Questões de Concurso Para médico radiologista

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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: Prefeitura de Campinas - SP Provas: VUNESP - 2025 - Prefeitura de Campinas - SP - Médico - Geral | VUNESP - 2025 - Prefeitura de Campinas - SP - Médico - Gastroenterologia | VUNESP - 2025 - Prefeitura de Campinas - SP - Médico - Geriatria | VUNESP - 2025 - Prefeitura de Campinas - SP - Médico - Ginecologia e Obstetrícia | VUNESP - 2025 - Prefeitura de Campinas - SP - Médico - Medicina do Trabalho | VUNESP - 2025 - Prefeitura de Campinas - SP - Médico - Medicina Física e Reabilitação | VUNESP - 2025 - Prefeitura de Campinas - SP - Médico - Neurologia | VUNESP - 2025 - Prefeitura de Campinas - SP - Médico - Neuropediatria | VUNESP - 2025 - Prefeitura de Campinas - SP - Médico - Hematologia e Hemoterapia | VUNESP - 2025 - Prefeitura de Campinas - SP - Médico - Ortopedia e Traumatologia | VUNESP - 2025 - Prefeitura de Campinas - SP - Médico - Otorrinolaringologia | VUNESP - 2025 - Prefeitura de Campinas - SP - Médico - Patologia Clínica e Medicina Laboratorial | VUNESP - 2025 - Prefeitura de Campinas - SP - Médico - Pediatria | VUNESP - 2025 - Prefeitura de Campinas - SP - Médico - Pneumologia | VUNESP - 2025 - Prefeitura de Campinas - SP - Médico - Psiquiatria | VUNESP - 2025 - Prefeitura de Campinas - SP - Médico - Infectologia | VUNESP - 2025 - Prefeitura de Campinas - SP - Médico - Mastologia | VUNESP - 2025 - Prefeitura de Campinas - SP - Médico - Cardiologia | VUNESP - 2025 - Prefeitura de Campinas - SP - Médico - Cirurgia Vascular | VUNESP - 2025 - Prefeitura de Campinas - SP - Médico - Coloproctologia | VUNESP - 2025 - Prefeitura de Campinas - SP - Médico - Endocrinologia | VUNESP - 2025 - Prefeitura de Campinas - SP - Médico - Endoscopia | VUNESP - 2025 - Prefeitura de Campinas - SP - Médico - Radiologia e Diagnóstico por Imagem | VUNESP - 2025 - Prefeitura de Campinas - SP - Médico - Reumatologia | VUNESP - 2025 - Prefeitura de Campinas - SP - Médico - Ultrassonografia | VUNESP - 2025 - Prefeitura de Campinas - SP - Médico - Urologia |
Q3237994 Segurança e Saúde no Trabalho
Um técnico de laboratório escolar é encaminhado para avaliação devido tosse e falta de ar. Seus sintomas começaram depois que ele assumiu a função de cuidar das baratas nos laboratórios de biologia.
Com os dados descritos, a principal hipótese diagnóstica é
Alternativas
Q3547153 Medicina

Analise os itens, que seguem, sobre o Sinal do S de Golden:



I - Nesse sinal há uma formação de um S invertido na radiografia de tórax, uma porção côncava e uma convexa.


II - Comumente, é associado com uma atelectasia, ou seja, uma lesão que reduz a transparência pulmonar (pulmão fica mais branco), com perda de volume.


III - O sinal demonstra uma massa peri-hilar comprimindo brônquios do lobo superior, formando a porção côncava da opacidade (aspecto de S invertido) e a porção convexa representa a atelectasia pós-obstrutiva entrando em colapso.



É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q3547152 Medicina
Sobre o sinal de asa de borboleta, considere a alternativa incorreta:
Alternativas
Q3547151 Radiologia

Leia:


(...) também conhecido como sinal da opacidade retrocardíaca, é um achado radiológico observado na radiografia do tórax de pacientes com embolia pulmonar. Aparece como uma opacidade triangular ou em forma de cunha no espaço retrocardíaco do tórax na radiografia. Essa opacidade é formada pela presença de um coágulo que bloqueia parcialmente o fluxo sanguíneo em uma artéria pulmonar.



