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Q4137352 Pedagogia
Leia o Texto 3 para responder à questão.

Texto 3

Muitas e urgentes são as razões sociais que justificam o empenho da escola por um ensino da língua cada vez mais útil e contextualmente significativo. Sabemos quanto a incompetência atribuída à escola está ligada a conflitos com a linguagem (cf. Soares, 1987), a percepções distorcidas e míticas acerca do que seja o fenômeno linguístico (cf. Bagno, 1999, 2000). Sabemos quanto nos aflige a seletividade, a manutenção da estrutura de classes e a reprodução da força de trabalho (cf. Carraher, 1986) que, incondicionalmente, decorrem também dessa incompetência e dessas distorções. Sabemos que a educação escolar é um processo social, com nítida e incontestável função política, com desdobramentos sérios e decisivos para o desenvolvimento global das pessoas e da sociedade. Sentimos na pele que não dá mais para "tolerar" uma escola que, por vezes, nem sequer alfabetiza (principalmente os mais pobres) ou que, alfabetizando, não forma leitores nem pessoas capazes de expressar-se por escrito, coerente e relevantemente, para, assumindo a palavra, serem autores de uma nova ordem das coisas. É, pois, um ato de cidadania, de civilidade da maior pertinência, que aceitemos, ativamente e com determinação, o desafio de rever e de reorientar a nossa prática de ensino da língua.

ANTUNES, Irandé. Refletindo sobre a prática da aula de português. In ANTUNES, Irandé Aula de português: encontro e interação. São Paulo: Parábola, 2003.
À luz das teorias contemporâneas de ensino de língua portuguesa, a crítica que está presente no Texto 3 refere-se à predominância, em sala de aula, de uma prática pedagógica que reduz a língua à concepção de gramática
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Q4137351 Português
Leia o Texto 3 para responder à questão.

Texto 3

Muitas e urgentes são as razões sociais que justificam o empenho da escola por um ensino da língua cada vez mais útil e contextualmente significativo. Sabemos quanto a incompetência atribuída à escola está ligada a conflitos com a linguagem (cf. Soares, 1987), a percepções distorcidas e míticas acerca do que seja o fenômeno linguístico (cf. Bagno, 1999, 2000). Sabemos quanto nos aflige a seletividade, a manutenção da estrutura de classes e a reprodução da força de trabalho (cf. Carraher, 1986) que, incondicionalmente, decorrem também dessa incompetência e dessas distorções. Sabemos que a educação escolar é um processo social, com nítida e incontestável função política, com desdobramentos sérios e decisivos para o desenvolvimento global das pessoas e da sociedade. Sentimos na pele que não dá mais para "tolerar" uma escola que, por vezes, nem sequer alfabetiza (principalmente os mais pobres) ou que, alfabetizando, não forma leitores nem pessoas capazes de expressar-se por escrito, coerente e relevantemente, para, assumindo a palavra, serem autores de uma nova ordem das coisas. É, pois, um ato de cidadania, de civilidade da maior pertinência, que aceitemos, ativamente e com determinação, o desafio de rever e de reorientar a nossa prática de ensino da língua.

