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Análise genética propõe novo rosto para Luzia: ela não era negra
Evidências associam o crânio do Museu Nacional à Cultura Clóvis, da pré-história dos EUA – e cravam que os traços do povo de Lagoa Santa (MG) eram mais próximos dos indígenas atuais.
Guilherme Eler

Disponível em https://super.abril.com.br/historia/analise-genetica-propoe-novo-rosto-para-luzia-ela-nao-era-negra/
Acessado em 10/11/2018 – Texto adaptado
( ) Ajuda os estudantes que enfrentam dificuldades. ( ) Ajuda alunos com diferentes habilidades a se superarem. ( ) Cria condições para que os alunos pausem e rebobinem o professor. ( ) Diminui a interação professor-aluno.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Evidências associam o crânio do Museu Nacional à Cultura Clóvis, da pré-história dos EUA – e cravam que os traços do povo de Lagoa Santa (MG) eram mais próximos dos indígenas atuais.
Guilherme Eler
Na última atualização feita à imprensa sobre o estado do crânio de Luzia, pesquisadores já haviam resgatado 80% da peça dos escombros do Museu Nacional do Rio de Janeiro. (...)
A representação original do boneco de Luzia perdeu-se no fogo, mas, ainda que tivesse sobrevivido, acabaria tendo que ser substituída. Uma dupla de estudos publicados nas revistas científicas Cell e Science reuniu novos argumentos para defender a tese de que a representação não corresponde de fato à forma como ela deveria ser retratada.
Quando estudava o crânio de Luzia ao final da década de 1980, o antropólogo e ex-professor da USP (Universidade de São Paulo) Walter Neves formulou uma hipótese sobre a origem da dona da ossada. Segundo Neves, as características de seu crânio eram diferentes das dos povos indígenas atuais, o que sinalizaria que Luzia pertenceu a um grupo de humanos que chegou à América, também pelo estreito Bering, antes do grupo que deu origem aos indígenas da época de Cabral. Nesse caso, a aparência de Luzia seria mais próxima da dos africanos negros. Por isso, o antropólogo forense britânico Richard Neave, em 1996, reconstruiu sua face imaginando-a negra.
O que os novos estudos argumentam, porém, é que todos os indígenas que já perambularam pelas Américas descendem de uma única população humana. Natural do leste asiático, esse grupo ancestral teria chegado ao continente cerca de 20 mil anos atrás. Ou seja: não houve nenhuma migração anterior a que Luzia pudesse pertencer. Ela era uma indígena comum.
O que aconteceu de verdade foi um pouco mais complicado: a onda que povoou a América se dividiu dentro do próprio continente. Onde hoje estão os EUA, um grupo que ficou conhecido como “Cultura Clóvis” prosperou e avançou em direção ao sul. Quando chegou por aqui, deu origem a populações como a de Lagoa Santa (MG) – à qual pertence Luzia. Luzia, então, é “neta” de Clóvis.
Essa relação entre os primeiros americanos do norte e os primeiros do sul ficou clara pela análise de DNA de fósseis. Um esqueleto de 10 mil anos, encontrado em uma caverna do estado de Nevada, nos EUA, foi comparado com ossos da mesma idade naturais de Lagoa Santa. Mesmo distantes mais de 10 mil quilômetros, eram muito parecidos geneticamente. (...)
Depois de alguns de milhares de anos, uma nova onda migratória, distinta da Cultura Clóvis, desceu para a América do Sul e tomou conta de tudo. A população a que pertencia Luzia sumiu, assim como os Clóvis do norte, que são verificados pela última vez há 9 mil anos. Foram duas ondas, de fato, mas ambas originadas de uma só migração que entrou pelo Estreito de Bering. O que contraria a hipótese de Neves.
O processo que permitiu tais conclusões envolveu a participação de uma equipe internacional de 72 pesquisadores. Deles, 17 são brasileiros. Os autores se basearam na análise do genoma de 49 fósseis, achados em 15 sítios arqueológicos do Brasil, Argentina, Belize, Chile e Peru.
“Por mais acostumados que estejamos com a tradicional reconstrução facial de Luzia, com traços fortemente africanos, essa nova imagem reflete de forma muito mais precisa a fisionomia dos primeiros habitantes do Brasil, apresentando traços generalizados e indistintos a partir dos quais, ao longo dos milhares de anos, a grande diversidade ameríndia se estabeleceu”, explicou André Strauss, arqueólogo do Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE), da USP em entrevista à BBC Brasil. (...)
Disponível em https://super.abril.com.br/historia/analise-genetica-propoe-novo-rosto-para-luzia-ela-nao-era-negra/ Acessado em 10/11/2018 – Texto adaptado
De acordo com o texto, os novos estudos indicam que
A construção de Projetos nas escolas se remete ao planejamento que se tem intenção de fazer, de realizar. É uma forma de antever um futuro diferente do presente. Gadotti (1994, p.579) afirma que “todo projeto supõe rupturas com o presente e promessas para o futuro. Projetar significa tentar quebrar um estado confortável para arriscar-se, atravessar um período de instabilidade e buscar nova estabilidade em função da promessa que cada projeto contém de estado melhor do que o presente. Um projeto educativo pode ser tomado como promessa frente a determinadas rupturas. As promessas tornam visíveis os campos de ação possível, comprometendo seus atores e autores.”
