.

   O fato é que seguimos. Entre uma manchete e outra, entre o medo e a esperança, tentando encontrar algum sentido no meio do ruído.  

    Eu acreditei durante a pandemia que sairíamos diferente daquela experiência global de medo. Achei, na minha inocência, que passaríamos a compreender mais uns aos outros. 

    Até quando vamos tratar o caos como rotina? Porque uma crise sem fim deixa de ser exceção. E passa a ser, perigosamente, o nosso jeito de existir. 

Autor: Marco Matos – GZH (adaptado). 
 No texto, algumas expressões são empregadas com sentido figurado para reforçar a ideia de esgotamento diante da sucessão de crises. Considerando o sentido contextual dessas expressões, analise as assertivas a seguir.
I. Em “um corredor sem janelas”, a expressão sugere uma experiência de confinamento, falta de perspectiva e dificuldade de vislumbrar saídas para os problemas contemporâneos.
II. Em “o mundo tivesse desaprendido a respirar”, a expressão indica a ausência de intervalos entre as crises, como se a realidade estivesse continuamente sufocada por novas urgências.
III. Em “anestesiados pela repetição do absurdo”, o termo destacado indica que as pessoas se tornaram mais sensíveis e reativas diante das crises sucessivas.
IV. Em “entre o medo e a esperança”, a expressão evidencia uma oscilação subjetiva diante da realidade, marcada simultaneamente por inquietação e expectativa de algum sentido possível.
Está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q4177792 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.
O caos da eterna crise

    Há algo de profundamente cansativo em viver num tempo que nunca se resolve. Como se a humanidade tivesse entrado num corredor sem janelas, onde cada porta aberta leva apenas a outro problema mais complexo, mais barulhento, mais urgente. E a palavra “crise”, que antes indicava um ponto fora da curva, hoje parece ser o próprio traçado da linha. 

    De longe, lá do espaço, a Terra ainda é bonita. Azul, silenciosa, quase serena. Mas essa imagem não nos pertence mais. Aqui embaixo, o planeta é outro: fragmentado, tenso, inquieto. A sensação cotidiana é de estar sempre à beira de um colapso econômico, de uma ruptura institucional, de um novo conflito armado, de uma tragédia anunciada que se confirma antes mesmo de ser compreendida. 

    Não é só o volume de problemas. É a frequência. Não há intervalo. Quando uma crise começa a perder força, outra já tomou o seu lugar, como se o mundo tivesse desaprendido a respirar. Vivemos em estado de alerta permanente, anestesiados pela repetição do absurdo. E talvez esse seja o maior perigo: não o caos em si, mas a adaptação a ele.

    Há uma exaustão silenciosa que atravessa as pessoas. O cidadão comum acorda, trabalha, paga contas, tenta manter alguma sanidade enquanto assiste, quase como espectador, ao desenrolar de decisões que afetam tudo, mas que parecem sempre distantes do seu alcance. 

   E então surge a pergunta incômoda, quase inevitável: onde foi que erramos? Em que momento aceitamos que viver assim era normal? Talvez não haja uma resposta única. Talvez o erro seja coletivo, diluído em pequenas escolhas, omissões, indiferenças acumuladas ao longo do tempo.

   O fato é que seguimos. Entre uma manchete e outra, entre o medo e a esperança, tentando encontrar algum sentido no meio do ruído.  

    Eu acreditei durante a pandemia que sairíamos diferente daquela experiência global de medo. Achei, na minha inocência, que passaríamos a compreender mais uns aos outros. 

    Até quando vamos tratar o caos como rotina? Porque uma crise sem fim deixa de ser exceção. E passa a ser, perigosamente, o nosso jeito de existir. 

Autor: Marco Matos – GZH (adaptado). 
Ao afirmar que “talvez esse seja o maior perigo: não o caos em si, mas a adaptação a ele”, o autor desloca o foco da reflexão. Nesse trecho, o perigo maior estaria: 
Alternativas
Q4177791 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.
O caos da eterna crise

    Há algo de profundamente cansativo em viver num tempo que nunca se resolve. Como se a humanidade tivesse entrado num corredor sem janelas, onde cada porta aberta leva apenas a outro problema mais complexo, mais barulhento, mais urgente. E a palavra “crise”, que antes indicava um ponto fora da curva, hoje parece ser o próprio traçado da linha. 

