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Q3801982 Nutrição
Proceder à substituição de ingredientes sem comunicação prévia ao nutricionista, mesmo que haja disponibilidade em estoque e intenção de atender à aceitação dos alunos, configura prática indevida, pois compromete o controle nutricional e sanitário do cardápio.
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Q3801981 Nutrição
Embora a cozinha escolar não seja uma unidade hospitalar, os princípios sanitários aplicados a serviços de nutrição clínica — como controle rigoroso de contaminação, rastreabilidade e segurança alimentar — são igualmente exigíveis, sobretudo no atendimento a crianças com necessidades alimentares específicas.
Alternativas
Q3801980 Nutrição
A adoção de práticas sustentáveis, como compostagem de resíduos orgânicos da merenda escolar, além de ambientalmente responsável, fortalece a integração da alimentação escolar com o projeto pedagógico, contribuindo para a formação cidadã e socioambiental dos alunos. 
Alternativas
Q3801979 Nutrição
O transporte de panelas quentes sem luvas térmicas, ainda que por trajetos curtos e aparentemente seguros, constitui uma grave violação às normas de segurança do trabalho e de proteção física da merendeira, além de risco indireto à segurança alimentar.
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Q3801978 Nutrição
O armazenamento de sobras que não foram servidas, desde que mantidas dentro da faixa de temperatura segura, devidamente acondicionadas, identificadas e submetidas a reaquecimento superior a 70°C, é prática sanitariamente aceita, observadas as diretrizes específicas da Vigilância Sanitária e do PNAE.
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Q3801975 Nutrição
A comunicação eficiente entre a merendeira e a gestão escolar, sobretudo em relação às variações do número de alunos, é fundamental para o dimensionamento adequado das preparações, evitando tanto o desperdício quanto o desabastecimento, o que também reflete princípios de responsabilidade social e econômica no âmbito escolar.
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Q3801974 Nutrição
Permitir que alimentos perecíveis permaneçam fora de refrigeração por até quatro horas, mesmo em ambientes aparentemente limpos, contraria as normas da Anvisa, que determinam a manutenção rigorosa dos alimentos dentro da faixa de segurança térmica (abaixo de 5°C ou acima de 60°C), sendo a exposição prolongada à temperatura ambiente um dos maiores vetores de contaminação.
Alternativas
Q3801973 Nutrição
A sequência correta no processamento de frutas e hortaliças envolve pré-lavagem em água corrente para remoção de sujidades, imersão em solução clorada na concentração e tempo recomendados, seguida de enxágue em água potável e posterior escorrimento em local limpo, ventilado e protegido, corroborando os manuais de boas práticas. 
Alternativas
Q3801972 Nutrição
O acompanhamento do consumo, bem como a promoção de hábitos alimentares saudáveis e o estímulo à redução do desperdício, fazem parte das atribuições da merendeira, especialmente quando articuladas com o projeto pedagógico da escola, reforçando sua atuação não apenas operacional, mas também educativa no ambiente escolar.
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Q3801971 Nutrição
Mesmo quando todas as práticas aparentam estar corretas, a ocorrência de doenças transmitidas por alimentos (DTAs) é possível, sobretudo quando há falhas imperceptíveis, como contaminação cruzada entre alimentos crus e prontos para consumo, superfícies não higienizadas ou manipulação inadequada de utensílios.
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Q3801970 Nutrição
O uso de EPIs como touca, avental e máscara é exigência obrigatória, não sendo uma recomendação opcional condicionada à presença da vigilância sanitária, mas sim uma norma permanente vinculada às boas práticas de fabricação (BPF) e aos requisitos sanitários vigentes.
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Q3801969 Nutrição
A interpretação dos Procedimentos Operacionais Padronizados (POP) quanto à higienização das bancadas não permite considerar que essa atividade deva ocorrer exclusivamente ao término do expediente, uma vez que a contaminação por microrganismos, partículas em suspensão e contato cruzado exige a sanitização constante, antes, durante e após cada etapa de manipulação, sendo este um protocolo de segurança alimentar inegociável.
Alternativas
Q3801968 Nutrição
A compreensão equivocada de que a merendeira deva participar diretamente da elaboração do cardápio, sem formação técnica específica, ignora que, segundo o PNAE, essa responsabilidade é privativa do nutricionista responsável técnico, sendo o papel da merendeira restrito à execução, e não ao planejamento nutricional, embora a escuta sobre práticas locais seja incentivada. 
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Q3801967 Nutrição
Ao considerar as práticas higiênico-sanitárias no ambiente escolar, afirmar que o uso de adornos metálicos — como alianças, pulseiras ou brincos — se torna aceitável quando cobertos por luvas descartáveis denota um desconhecimento dos princípios de segurança alimentar, uma vez que a presença desses objetos, mesmo protegidos, favorece a proliferação de microrganismos em microfissuras das luvas, além de oferecer risco físico, como quedas acidentais dentro dos alimentos. 
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Q3801131 Nutrição
A educação permanente em saúde, no âmbito do SUS, tem como objetivo principal a atualização técnica dos profissionais e a adaptação às novas tecnologias, sendo dissociada de uma perspectiva transformadora da prática, que pressupõe reflexão crítica sobre o trabalho e a construção coletiva de novas abordagens.
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Q3801130 Nutrição
O processo de congelamento de alimentos, embora reduza a velocidade de proliferação microbiana, não é capaz de inativar integralmente microrganismos patogênicos e esporos, exigindo que o descongelamento seja realizado sob refrigeração ou em micro-ondas, para evitar a zona de perigo de temperatura e o crescimento bacteriano.
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Q3801129 Nutrição
Na terapia nutricional de pacientes com pancreatite aguda grave, o início precoce da nutrição enteral, mesmo em presença de íleo paralítico, é preferível à nutrição parenteral por preservar a integridade da barreira intestinal e modular a resposta inflamatória, desde que a via de acesso seja distal ao ligamento de Treitz.
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Q3801128 Nutrição
A avaliação nutricional em pacientes hepáticos crônicos deve priorizar o Índice de Massa Corporal (IMC) como principal indicador de desnutrição, uma vez que a retenção hídrica e a ascite não impactam significativamente a interpretação desse parâmetro, e a albumina sérica reflete primariamente a função síntese hepática e não o real estado nutricional.
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Q3801127 Nutrição
Situação hipotética: Um nutricionista planeja a produção de refeições em uma UAN para um hospital pediátrico. Assertiva: A utilização de métodos de cocção como a fritura por imersão é desaconselhada para a população pediátrica devido ao alto teor de gorduras saturadas e risco de formação de compostos tóxicos, sendo preferível cocção a vapor ou assados, independentemente do objetivo calórico da dieta individual.
Alternativas
Q3801126 Nutrição
A Portaria GM/MS nº 2.436/2017, que aprova a Política Nacional de Atenção Básica (PNAB), estabelece que a Atenção Primária à Saúde deve orientar-se pelos princípios da universalidade, equidade e integralidade, mas não confere ao nutricionista um papel explícito na coordenação do cuidado ao paciente crônico ou na elaboração de planos terapêuticos singulares na equipe de saúde.
Alternativas
Respostas
3081: E
3082: C
3083: C
3084: E
3085: E
3086: C
3087: E
3088: C
3089: C
3090: C
3091: E
3092: E
3093: C
3094: E
3095: E
3096: C
3097: E
3098: E
3099: C
3100: E