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I. A Matemática não se restringe apenas à quantificação de fenômenos determinísticos – contagem, medição de objetos, grandezas – e das técnicas de cálculo com os números e com as grandezas, pois também estuda a incerteza proveniente de fenômenos de caráter aleatório.
II. A Matemática cria sistemas abstratos, que organizam e inter-relacionam fenômenos do espaço, do movimento, das formas e dos números, associados ou não a fenômenos do mundo físico.
III. A Matemática, assim como qualquer ciência, se restringe apenas à quantificação de fenômenos determinísticos – contagem, medição de objetos, grandezas – e das técnicas de cálculo com os números e com as grandezas.
IV. No Ensino Fundamental, a área da matemática, por meio da articulação de seus diversos campos, precisa garantir que os alunos relacionem observações empíricas do mundo real a representações (tabelas, figuras e esquemas) e associem essas representações a uma atividade matemática (conceitos e propriedades), fazendo induções e conjecturas.
I. Os eixos de integração na BNCC de Língua Portuguesa correspondem às práticas de linguagem: oralidade, leitura/escuta, produção (escrita e multissemiótica) e análise linguística/semiótica.
II. Nos anos iniciais do Ensino Fundamental, o trabalho pedagógico dentro da unidade temática “Matéria e Energia” irá oferecer aos estudantes as oportunidades de interação, compreensão e ação no seu entorno, valorizando, portanto, os elementos mais concretos e os ambientes que os cercam (casa, escola e bairro).
III. Na área da Matemática, a BNCC propõe seis unidades temáticas para o Ensino Fundamental, quais sejam: números, álgebra, geometria, medidas, pensamento computacional e grandezas vetoriais.
IV. Na área de Ciências Humanas, é importante tanto valorizar e problematizar as vivências e experiências individuais e familiares apresentadas pelos estudantes quanto fazer com que estes percebam as relações entre o ambiente e a ação dos seres humanos com o mundo que os cerca, possibilitando a reflexão sobre os significados dessas relações.
V. A área de Ciências da Natureza tem um compromisso com o desenvolvimento do letramento científico, que consiste em desenvolver no estudante a capacidade de reproduzir de forma correta e linear os conceitos científicos.
I. Os componentes curriculares obrigatórios do Ensino Fundamental serão organizados em relação às áreas de conhecimento: Linguagens, Matemática, Ciências da Natureza, Ciências Humanas e Ensino Religioso.
II. A base nacional comum e a parte diversificada são dois blocos distintos, não integrados, que constituem o currículo do Ensino Fundamental. Essa não articulação possibilita maior autonomia na escolha dos conteúdos a serem ministrados.
III. A transversalidade constitui uma das maneiras de trabalhar os componentes curriculares, as áreas de conhecimento e os temas sociais em uma perspectiva integrada.
IV. O trabalho educativo no Ensino Fundamental deve empenhar-se na promoção de uma cultura escolar acolhedora e respeitosa. Nessa etapa do ensino, acolher significa também cuidar e educar, como forma de garantir a aprendizagem dos conteúdos curriculares.
V. O projeto político-pedagógico da escola e o regimento escolar, amparados na legislação vigente, deverão contemplar a melhoria das condições de acesso e de permanência dos estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades nas classes comuns do ensino regular.
Coluna 1
I. Concepção pedagógica tradicional
II. Concepção pedagógica escolanovista
III. Concepção pedagógica produtivista
IV. Concepção pedagógica histórico-crítica
Coluna 2
( ) A avaliação configura-se como exame, medida e classificação. A lógica que perpassa o processo avaliativo é meritocrática. A nota é o principal balizador da mudança de comportamento a partir do alcance dos objetivos desejáveis para os estudantes.
( ) A avaliação da aprendizagem não se separa do ensino. Nessa concepção, a avaliação supera os instrumentos avaliativos e a produção de notas e rankings. Ela é compreendida como elemento estruturante da ação pedagógica, sendo ponto de partida e ponto de chegada do planejamento.
