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Q3918432 Matemática Financeira
Um profissional autônomo realizou um empréstimo de 2.000 reais para comprar ferramentas de trabalho. A taxa de juros simples é de 3% ao mês. Se ele quitar a dívida após 5 meses, qual será o valor total dos juros pagos?
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Q3918431 Matemática
Um equipamento hospitalar custava 4.500 reais. Devido a uma promoção para renovação de estoque, foi aplicado um desconto de 12%. Qual o valor final do equipamento após o desconto?
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Q3918430 Matemática
Dois inspetores de uma empresa de logística fazem rondas em diferentes intervalos. O primeiro passa pelo pátio a cada 12 horas e o segundo a cada 18 horas. Se ambos se encontraram no pátio hoje às 08:00, daqui a quantas horas eles se encontrarão novamente no mesmo local?
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Q3918429 Matemática
Em uma regra de acesso, o(a) candidato(a) precisa identificar os valores de x que tornam verdadeira a condição 4x − 5 ≥ 11, isolando a incógnita e respeitando a desigualdade. Indique o conjunto de valores de x: 
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Q3918428 Matemática
Em um exercício de equação do 2º grau, o(a) candidato(a) resolve uma expressão que representa dois números consecutivos cujo produto é 72, registrando a solução positiva para o valor maior, sem usar aproximações. Indique o valor maior: 
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Q3918427 Matemática
Em um controle de estoque, um lote foi dividido em 3 partes iguais e, após retirar 12 unidades, restaram 36 unidades; o(a) candidato(a) modela a situação por uma equação do 1º grau para encontrar a quantidade inicial do lote. Indique a quantidade inicial:
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Q3918426 Matemática
Uma escola vai montar kits idênticos com 84 lápis e 126 borrachas, sem sobrar itens, colocando a maior quantidade possível de kits iguais; o(a) candidato(a) precisa determinar quantos kits podem ser montados nessa condição, usando o máximo divisor comum como base do raciocínio. Indique a quantidade de kits:
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Q3918425 Matemática
Em uma atividade sobre conjuntos numéricos, o(a) candidato(a) analisa quatro valores e precisa indicar aquele que pertence ao conjunto dos irracionais, considerando que decimais finitos e dízimas periódicas são racionais, e que raízes exatas também são racionais. Assinale o número irracional:
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Q3918424 Português

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O diabetes é uma condição crônica em que o corpo passa a lidar mal com a glicose, seja por produzir pouca insulina, seja por não utilizá-la de modo eficiente. Como a glicose circula no sangue, alterações persistentes podem ocorrer sem sintomas marcantes no início, o que torna o diagnóstico tardio relativamente comum. Em muitos casos, sede intensa, aumento da urina, fadiga e perda de peso aparecem de forma gradual e são confundidos com estresse ou rotina. O problema é que, enquanto esses sinais são minimizados, o excesso de glicose pode afetar vasos, nervos e órgãos, comprometendo visão, rins e circulação periférica. Por isso, o acompanhamento regular e a educação em saúde têm papel decisivo, sobretudo em pessoas com histórico familiar, excesso de peso ou pressão alta. Em vez de tratar apenas números, o cuidado precisa olhar hábitos, sono, alimentação e acesso a serviços, porque o controle depende do cotidiano.

O manejo do diabetes não se resume a “cortar açúcar”, pois envolve escolhas consistentes e estratégias realistas para manter a glicemia dentro de metas seguras. Alimentação com fibras, redução de ultraprocessados, ajuste de porções e regularidade nas refeições podem ajudar, mas a resposta do organismo varia conforme idade, medicações e nível de atividade física. Exercício, mesmo moderado, aumenta a sensibilidade à insulina e melhora o uso da glicose pelos músculos, porém exige atenção a hipoglicemias em quem usa insulina ou certos antidiabéticos. A adesão costuma melhorar quando o plano é negociado e inclui preferências culturais, horários de trabalho e recursos disponíveis, evitando prescrições impraticáveis. Também entram no cuidado os exames periódicos, a avaliação dos pés, a checagem da pressão e a atenção aos sinais de alerta.