Nessa perspectiva, o Projeto Político-Pedagógico vai além de um simples agrupamento de planos de ensino e de diversas atividades.
Ele é construído e vivenciado em todos os momentos, por todos os envolvidos com o processo educativo da escola.
Diante do exposto, pode-se afirmar que o Projeto Político-Pedagógico é:
Relacione adequadamente cada hortaliça ao seu respectivo nome científico.
I – Abóbora
II – Cebola
III – Abobrinha
IV – Maxixe
V – Cebolinha
VI – Pepino
( ) Cucumis anguria
( ) Cucumis sativus
( ) Allium schoenoprasum
( ) Allium cepa
( ) Cucurbita moschata
( ) Cucurbita pepo
Os testes de comparações de médias possibilitam a verificação de quais os melhores (ou piores) tratamentos que foram testados em um determinado experimento. Sobre os testes de comparações de médias analise as afirmações abaixo:
I – O teste t de Student serve para testar médias de dois tratamentos ou médias de dois grupos de tratamentos (caso em que o contraste tem apenas uma média envolvida);
II – O teste de Tukey serve para testar qualquer contraste entre duas médias de tratamentos; o teste é exato quando as duas médias do contraste têm mesmo número de repetições;
III – O teste de Duncan exige que as médias sejam colocadas em ordem crescente de valores e que todas as médias possuam o mesmo número de repetições para ser exato.
Após a análise, pode-se afirmar que está (ão) correta (s):
Considerando a importância da adubação no desenvolvimento das culturas, analise as afirmações abaixo sobre os macronutrientes:
I – O nitrogênio (N) é absorvido e exportado em grandes quantidades nas colheitas;
II – A correção da acidez é uma prática que contribui para aumentar a disponibilidade do fósforo (P) no solo e a eficiência dos fertilizantes fosfatados;
III – Apesar de as plantas conseguirem absorver potássio (K) das camadas mais profundas, a avaliação da disponibilidade, para fins de recomendações de adubação potássica, é feita apenas na cama arável;
IV – A absorção de nitrogênio (N) ocorre principalmente na forma de nitrato (NO3 - ) ou de amônio (NH4 + ), sendo a segunda forma a mais frequente;
V – A resposta à adubação fosfatada depende, dentre outros fatores, da disponibilidade de fósforo (P) no solo, da disponibilidade de outros nutrientes, da espécie e variedade vegetal cultivada e das condições climáticas.
Após a análise, pode-se afirmar que está (ão) correta (s):
A dispersão ou variação refere-se ao grau com que os dados tendem a se afastar de um valor central. Sobre as medidas de dispersão relacione adequadamente cada medida ao seu conceito/definição.
I – Variância
II – Desvio padrão
III – Coeficiente de variação
IV – Erro padrão da média
( ) é a raiz quadrada de uma das medidas de dispersão, tomada como valor positivo
( ) dá uma ideia da precisão com que foi estimada a média da amostra
( ) é a média dos quadrados dos desvios em relação à média aritmética
( ) relaciona uma das medidas de dispersão em termos de porcentagem da média aritmética
A sequência correta, de cima para baixo, é:
A irrigação é destacadamente uma das práticas culturais mais importantes para o sucesso da horticultura. Nas hortaliças, existem determinadas fases de desenvolvimento onde a deficiência de água ocasiona redução da produtividade maior do que em outras. Relacione adequadamente cada hortaliça com o seu período crítico à deficiência de água.
I – Alface
II – Alho
III – Beterraba
IV – Couve
V – Tomate
( ) Todo o ciclo
( ) Durante os primeiros 60 dias
( ) Floração e desenvolvimento de fruto
( ) Expansão da cabeça
( ) Desenvolvimento do bulbo
A sequência correta, de cima para baixo, é:
O delineamento em blocos casualizados se constitui no mais utilizado de todos os delineamentos experimentais. Analise as afirmações abaixo referentes às principais características deste delineamento:
I – As parcelas são distribuídas em grupos ou blocos (princípio da repetição), de tal forma que elas sejam o mais uniformes possível, dentro de cada bloco;
II – O número de parcelas por bloco deve ser um múltiplo do número de tratamentos;
III – Os tratamentos são designados às parcelas de forma casual, sendo essa casualização feita dentro de cada bloco.
Após a análise, pode-se afirmar que está (ão) correta (s):
O estudo dos sintomas das doenças que acometem as culturas é denominado de sintomatologia, apresentando grande utilidade na diagnose destas doenças. Analise as afirmações abaixo referentes aos principais sintomas do crestamento bacteriano comum, no feijoeiro:
I – Nas folhas, inicia-se por pequenas manchas úmidas na face inferior, as quais aumentam de tamanho e coalescem, formando externas áreas pardas, necrosadas;
II – Geralmente, na confluência das áreas necrosadas com os tecidos sadios, apresentam um estreito halo amarelado;
III – Nas hastes, as manchas são avermelhadas, compridas, estendendo-se ao longo das mesmas;
IV – Sob condições de alta umidade, o patógeno pode produzir, nas lesões, um exudato de cor amarelada.
Após a análise, pode-se afirmar que está (ão) correta (s):