ANTUNES, Irandé. Refletindo sobre a prática da aula de português. In ANTUNES, Irandé Aula de português: encontro e interação. São Paulo: Parábola, 2003.
Ao defender que o ensino da língua deve formar pessoas capazes de assumir a palavra para atuarem como autores de uma nova ordem das coisas, o texto permite inferir uma crítica ao ensino tradicional de língua. Assim, para atender aos objetivos de cidadania e função política citados no texto, o trabalho do professor de língua portuguesa deve fundamentar-se na concepção de linguagem como
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Q4137350 Pedagogia
Um dos aspectos mais interessantes e importantes da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) quando se trata da Educação Infantil é o arranjo curricular em torno de campos de experiências. Estes visam garantir direitos de aprendizagem e desenvolvimento da criança, mas sem perder de vista o que é o próprio e específico desse momento da vida das crianças que estão nas creches e préescolas. Os referidos campos de experiências compreendem saberes e conhecimentos que, conforme a BNCC, se configuram em
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Q4137349 Pedagogia
Leia o caso a seguir.
Para organizar seu plano de ensino semestral, uma professora buscou organizar as aulas em uma sequência lógica por meio de blocos de aulas: um pequeno conjunto de aulas para tratar de determinado conteúdo no qual havia uma aula inicial, aulas de desenvolvimento e de síntese. Essa forma de distribuição tinha um motivo, munida dos livros de um importante estudioso da educação, Dermeval Saviani, ela tinha em mente promover uma lógica de organização do trabalho pedagógico no qual os alunos pudessem tomar uma questão de estudo em seu ponto de partida, isto é, com os conhecimentos que já possuíam sobre ela, depois problematizá-la e, em seguida, munir-se de elementos teóricos tendo em vista compreendê-la para – esse é o passo seguinte – elaborar uma síntese sobre a questão que foi objeto de estudo, momento de sistematização do que foi aprendido. A ideia a conduzir as ações da professora era de que os alunos deveriam, no curso do processo pedagógico planejado, passar de uma menor compreensão científica do conteúdo estudado para uma maior compreensão, adquirindo assim uma visão situada, contextualizada e crítica. É o que Saviani aponta como a passagem do pensamento sincrético da realidade ao concreto pensado.
Considerado o caso relatado, é possível identificar toda a intencionalidade da professora no planejamento e na organização de suas aulas, inclusive é possível identificar a abordagem de ensino que a orienta. Qual abordagem conduz o planejamento e o trabalho pedagógico da professora?
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Q4137348 Pedagogia
O Plano Nacional de Educação (PNE) representa um dos principais instrumentos no âmbito das políticas públicas para o desenvolvimento e a efetivação de uma educação de qualidade em nosso país. O comando para a existência do PNE é dado pela própria Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, LDB/1996, determinando que ele deve apresentar diretrizes e metas para período de 
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Q4137347 Legislação dos Municípios do Estado de Goiás
Quando se trata da educação escolar, um condicionante de primeira importância é o provimento dos recursos necessários para que esta possa se efetivar mediante o custeio das unidades escolares e dos salários dos servidores, o atendimento das necessidades dos alunos, entre outros aspectos. No caso do Município de Senador Canedo, a Lei Orgânica Municipal (Lei nº 1/1990) firma, em seu art. 87, a obrigação do poder público efetuar o provimento dos recursos necessários à manutenção e desenvolvimento do ensino público, estabelecendo que o município aplicará anualmente o mínimo de
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Q4137346 Legislação dos Municípios do Estado de Goiás
A importância dos profissionais do magistério e sua valorização é um dos tópicos da Lei Orgânica do Município de Senador Canedo (Lei nº 1/1990). A questão é expressamente tratada no art. 90 da mencionada Lei, estabelecendo que esta assegurará a valorização dos profissionais de ensino
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Q4137345 Legislação Federal
A educação brasileira nas últimas décadas passou a conferir atenção ao fato que é importante os alunos conhecerem a história e a cultura afro-brasileira e indígena. Trata-se de algo de grande relevância para formação das próximas gerações e cujo quadro normativo é dado pela própria Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, LDB/1996, notadamente no art. 26-A. Conforme a referida Lei, o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena  
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Q4137344 Pedagogia
Leia o texto a seguir.
A escola era na rua do Costa, um sobradinho de grade de pau. O ano era 1840 [...]. Subi a escada com cautela, para não ser ouvido pelo mestre, e cheguei a tempo; ele entrou na sala três ou quatro minutos depois. Entrou com o andar manso do costume, em chinelas de cordovão, com a jaqueta de brim lavada e desbotada, calça branca e tesa e grande colarinho caído. Chamava-se Policarpo e tinha perto de cinquenta anos ou mais. Uma vez sentado, extraiu da jaqueta uma boceta de rapé e o lenço vermelho, pô-los na gaveta; depois relanceou os olhos pela sala. Os meninos, que se conservaram de pé durante a entrada dele, tornaram a sentar-se. Tudo estava em ordem; começaram os trabalhos [...]. Na verdade, o mestre fitava-nos. Como era mais severo para o filho, buscava-o muitas vezes com os olhos, para trazê-lo mais aperreado. Mas nós também éramos finos; metemos o nariz no livro, e continuamos a ler [...]. O pior que ele podia ter, para nós, era a palmatória. E essa lá estava, pendurada do portal da janela, à direita, com os seus cinco olhos do diabo.
Assis, M. de. Conto de escola. São Paulo: Cosac Naify, 2002, p. 3 e 13.
Com base no excerto extraído de uma das obras de Machado de Assis, é possível inferir que a abordagem de ensino em curso naquele contexto compreende uma abordagem
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Q4137343 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
Leia o caso a seguir.
M.P.S, 23 anos, é deficiente visual e cursa Licenciatura em Letras em uma instituição pública estadual de ensino superior. Era seu segundo semestre no curso e ela sempre pedia, sem ser atendida, que as provas e o material instrucional utilizados pelos professores do curso fossem minimamente adaptados, de modo a facilitar sua leitura. Ela, então, procurou mais uma vez a secretaria e a coordenação do curso que disseram nada poder fazer, alegando que a designação de educação inclusiva não cabia ao ensino superior, mas apenas ao ensino fundamental.  
A esse respeito, se M.P.S. consultasse o art. 27 e o art. 28 da Lei nº 13.146/2015, a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, ela identificaria facilmente que
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Q4137342 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
Um importante marco para a garantia dos direitos das pessoas com deficiência foi a promulgação da Lei nº 13.146/2015, a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência. O art. 28 desta Lei trata das incumbências do poder público e aborda, no inciso XVIII, parágrafo segundo, a questão do perfil docente para o trabalho de tradutor e intérprete de Libras. Conforme a referida Lei, para atuar como
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Q4137341 Pedagogia
Leia o Texto 4 para responder à questão.