Quando o diabetes é compreendido como uma rotina de autocuidado apoiada por equipe e família, ele deixa de ser apenas uma doença e passa a ser um campo contínuo de decisões que protegem o futuro

No fragmento: "Alimentação com fibras, redução de ultraprocessados, ajuste de porções...", a palavra em destaque é formada pelo processo de:
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Q3918423 Português

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O diabetes é uma condição crônica em que o corpo passa a lidar mal com a glicose, seja por produzir pouca insulina, seja por não utilizá-la de modo eficiente. Como a glicose circula no sangue, alterações persistentes podem ocorrer sem sintomas marcantes no início, o que torna o diagnóstico tardio relativamente comum. Em muitos casos, sede intensa, aumento da urina, fadiga e perda de peso aparecem de forma gradual e são confundidos com estresse ou rotina. O problema é que, enquanto esses sinais são minimizados, o excesso de glicose pode afetar vasos, nervos e órgãos, comprometendo visão, rins e circulação periférica. Por isso, o acompanhamento regular e a educação em saúde têm papel decisivo, sobretudo em pessoas com histórico familiar, excesso de peso ou pressão alta. Em vez de tratar apenas números, o cuidado precisa olhar hábitos, sono, alimentação e acesso a serviços, porque o controle depende do cotidiano.

O manejo do diabetes não se resume a “cortar açúcar”, pois envolve escolhas consistentes e estratégias realistas para manter a glicemia dentro de metas seguras. Alimentação com fibras, redução de ultraprocessados, ajuste de porções e regularidade nas refeições podem ajudar, mas a resposta do organismo varia conforme idade, medicações e nível de atividade física. Exercício, mesmo moderado, aumenta a sensibilidade à insulina e melhora o uso da glicose pelos músculos, porém exige atenção a hipoglicemias em quem usa insulina ou certos antidiabéticos. A adesão costuma melhorar quando o plano é negociado e inclui preferências culturais, horários de trabalho e recursos disponíveis, evitando prescrições impraticáveis. Também entram no cuidado os exames periódicos, a avaliação dos pés, a checagem da pressão e a atenção aos sinais de alerta.

Quando o diabetes é compreendido como uma rotina de autocuidado apoiada por equipe e família, ele deixa de ser apenas uma doença e passa a ser um campo contínuo de decisões que protegem o futuro

No trecho “O manejo do diabetes não se resume a “cortar açúcar””, o termo destacado, morfologicamente, atua como:
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Q3918422 Português

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O diabetes é uma condição crônica em que o corpo passa a lidar mal com a glicose, seja por produzir pouca insulina, seja por não utilizá-la de modo eficiente. Como a glicose circula no sangue, alterações persistentes podem ocorrer sem sintomas marcantes no início, o que torna o diagnóstico tardio relativamente comum. Em muitos casos, sede intensa, aumento da urina, fadiga e perda de peso aparecem de forma gradual e são confundidos com estresse ou rotina. O problema é que, enquanto esses sinais são minimizados, o excesso de glicose pode afetar vasos, nervos e órgãos, comprometendo visão, rins e circulação periférica. Por isso, o acompanhamento regular e a educação em saúde têm papel decisivo, sobretudo em pessoas com histórico familiar, excesso de peso ou pressão alta. Em vez de tratar apenas números, o cuidado precisa olhar hábitos, sono, alimentação e acesso a serviços, porque o controle depende do cotidiano.

O manejo do diabetes não se resume a “cortar açúcar”, pois envolve escolhas consistentes e estratégias realistas para manter a glicemia dentro de metas seguras. Alimentação com fibras, redução de ultraprocessados, ajuste de porções e regularidade nas refeições podem ajudar, mas a resposta do organismo varia conforme idade, medicações e nível de atividade física. Exercício, mesmo moderado, aumenta a sensibilidade à insulina e melhora o uso da glicose pelos músculos, porém exige atenção a hipoglicemias em quem usa insulina ou certos antidiabéticos. A adesão costuma melhorar quando o plano é negociado e inclui preferências culturais, horários de trabalho e recursos disponíveis, evitando prescrições impraticáveis. Também entram no cuidado os exames periódicos, a avaliação dos pés, a checagem da pressão e a atenção aos sinais de alerta.

