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I. O estilo laissez-faire possui ênfase exclusiva sobre os funcionários.
II. No estilo democrático, as diretrizes são debatidas e decididas pelo grupo com mínima participação do líder.
III. No estilo autocrático, o líder determina as providências para a execução das tarefas.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):
I. A identificação do agrupamento de indivíduos em setores e dos setores na organização como um todo, são um aspecto de interação organizacional.
II. A determinação das relações formais de subordinação como os níveis hierárquicos e a amplitude da gerência são um referencial estrutural de uma organização.
III. O projeto de sistemas para assegurar comunicação eficaz, coordenação e integração de esforços entre departamentos é um aspecto de hierarquia vertical nas organizações.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):
I. A gestão da qualidade pode ser encarada como melhoria contínua.
II. A gestão da qualidade pode ser encarada como um conjunto de métodos.
III. A gestão da qualidade pode ser encarada como uma filosofia.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):
I. Os juros são despesas de capital.
II. Os investimentos são despesas de capital.
III. Os gastos com pessoa são despesas correntes.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):
Há dessas reminiscências que não descansam antes que a pena ou a língua as publique. Um antigo dizia arrenegar
de conviva que tem boa memória. A vida é cheia de tais convivas, e eu sou acaso um deles, conquanto a prova de ter a
memória fraca seja exatamente não me acudir agora o nome de tal antigo; mas era um antigo, e basta.
Não, não, a minha memória não é boa. Ao contrário, é comparável a alguém que tivesse vivido por hospedarias, sem
guardar delas nem caras nem nomes, e somente raras circunstâncias. A quem passe a vida na mesma casa de família,
com os seus eternos móveis e costumes, pessoas e afeições, é que se lhe grava tudo pela continuidade e repetição.
Como eu invejo os que não esqueceram a cor das primeiras calças que vestiram! Eu não atino com a das que enfiei
ontem. Juro só que não eram amarelas porque execro essa cor; mas isso mesmo pode ser olvido e confusão.
E antes seja olvido que confusão; explico-me. Nada se emenda bem nos livros confusos, mas tudo se pode meter
nos livros omissos. Eu, quando leio algum desta outra casta, não me aflijo nunca. O que faço, em chegando ao fim, é
cerrar os olhos e evocar todas as coisas que não achei nele. Quantas ideias finas me acodem então! Que de reflexões
profundas! Os rios, as montanhas, as igrejas que não vi nas folhas lidas, todos me aparecem agora com as suas águas,
as suas árvores, os seus altares, e os generais sacam das espadas que tinham ficado na bainha, e os clarins soltam as
notas que dormiam no metal, e tudo marcha com uma alma imprevista.
É que tudo se acha fora de um livro falho, leitor amigo. Assim preencho as lacunas alheias; assim podes também
preencher as minhas.
(Assis, de Machado. Dom Casmurro – Editora Scipione – 1994 – pág. 65)