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Adaptado de VERGOLINO-HENRY, Anaíza; FIGUEIREDO, Napoleão. A presença africana na Amazônia colonial: uma notícia histórica, Belém: Arquivo Público do Pará, 1990. p. 31.
A respeito da formação social da Amazônia colonial e da presença africana na região, é correto informar que a interpretação do autor, no trecho apresentado,
Adaptado de CAVALCANTE, Fábio Robson Casara. Formação Institucional e Desenvolvimento Regional no Estado do Rondônia. In: SILVA, Fábio Carlos e RAVENA, Nírvia. (Orgs.). Formação Institucional da Amazônia. Belém: Editora do NAEA, 2015, p 400-401.
Ao analisar a formação histórica da região que corresponde ao atual estado de Rondônia, o autor enfatiza que a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré (EFMM)
Sobre as bases da ocupação colonial da Amazônia e seus desdobramentos na região que hoje corresponde ao estado de Rondônia, assinale a afirmativa correta.
“Já ouviu falar que a 'cura do câncer' estaria sendo escondida por governos, institutos privados ou cientistas? Já recebeu vídeos sobre uma vacina contra a gripe que seria a causa de muitas mortes? Já viu postagens nas redes sociais afirmando que o planeta Terra na verdade é plano, e que sua esfericidade seria um complô da NASA e de cientistas do mundo inteiro? Pois, bem-vindos ao turvo mar da desinformação contemporânea”.
Fonte: CASTELFRANCHI, Y. Notícias Falsas na Ciência. Revista Ciência Hoje, dez. 2018.
A partir desse contexto, analise as afirmações a seguir.
I- Em uma sociedade aberta e democrática, essas ideias podem e devem circular livremente, já que o objetivo é promover o debate do conhecimento científico.
II- Há grupos que espalham, propositalmente, informações inventadas, já que há um sistema de monetização de publicações muito visualizadas, comentadas ou compartilhadas.
III- O consumo e a difusão dessas ideias estão relacionados aos algoritmos, que selecionam as informações que são impulsionadas, levando, muitas vezes, ao consumo de informações coerentes entre si, chamadas popularmente de “bolhas”.
É CORRETO o que se afirma em:
( ) Após o segundo ciclo da borracha, impulsionado pela Segunda Guerra Mundial, a economia de Rondônia retornou a um padrão de relativa estagnação, sustentado principalmente por atividades extrativistas tradicionais, como a borracha, a castanha, a poaia, peles de animais e óleos vegetais.
( ) A descoberta de diamantes no rio Ji-Paraná, no início dos anos 1950, nas proximidades da antiga Vila de Rondônia, estimulou a chegada de aventureiros oriundos sobretudo da região Centro-Oeste, atraídos pela exploração mineral no Território do Guaporé.
( ) A cassiterita, conhecida na região desde os anos 1930, teve exploração limitada em Rondônia, em razão da retração da demanda internacional por estanho, ocorrida a partir da década de 1970, quando a China se consolidou como principal produtora mundial do minério.
( ) O fechamento da lavra manual da cassiterita, em 1971, esteve associado principalmente à crescente preocupação do Estado com os impactos ambientais do garimpo, levando à adoção de medidas de proteção ecológica e de ordenamento sustentável da atividade mineradora em Rondônia.
As afirmativas são, respectivamente,
Adaptado de VERGOLINO-HENRY, Anaíza; FIGUEIREDO, Napoleão. A presença africana na Amazônia colonial: uma notícia histórica, Belém: Arquivo Público do Pará, 1990. p. 31.
A respeito da formação social da Amazônia colonial e da presença africana na região, é correto informar que a interpretação do autor, no trecho apresentado,
Adaptado de CAVALCANTE, Fábio Robson Casara. Formação Institucional e Desenvolvimento Regional no Estado do Rondônia. In: SILVA, Fábio Carlos e RAVENA, Nírvia. (Orgs.). Formação Institucional da Amazônia. Belém: Editora do NAEA, 2015, p 400-401.
Ao analisar a formação histórica da região que corresponde ao atual estado de Rondônia, o autor enfatiza que a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré (EFMM)
Sobre as bases da ocupação colonial da Amazônia e seus desdobramentos na região que hoje corresponde ao estado de Rondônia, assinale a afirmativa correta.
Assim como ocorreu em todo o Brasil, o território do atual estado da Paraíba, era habitado, na época do descobrimento, por vários povos ou nações indígenas, os povos originários. Os povos indígenas, na Paraíba, estavam divididos em vários grupos, distribuídos entre o Litoral e o interior de seu atual território.
