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Q3576507 Enfermagem
Como o sistema imunológico das crianças está em processo de amadurecimento e ainda não sabe lidar com vírus e bactérias com eficiência total, é comum que o organismo seja atacado por doenças infantis. Para prevenir a otite externa, deve-se adotar o seguinte cuidado: 
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Q3576506 Noções de Primeiros Socorros
A montagem do kit de primeiros socorros deverá ser realizada de acordo com a finalidade para a qual se destina e precisa sempre estar completa e em local acessível. Para picadas de insetos por exemplo, deve ser utilizada: 
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Q3576505 Pedagogia
De acordo com o Referencial Curricular Nacional para Educação Infantil, o tempo didático pode ser organizado em determinadas modalidades e projetos de trabalho. O conjunto de atividades que exploram os conhecimentos específicos construídos a partir de um dos eixos que se organizam, refere-se: 
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Q3576504 Pedagogia
Desde o início de seu desenvolvimento, a criança requer uma gama ampla de condições, contatos e estímulos, por parte do ambiente que a cerca. Crianças entre 1 e 3 anos necessitam:
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Q3576503 Pedagogia
Além das diferenças relacionadas às idades, a creche e a pré-escola têm também objetivos distintos, apesar de ambas trabalharem atividades lúdicas na rotina das crianças. É uma característica da creche:
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Q3576502 Pedagogia
As práticas pedagógicas que compõem a proposta curricular da Educação Infantil devem ter como eixos norteadores as: 
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Q3576501 Pedagogia
De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil, é obrigatória a matrícula na Educação Infantil de crianças que:
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Q3576500 Pedagogia
No que diz respeito às diretrizes da Política Nacional de Educação Infantil, assinale a alternativa incorreta:
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Q3576139 História
O voto feminino no Brasil foi instituído oficialmente por qual Presidente da República?
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Q3576138 História e Geografia de Estados e Municípios
O que ocorreu em 1953? 
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Q3576137 História
Navegante português que explorou a costa das atuais regiões Nordeste e Norte do Brasil, em 1498, por incumbência do Rei de Portugal, Dom Manuel 1º, antes de Pedro Álvares Cabral: 
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Q3576136 História e Geografia de Estados e Municípios
Foram grandes obras realizadas durante o Regime Civil-Militar, EXCETO: 
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Q3576135 História
Estados que comandavam o Brasil durante a Política Café com Leite:
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Q3576134 Matemática

Um grupo de estudantes planeja uma viagem de carro que tem um consumo médio de 12 km/l. Se a distância total da viagem é de - 20 - 5 ( - 100 - 44) + 26 quilômetros, quantos litros de combustível serão necessários para realizar a viagem ida e volta?

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Q3576133 Matemática

Se uma pessoa começa a poupar R$100 no primeiro mês e poupa uma vez e meia a cada mês seguinte, qual será aproximadamente total poupado ao final de dois trimestres meses? 

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Q3576132 Matemática Financeira

Ao financiar um carro de R$30.000,00, um comprador opta por um plano que aplica uma taxa de juros compostos de 14,4% ao ano. Se o financiamento é feito em 24 meses, qual será o valor pago a mais pelo carro ao final do plano? 

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Q3576131 Matemática

Um jardineiro planeja criar um canteiro de flores circular com um diâmetro de 6 metros. Quantos sacos de terra, cada um cobrindo 0,5 metros quadrados, são necessários para cobrir completamente o canteiro? (Considere π = 3,1 )

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Q3576130 Matemática
Um nutricionista informa que, de todas as calorias consumidas durante o dia, 30% devem vir de proteínas. Se uma pessoa consome 750 calorias de proteína por dia, qual é a soma dos algarismos do total de calorias que ela deve consumir durante o dia? 
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Q3576129 Português

Ciência cidadã no combate à dengue


O combate ao mosquito transmissor é capaz de controlar a proliferação da doença


Soraya Smaili, Pedro Arantes e Maria Angélica Minhoto | 1º mar 2024



    A ciência nos trouxe evidências, há mais de cem anos, sobre o vírus que causa a dengue. É inacreditável que o conheçamos há tanto tempo, assim como sua forma de transmissão, e ainda estejamos tão longe de controlá-lo. Ao contrário, a informação que temos é de que, ano após ano, o número de casos vem aumentando. Em 2024, a doença se disseminou mais cedo no Brasil e já se espalhou por vários países da América do Sul.


    Mudanças climáticas, falta de políticas de combate e baixo apoio ao SUS marcaram fortemente esse cenário nos últimos anos. Já vão longe os dias em que a cidade de São Paulo e outros municípios contavam com os agentes de saúde caçadores de mosquitos, que tinham como papel fundamental orientar a população e mostrar como combater o vetor da doença. Hoje temos fortes mudanças climáticas, quatro variantes conhecidas, um sistema de saúde sobrecarregado e pouca disposição dos diversos governos municipais em se engajar neste combate. Sabemos como é causada a dengue e também como tratá-la (graças ao conhecimento científico), mas, apesar disso, há um alastramento da doença.


    O vírus da dengue chegou ao Brasil no século 19. Poucas pessoas sabem que, naquela época, o Brasil já tinha pesquisadores sobre o tema. E, sob responsabilidade do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), anterior à Fundação Oswaldo Cruz, o trabalho pioneiro do virologista Hermann Schatzmayr mostrou um enorme resultado: o isolamento do vírus transmissor da dengue. Mais tarde, três variantes foram detectadas: DENV-2, DENV-3 e DENV-4. A ciência também descobriu a forma de transmissão do vírus por meio de um mosquito, o Aedes aegypti. Do momento do seu isolamento até agora, o Brasil passou por algumas epidemias, apesar da primeira ter sido documentada em 1982. Está mais do que claro que o vírus está entre nós há bastante tempo e que as mudanças climáticas, o aquecimento global e as chuvas constantes têm favorecido a proliferação do vírus.


    As vacinas contra a dengue ainda não estão disponíveis para todos e todas, pois foram produzidas recentemente. Somente depois dos estudos clínicos de eficácia e de segurança, foi possível aprovar o seu uso de forma generalizada. Porém, o laboratório que a produz não tem capacidade para distribuir o volume necessário para atender às demandas brasileiras. Por outro lado, a tarefa está voltada para nós mesmos, pois, mesmo que tivéssemos vacinas suficientes para toda a população, o benefício talvez não gerasse a imunização a tempo.


    Diante disso, só nos restam duas opções: 1) combater o mosquito e 2) reconhecer e tratar as pessoas acometidas pela doença. O combate ao mosquito transmissor é efetivo, já que ele é o responsável pela transmissão do vírus e, ao combatê-lo, é possível controlar a proliferação. Essa medida é urgente, pois, nesta semana, ultrapassamos a marca de mais de um milhão de casos de dengue registrados. Certamente esse número é maior, pois muitos deles não foram contabilizados e ficarão de fora dos dados oficiais.


    Contar com políticas públicas efetivas, governantes engajados, fortalecimento e apoio ao SUS para o atendimento do alto número de casos, bem como realizar as campanhas de conscientização e envolver toda a população fazem parte do conjunto de ações que permitirá solucionar o problema.


    Por isso, é tão importante e necessária a campanha que está sendo lançada pelo Ministério da Saúde e que se inicia no dia 2 de março. A campanha deste ano envolverá diversas iniciativas, inclusive em escolas e em setores diversos ao da Educação. É preciso agir para eliminar o vetor, já que 75% dos focos dos mosquitos estão nos domicílios. Portanto, todos podem agir, espalhando e trabalhando em prol da ciência cidadã. Com a participação da população e seguindo as diretrizes das campanhas de conscientização, é possível atuar para minimizar os danos e para salvar vidas.


    Essas são medidas fundamentais para encaminhar soluções imediatas para resolver o problema. Enquanto não contamos com as medidas de controle do aquecimento global e das fortes chuvas, teremos que buscar alternativas através da participação e da conscientização para a ciência - e o que de melhor pode vir dela - para esclarecer e transformar a realidade.



SMAILI, Soraya; ARANTES, Pedro; MINHOTO, Maria Angélica. Ciência cidadã no combate à dengue. Folha de São Paulo, 1º de março de 2024. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/blogs/sou-ciencia/2024/03/ciencia-cidada-no-combate-adengue.shtml. Acesso em: 01 mar. 2024. Adaptado.

Qual é a função dos dois-pontos no trecho “Diante disso, só nos restam duas opções: 1) combater o mosquito e 2) reconhecer e tratar as pessoas acometidas pela doença.”?  
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Q3576128 Português

Ciência cidadã no combate à dengue


O combate ao mosquito transmissor é capaz de controlar a proliferação da doença


Soraya Smaili, Pedro Arantes e Maria Angélica Minhoto | 1º mar 2024



    A ciência nos trouxe evidências, há mais de cem anos, sobre o vírus que causa a dengue. É inacreditável que o conheçamos há tanto tempo, assim como sua forma de transmissão, e ainda estejamos tão longe de controlá-lo. Ao contrário, a informação que temos é de que, ano após ano, o número de casos vem aumentando. Em 2024, a doença se disseminou mais cedo no Brasil e já se espalhou por vários países da América do Sul.


    Mudanças climáticas, falta de políticas de combate e baixo apoio ao SUS marcaram fortemente esse cenário nos últimos anos. Já vão longe os dias em que a cidade de São Paulo e outros municípios contavam com os agentes de saúde caçadores de mosquitos, que tinham como papel fundamental orientar a população e mostrar como combater o vetor da doença. Hoje temos fortes mudanças climáticas, quatro variantes conhecidas, um sistema de saúde sobrecarregado e pouca disposição dos diversos governos municipais em se engajar neste combate. Sabemos como é causada a dengue e também como tratá-la (graças ao conhecimento científico), mas, apesar disso, há um alastramento da doença.


    O vírus da dengue chegou ao Brasil no século 19. Poucas pessoas sabem que, naquela época, o Brasil já tinha pesquisadores sobre o tema. E, sob responsabilidade do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), anterior à Fundação Oswaldo Cruz, o trabalho pioneiro do virologista Hermann Schatzmayr mostrou um enorme resultado: o isolamento do vírus transmissor da dengue. Mais tarde, três variantes foram detectadas: DENV-2, DENV-3 e DENV-4. A ciência também descobriu a forma de transmissão do vírus por meio de um mosquito, o Aedes aegypti. Do momento do seu isolamento até agora, o Brasil passou por algumas epidemias, apesar da primeira ter sido documentada em 1982. Está mais do que claro que o vírus está entre nós há bastante tempo e que as mudanças climáticas, o aquecimento global e as chuvas constantes têm favorecido a proliferação do vírus.


    As vacinas contra a dengue ainda não estão disponíveis para todos e todas, pois foram produzidas recentemente. Somente depois dos estudos clínicos de eficácia e de segurança, foi possível aprovar o seu uso de forma generalizada. Porém, o laboratório que a produz não tem capacidade para distribuir o volume necessário para atender às demandas brasileiras. Por outro lado, a tarefa está voltada para nós mesmos, pois, mesmo que tivéssemos vacinas suficientes para toda a população, o benefício talvez não gerasse a imunização a tempo.


    Diante disso, só nos restam duas opções: 1) combater o mosquito e 2) reconhecer e tratar as pessoas acometidas pela doença. O combate ao mosquito transmissor é efetivo, já que ele é o responsável pela transmissão do vírus e, ao combatê-lo, é possível controlar a proliferação. Essa medida é urgente, pois, nesta semana, ultrapassamos a marca de mais de um milhão de casos de dengue registrados. Certamente esse número é maior, pois muitos deles não foram contabilizados e ficarão de fora dos dados oficiais.


    Contar com políticas públicas efetivas, governantes engajados, fortalecimento e apoio ao SUS para o atendimento do alto número de casos, bem como realizar as campanhas de conscientização e envolver toda a população fazem parte do conjunto de ações que permitirá solucionar o problema.


    Por isso, é tão importante e necessária a campanha que está sendo lançada pelo Ministério da Saúde e que se inicia no dia 2 de março. A campanha deste ano envolverá diversas iniciativas, inclusive em escolas e em setores diversos ao da Educação. É preciso agir para eliminar o vetor, já que 75% dos focos dos mosquitos estão nos domicílios. Portanto, todos podem agir, espalhando e trabalhando em prol da ciência cidadã. Com a participação da população e seguindo as diretrizes das campanhas de conscientização, é possível atuar para minimizar os danos e para salvar vidas.


    Essas são medidas fundamentais para encaminhar soluções imediatas para resolver o problema. Enquanto não contamos com as medidas de controle do aquecimento global e das fortes chuvas, teremos que buscar alternativas através da participação e da conscientização para a ciência - e o que de melhor pode vir dela - para esclarecer e transformar a realidade.



SMAILI, Soraya; ARANTES, Pedro; MINHOTO, Maria Angélica. Ciência cidadã no combate à dengue. Folha de São Paulo, 1º de março de 2024. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/blogs/sou-ciencia/2024/03/ciencia-cidada-no-combate-adengue.shtml. Acesso em: 01 mar. 2024. Adaptado.

No sexto parágrafo do artigo, o verbo “permitir” foi conjugado da forma como se encontra empregado, pois concorda com:
Alternativas
Respostas
901: A
902: B
903: C
904: A
905: A
906: B
907: D
908: B
909: C
910: D
911: B
912: A
913: B
914: B
915: D
916: C
917: B
918: B
919: C
920: C