Texto 4

Vygotsky (1995) atribuía grande importância ao domínio da cultura no processo de desenvolvimento psicológico da criança. Por isso, voltou-se para o estudo das relações entre cultura e desenvolvimento, trazendo, com isso, inúmeras contribuições para o campo pedagógico. Ele nos afirmava, por exemplo, que, até então, os psicólogos haviam estudado de maneira unilateral o processo do desenvolvimento cultural na educação, uma vez que apenas procuravam averiguar quais capacidades naturais condicionavam a possibilidade do desenvolvimento da criança, e em quais funções naturais o pedagogo deveria se apoiar para introduzi-la na esfera da aprendizagem cultural.
Analisava-se, assim, como o desenvolvimento da linguagem ou a aprendizagem da aritmética dependiam de funções naturais, mas não procuravam entender o contrário, ou seja, como a internalização da linguagem ou da aritmética transformavam essas funções naturais em funções culturais reorganizando todo o curso do pensamento natural.
Para Vygotsky, essa compreensão é fundamental ao educador. Quando a criança adentra na cultura, não somente toma algo dela, não apenas se enriquece com o que está fora dela. A própria cultura reelabora em profundidade a composição natural da conduta, dando uma orientação completamente nova a todo curso do desenvolvimento [...].
Sob a lógica do princípio evolutivo, a socialidade animal é substrato da socialidade humana, assim como a natureza é substrato e a condição de emergência da cultura. No entanto, a socialidade não é dada pela natureza, mas concretizada pelo homem, à medida que este último cria suas condições de existência material, expressas em produções culturais. Logo, para Vygotsky, a cultura é um produto da vida social e, ao mesmo tempo, da atividade social do homem. Permeado por essa concepção histórica de cultura, o autor analisa o desenvolvimento cultural da conduta humana, à luz da qual postula a “lei genética geral do desenvolvimento cultural”, que se desdobra na grande importância conferida à internalização de signos [...].
Mas em que radica a grande importância conferida à educação escolar nessa concepção teórica? A resposta a essa questão nos conduz à transmissão dos signos historicamente constituídos, posto que na escola essa transmissão deva se realizar de maneira planejada e sistematizada e, assim sendo, com amplas possibilidades para interferirem mais efetivamente na vida dos indivíduos, isto é, para promoverem a conversão dos signos externos em “instrumentos” psíquicos.