( ) A avaliação consiste no ato de verificar se os conteúdos transmitidos pelo professor foram assimilados pelos estudantes, sendo as provas e os exames os instrumentos mais utilizados, visto que o mais importante é a verificação da aprendizagem dos conteúdos.
( ) A avaliação deve ser realizada de forma contínua para subsidiar a investigação da qualidade do aprendizado do estudante de modo processual. Nesse processo, o professor deve observar o que o estudante realiza a partir dos interesses deste.
( ) A Didática é o principal ramo de estudos da Pedagogia.
( ) É tarefa da Didática converter objetivos sócio-políticos e pedagógicos em objetivos de ensino, selecionar conteúdos e métodos em função desses objetivos, estabelecer os vínculos entre ensino e aprendizagem, tendo em vista o desenvolvimento das capacidades mentais dos estudantes.
( ) A Didática está intimamente ligada à Teoria da Educação e à Teoria da Organização Escolar e, de modo muito especial, vincula-se à Teoria do Conhecimento e à Psicologia da Educação.
( ) A Didática e as metodologias específicas das matérias de ensino formam uma unidade, mantendo entre si relações recíprocas.
I. Período em que se inicia o processo de estruturação conceitual básica.
II. Momento marcado por um movimento que caminhou na busca de epistemologias que explicitassem o teórico e o abstrato, a partir do prático, do real.
III. Momento de definição de uma teoria da interdisciplinaridade.
IV. Período em que a ideia de interdisciplinaridade é depreciada e perde importância pedagógica.
I. Conhecer as crianças, saber quais são os seus interesses e preferências, suas formas de aprender, suas facilidades e dificuldades.
II. Centrar no conteúdo a ser ensinado, no livro didático, no tempo e no espaço exigidos pela rotina escolar, levando em consideração a organização dos adultos na tarefa de ensinar e das crianças no papel de realizar as propostas de maneira linear.
III. Observar, indagar e devolver respostas para articular o que as crianças sabem com os objetivos das diferentes áreas do currículo.
IV. Ter uma organização pedagógica flexível, aberta ao novo e ao imprevisível, pois não há como ouvir as crianças e considerar as suas falas, interesses e produções sem alterar a ordem inicial do trabalho, sem torná-lo uma via de mão dupla na qual as trocas mútuas sejam capazes de promover ampliações, provocando os saltos dos conhecimentos.
V. Conhecer como é o grupo familiar e social da criança, sua vida dentro e fora da escola. Assinale a alternativa correta.
I. Projeto de pesquisa é uma proposta de investigação com prazos inicial e final definidos, fundamentada em objetivos específicos e metodologias apropriadas, visando à obtenção de resultados, à geração de novos conhecimentos e/ou à ampliação de conhecimentos existentes, à colocação de elementos novos em evidência ou à refutação de conhecimentos existentes.
II. Os projetos de pesquisa deverão observar estritamente as normas específicas sobre propriedade intelectual estabelecidas na legislação pertinente da UFSC e no âmbito federal que disciplina a matéria.
III. São consideradas atividades de pesquisa as ações e os projetos desenvolvidos para geração e ampliação do conhecimento e de sua eventual aplicação para o bem da comunidade.
IV. Projetos de pesquisas envolvendo seres humanos deverão ser submetidos à apreciação do Sistema CEP/CONEP, de acordo com o estabelecido na legislação federal.
V. As horas alocadas às atividades de pesquisa do docente deverão constar do Plano de Atividades do Departamento (PAAD) e não poderão exceder em média anual a vinte horas semanais por docente.