O enunciado descreve o sinal radiológico denominado:


Alternativas
Q3547150 Radiologia
Com relação à mamografia, são referências para a incidência médio-lateral oblíqua, exceto:
Alternativas
Q3547149 Medicina
Em pacientes com suspeita de lesão renal penetrante, é o exame diagnóstico de primeira linha:
Alternativas
Q3547148 Medicina
O principal agente etiológico das osteomielites é o Staphylococcus Aureus. O comprometimento pode ser decorrente de disseminação hematogênica ou por contiguidade de um processo infeccioso nas partes moles. Dos achados radiológicos em processos infecciosos, O Abscesso de           é lesão osteolítica com halo esclerótico. É característico de lesões subagudas ou crónicas.

Assinale a alternativa que preenche, corretamente, a lacuna do texto: 
Alternativas
Q3547147 Medicina
A avaliação radiológica é o principal método de diagnóstico para avaliação das doenças degenerativas do sistema musculoesquelético. Na avaliação, entende-se por anquilose óssea, o seguinte conceito:
Alternativas
Q3547146 Medicina
Pacientes com luxação recidivante do ombro podem apresentar sinais radiográficos característicos: o sinal de                se apresenta como uma erosão óssea na região posterior da cabeça do úmero, e o sinal de                é caracterizado por uma lesão óssea ou no labrum da glenoide anterior e inferiormente.

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, a lacuna do texto:
Alternativas
Q3547145 Radiologia

Analise a imagem, abaixo:



Imagem associada para resolução da questão



Observa-se acentuadas calcificações na topografia da inserção do tendão:

Alternativas
Q3547144 Medicina
As lesões tendíneas costumam estar ligadas a rupturas ou tenossinovites. A radiografia simples pode ajudar na distinção de eventuais calcificações nos sítios de inserção tendínea, evidenciando:
Alternativas
Q3547143 Medicina
As condropatias patelares se caracterizam por um processo inflamatório seguido de amolecimento da cartilagem de revestimento da patela, que pode evoluir para um quadro grave e incapacitante do joelho. Sua etiologia não é bem esclarecida, mas pode estar relacionada com um desequilíbrio bioquímico do líquido sinovial, ou com o atrito da patela na tróclea femoral. É o exame de escolha para a avaliação das lesões cartilaginosas patelares:
Alternativas
Q3547142 Medicina

Leia:



(...) ocorre em crianças, em virtude da grande elasticidade óssea, a fratura não rompe completamente as corticais.



O excerto define fraturas do tipo:

Alternativas
Q3547141 Radiologia

Analise a radiografia, abaixo:



Imagem associada para resolução da questão



Reação periosteal             em pacientes com osteossarcoma do úmero (setas). A maior densidade radiográfica na metáfise e diáfise umeral está relacionada com a matriz óssea da lesão (pontas de setas).



Assinale a alternativa que preenche, corretamente, a lacuna do texto: 

Alternativas
Q3547140 Radiologia

Sobre as reações periosteais, considere a radiografia de fêmur, abaixo:



Imagem associada para resolução da questão



Trata-se de um paciente com osteomielite do fêmur, caracterizando a reação do tipo:

Alternativas
Q3547139 Medicina
Quando um processo patológico atinge o osso, ele pode reagir a essa agressão por uma elevação e neo-osteogênese do periósteo, denominada reação periosteal. As reações periosteais podem fornecer indícios importantes sobre o grau de agressividade da lesão à radiografia. Dentre os tipos, quando há em apenas uma camada, denomina-se reação:
Alternativas
Q3546379 Matemática
Queremos construir duas figuras geométricas, um quadrado de lado a e um triângulo equilátero de lado d, de modo que os dois tenham o mesmo perímetro. Qual é a razão entre a área e o perímetro do quadrado em termos de d
Alternativas
Q3546364 Português
Leia o texto para responder à questão.


Omelete


Pior foi Jacinta, que perdeu o marido para uma omelete. Quando alguém — desinformado ou desalmado — perguntava perto da Jacinta se “omelete” era masculino ou feminino, ela respondia “feminino, feminino”. Depois suspirava e dizia: “Eu è que sei”. As amigas tentaram convencer Jacinta de que o Luiz Augusto não merecia um suspiro. O que se poderia dizer de um homem que tinha abandonado a mulher de dez anos de casamento, para não falar em cotas num condomínio horizontal da zona Sul, por uma omelete bem-feita? Mas Jacinta não se conformava. Foi procurar um curso de culinária. Pediu aulas particulares e específicas. Queria aprender a fazer omelete. A professora começou com um histórico da omelete e sua força metafórica. Uma omelete justificava a violência feita aos ovos. Uma omelete... Mas Jacinta não queria saber da história da omelete. Queria aprender a fazer.

— Bem — disse a professora —, a omelete perfeita...

— Eu sei, eu sei — interrompeu Jacinta.

Sabia como era a omelete perfeita. Durante todos os seus anos de casada tinha ouvido a descrição da omelete perfeita. Luiz Augusto não se cansava de repetir que a omelete perfeita devia ser tostada por fora e úmida por dentro. Que seu interior devia se desmanchar, e espalhar-se pelo prato como baba. “Baveuse, entende? Baveuse.

Durante dez anos, Jacinta ouvira críticas à sua omelete. Quando Luiz Augusto anunciara que encontrara uma mulher que fazia omeletes perfeitas — melhores, inclusive, que as do Caio Ribeiro — e que iria morar com ela, acrescentou: — Você não pode dizer que não lhe dei todas as chances, Cintinha.

Jacinta sabia a teoria da omelete perfeita. Queria a prática. Precisava aprender. O curso intensivo durou duas semanas. No fim do curso, a professora recomendou que Jacinta comprasse uma frigideira especial, de ferro, para garantir a omelete perfeita. Não havia como errar. Jacinta telefonou para a casa de Beatriz e pediu para falar com Luiz Augusto.

— Precisamos conversar.

— Está bem.

— Aqui.

— Certo.

— Outra coisa.

— O quê?

— Não coma nada antes. 

Quando Luiz Augusto chegou, Jacinta não disse uma palavra. Apontou para a mesa, onde estava posto um lugar. Luiz Augusto sentou-se. Jacinta desapareceu na cozinha. Reapareceu quinze minutos depois com uma omelete dentro de uma frigideira nova. Serviu a omelete e ficou esperando, de pé, enquanto Luiz Augusto dava a primeira garfada. Luiz Augusto disse: — Você chama isto de baveuse?

— Não — disse Jacinta —, eu chamo isto de baveuse.

E acertou com a frigideira a cabeça de Luiz Augusto, que caiu morto com a cara na omelete.


VERISSIMO, L. F. (Adaptado). Verissimo antológico — meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
Analise as sentenças retiradas do texto e assinale aquela em que o vocábulo “se” è um pronome expletivo.
Alternativas
Q3546363 Português
Leia o texto para responder à questão.


Omelete


Pior foi Jacinta, que perdeu o marido para uma omelete. Quando alguém — desinformado ou desalmado — perguntava perto da Jacinta se “omelete” era masculino ou feminino, ela respondia “feminino, feminino”. Depois suspirava e dizia: “Eu è que sei”. As amigas tentaram convencer Jacinta de que o Luiz Augusto não merecia um suspiro. O que se poderia dizer de um homem que tinha abandonado a mulher de dez anos de casamento, para não falar em cotas num condomínio horizontal da zona Sul, por uma omelete bem-feita? Mas Jacinta não se conformava. Foi procurar um curso de culinária. Pediu aulas particulares e específicas. Queria aprender a fazer omelete. A professora começou com um histórico da omelete e sua força metafórica. Uma omelete justificava a violência feita aos ovos. Uma omelete... Mas Jacinta não queria saber da história da omelete. Queria aprender a fazer.

— Bem — disse a professora —, a omelete perfeita...

— Eu sei, eu sei — interrompeu Jacinta.

Sabia como era a omelete perfeita. Durante todos os seus anos de casada tinha ouvido a descrição da omelete perfeita. Luiz Augusto não se cansava de repetir que a omelete perfeita devia ser tostada por fora e úmida por dentro. Que seu interior devia se desmanchar, e espalhar-se pelo prato como baba. “Baveuse, entende? Baveuse.

Durante dez anos, Jacinta ouvira críticas à sua omelete. Quando Luiz Augusto anunciara que encontrara uma mulher que fazia omeletes perfeitas — melhores, inclusive, que as do Caio Ribeiro — e que iria morar com ela, acrescentou: — Você não pode dizer que não lhe dei todas as chances, Cintinha.

Jacinta sabia a teoria da omelete perfeita. Queria a prática. Precisava aprender. O curso intensivo durou duas semanas. No fim do curso, a professora recomendou que Jacinta comprasse uma frigideira especial, de ferro, para garantir a omelete perfeita. Não havia como errar. Jacinta telefonou para a casa de Beatriz e pediu para falar com Luiz Augusto.

