Questões de Concurso Para analista judiciário - área judiciária

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Q1959072 Português
Atenção: Para responder à questão, considere o poema “O que passou passou?” do escritor curitibano Paulo Leminski. 


1     Antigamente, se morria.
       1907, digamos, aquilo sim
       é que era morrer.
       Morria gente todo dia,
       e morria com muito prazer,
       já que todo mundo sabia
       que o Juízo, afinal, viria,
       e todo mundo ia renascer.
       Morria-se praticamente de tudo.

10   De doença, de parto, de tosse.
       E ainda se morria de amor,
       como se o amar morte fosse.
       Pra morrer, bastava um susto,
       um lenço no vento, um suspiro e pronto,
       lá se ia nosso defunto
       para a terra dos pés juntos.
       Dia de anos, casamento, batizado,
       morrer era um tipo de festa,
       uma das coisas da vida,

20    como ser ou não ser convidado.
        O escândalo era de praxe.
        Mas os danos eram pequenos.
        Descansou. Partiu. Deus o tenha.
        Sempre alguém tinha uma frase 
        que deixava aquilo mais ou menos.
        Tinha coisas que matavam na certa.
        Pepino com leite, vento encanado,
        praga de velha e amor mal curado.
        Tinha coisas que tem que morrer,

30    tinha coisas que tem que matar.
        A honra, a terra e o sangue
        mandou muita gente praquele lugar.
        Que mais podia um velho fazer,
        nos idos de 1916,
        a não ser pegar pneumonia,
        deixar tudo para os filhos
        e virar fotografia?
        Ninguém vivia pra sempre.
        Afinal, a vida é um upa.

40    Não deu pra ir mais além.
        Mas ninguém tem culpa.
        Quem mandou não ser devoto
        de Santo Inácio de Acapulco,
        Menino Jesus de Praga?
        O diabo anda solto.
        Aqui se faz, aqui se paga.
        Almoçou e fez a barba,
        tomou banho e foi no vento.
        Não tem o que reclamar.

50    Agora, vamos ao testamento.
        Hoje, a morte está difícil.
        Tem recursos, tem asilos, tem remédios.
        Agora, a morte tem limites.
        E, em caso de necessidade,
        a ciência da eternidade
        inventou a criônica.
        Hoje, sim, pessoal, a vida é crônica. 


(LEMINSKI, Paulo. Toda poesia, 2013)
Considerando a regência verbal recomendada pela norma-padrão da língua portuguesa, verifica-se um desvio em:
Alternativas
Q1959071 Português
Atenção: Para responder à questão, considere o poema “O que passou passou?” do escritor curitibano Paulo Leminski. 


1     Antigamente, se morria.
       1907, digamos, aquilo sim
       é que era morrer.
       Morria gente todo dia,
       e morria com muito prazer,
       já que todo mundo sabia
       que o Juízo, afinal, viria,
       e todo mundo ia renascer.
       Morria-se praticamente de tudo.

10   De doença, de parto, de tosse.
       E ainda se morria de amor,
       como se o amar morte fosse.
       Pra morrer, bastava um susto,
       um lenço no vento, um suspiro e pronto,
       lá se ia nosso defunto
       para a terra dos pés juntos.
       Dia de anos, casamento, batizado,
       morrer era um tipo de festa,
       uma das coisas da vida,

20    como ser ou não ser convidado.
        O escândalo era de praxe.
        Mas os danos eram pequenos.
        Descansou. Partiu. Deus o tenha.
        Sempre alguém tinha uma frase 
        que deixava aquilo mais ou menos.
        Tinha coisas que matavam na certa.
        Pepino com leite, vento encanado,
        praga de velha e amor mal curado.
        Tinha coisas que tem que morrer,

30    tinha coisas que tem que matar.
        A honra, a terra e o sangue
        mandou muita gente praquele lugar.
        Que mais podia um velho fazer,
        nos idos de 1916,
        a não ser pegar pneumonia,
        deixar tudo para os filhos
        e virar fotografia?
        Ninguém vivia pra sempre.
        Afinal, a vida é um upa.

40    Não deu pra ir mais além.
        Mas ninguém tem culpa.
        Quem mandou não ser devoto
        de Santo Inácio de Acapulco,
        Menino Jesus de Praga?
        O diabo anda solto.
        Aqui se faz, aqui se paga.
        Almoçou e fez a barba,
        tomou banho e foi no vento.
        Não tem o que reclamar.