Em uma turma do segundo ano do Ensino Fundamental, a professora Laura solicitou que as crianças escrevessem, em pequenas cartelas, os nomes de suas/seus personagens preferidas/preferidos das histórias infantis e desenhassem a sua principal característica. No momento de compartilhar as produções, as crianças falavam pistas a respeito do que haviam registrado, até que alguém da turma acertasse o nome da/do personagem. Quando ocorria um acerto, a criança mostrava sua escrita e, coletivamente, verificavase se o nome estava grafado corretamente, fazendo, se necessário, a reescrita das palavras. Assim que todas as crianças apresentaram seus registros, a professora Laura levou a turma à biblioteca da escola e pediu que elas procurassem livros com as/os personagens que haviam escolhido para escrever nas cartelas. Cada criança teve como tarefa levar um livro para casa, pedir para algum familiar ler a história e, com ajuda da pessoa que leu o livro, escrever uma carta para a autora ou o autor do livro, contando como foi a experiência de ler aquela história. No dia seguinte, as cartas foram lidas pelas crianças, com ajuda da professora, e juntos organizaram uma exposição no pátio do colégio com as cartelas e as cartas escritas pela turma.
O relato acima evidencia que o planejamento da professora Laura está pautado no processo de alfabetização:
Sobre o assunto, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.
I. Pedro se encontra no nível de escrita silábico-alfabético.
II. Flávia escreveu no nível pré-silábico.
III. Bernardo e Cristina apresentaram o mesmo nível de escrita: silábico.
No primeiro grupo, estariam as diversas modalidades da pedagogia _______________. No segundo grupo, situar-se-iam as diferentes modalidades da pedagogia ____________. Considera-se que, no primeiro caso, a preocupação se centra nas teorias do ensino, enquanto que, no segundo caso, a ênfase é posta nas teorias da aprendizagem.
Assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas acima.
I. O chamado modelo piramidal, que na década de 1970 norteou as diretrizes políticas para a Educação Física, passou na década seguinte a ser contestado, pois o Brasil não se tornou uma potência olímpica, tampouco ampliou significativamente o número de praticantes de atividades físicas.
II. Em sintonia com a vertente mais tecnicista, esportivista e biologicista, surgem novas abordagens crítico-progressistas na Educação Física escolar a partir do final da década de 1970.
III. As abordagens que tiveram maior impacto a partir de meados da década de 1970 são comumente denominadas de psicomotora, construtivista e desenvolvimentista.
IV. As abordagens críticas passaram a questionar o caráter alienante da Educação Física na escola, propondo um modelo de adaptação às contradições e injustiças sociais.
V. A Educação Física passou a ser entendida como uma área de conhecimento que trata da atividade física.
( ) Na inclusão escolar, nem todos os alunos com deficiência cabem nas turmas de ensino regular, pois há uma seleção prévia dos que estão aptos à inserção.
( ) A segregação institucional tratava do atendimento às pessoas com deficiência em instituições especializadas, já que estas eram mantidas à margem da sociedade.
( ) A integração escolar teve a normalização como princípio norteador e trata-se de uma concepção de inserção parcial, porque o sistema prevê serviços educacionais segregados.
( ) As escolas inclusivas propõem um modo de organização do sistema educacional que considera as necessidades de todos os alunos e que é estruturado em função dessas necessidades.
( ) A escola capitalista encarna objetivos (funções sociais) que adquire do contorno da sociedade na qual está inserida e encarrega aos procedimentos de avaliação, em sentido amplo, a tarefa de garantir a consecução de tais funções.
( ) A educação tem duas funções principais numa sociedade capitalista: 1) a produção das qualificações necessárias ao funcionamento da economia; e 2) a elevação cultural das massas para uma inserção política interessada.
( ) As transformações socioeconômicas de interesse dos países centrais, as quais atingem os países periféricos do capitalismo, têm sérias repercussões para a educação. O projeto orientador dessas transformações destaca especialmente a questão da qualidade e da avaliação do ensino e da escola.
( ) No paradigma decimológico clássico, definem-se critérios com fins classificatórios e seletivos, reforçando-se a função seletiva, disciplinadora e meritocrática da avaliação, o que consolida a legitimação do fracasso, a discriminação, a evasão e expulsão dos alunos oriundos, sobretudo, da classe trabalhadora.
( ) As práticas avaliativas produtivo-criativas e reiterativas buscam imprimir à avaliação uma perspectiva de busca constante da identificação de conflitos no processo ensino-aprendizagem, bem como da superação desses conflitos por meio tanto do esforço crítico e criativo coletivo dos alunos como das orientações dos professores.