— Precisamos conversar.

— Está bem.

— Aqui.

— Certo.

— Outra coisa.

— O quê?

— Não coma nada antes. 

Quando Luiz Augusto chegou, Jacinta não disse uma palavra. Apontou para a mesa, onde estava posto um lugar. Luiz Augusto sentou-se. Jacinta desapareceu na cozinha. Reapareceu quinze minutos depois com uma omelete dentro de uma frigideira nova. Serviu a omelete e ficou esperando, de pé, enquanto Luiz Augusto dava a primeira garfada. Luiz Augusto disse: — Você chama isto de baveuse?

— Não — disse Jacinta —, eu chamo isto de baveuse.

E acertou com a frigideira a cabeça de Luiz Augusto, que caiu morto com a cara na omelete.


VERISSIMO, L. F. (Adaptado). Verissimo antológico — meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
Das associações sobre as personagens propostas nas alternativas a seguir, aquela que pode ser depreendida corretamente do texto é: 
Alternativas
Q3546362 Português
Leia o texto para responder à questão.


Omelete


Pior foi Jacinta, que perdeu o marido para uma omelete. Quando alguém — desinformado ou desalmado — perguntava perto da Jacinta se “omelete” era masculino ou feminino, ela respondia “feminino, feminino”. Depois suspirava e dizia: “Eu è que sei”. As amigas tentaram convencer Jacinta de que o Luiz Augusto não merecia um suspiro. O que se poderia dizer de um homem que tinha abandonado a mulher de dez anos de casamento, para não falar em cotas num condomínio horizontal da zona Sul, por uma omelete bem-feita? Mas Jacinta não se conformava. Foi procurar um curso de culinária. Pediu aulas particulares e específicas. Queria aprender a fazer omelete. A professora começou com um histórico da omelete e sua força metafórica. Uma omelete justificava a violência feita aos ovos. Uma omelete... Mas Jacinta não queria saber da história da omelete. Queria aprender a fazer.

— Bem — disse a professora —, a omelete perfeita...

— Eu sei, eu sei — interrompeu Jacinta.

Sabia como era a omelete perfeita. Durante todos os seus anos de casada tinha ouvido a descrição da omelete perfeita. Luiz Augusto não se cansava de repetir que a omelete perfeita devia ser tostada por fora e úmida por dentro. Que seu interior devia se desmanchar, e espalhar-se pelo prato como baba. “Baveuse, entende? Baveuse.

Durante dez anos, Jacinta ouvira críticas à sua omelete. Quando Luiz Augusto anunciara que encontrara uma mulher que fazia omeletes perfeitas — melhores, inclusive, que as do Caio Ribeiro — e que iria morar com ela, acrescentou: — Você não pode dizer que não lhe dei todas as chances, Cintinha.

Jacinta sabia a teoria da omelete perfeita. Queria a prática. Precisava aprender. O curso intensivo durou duas semanas. No fim do curso, a professora recomendou que Jacinta comprasse uma frigideira especial, de ferro, para garantir a omelete perfeita. Não havia como errar. Jacinta telefonou para a casa de Beatriz e pediu para falar com Luiz Augusto.

— Precisamos conversar.

— Está bem.

— Aqui.

— Certo.

— Outra coisa.

— O quê?

— Não coma nada antes. 

Quando Luiz Augusto chegou, Jacinta não disse uma palavra. Apontou para a mesa, onde estava posto um lugar. Luiz Augusto sentou-se. Jacinta desapareceu na cozinha. Reapareceu quinze minutos depois com uma omelete dentro de uma frigideira nova. Serviu a omelete e ficou esperando, de pé, enquanto Luiz Augusto dava a primeira garfada. Luiz Augusto disse: — Você chama isto de baveuse?

— Não — disse Jacinta —, eu chamo isto de baveuse.

E acertou com a frigideira a cabeça de Luiz Augusto, que caiu morto com a cara na omelete.


VERISSIMO, L. F. (Adaptado). Verissimo antológico — meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
O pronome demonstrativo em “— Não — disse Jacinta —, eu chamo isto de baveuse.” funciona como um recurso de coesão textual de:
Alternativas
Respostas
801: B
802: E
803: A
804: D
805: E
806: E
807: A
808: C
809: D
810: B
811: E
812: B
813: E
814: A
815: C
816: C
817: D
818: C
819: A
820: B