Sobre os povos originários(indígenas) no território paraibano, leia e analise as proposições a seguir.
I- Dentre os povosindígenas que habitavam oatual território paraibano, havia osTupis, ao longoLitoral, e os Cariris, no interior.
II- Os indígenas que ocupavam o litoral da Paraíba não ofereceram resistências a ocupação portuguesa na época do descobrimento.
III- Os povos indígenas que habitavam o território paraibano tinham uma vida em estreita relação com a natureza, dependendo dela para seu sustento.
IV- No atual estado da Paraíba, não existem mais marcas nem heranças históricas dos povos indígenas que ocuparam no passado o seu território.
É CORRETOo que se afirma apenas em:
O ambiente de sadia renovação, gerado no país pela vitória da Revolução de 30, não ficou, felizmente, restrito aos Estados mais adiantados. A transformação operou-se também em Goiás. E o Governo revolucionário que se instalou neste Estado veio proporcionar a ideia da mudança da capital goiana a oportunidade de caminhar, afinal, para a ambicionada realização. A nossa atitude decorre tanto do desejo de darmos a este grande Estado o ritmo de evolução que lhe é próprio, quanto dos compromissos morais que tacitamente assumimos nos tempos em que militávamos na oposição. Ontem revolucionário na oposição, hoje revolucionário no governo.
Adaptado de Relatório apresentado ao Exmo. Sr. Dr. Getúlio Vargas, e ao povo goiano, pelo Dr. Pedro Ludovico Teixeira, Interventor Federal neste Estado, 1930-33. Goiás, 1934, pág. 122.
Com base na leitura do texto, assinale a opção que indica corretamente os motivos pelos quais Pedro Ludovico propôs a mudança da capital de Goiás.
O bandeirismo no período colonial deu origem a democracia brasileira, graças a mobilidade externa que conseguiu uma geografia antitotalitária; hierarquização do negro e do índio, que foram deslocados do comunismo tribal para a área social em que operavam os bandeirantes; absorção de grupos étnicos através da assimilação de seus elementos; desfeudalização dos engenhos. O objetivo era incrementar o povoamento. O “Projeto Rondon”, hoje em pleno desenvolvimento, completa o bandeirismo. Portanto, o bandeirismo como foi praticado pelos paulistas durante três séculos pertence, naturalmente, a História. Até hoje existe uma “personalidade bandeirante” na sociedade brasileira. Quando se fala em “Estado bandeirante”, já se sabe qual é; “povo bandeirante”, também. Mas “bandeirar”, hoje em dia, é imposição do Brasil inteiro, que atende ao seu “imperialismo interno” e depende, muito ainda, da aventura criadora tradicional do período colonial.
Adaptado de: RICARDO, Cassiano. Marcha para Oeste. São Paulo: Universidade de São Paulo, 4 edição, 1970, pp. xxxi – xxxix.
O trecho, de Cassiano Ricardo, ideólogo do Estado Novo e publicado em 1940, serviu de base para a política de “Marcha para o Oeste” do governo Vargas.
Com base na sua leitura, é correto afirmar que a imagem do bandeirismo do período colonial brasileiro foi usada pelo governo Vargas como símbolo de
Assinale a opção que apresenta corretamente os impactos da mineração na ocupação de Goiás durante o auge do ciclo do ouro.
De acordo com essas autoras, é correto afirmar que o acordo MEC/USAID para direcionar as políticas de educação profissional para jovens no Brasil baseavase no ideário
"Em dezembro de 2008, cinco povos indígenas (macuxi, wapixana, ingaricó, patamona e taurepang), há 30 anos em disputa pela demarcação de suas terras nessa reserva, tiveram seus direitos defendidos pela advogada indigenista Joênia Batista de Carvalho. Índia wapixana, Joênia foi a primeira indígena a defender uma causa no Supremo Tribunal Federal. Acontecimento histórico, nas palavras da própria Joênia, que nos convida a refletir sobre a história dos índios em nosso país. Sem entrar no mérito da questão, cabe assinalar a atuação de Joênia que, formada em direito, atuou como defensora de seu próprio grupo. Participou do ritual do julgamento com a toga que a função exige e com o rosto pintado conforme as tradições de seu povo. Com coragem e determinação, defendeu os direitos dos índios, que acabaram ganhando a causa. Alguém duvida que ela seja índia?" (Almeida, 2010, p. 19).
De acordo com a interpretação da autora, é correto afirmar que o episódio é significativo porque evidencia o
É correto afirmar que, para Hobsbawm, no contexto da Segunda Guerra Mundial, a situação histórica descrita no fragmento citado foi excepcional e efêmera, pois evidencia a aliança entre