    De longe, lá do espaço, a Terra ainda é bonita. Azul, silenciosa, quase serena. Mas essa imagem não nos pertence mais. Aqui embaixo, o planeta é outro: fragmentado, tenso, inquieto. A sensação cotidiana é de estar sempre à beira de um colapso econômico, de uma ruptura institucional, de um novo conflito armado, de uma tragédia anunciada que se confirma antes mesmo de ser compreendida. 

    Não é só o volume de problemas. É a frequência. Não há intervalo. Quando uma crise começa a perder força, outra já tomou o seu lugar, como se o mundo tivesse desaprendido a respirar. Vivemos em estado de alerta permanente, anestesiados pela repetição do absurdo. E talvez esse seja o maior perigo: não o caos em si, mas a adaptação a ele.

    Há uma exaustão silenciosa que atravessa as pessoas. O cidadão comum acorda, trabalha, paga contas, tenta manter alguma sanidade enquanto assiste, quase como espectador, ao desenrolar de decisões que afetam tudo, mas que parecem sempre distantes do seu alcance. 

   E então surge a pergunta incômoda, quase inevitável: onde foi que erramos? Em que momento aceitamos que viver assim era normal? Talvez não haja uma resposta única. Talvez o erro seja coletivo, diluído em pequenas escolhas, omissões, indiferenças acumuladas ao longo do tempo.

   O fato é que seguimos. Entre uma manchete e outra, entre o medo e a esperança, tentando encontrar algum sentido no meio do ruído.  

    Eu acreditei durante a pandemia que sairíamos diferente daquela experiência global de medo. Achei, na minha inocência, que passaríamos a compreender mais uns aos outros. 

    Até quando vamos tratar o caos como rotina? Porque uma crise sem fim deixa de ser exceção. E passa a ser, perigosamente, o nosso jeito de existir. 

Autor: Marco Matos – GZH (adaptado). 
 No trecho “De longe, lá do espaço, a Terra ainda é bonita. Azul, silenciosa, quase serena. Mas essa imagem não nos pertence mais”, a oposição entre a visão da Terra à distância e a experiência “aqui embaixo” contribui para: 
Alternativas
Q4177790 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.
O caos da eterna crise

    Há algo de profundamente cansativo em viver num tempo que nunca se resolve. Como se a humanidade tivesse entrado num corredor sem janelas, onde cada porta aberta leva apenas a outro problema mais complexo, mais barulhento, mais urgente. E a palavra “crise”, que antes indicava um ponto fora da curva, hoje parece ser o próprio traçado da linha. 

    De longe, lá do espaço, a Terra ainda é bonita. Azul, silenciosa, quase serena. Mas essa imagem não nos pertence mais. Aqui embaixo, o planeta é outro: fragmentado, tenso, inquieto. A sensação cotidiana é de estar sempre à beira de um colapso econômico, de uma ruptura institucional, de um novo conflito armado, de uma tragédia anunciada que se confirma antes mesmo de ser compreendida. 

    Não é só o volume de problemas. É a frequência. Não há intervalo. Quando uma crise começa a perder força, outra já tomou o seu lugar, como se o mundo tivesse desaprendido a respirar. Vivemos em estado de alerta permanente, anestesiados pela repetição do absurdo. E talvez esse seja o maior perigo: não o caos em si, mas a adaptação a ele.

    Há uma exaustão silenciosa que atravessa as pessoas. O cidadão comum acorda, trabalha, paga contas, tenta manter alguma sanidade enquanto assiste, quase como espectador, ao desenrolar de decisões que afetam tudo, mas que parecem sempre distantes do seu alcance. 

   E então surge a pergunta incômoda, quase inevitável: onde foi que erramos? Em que momento aceitamos que viver assim era normal? Talvez não haja uma resposta única. Talvez o erro seja coletivo, diluído em pequenas escolhas, omissões, indiferenças acumuladas ao longo do tempo.

   O fato é que seguimos. Entre uma manchete e outra, entre o medo e a esperança, tentando encontrar algum sentido no meio do ruído.  

    Eu acreditei durante a pandemia que sairíamos diferente daquela experiência global de medo. Achei, na minha inocência, que passaríamos a compreender mais uns aos outros. 

    Até quando vamos tratar o caos como rotina? Porque uma crise sem fim deixa de ser exceção. E passa a ser, perigosamente, o nosso jeito de existir. 

Autor: Marco Matos – GZH (adaptado). 
No texto, a palavra “crise” é apresentada como um elemento que deixou de representar um acontecimento excepcional. Considerando a construção argumentativa, essa mudança de sentido indica que: 
Alternativas
Q4177006 Segurança e Saúde no Trabalho
Assinalar a alternativa que apresenta o motivo para manter corredores, áreas de circulação e saídas livres de objetos.
Alternativas
Q4177005 Gestão de Pessoas
Em uma equipe de trabalho, um membro mais antigo monopoliza decisões e ignora contribuições dos seus colegas. Com o passar do tempo, esse comportamento tende a gerar na equipe:
Alternativas
Q4177004 Secretariado
 A organização do ambiente de trabalho contribui para:
Alternativas
Q4177003 Física
A exposição ao calor causado por incêndios provoca lesões térmicas nas pessoas, e a gravidade varia em função da distância e da intensidade da fonte de calor. O calor pode propagar-se a partir de condução, convecção ou radiação. Considerando as características desses tipos de propagação de calor, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.
( ) A radiação é uma situação muito comum em incêndios que se propagam para edificações vizinhas. ( ) A condução é a principal forma de propagação de calor em incêndios estruturais. ( ) A convecção pode ser exemplificada em situações de fiações elétricas superaquecidas, pois o calor é transferido para outros materiais. 
Alternativas
Q4177002 Atendimento ao Público
Durante um atendimento tenso, em que o cidadão está inconformado com um serviço público, o servidor mantém tom de voz equilibrado e evita respostas impulsivas. Essa atitude evidencia que o servidor age com:
Alternativas
Q4177001 Segurança e Transporte
No contexto da segurança patrimonial aplicada às repartições públicas municipais, as medidas estáticas de segurança são fundamentais para a prevenção de ilícitos e para o apoio à atividade do vigilante. Considerando esse conceito, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4177000 Segurança e Transporte
Durante uma ronda noturna em uma repartição pública municipal, o vigilante identifica que um portão lateral permanece destrancado, sem iluminação adequada e fora do campo de visão das câmeras de monitoramento. O local é pouco movimentado e não possui controle formal de entrada e saída. Diante dessa situação, considerando o conceito de pontos vulneráveis e de risco na segurança, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4176999 Segurança e Transporte
 Considerando as atribuições do cargo de Vigilante e o conceito de postos fixos de vigilância, utilizados para garantir o controle de acesso e a segurança das instalações públicas, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q4176998 Direito Constitucional
De acordo com os direitos do cidadão na ética e cidadania, assinalar a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q4176997 Biologia
 Sobre os bioplásticos, assinalar a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q4176996 Medicina
São sinais ou sintomas comumente relacionados à gripe (influenza), EXCETO:
Alternativas
Q4176995 Direito Administrativo
Em determinada manhã, um servidor atende dois cidadãos com a mesma demanda, mas prioriza o andamento daquele que está melhor vestido, por aparentar maior influência social. Essa conduta consiste em violação direta do princípio da:
Alternativas
Q4176994 Direito Administrativo
Segundo a Lei Municipal nº 1.318/2006 − Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município, o servidor nomeado para cargo de provimento efetivo em virtude de concurso público, na forma dessa Lei, adquire estabilidade após:
Alternativas
Q4176993 Direito Constitucional
Segundo a Lei Orgânica do Município, assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE.
A soberania popular será exercida por sufrágio universal e pelo voto ______________, com igual valor para todos e, nos termos da Lei, mediante plebiscito, referendo e iniciativa popular. 
Alternativas
Respostas
1261: D
1262: B
1263: C
1264: C
1265: A
1266: B
1267: C
1268: C
1269: B
1270: D
1271: A
1272: C
1273: A
1274: B
1275: B
1276: C
1277: D
1278: C
1279: C
1280: B