MARTINS, Lígia Márcia; RABATINI, Vanessa Gertrudes. A concepção de cultura em Vygotsky: contribuições para a educação escolar. Psicologia Política, 11(22), 345-358, 2011.
Considerando o excerto apresentado no Texto 4, por que é importante que o professor conheça a forma específica do desenvolvimento psicológico humano? 
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Q4137340 Pedagogia
Leia o Texto 4 para responder à questão.

Texto 4

Vygotsky (1995) atribuía grande importância ao domínio da cultura no processo de desenvolvimento psicológico da criança. Por isso, voltou-se para o estudo das relações entre cultura e desenvolvimento, trazendo, com isso, inúmeras contribuições para o campo pedagógico. Ele nos afirmava, por exemplo, que, até então, os psicólogos haviam estudado de maneira unilateral o processo do desenvolvimento cultural na educação, uma vez que apenas procuravam averiguar quais capacidades naturais condicionavam a possibilidade do desenvolvimento da criança, e em quais funções naturais o pedagogo deveria se apoiar para introduzi-la na esfera da aprendizagem cultural.
Analisava-se, assim, como o desenvolvimento da linguagem ou a aprendizagem da aritmética dependiam de funções naturais, mas não procuravam entender o contrário, ou seja, como a internalização da linguagem ou da aritmética transformavam essas funções naturais em funções culturais reorganizando todo o curso do pensamento natural.
Para Vygotsky, essa compreensão é fundamental ao educador. Quando a criança adentra na cultura, não somente toma algo dela, não apenas se enriquece com o que está fora dela. A própria cultura reelabora em profundidade a composição natural da conduta, dando uma orientação completamente nova a todo curso do desenvolvimento [...].
Sob a lógica do princípio evolutivo, a socialidade animal é substrato da socialidade humana, assim como a natureza é substrato e a condição de emergência da cultura. No entanto, a socialidade não é dada pela natureza, mas concretizada pelo homem, à medida que este último cria suas condições de existência material, expressas em produções culturais. Logo, para Vygotsky, a cultura é um produto da vida social e, ao mesmo tempo, da atividade social do homem. Permeado por essa concepção histórica de cultura, o autor analisa o desenvolvimento cultural da conduta humana, à luz da qual postula a “lei genética geral do desenvolvimento cultural”, que se desdobra na grande importância conferida à internalização de signos [...].
Mas em que radica a grande importância conferida à educação escolar nessa concepção teórica? A resposta a essa questão nos conduz à transmissão dos signos historicamente constituídos, posto que na escola essa transmissão deva se realizar de maneira planejada e sistematizada e, assim sendo, com amplas possibilidades para interferirem mais efetivamente na vida dos indivíduos, isto é, para promoverem a conversão dos signos externos em “instrumentos” psíquicos.

