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Com base no caso clínico apresentado, julgue o item a seguir.
A estatura da paciente a predispõe a um maior risco de dissecção aórtica aguda e ruptura.
Com base no caso clínico apresentado, julgue o item a seguir.
A taxa média de expansão desse aneurisma foi superior ao esperado.

Para esse paciente, está indicado o uso do AAS e da heparina de baixo peso molecular 1 mg/kg a cada doze horas, adicionando-se o segundo antiplaquetário na sala de hemodinâmica.

Os valores do D-dímero são suficientes para confirmar o diagnóstico.

Recomenda-se prontamente o uso do nitroprussiato de sódio para o paciente.

A pressão arterial do paciente deve ser reduzida em 20% a 25% da pressão arterial média.
No tratamento da pericardite aguda, recomenda-se a interrupção dos anti-inflamatórios não hormonais assim que o paciente se torna assintomático, com vistas à redução dos efeitos colaterais gástricos.
A depressão do segmento PR é um achado comum no eletrocardiograma da pericardite aguda.
A dor torácica na pericardite aguda é constritiva e melhora quando o paciente se deita.
Em pacientes com pericardite constritiva que desenvolvem fibrilação atrial com resposta ventricular rápida, o betabloqueador é o medicamento de escolha para o controle da frequência cardíaca.
Na pericardite constritiva pura, sem envolvimento miocárdico, a função contrátil permanece preservada, mesmo que a fração de ejeção possa estar reduzida, devido à redução da pré-carga.
Em pacientes com sarcoidose sistêmica, a revelação, no eletrocardiograma, de bloqueio atrioventricular avançado não é um marcador de sarcoidose miocárdica associada.
O comprometimento cardiovascular pela doença de Fabry torna-se aparente já na primeira década de vida, com desenvolvimento de hipertrofia ventricular acentuada e quadro clínico de insuficiência cardíaca diastólica.
Em portadores de cardiomiopatia restritiva por amiloidose do tipo AL, o exame físico pode revelar pressão venosa jugular marcadamente elevada, e frequentemente há presença do sinal de Kussmaul.
Ao contrário da cardiomiopatia restritiva idiopática, a cardiomiopatia restritiva por amiloidose associa-se ao aumento da espessura da parede muscular do ventrículo esquerdo e a alterações leves na sua função sistólica em fase inicial.
Em caso de doença valvar avançada na síndrome carcinoide com envolvimento cardíaco, não se recomenda cirurgia, exceto quando houver disfunção cardíaca direita significativa.
Após o período neonatal, a maioria dos pacientes com coarctação aórtica isolada apresenta sintomas variados, sendo a insuficiência cardíaca uma manifestação comum.
Uma comunicação interventricular restritiva causa alterações hemodinâmicas significativas e não se fecha espontaneamente.
Até o momento, muitos dos princípios básicos que associam o forame oval patente aos mecanismos de implicação do acidente vascular cerebral criptogênico, apesar de parecerem plausíveis, não foram comprovados.
Em portadores de persistência do canal arterial com síndrome de Eisenmenger associada, torna-se difícil visualizar a comunicação por meio de ecocardiografia, sendo o estudo com microbolhas uma alternativa que auxilia no diagnóstico.