Questões de Concurso
Para técnico em radiologia
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I. Juros simples, com taxa de 11% ao mês.
II. Juros compostos, com taxa de 10% ao mês.
Um servidor gostaria de pedir um empréstimo de R$ 1.000,00 e pagá-lo em uma única parcela, 4 meses depois. Assinale a alternativa que apresenta a diferença do montante a ser pago de acordo com as duas opções de empréstimos.
Pesquisa revela desafios do transporte público no Brasil
Uma pesquisa nacional sobre mobilidade urbana,
realizada em 2024, apontou os principais desafios do
transporte público no Brasil. Entre 2017 e 2024, quase
30% dos entrevistados deixaram de usar esse serviço,
enquanto outros 27% reduziram sua frequência. Entre
os motivos mais citados estão o conforto insuficiente,
a falta de flexibilidade e o tempo elevado das viagens.
Apesar disso, o transporte coletivo ainda é
fundamental: mais da metade dos usuários depende
exclusivamente do ônibus. Entretanto, o país enfrenta
carência de infraestrutura: seriam necessários cerca
de 9 mil quilômetros adicionais de faixas exclusivas ou
sistemas BRT [Bus Rapid Transit – ônibus de trânsito
rápido] para atender adequadamente às grandes
cidades.
Outro dado preocupante é o aumento do transporte
individual. A posse de carros e motos cresceu nos
últimos anos, incentivada por benefícios fiscais, o que
contribui para congestionamentos e poluição. Em
contrapartida, estudos mostram que os ônibus
representam menos de 1% das emissões totais do
país.
Entre as soluções apontadas, destacam-se a
redução ou eliminação das tarifas — medida que
poderia trazer de volta grande parte dos passageiros
—, além de investimentos em infraestrutura e políticas
públicas que priorizem o transporte coletivo.
Adaptado de: https://tvtnews.com.br/pesquisa-revela-desafios-dotransporte-publico-no-brasil/. Acesso em: 02 out. 2025.
Pesquisa revela desafios do transporte público no Brasil
Uma pesquisa nacional sobre mobilidade urbana,
realizada em 2024, apontou os principais desafios do
transporte público no Brasil. Entre 2017 e 2024, quase
30% dos entrevistados deixaram de usar esse serviço,
enquanto outros 27% reduziram sua frequência. Entre
os motivos mais citados estão o conforto insuficiente,
a falta de flexibilidade e o tempo elevado das viagens.
Apesar disso, o transporte coletivo ainda é
fundamental: mais da metade dos usuários depende
exclusivamente do ônibus. Entretanto, o país enfrenta
carência de infraestrutura: seriam necessários cerca
de 9 mil quilômetros adicionais de faixas exclusivas ou
sistemas BRT [Bus Rapid Transit – ônibus de trânsito
rápido] para atender adequadamente às grandes
cidades.
Outro dado preocupante é o aumento do transporte
individual. A posse de carros e motos cresceu nos
últimos anos, incentivada por benefícios fiscais, o que
contribui para congestionamentos e poluição. Em
contrapartida, estudos mostram que os ônibus
representam menos de 1% das emissões totais do
país.
Entre as soluções apontadas, destacam-se a
redução ou eliminação das tarifas — medida que
poderia trazer de volta grande parte dos passageiros
—, além de investimentos em infraestrutura e políticas
públicas que priorizem o transporte coletivo.
Adaptado de: https://tvtnews.com.br/pesquisa-revela-desafios-dotransporte-publico-no-brasil/. Acesso em: 02 out. 2025.
De acordo com o comunicado, qual é o objetivo principal da capacitação oferecida aos servidores?
Pesquisa revela desafios do transporte público no Brasil
Uma pesquisa nacional sobre mobilidade urbana,
realizada em 2024, apontou os principais desafios do
transporte público no Brasil. Entre 2017 e 2024, quase
30% dos entrevistados deixaram de usar esse serviço,
enquanto outros 27% reduziram sua frequência. Entre
os motivos mais citados estão o conforto insuficiente,
a falta de flexibilidade e o tempo elevado das viagens.
Apesar disso, o transporte coletivo ainda é
fundamental: mais da metade dos usuários depende
exclusivamente do ônibus. Entretanto, o país enfrenta
carência de infraestrutura: seriam necessários cerca
de 9 mil quilômetros adicionais de faixas exclusivas ou
sistemas BRT [Bus Rapid Transit – ônibus de trânsito
rápido] para atender adequadamente às grandes
cidades.
Outro dado preocupante é o aumento do transporte
individual. A posse de carros e motos cresceu nos
últimos anos, incentivada por benefícios fiscais, o que
contribui para congestionamentos e poluição. Em
contrapartida, estudos mostram que os ônibus
representam menos de 1% das emissões totais do
país.
Entre as soluções apontadas, destacam-se a
redução ou eliminação das tarifas — medida que
poderia trazer de volta grande parte dos passageiros
—, além de investimentos em infraestrutura e políticas
públicas que priorizem o transporte coletivo.