50    Agora, vamos ao testamento.
        Hoje, a morte está difícil.
        Tem recursos, tem asilos, tem remédios.
        Agora, a morte tem limites.
        E, em caso de necessidade,
        a ciência da eternidade
        inventou a criônica.
        Hoje, sim, pessoal, a vida é crônica. 


(LEMINSKI, Paulo. Toda poesia, 2013)
Um vocábulo pode ser formado quando passa de uma classe gramatical a outra, sem a modificação de sua forma. É o que se denomina derivação imprópria. Constitui exemplo de derivação imprópria o termo sublinhado em:
Alternativas
Q1959070 Português
Atenção: Para responder à questão, considere o poema “O que passou passou?” do escritor curitibano Paulo Leminski. 


1     Antigamente, se morria.
       1907, digamos, aquilo sim
       é que era morrer.
       Morria gente todo dia,
       e morria com muito prazer,
       já que todo mundo sabia
       que o Juízo, afinal, viria,
       e todo mundo ia renascer.
       Morria-se praticamente de tudo.

10   De doença, de parto, de tosse.
       E ainda se morria de amor,
       como se o amar morte fosse.
       Pra morrer, bastava um susto,
       um lenço no vento, um suspiro e pronto,
       lá se ia nosso defunto
       para a terra dos pés juntos.
       Dia de anos, casamento, batizado,
       morrer era um tipo de festa,
       uma das coisas da vida,

20    como ser ou não ser convidado.
        O escândalo era de praxe.
        Mas os danos eram pequenos.
        Descansou. Partiu. Deus o tenha.
        Sempre alguém tinha uma frase 
        que deixava aquilo mais ou menos.
        Tinha coisas que matavam na certa.
        Pepino com leite, vento encanado,
        praga de velha e amor mal curado.
        Tinha coisas que tem que morrer,

30    tinha coisas que tem que matar.
        A honra, a terra e o sangue
        mandou muita gente praquele lugar.
        Que mais podia um velho fazer,
        nos idos de 1916,
        a não ser pegar pneumonia,
        deixar tudo para os filhos
        e virar fotografia?
        Ninguém vivia pra sempre.
        Afinal, a vida é um upa.

40    Não deu pra ir mais além.
        Mas ninguém tem culpa.
        Quem mandou não ser devoto
        de Santo Inácio de Acapulco,
        Menino Jesus de Praga?
        O diabo anda solto.
        Aqui se faz, aqui se paga.
        Almoçou e fez a barba,
        tomou banho e foi no vento.
        Não tem o que reclamar.

50    Agora, vamos ao testamento.
        Hoje, a morte está difícil.
        Tem recursos, tem asilos, tem remédios.
        Agora, a morte tem limites.
        E, em caso de necessidade,
        a ciência da eternidade
        inventou a criônica.
        Hoje, sim, pessoal, a vida é crônica. 


(LEMINSKI, Paulo. Toda poesia, 2013)
Expressão expletiva é uma expressão que não exerce função sintática. (Evanildo Bechara. Moderna gramática portuguesa, 2009. Adaptado.)

Verifica-se uma expressão expletiva em:
Alternativas
Q1959069 Português
Atenção: Para responder à questão, considere o poema “O que passou passou?” do escritor curitibano Paulo Leminski. 


1     Antigamente, se morria.
       1907, digamos, aquilo sim
       é que era morrer.
       Morria gente todo dia,
       e morria com muito prazer,
       já que todo mundo sabia
       que o Juízo, afinal, viria,
       e todo mundo ia renascer.
       Morria-se praticamente de tudo.

10   De doença, de parto, de tosse.
       E ainda se morria de amor,
       como se o amar morte fosse.
       Pra morrer, bastava um susto,
       um lenço no vento, um suspiro e pronto,
       lá se ia nosso defunto
       para a terra dos pés juntos.
       Dia de anos, casamento, batizado,
       morrer era um tipo de festa,
       uma das coisas da vida,

20    como ser ou não ser convidado.
        O escândalo era de praxe.
        Mas os danos eram pequenos.
        Descansou. Partiu. Deus o tenha.
        Sempre alguém tinha uma frase 
        que deixava aquilo mais ou menos.
        Tinha coisas que matavam na certa.
        Pepino com leite, vento encanado,
        praga de velha e amor mal curado.
        Tinha coisas que tem que morrer,

30    tinha coisas que tem que matar.
        A honra, a terra e o sangue
        mandou muita gente praquele lugar.
        Que mais podia um velho fazer,
        nos idos de 1916,
        a não ser pegar pneumonia,
        deixar tudo para os filhos
        e virar fotografia?
        Ninguém vivia pra sempre.
        Afinal, a vida é um upa.

40    Não deu pra ir mais além.
        Mas ninguém tem culpa.
        Quem mandou não ser devoto
        de Santo Inácio de Acapulco,
        Menino Jesus de Praga?
        O diabo anda solto.
        Aqui se faz, aqui se paga.
        Almoçou e fez a barba,
        tomou banho e foi no vento.
        Não tem o que reclamar.

50    Agora, vamos ao testamento.
        Hoje, a morte está difícil.
        Tem recursos, tem asilos, tem remédios.
        Agora, a morte tem limites.
        E, em caso de necessidade,
        a ciência da eternidade
        inventou a criônica.
        Hoje, sim, pessoal, a vida é crônica. 


(LEMINSKI, Paulo. Toda poesia, 2013)
O trecho sublinhado expressa um desejo em:
Alternativas
Q1959068 Português
Atenção: Para responder à questão, considere o poema “O que passou passou?” do escritor curitibano Paulo Leminski. 


1     Antigamente, se morria.
       1907, digamos, aquilo sim
       é que era morrer.
       Morria gente todo dia,
       e morria com muito prazer,
       já que todo mundo sabia
       que o Juízo, afinal, viria,
       e todo mundo ia renascer.
       Morria-se praticamente de tudo.

10   De doença, de parto, de tosse.
       E ainda se morria de amor,
       como se o amar morte fosse.
       Pra morrer, bastava um susto,
       um lenço no vento, um suspiro e pronto,
       lá se ia nosso defunto
       para a terra dos pés juntos.
       Dia de anos, casamento, batizado,
       morrer era um tipo de festa,
       uma das coisas da vida,

20    como ser ou não ser convidado.
        O escândalo era de praxe.
        Mas os danos eram pequenos.
        Descansou. Partiu. Deus o tenha.
        Sempre alguém tinha uma frase 
        que deixava aquilo mais ou menos.
        Tinha coisas que matavam na certa.
        Pepino com leite, vento encanado,
        praga de velha e amor mal curado.
        Tinha coisas que tem que morrer,

30    tinha coisas que tem que matar.
        A honra, a terra e o sangue
        mandou muita gente praquele lugar.
        Que mais podia um velho fazer,
        nos idos de 1916,
        a não ser pegar pneumonia,
        deixar tudo para os filhos
        e virar fotografia?
        Ninguém vivia pra sempre.
        Afinal, a vida é um upa.

40    Não deu pra ir mais além.
        Mas ninguém tem culpa.
        Quem mandou não ser devoto
        de Santo Inácio de Acapulco,
        Menino Jesus de Praga?
        O diabo anda solto.
        Aqui se faz, aqui se paga.
        Almoçou e fez a barba,
        tomou banho e foi no vento.
        Não tem o que reclamar.

50    Agora, vamos ao testamento.
        Hoje, a morte está difícil.
        Tem recursos, tem asilos, tem remédios.
        Agora, a morte tem limites.
        E, em caso de necessidade,
        a ciência da eternidade
        inventou a criônica.
        Hoje, sim, pessoal, a vida é crônica. 


(LEMINSKI, Paulo. Toda poesia, 2013)

Considere os seguintes trechos:


I. “Descansou. Partiu. Deus o tenha.” (verso 23)

II. “deixar tudo para os filhos / e virar fotografia?” (versos 36 e 37)

III. “Mas ninguém tem culpa.” (verso 41)


Ocorre eufemismo em

Alternativas
Q1959067 Português
Atenção: Para responder à questão, considere o poema “O que passou passou?” do escritor curitibano Paulo Leminski. 


1     Antigamente, se morria.
       1907, digamos, aquilo sim
       é que era morrer.
       Morria gente todo dia,
       e morria com muito prazer,
       já que todo mundo sabia
       que o Juízo, afinal, viria,
       e todo mundo ia renascer.
       Morria-se praticamente de tudo.