MARTINS, Lígia Márcia; RABATINI, Vanessa Gertrudes. A concepção de cultura em Vygotsky: contribuições para a educação escolar. Psicologia Política, 11(22), 345-358, 2011.
O excerto apresentado trata da concepção de aprendizagem e desenvolvimento elaborada por L.S. Vygotsky, situando-a na complexa perspectiva teórica do autor. Em relação ao que informa o excerto, o termo cultura corresponde
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Q4137339 Pedagogia
Leia o caso a seguir.
Iniciando sua carreira docente e tendo recentemente chegado em uma instituição de educação infantil, a professora P. começou o planejamento das atividades para o primeiro semestre. Tendo em mãos um exemplar da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), P. se deparou com o seguinte código alfanumérico: EI02TS01.
Formado por um conjunto que intercala sequencialmente dois pares de letras e dois pares de números, tal código na BNCC corresponde à informação sobre
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Q4137338 Pedagogia
Leia o caso a seguir.
A comunidade de um dos bairros do município conseguiu que o poder público atendesse uma antiga reivindicação: a criação de uma escola. Inaugurada ao final do ano de 2025, a escola precisa se organizar para, em 2026, dar início ao seu primeiro ano eletivo. Para tanto, a direção da escola vai dar início ao processo de construção do projeto político pedagógico do estabelecimento.
Quem a direção da escola deve convocar para a elaboração do projeto político pedagógico da unidade escolar? 
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Q4137337 Pedagogia
Os estudiosos do currículo ao investigarem o modo como as escolas selecionam, organizam e dão tratamento pedagógico ao conhecimento elaborado, observaram que no cotidiano escolar o processo educativo vai muito além dos conteúdos de ensino. Eles observaram que detrás dos enunciados manifestos no currículo escolar e nas práticas dos agentes havia algo de outra natureza, que não estava no primeiro plano das intenções, mas que se fazia presente e compreendia, no sentido próprio do termo, uma forma de educação. Assim, detrás do formalmente estabelecido e escrito, esses estudiosos notaram que o processo educativo muitas vezes reforçava ideologias e lugares sociais, formando o modo de ser do trabalhador, mas também favorecendo a cristalização de certas imagens do homem e da mulher, de certas religiões tomadas como norma etc. O que os referidos estudiosos identificaram é o que as teorias do currículo denominam de currículo
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Q4137336 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) dispõe em seu art. 4ª sobre as atribuições da família, da comunidade, da sociedade em geral e do poder público, estabelecendo que estes devem assegurar com absoluta prioridade um conjunto de direitos das crianças e dos adolescentes, a saber: direitos referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária. Para tanto, visando dar substância a esse conjunto de direitos, o ECA estabelece que a garantia de prioridade, manifestada na Lei, compreende 
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Q4137335 Pedagogia
Leia o caso a seguir.
Vinda do Estado do Pará, M. e sua família chegaram há pouco tempo na cidade. Ela procurou uma instituição para matricular seu filho A., uma criança com 4 anos de idade.
Considerando o que dispõe a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, LDB/1996, sobre a competência dos municípios, dos estados e da União, em qual tipo instituição M. deve matricular seu filho?
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Q4137334 Pedagogia
Leia o caso a seguir.
Era manhã de segunda-feira em uma escola municipal no município de Senador Canedo quando um inusitado debate teve lugar na sala de professores. Provocados pelo que disseram alguns pais de alunos durante uma reunião, um professor de matemática dizia que a avaliação que eles realizavam na escola era muito avançada, pois buscava identificar a condição de aprendizagem do aluno. Uma outra professora disse que estava de acordo e que era preciso, sobretudo, evitar simplesmente mensurar e registrar o produzido pelos alunos. A coordenadora pedagógica, tomando a palavra, procurou orientar o grupo e explicou que naquela escola a avaliação praticada estava à serviço da aprendizagem. Conforme ela, a avaliação deveria tanto poder identificar a condição atual do aluno, como poder comunicar a ele essa condição, subsidiando assim os alunos e os próprios professores na regulação do processo pedagógico.
Considerando o caso descrito, a coordenadora pedagógica da escola expressa em sua fala uma concepção de avaliação denominada pela literatura de
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Q4137333 Pedagogia
O art. 8º da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, LDB/1996 estabelece que a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios organizarão, em regime de colaboração, os respectivos sistemas de ensino. Nessa relação, conforme o referido artigo, cabe
Alternativas
Respostas
921: D
922: C
923: B
924: A
925: D
926: C
927: B
928: A
929: D
930: C
931: B
932: A
933: D
934: C
935: B
936: A
937: D
938: C
939: B
940: A