Adaptado de: https://tvtnews.com.br/pesquisa-revela-desafios-dotransporte-publico-no-brasil/. Acesso em: 02 out. 2025.
Texto I
Os servidores da prefeitura que precisam atualizar seus dados pessoais no sistema estão convocados a comparecer ao departamento responsável.
Texto II
Os servidores da prefeitura, que precisam atualizar seus dados pessoais no sistema, estão convocados a comparecer ao departamento responsável.
Pesquisa revela desafios do transporte público no Brasil
Uma pesquisa nacional sobre mobilidade urbana,
realizada em 2024, apontou os principais desafios do
transporte público no Brasil. Entre 2017 e 2024, quase
30% dos entrevistados deixaram de usar esse serviço,
enquanto outros 27% reduziram sua frequência. Entre
os motivos mais citados estão o conforto insuficiente,
a falta de flexibilidade e o tempo elevado das viagens.
Apesar disso, o transporte coletivo ainda é
fundamental: mais da metade dos usuários depende
exclusivamente do ônibus. Entretanto, o país enfrenta
carência de infraestrutura: seriam necessários cerca
de 9 mil quilômetros adicionais de faixas exclusivas ou
sistemas BRT [Bus Rapid Transit – ônibus de trânsito
rápido] para atender adequadamente às grandes
cidades.
Outro dado preocupante é o aumento do transporte
individual. A posse de carros e motos cresceu nos
últimos anos, incentivada por benefícios fiscais, o que
contribui para congestionamentos e poluição. Em
contrapartida, estudos mostram que os ônibus
representam menos de 1% das emissões totais do
país.
Entre as soluções apontadas, destacam-se a
redução ou eliminação das tarifas — medida que
poderia trazer de volta grande parte dos passageiros
—, além de investimentos em infraestrutura e políticas
públicas que priorizem o transporte coletivo.
Adaptado de: https://tvtnews.com.br/pesquisa-revela-desafios-dotransporte-publico-no-brasil/. Acesso em: 02 out. 2025.
Pesquisa revela desafios do transporte público no Brasil
Uma pesquisa nacional sobre mobilidade urbana,
realizada em 2024, apontou os principais desafios do
transporte público no Brasil. Entre 2017 e 2024, quase
30% dos entrevistados deixaram de usar esse serviço,
enquanto outros 27% reduziram sua frequência. Entre
os motivos mais citados estão o conforto insuficiente,
a falta de flexibilidade e o tempo elevado das viagens.
Apesar disso, o transporte coletivo ainda é
fundamental: mais da metade dos usuários depende
exclusivamente do ônibus. Entretanto, o país enfrenta
carência de infraestrutura: seriam necessários cerca
de 9 mil quilômetros adicionais de faixas exclusivas ou
sistemas BRT [Bus Rapid Transit – ônibus de trânsito
rápido] para atender adequadamente às grandes
cidades.
Outro dado preocupante é o aumento do transporte
individual. A posse de carros e motos cresceu nos
últimos anos, incentivada por benefícios fiscais, o que
contribui para congestionamentos e poluição. Em
contrapartida, estudos mostram que os ônibus
representam menos de 1% das emissões totais do
país.
Entre as soluções apontadas, destacam-se a
redução ou eliminação das tarifas — medida que
poderia trazer de volta grande parte dos passageiros
—, além de investimentos em infraestrutura e políticas
públicas que priorizem o transporte coletivo.
Adaptado de: https://tvtnews.com.br/pesquisa-revela-desafios-dotransporte-publico-no-brasil/. Acesso em: 02 out. 2025.
(__) Em conformidade com a Diretoria de Vigilância Sanitária do Estado de Santa Catarina, no âmbito da Radiografia Médica, o Responsável Legal é o indivíduo responsável perante a Justiça por um serviço de radiologia diagnóstica e o mesmo deve assegurar que nenhum paciente seja submetido a uma exposição médica sem que seja solicitada por um médico ou odontólogo.
(__) A Resolução da Diretoria Colegiada - RDC nº 330, de 20 de dezembro de 2019, é a normativa da ANVISA que está em vigor atualmente no Brasil e estabelece os requisitos sanitários para a organização e o funcionamento de serviços de radiologia diagnóstica ou intervencionista.
(__) O Tecnólogo e o Técnico em Radiologia tem o dever de apontar falhas nos regulamentos e normas da instituição em que trabalhe, quando as julgar indignas do exercício da profissão ou prejudiciais aos clientes, devendo, nestes casos, levá-las ao conhecimento da Direção da Instituição e ao Conselho Regional de Técnicos em Radiologia de sua jurisdição.
(__) A Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) estabelece que o limite de dose efetiva para o corpo inteiro, considerando a média aritmética em 5 anos consecutivos, não deve exceder 20 mSv em qualquer ano.