10   De doença, de parto, de tosse.
       E ainda se morria de amor,
       como se o amar morte fosse.
       Pra morrer, bastava um susto,
       um lenço no vento, um suspiro e pronto,
       lá se ia nosso defunto
       para a terra dos pés juntos.
       Dia de anos, casamento, batizado,
       morrer era um tipo de festa,
       uma das coisas da vida,

20    como ser ou não ser convidado.
        O escândalo era de praxe.
        Mas os danos eram pequenos.
        Descansou. Partiu. Deus o tenha.
        Sempre alguém tinha uma frase 
        que deixava aquilo mais ou menos.
        Tinha coisas que matavam na certa.
        Pepino com leite, vento encanado,
        praga de velha e amor mal curado.
        Tinha coisas que tem que morrer,

30    tinha coisas que tem que matar.
        A honra, a terra e o sangue
        mandou muita gente praquele lugar.
        Que mais podia um velho fazer,
        nos idos de 1916,
        a não ser pegar pneumonia,
        deixar tudo para os filhos
        e virar fotografia?
        Ninguém vivia pra sempre.
        Afinal, a vida é um upa.

40    Não deu pra ir mais além.
        Mas ninguém tem culpa.
        Quem mandou não ser devoto
        de Santo Inácio de Acapulco,
        Menino Jesus de Praga?
        O diabo anda solto.
        Aqui se faz, aqui se paga.
        Almoçou e fez a barba,
        tomou banho e foi no vento.
        Não tem o que reclamar.

50    Agora, vamos ao testamento.
        Hoje, a morte está difícil.
        Tem recursos, tem asilos, tem remédios.
        Agora, a morte tem limites.
        E, em caso de necessidade,
        a ciência da eternidade
        inventou a criônica.
        Hoje, sim, pessoal, a vida é crônica. 


(LEMINSKI, Paulo. Toda poesia, 2013)

“Agora, a morte tem limites.” (verso 53)


Implícito a esse verso está a ideia de que, antes, a morte mostrava-se

Alternativas
Q1959066 Português
Atenção: Para responder à questão, considere o poema “O que passou passou?” do escritor curitibano Paulo Leminski. 


1     Antigamente, se morria.
       1907, digamos, aquilo sim
       é que era morrer.
       Morria gente todo dia,
       e morria com muito prazer,
       já que todo mundo sabia
       que o Juízo, afinal, viria,
       e todo mundo ia renascer.
       Morria-se praticamente de tudo.

10   De doença, de parto, de tosse.
       E ainda se morria de amor,
       como se o amar morte fosse.
       Pra morrer, bastava um susto,
       um lenço no vento, um suspiro e pronto,
       lá se ia nosso defunto
       para a terra dos pés juntos.
       Dia de anos, casamento, batizado,
       morrer era um tipo de festa,
       uma das coisas da vida,

20    como ser ou não ser convidado.
        O escândalo era de praxe.
        Mas os danos eram pequenos.
        Descansou. Partiu. Deus o tenha.
        Sempre alguém tinha uma frase 
        que deixava aquilo mais ou menos.
        Tinha coisas que matavam na certa.
        Pepino com leite, vento encanado,
        praga de velha e amor mal curado.
        Tinha coisas que tem que morrer,

30    tinha coisas que tem que matar.
        A honra, a terra e o sangue
        mandou muita gente praquele lugar.
        Que mais podia um velho fazer,
        nos idos de 1916,
        a não ser pegar pneumonia,
        deixar tudo para os filhos
        e virar fotografia?
        Ninguém vivia pra sempre.
        Afinal, a vida é um upa.

40    Não deu pra ir mais além.
        Mas ninguém tem culpa.
        Quem mandou não ser devoto
        de Santo Inácio de Acapulco,
        Menino Jesus de Praga?
        O diabo anda solto.
        Aqui se faz, aqui se paga.
        Almoçou e fez a barba,
        tomou banho e foi no vento.
        Não tem o que reclamar.

50    Agora, vamos ao testamento.
        Hoje, a morte está difícil.
        Tem recursos, tem asilos, tem remédios.
        Agora, a morte tem limites.
        E, em caso de necessidade,
        a ciência da eternidade
        inventou a criônica.
        Hoje, sim, pessoal, a vida é crônica. 


(LEMINSKI, Paulo. Toda poesia, 2013)
O eu lírico manifesta-se explicitamente no poema em:
Alternativas
Q1956932 Direito Administrativo
Com relação aos bens públicos, 
Alternativas
Q1956931 Direito Administrativo
Sobre a organização administrativa do Estado, é correto afirmar:
Alternativas
Q1956930 Direito Administrativo
De acordo com o que estabelece a doutrina, o ordenamento jurídico, e, ainda, o entendimento do Supremo Tribunal Federal e do Superior Tribunal de Justiça, sobre a responsabilidade civil estatal, 
Alternativas
Q1956929 Direito Administrativo
De acordo com o que estabelece a Lei nº 14.133/2021 (nova Lei de Licitações),
Alternativas
Q1956928 Direito Administrativo
Determinado Prefeito Municipal decide desapropriar, por utilidade pública, um terreno de propriedade do Estado, para construir a nova sede da Prefeitura. Diante de tais fatos, 
Alternativas
Q1956927 Direito Processual Civil - Novo Código de Processo Civil - CPC 2015
De acordo com o entendimento do Supremo Tribunal Federal, do Superior Tribunal de Justiça e do Código de Processo Civil, sobre a penhora, é correto afirmar:
Alternativas
Q1956926 Direito Processual Civil - Novo Código de Processo Civil - CPC 2015
De acordo com o que dispõe o Código de Processo Civil,
Alternativas
Q1956925 Direito Processual Civil - Novo Código de Processo Civil - CPC 2015
Determinada associação, constituída há um ano e meio, com a finalidade institucional de defesa do patrimônio artístico, estético, histórico, turístico e paisagístico, deseja propor uma ação civil pública, com o objetivo de impedir que o Poder Público descaracterize uma praça situada no centro de determinado Município, com a instalação de um estacionamento privado para veículos. Diante dessa situação, 
Alternativas
Q1956924 Direito Processual Civil - Novo Código de Processo Civil - CPC 2015
Júnior se envolveu em um acidente de trânsito, vindo a colidir seu veículo contra o automóvel de Gabriel, por não ter atentado para a sinalização de via preferencial na via pública. Gabriel, então, ajuizou, em face de Júnior, ação de indenização por danos materiais, com a intenção de receber os valores devidos para o conserto de seu automóvel. Júnior, ao ser citado, entendeu que a responsabilidade de pagamento era de sua seguradora, diante do contrato que com ela estabeleceu antes do acidente. Nessa situação,
Alternativas
Q1956923 Direito Processual Civil - Novo Código de Processo Civil - CPC 2015
No que se refere às disposições do Código de Processo Civil sobre o Incidente de Desconsideração da Personalidade Jurídica,
Alternativas
Q1956922 Direito do Trabalho
Perseu, após o início da pandemia de Covid-19, passou a prestar serviços ao seu empregador em regime de teletrabalho. Não querendo o empregador mais arcar com os custos do fornecimento de infraestrutura para Perseu trabalhar remotamente, deseja que o empregado retorne para o trabalho presencial. Nessa hipótese, de acordo com previsão da Consolidação das Leis do Trabalho, 
Alternativas
Q1956921 Direito do Trabalho
Sinfrônio é empregado da Panificadora Pão Nosso de Cada Dia e presta horas extras com habitualidade. A sua empregadora pretende criar instrumento de Banco de Horas para ter possibilidade de compensação de horas dos empregados para concessão de descanso em períodos de menor movimento na Panificadora. Nessa hipótese, conforme previsão da Consolidação das Leis do Trabalho, a empresa
Alternativas
Q1956920 Direito do Trabalho
Por força da natureza da sua prestação de serviços de vigilante, Ganimedes trabalha uniformizado. Nessa hipótese, de acordo com o que prevê a Consolidação das Leis do Trabalho, o tempo despendido pelo empregado para a troca de uniforme  
Alternativas
Respostas
2221: D
2222: C
2223: E
2224: E
2225: D
2226: A
2227: B
2228: A
2229: C
2230: D
2231: E
2232: C
2233: A
2234: C
2235: E
2236: B
2237: D
2238: E
2239: D
2240: B