Quando o diabetes é compreendido como uma rotina de autocuidado apoiada por equipe e família, ele deixa de ser apenas uma doença e passa a ser um campo contínuo de decisões que protegem o futuro

No trecho “o corpo passa a lidar mal com a glicose...” o termo destacado está empregado corretamente, quanto à sua função. Indique, entre as alternativas, a que utiliza o termo, também, de forma correta:
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Q3918421 Português

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O diabetes é uma condição crônica em que o corpo passa a lidar mal com a glicose, seja por produzir pouca insulina, seja por não utilizá-la de modo eficiente. Como a glicose circula no sangue, alterações persistentes podem ocorrer sem sintomas marcantes no início, o que torna o diagnóstico tardio relativamente comum. Em muitos casos, sede intensa, aumento da urina, fadiga e perda de peso aparecem de forma gradual e são confundidos com estresse ou rotina. O problema é que, enquanto esses sinais são minimizados, o excesso de glicose pode afetar vasos, nervos e órgãos, comprometendo visão, rins e circulação periférica. Por isso, o acompanhamento regular e a educação em saúde têm papel decisivo, sobretudo em pessoas com histórico familiar, excesso de peso ou pressão alta. Em vez de tratar apenas números, o cuidado precisa olhar hábitos, sono, alimentação e acesso a serviços, porque o controle depende do cotidiano.

O manejo do diabetes não se resume a “cortar açúcar”, pois envolve escolhas consistentes e estratégias realistas para manter a glicemia dentro de metas seguras. Alimentação com fibras, redução de ultraprocessados, ajuste de porções e regularidade nas refeições podem ajudar, mas a resposta do organismo varia conforme idade, medicações e nível de atividade física. Exercício, mesmo moderado, aumenta a sensibilidade à insulina e melhora o uso da glicose pelos músculos, porém exige atenção a hipoglicemias em quem usa insulina ou certos antidiabéticos. A adesão costuma melhorar quando o plano é negociado e inclui preferências culturais, horários de trabalho e recursos disponíveis, evitando prescrições impraticáveis. Também entram no cuidado os exames periódicos, a avaliação dos pés, a checagem da pressão e a atenção aos sinais de alerta.

Quando o diabetes é compreendido como uma rotina de autocuidado apoiada por equipe e família, ele deixa de ser apenas uma doença e passa a ser um campo contínuo de decisões que protegem o futuro

No trecho: "O manejo do diabetes não se resume a 'cortar açúcar', pois envolve escolhas consistentes e estratégias realistas para manter a glicemia dentro de metas seguras", os termos em destaque introduzem, respectivamente, as ideias de:
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Q3918420 Português

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O diabetes é uma condição crônica em que o corpo passa a lidar mal com a glicose, seja por produzir pouca insulina, seja por não utilizá-la de modo eficiente. Como a glicose circula no sangue, alterações persistentes podem ocorrer sem sintomas marcantes no início, o que torna o diagnóstico tardio relativamente comum. Em muitos casos, sede intensa, aumento da urina, fadiga e perda de peso aparecem de forma gradual e são confundidos com estresse ou rotina. O problema é que, enquanto esses sinais são minimizados, o excesso de glicose pode afetar vasos, nervos e órgãos, comprometendo visão, rins e circulação periférica. Por isso, o acompanhamento regular e a educação em saúde têm papel decisivo, sobretudo em pessoas com histórico familiar, excesso de peso ou pressão alta. Em vez de tratar apenas números, o cuidado precisa olhar hábitos, sono, alimentação e acesso a serviços, porque o controle depende do cotidiano.

O manejo do diabetes não se resume a “cortar açúcar”, pois envolve escolhas consistentes e estratégias realistas para manter a glicemia dentro de metas seguras. Alimentação com fibras, redução de ultraprocessados, ajuste de porções e regularidade nas refeições podem ajudar, mas a resposta do organismo varia conforme idade, medicações e nível de atividade física. Exercício, mesmo moderado, aumenta a sensibilidade à insulina e melhora o uso da glicose pelos músculos, porém exige atenção a hipoglicemias em quem usa insulina ou certos antidiabéticos. A adesão costuma melhorar quando o plano é negociado e inclui preferências culturais, horários de trabalho e recursos disponíveis, evitando prescrições impraticáveis. Também entram no cuidado os exames periódicos, a avaliação dos pés, a checagem da pressão e a atenção aos sinais de alerta.

Quando o diabetes é compreendido como uma rotina de autocuidado apoiada por equipe e família, ele deixa de ser apenas uma doença e passa a ser um campo contínuo de decisões que protegem o futuro

No trecho: "Exercício, mesmo moderado, aumenta a sensibilidade à insulina e melhora o uso da glicose pelos músculos, porém exige atenção a hipoglicemias...", a conjunção em destaque estabelece uma relação de:
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Q3918419 Português

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O diabetes é uma condição crônica em que o corpo passa a lidar mal com a glicose, seja por produzir pouca insulina, seja por não utilizá-la de modo eficiente. Como a glicose circula no sangue, alterações persistentes podem ocorrer sem sintomas marcantes no início, o que torna o diagnóstico tardio relativamente comum. Em muitos casos, sede intensa, aumento da urina, fadiga e perda de peso aparecem de forma gradual e são confundidos com estresse ou rotina. O problema é que, enquanto esses sinais são minimizados, o excesso de glicose pode afetar vasos, nervos e órgãos, comprometendo visão, rins e circulação periférica. Por isso, o acompanhamento regular e a educação em saúde têm papel decisivo, sobretudo em pessoas com histórico familiar, excesso de peso ou pressão alta. Em vez de tratar apenas números, o cuidado precisa olhar hábitos, sono, alimentação e acesso a serviços, porque o controle depende do cotidiano.

O manejo do diabetes não se resume a “cortar açúcar”, pois envolve escolhas consistentes e estratégias realistas para manter a glicemia dentro de metas seguras. Alimentação com fibras, redução de ultraprocessados, ajuste de porções e regularidade nas refeições podem ajudar, mas a resposta do organismo varia conforme idade, medicações e nível de atividade física. Exercício, mesmo moderado, aumenta a sensibilidade à insulina e melhora o uso da glicose pelos músculos, porém exige atenção a hipoglicemias em quem usa insulina ou certos antidiabéticos. A adesão costuma melhorar quando o plano é negociado e inclui preferências culturais, horários de trabalho e recursos disponíveis, evitando prescrições impraticáveis. Também entram no cuidado os exames periódicos, a avaliação dos pés, a checagem da pressão e a atenção aos sinais de alerta.

Quando o diabetes é compreendido como uma rotina de autocuidado apoiada por equipe e família, ele deixa de ser apenas uma doença e passa a ser um campo contínuo de decisões que protegem o futuro

No trecho “aumenta a sensibilidade à insulina e melhora o uso da glicose pelos músculos” a crase está adequadamente utilizada. Isso não ocorre em:
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Q3918418 Português

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O diabetes é uma condição crônica em que o corpo passa a lidar mal com a glicose, seja por produzir pouca insulina, seja por não utilizá-la de modo eficiente. Como a glicose circula no sangue, alterações persistentes podem ocorrer sem sintomas marcantes no início, o que torna o diagnóstico tardio relativamente comum. Em muitos casos, sede intensa, aumento da urina, fadiga e perda de peso aparecem de forma gradual e são confundidos com estresse ou rotina. O problema é que, enquanto esses sinais são minimizados, o excesso de glicose pode afetar vasos, nervos e órgãos, comprometendo visão, rins e circulação periférica. Por isso, o acompanhamento regular e a educação em saúde têm papel decisivo, sobretudo em pessoas com histórico familiar, excesso de peso ou pressão alta. Em vez de tratar apenas números, o cuidado precisa olhar hábitos, sono, alimentação e acesso a serviços, porque o controle depende do cotidiano.

O manejo do diabetes não se resume a “cortar açúcar”, pois envolve escolhas consistentes e estratégias realistas para manter a glicemia dentro de metas seguras. Alimentação com fibras, redução de ultraprocessados, ajuste de porções e regularidade nas refeições podem ajudar, mas a resposta do organismo varia conforme idade, medicações e nível de atividade física. Exercício, mesmo moderado, aumenta a sensibilidade à insulina e melhora o uso da glicose pelos músculos, porém exige atenção a hipoglicemias em quem usa insulina ou certos antidiabéticos. A adesão costuma melhorar quando o plano é negociado e inclui preferências culturais, horários de trabalho e recursos disponíveis, evitando prescrições impraticáveis. Também entram no cuidado os exames periódicos, a avaliação dos pés, a checagem da pressão e a atenção aos sinais de alerta.

Quando o diabetes é compreendido como uma rotina de autocuidado apoiada por equipe e família, ele deixa de ser apenas uma doença e passa a ser um campo contínuo de decisões que protegem o futuro

Propositalmente, um erro de colocação pronominal, foi inserido no texto. Indique-o, entre as alternativas:
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Q3918417 Português

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O diabetes é uma condição crônica em que o corpo passa a lidar mal com a glicose, seja por produzir pouca insulina, seja por não utilizá-la de modo eficiente. Como a glicose circula no sangue, alterações persistentes podem ocorrer sem sintomas marcantes no início, o que torna o diagnóstico tardio relativamente comum. Em muitos casos, sede intensa, aumento da urina, fadiga e perda de peso aparecem de forma gradual e são confundidos com estresse ou rotina. O problema é que, enquanto esses sinais são minimizados, o excesso de glicose pode afetar vasos, nervos e órgãos, comprometendo visão, rins e circulação periférica. Por isso, o acompanhamento regular e a educação em saúde têm papel decisivo, sobretudo em pessoas com histórico familiar, excesso de peso ou pressão alta. Em vez de tratar apenas números, o cuidado precisa olhar hábitos, sono, alimentação e acesso a serviços, porque o controle depende do cotidiano.

O manejo do diabetes não se resume a “cortar açúcar”, pois envolve escolhas consistentes e estratégias realistas para manter a glicemia dentro de metas seguras. Alimentação com fibras, redução de ultraprocessados, ajuste de porções e regularidade nas refeições podem ajudar, mas a resposta do organismo varia conforme idade, medicações e nível de atividade física. Exercício, mesmo moderado, aumenta a sensibilidade à insulina e melhora o uso da glicose pelos músculos, porém exige atenção a hipoglicemias em quem usa insulina ou certos antidiabéticos. A adesão costuma melhorar quando o plano é negociado e inclui preferências culturais, horários de trabalho e recursos disponíveis, evitando prescrições impraticáveis. Também entram no cuidado os exames periódicos, a avaliação dos pés, a checagem da pressão e a atenção aos sinais de alerta.

Quando o diabetes é compreendido como uma rotina de autocuidado apoiada por equipe e família, ele deixa de ser apenas uma doença e passa a ser um campo contínuo de decisões que protegem o futuro

De acordo com o segundo parágrafo, a adesão ao tratamento do diabetes é apresentada como um processo que depende da:
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Q3918416 Português

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O diabetes é uma condição crônica em que o corpo passa a lidar mal com a glicose, seja por produzir pouca insulina, seja por não utilizá-la de modo eficiente. Como a glicose circula no sangue, alterações persistentes podem ocorrer sem sintomas marcantes no início, o que torna o diagnóstico tardio relativamente comum. Em muitos casos, sede intensa, aumento da urina, fadiga e perda de peso aparecem de forma gradual e são confundidos com estresse ou rotina. O problema é que, enquanto esses sinais são minimizados, o excesso de glicose pode afetar vasos, nervos e órgãos, comprometendo visão, rins e circulação periférica. Por isso, o acompanhamento regular e a educação em saúde têm papel decisivo, sobretudo em pessoas com histórico familiar, excesso de peso ou pressão alta. Em vez de tratar apenas números, o cuidado precisa olhar hábitos, sono, alimentação e acesso a serviços, porque o controle depende do cotidiano.

O manejo do diabetes não se resume a “cortar açúcar”, pois envolve escolhas consistentes e estratégias realistas para manter a glicemia dentro de metas seguras. Alimentação com fibras, redução de ultraprocessados, ajuste de porções e regularidade nas refeições podem ajudar, mas a resposta do organismo varia conforme idade, medicações e nível de atividade física. Exercício, mesmo moderado, aumenta a sensibilidade à insulina e melhora o uso da glicose pelos músculos, porém exige atenção a hipoglicemias em quem usa insulina ou certos antidiabéticos. A adesão costuma melhorar quando o plano é negociado e inclui preferências culturais, horários de trabalho e recursos disponíveis, evitando prescrições impraticáveis. Também entram no cuidado os exames periódicos, a avaliação dos pés, a checagem da pressão e a atenção aos sinais de alerta.

Quando o diabetes é compreendido como uma rotina de autocuidado apoiada por equipe e família, ele deixa de ser apenas uma doença e passa a ser um campo contínuo de decisões que protegem o futuro

Ao afirmar que o cuidado com o diabetes deve "olhar hábitos, sono, alimentação e acesso a serviços", o texto defende uma perspectiva de manejo que: 
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Q3918415 Português

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O diabetes é uma condição crônica em que o corpo passa a lidar mal com a glicose, seja por produzir pouca insulina, seja por não utilizá-la de modo eficiente. Como a glicose circula no sangue, alterações persistentes podem ocorrer sem sintomas marcantes no início, o que torna o diagnóstico tardio relativamente comum. Em muitos casos, sede intensa, aumento da urina, fadiga e perda de peso aparecem de forma gradual e são confundidos com estresse ou rotina. O problema é que, enquanto esses sinais são minimizados, o excesso de glicose pode afetar vasos, nervos e órgãos, comprometendo visão, rins e circulação periférica. Por isso, o acompanhamento regular e a educação em saúde têm papel decisivo, sobretudo em pessoas com histórico familiar, excesso de peso ou pressão alta. Em vez de tratar apenas números, o cuidado precisa olhar hábitos, sono, alimentação e acesso a serviços, porque o controle depende do cotidiano.

O manejo do diabetes não se resume a “cortar açúcar”, pois envolve escolhas consistentes e estratégias realistas para manter a glicemia dentro de metas seguras. Alimentação com fibras, redução de ultraprocessados, ajuste de porções e regularidade nas refeições podem ajudar, mas a resposta do organismo varia conforme idade, medicações e nível de atividade física. Exercício, mesmo moderado, aumenta a sensibilidade à insulina e melhora o uso da glicose pelos músculos, porém exige atenção a hipoglicemias em quem usa insulina ou certos antidiabéticos. A adesão costuma melhorar quando o plano é negociado e inclui preferências culturais, horários de trabalho e recursos disponíveis, evitando prescrições impraticáveis. Também entram no cuidado os exames periódicos, a avaliação dos pés, a checagem da pressão e a atenção aos sinais de alerta.

Quando o diabetes é compreendido como uma rotina de autocuidado apoiada por equipe e família, ele deixa de ser apenas uma doença e passa a ser um campo contínuo de decisões que protegem o futuro

Com base na leitura do texto, depreende-se que a dificuldade de um diagnóstico precoce do diabetes ocorre, primordialmente, devido à:
Alternativas
Q3915244 Legislação de Trânsito
De acordo com a Resolução do CONTRAN n.º 882 de 2021 (Estabelece os limites de pesos e dimensões para veículos que transitem por vias terrestres), o trânsito de Combinação de Veículos para Transporte de Carga (CVC), que exija Autorização Especial de Trânsito (AET), deve ser do amanhecer ao pôr do sol e sua velocidade máxima de: 
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Q3915243 Engenharia Mecânica
A maioria dos anéis de segmento dos motores diesel é feita de ferro fundido-cinza, dada sua excelente resistência ao desgaste em todos os diâmetros de cilindro. Considerando o enunciado, o motor diesel possui, por pistão, anéis de segmento em número de:
Alternativas
Respostas
1341: B
1342: A
1343: C
1344: C
1345: B
1346: D
1347: D
1348: A
1349: A
1350: C
1351: A
1352: A
1353: C
1354: D
1355: A
1356: C
1357: D
1358: B
1359: B
1360: B