(__) As exposições médicas de pacientes devem ser otimizadas ao valor mínimo necessário para obtenção do objetivo radiológico, compatível com os padrões aceitáveis de qualidade de imagem.
(__) A todo trabalhador dos serviços de saúde deve ser fornecido, gratuitamente, programa de imunização ativa contra tétano, difteria, hepatite B e os estabelecidos no Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional.
(__) O trabalhador que realize atividades em áreas onde existam fontes de radiações ionizantes deve ter conhecimento dos riscos radiológicos associados ao seu trabalho e estar capacitado inicialmente e de forma continuada em proteção radiológica.
(__) É opcional à toda trabalhadora com gravidez confirmada ser afastada das atividades com radiações ionizantes e ser remanejada para atividade compatível com seu nível de formação.
(__) A monitoração individual externa, de corpo inteiro ou de extremidades, deve ser feita através de dosimetria com periodicidade mensal e levando-se em conta a natureza e a intensidade das exposições normais e potenciais previstas.
(__) Cabe ao empregador promover capacitação em proteção radiológica, inicialmente e de forma continuada, para os trabalhadores ocupacionalmente e para-ocupacionalmente expostos às radiações ionizantes.
I. A colimação reduz a dose de radiação para o paciente e a radiação secundária que chega ao receptor de imagem (RI).
II. Por causa dos fatores de exposição usados para o receptor de imagem digital, é importante que a parte do corpo e o Raio Central (RC) sejam centralizados com precisão no RI. Nos exames de imagem do tórax, isso envolve a centralização do RC no centro dos campos pulmonares.
III. Os sistemas digitais são conhecidos pela possibilidade de utilização de uma ampla gama de fatores de exposição. No entanto, o princípio ALARA deve ser respeitado; portanto, deve-se utilizar o maior valor de kVp e o menor valor de mAs, condizentes com a qualidade ideal de imagem.
IV. O técnico/tecnólogo em radiologia deve verificar o indicador de exposição para determinar se os fatores ideais de exposição se encontram na faixa correta para assegurar a melhor qualidade da imagem e o mínimo de radiação para o paciente.
V. A grade antidifusora é um dispositivo extremamente eficaz para reduzir o nível de radiação espalhada que atinge o RI e fica posicionada entre o paciente e o RI. A grade é projetada para transmitir apenas os raios X, cuja direção está em uma linha reta da fonte ao RI.
I. As radiações ionizantes podem ser convenientemente classificadas em duas categorias: radiação corpuscular e radiação eletromagnética. Raios X e raios gama são as principais formas de radiação eletromagnética ionizante. A única diferença entre raios X e raios gama é a sua origem. Os raios gama são emitidos do núcleo de um átomo radioativo e normalmente associados com as emissões alfa ou beta. Já os raios X são produzidos fora do núcleo, nas camadas eletrônicas de um átomo.
II. Um fóton é a menor quantidade de qualquer tipo de energia eletromagnética, assim como um átomo é a menor quantidade de um elemento. Um fóton de raios X contém consideravelmente mais energia do que um fóton de luz visível, ou seja, a frequência e o comprimento de onda da radiação X é muito maior do que a frequência e o comprimento de onda da luz visível.
III. Em toda a gama de diagnóstico com raios X podem ocorrer interações com elétrons de camadas externas, que não só espalham os raios X, como também reduzem sua energia e ionizam os átomos. Esse tipo de interação é chamado de efeito Compton ou espalhamento Compton.
I. A parte do equipamento de raios X mais familiar ao técnico/tecnólogo em radiologia é o painel de controle. Tal painel permite ao profissional controlar a corrente e a tensão do tubo de raios X, de modo que o feixe útil de raios X tenha qualidade e quantidade apropriadas.
II. A quantidade de radiação se refere ao número de raios X ou à intensidade do feixe e é normalmente expressa em miliampere-segundos (mAs). Já a qualidade da radiação se refere à penetrabilidade do feixe de raios X e é expressa em quilovolt-pico (kVp).
III. A tensão elétrica no tubo de raios X, que atravessa do catodo para o anodo, é medida em miliamperes (mA).
Qual das alternativas representa o principal padrão internacional para transferência de imagens, no qual os dados da imagem e o cabeçalho são armazenados juntos (o cabeçalho contém "metadados", informações sobre o paciente, aquisição da imagem e parâmetros de exibição da imagem).
1. Oblíqua posterior direita 2. Oblíqua anterior esquerda 3. Decúbito lateral direito (incidência AP) 4. Decúbito dorsal (lateral direito)
(__) Aspecto anterior direito do corpo é mais afastado do receptor de imagem (incidência PA oblíqua).
(__) Posição corporal supina com o lado direito mais próximo do receptor de imagem (RI).
(__) Deitado sobre o lado direito de frente para o RI.
(__) Aspecto posterior esquerdo do corpo é mais afastado do RI (incidência AP oblíqua).
A sequência CORRETA dessa associação, de cima para baixo, é: