Questões de Concurso Para padeiro

Foram encontradas 277 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3550148 Matemática

Simone recebeu R$ 1.658,00 de salário líquido. Ela pagou a conta de água, de R$ 152,80; a conta de luz, de R$ 188,30; e a de telefone, de R$ 98,90. Do valor restante, ela reservou metade para o mercado e a outra metade deu à própria mãe.

A mãe de Simone, então, ganhou da filha 

Alternativas
Q3550147 Português

Para responder à questão , leia a crônica a seguir.


Pão de queijo: minha confissão


Nossa história de amor é longa. Desde pequena já era apaixonada por ele. Quando ia para a casa da minha avó, em Minas, ela me dizia “ele já está te esperando”, eu entrava na cozinha e lá estava ele, quentinho, na cesta. Ele, o pão de queijo. Meu amor.


No começo era uma loucura. Não me contentava apenas com um – mas, como em tudo nesta vida, aprendi que mesmo a paixão precisa ter uma dose, um limite. E que ter tudo sempre, em excesso, não é saudável. A verdade é que o pão de queijo nunca me abandonou. Tivemos nossas brigas, nossos momentos separados, mas eu descobri que não vivo sem ele. Se tem uma coisa à qual sou fiel é ao pão de queijo. Morro de saudades dele em viagens. “Cadê meu amor?”, penso. Porque, convenhamos, ele é insubstituível.


O que se iguala a um pão de queijo? Nada. Ele é único, perfeito. Em nenhum lugar do mundo existe um quitute parecido. Para um lanche da tarde, há algo melhor do que um pão de queijo? E para a ressaca? Café de trabalho com quem você não tem intimidade, café da manhã com quem você tem muita intimidade... Ele é para todos os momentos. Vai receber amigos em uma tarde de sábado, com risadas? Pãozinho de queijo. Quer chorar numa doceria depois de um trânsito horroroso? Pão de queijo. Vai assistir ao jogo de futebol com amigos? Fornada pronta e quentinha.


Ele até pode parecer fácil, afinal, está em todos os cantos. Das padocas mais pé sujo, passando pelos cafés de livrarias, chegando às “boulangeries boutiques” e até... em postos de gasolina. No entanto, vocês sabem. Amores sem contradições não existem. Há pães de queijo e pães de queijo. E, como em todo romance, existem altos e baixos. Às vezes, a gente enjoa dele, se irrita. Alguns são muito gordurosos, massudos. Outros não têm a dose certinha de polvilho. Não é algo fácil de fazer. Mas não adianta. É amor. Eu não consigo viver sem ele. Por isso, encerro esta crônica com um cartaz que vi uma vez, numa cidadezinha mineira. Confesso  que fiquei com ciúme, mas entendi perfeitamente o que ele quis dizer.


“Temos pão de queijo

Tão bão, mas tão bão,

Que dá até dó de vendê.” 


(Marilia Neustein. Disponível em: www.estadao.com.br. Acesso em 22.3.2024. Adaptado)

Assinale a alternativa cuja frase do texto apresenta palavra ou expressão empregada em sentido figurado.
Alternativas
Q3550146 Português

Para responder à questão , leia a crônica a seguir.


Pão de queijo: minha confissão


Nossa história de amor é longa. Desde pequena já era apaixonada por ele. Quando ia para a casa da minha avó, em Minas, ela me dizia “ele já está te esperando”, eu entrava na cozinha e lá estava ele, quentinho, na cesta. Ele, o pão de queijo. Meu amor.


No começo era uma loucura. Não me contentava apenas com um – mas, como em tudo nesta vida, aprendi que mesmo a paixão precisa ter uma dose, um limite. E que ter tudo sempre, em excesso, não é saudável. A verdade é que o pão de queijo nunca me abandonou. Tivemos nossas brigas, nossos momentos separados, mas eu descobri que não vivo sem ele. Se tem uma coisa à qual sou fiel é ao pão de queijo. Morro de saudades dele em viagens. “Cadê meu amor?”, penso. Porque, convenhamos, ele é insubstituível.


O que se iguala a um pão de queijo? Nada. Ele é único, perfeito. Em nenhum lugar do mundo existe um quitute parecido. Para um lanche da tarde, há algo melhor do que um pão de queijo? E para a ressaca? Café de trabalho com quem você não tem intimidade, café da manhã com quem você tem muita intimidade... Ele é para todos os momentos. Vai receber amigos em uma tarde de sábado, com risadas? Pãozinho de queijo. Quer chorar numa doceria depois de um trânsito horroroso? Pão de queijo. Vai assistir ao jogo de futebol com amigos? Fornada pronta e quentinha.


Ele até pode parecer fácil, afinal, está em todos os cantos. Das padocas mais pé sujo, passando pelos cafés de livrarias, chegando às “boulangeries boutiques” e até... em postos de gasolina. No entanto, vocês sabem. Amores sem contradições não existem. Há pães de queijo e pães de queijo. E, como em todo romance, existem altos e baixos. Às vezes, a gente enjoa dele, se irrita. Alguns são muito gordurosos, massudos. Outros não têm a dose certinha de polvilho. Não é algo fácil de fazer. Mas não adianta. É amor. Eu não consigo viver sem ele. Por isso, encerro esta crônica com um cartaz que vi uma vez, numa cidadezinha mineira. Confesso  que fiquei com ciúme, mas entendi perfeitamente o que ele quis dizer.


“Temos pão de queijo

Tão bão, mas tão bão,

Que dá até dó de vendê.” 


(Marilia Neustein. Disponível em: www.estadao.com.br. Acesso em 22.3.2024. Adaptado)

Na crônica, a autora reconhece que seu amor pelo pão de queijo é tão grande que pouco importa se 
Alternativas
Q3550145 Português

Para responder à questão , leia a crônica a seguir.


Pão de queijo: minha confissão


Nossa história de amor é longa. Desde pequena já era apaixonada por ele. Quando ia para a casa da minha avó, em Minas, ela me dizia “ele já está te esperando”, eu entrava na cozinha e lá estava ele, quentinho, na cesta. Ele, o pão de queijo. Meu amor.


No começo era uma loucura. Não me contentava apenas com um – mas, como em tudo nesta vida, aprendi que mesmo a paixão precisa ter uma dose, um limite. E que ter tudo sempre, em excesso, não é saudável. A verdade é que o pão de queijo nunca me abandonou. Tivemos nossas brigas, nossos momentos separados, mas eu descobri que não vivo sem ele. Se tem uma coisa à qual sou fiel é ao pão de queijo. Morro de saudades dele em viagens. “Cadê meu amor?”, penso. Porque, convenhamos, ele é insubstituível.


O que se iguala a um pão de queijo? Nada. Ele é único, perfeito. Em nenhum lugar do mundo existe um quitute parecido. Para um lanche da tarde, há algo melhor do que um pão de queijo? E para a ressaca? Café de trabalho com quem você não tem intimidade, café da manhã com quem você tem muita intimidade... Ele é para todos os momentos. Vai receber amigos em uma tarde de sábado, com risadas? Pãozinho de queijo. Quer chorar numa doceria depois de um trânsito horroroso? Pão de queijo. Vai assistir ao jogo de futebol com amigos? Fornada pronta e quentinha.


Ele até pode parecer fácil, afinal, está em todos os cantos. Das padocas mais pé sujo, passando pelos cafés de livrarias, chegando às “boulangeries boutiques” e até... em postos de gasolina. No entanto, vocês sabem. Amores sem contradições não existem. Há pães de queijo e pães de queijo. E, como em todo romance, existem altos e baixos. Às vezes, a gente enjoa dele, se irrita. Alguns são muito gordurosos, massudos. Outros não têm a dose certinha de polvilho. Não é algo fácil de fazer. Mas não adianta. É amor. Eu não consigo viver sem ele. Por isso, encerro esta crônica com um cartaz que vi uma vez, numa cidadezinha mineira. Confesso  que fiquei com ciúme, mas entendi perfeitamente o que ele quis dizer.


“Temos pão de queijo

Tão bão, mas tão bão,

Que dá até dó de vendê.” 


(Marilia Neustein. Disponível em: www.estadao.com.br. Acesso em 22.3.2024. Adaptado)

Segundo a autora afirma, o pão de queijo
Alternativas
Q3550144 Português

Para responder à questão , leia a crônica a seguir.


Pão de queijo: minha confissão


Nossa história de amor é longa. Desde pequena já era apaixonada por ele. Quando ia para a casa da minha avó, em Minas, ela me dizia “ele já está te esperando”, eu entrava na cozinha e lá estava ele, quentinho, na cesta. Ele, o pão de queijo. Meu amor.


No começo era uma loucura. Não me contentava apenas com um – mas, como em tudo nesta vida, aprendi que mesmo a paixão precisa ter uma dose, um limite. E que ter tudo sempre, em excesso, não é saudável. A verdade é que o pão de queijo nunca me abandonou. Tivemos nossas brigas, nossos momentos separados, mas eu descobri que não vivo sem ele. Se tem uma coisa à qual sou fiel é ao pão de queijo. Morro de saudades dele em viagens. “Cadê meu amor?”, penso. Porque, convenhamos, ele é insubstituível.


O que se iguala a um pão de queijo? Nada. Ele é único, perfeito. Em nenhum lugar do mundo existe um quitute parecido. Para um lanche da tarde, há algo melhor do que um pão de queijo? E para a ressaca? Café de trabalho com quem você não tem intimidade, café da manhã com quem você tem muita intimidade... Ele é para todos os momentos. Vai receber amigos em uma tarde de sábado, com risadas? Pãozinho de queijo. Quer chorar numa doceria depois de um trânsito horroroso? Pão de queijo. Vai assistir ao jogo de futebol com amigos? Fornada pronta e quentinha.


Ele até pode parecer fácil, afinal, está em todos os cantos. Das padocas mais pé sujo, passando pelos cafés de livrarias, chegando às “boulangeries boutiques” e até... em postos de gasolina. No entanto, vocês sabem. Amores sem contradições não existem. Há pães de queijo e pães de queijo. E, como em todo romance, existem altos e baixos. Às vezes, a gente enjoa dele, se irrita. Alguns são muito gordurosos, massudos. Outros não têm a dose certinha de polvilho. Não é algo fácil de fazer. Mas não adianta. É amor. Eu não consigo viver sem ele. Por isso, encerro esta crônica com um cartaz que vi uma vez, numa cidadezinha mineira. Confesso  que fiquei com ciúme, mas entendi perfeitamente o que ele quis dizer.


“Temos pão de queijo

Tão bão, mas tão bão,

Que dá até dó de vendê.” 


(Marilia Neustein. Disponível em: www.estadao.com.br. Acesso em 22.3.2024. Adaptado)

No texto, a autora confessa que gosta tanto de pão de queijo que
Alternativas
Q3550143 Português

Para responder à questão , leia a crônica a seguir.


Pão de queijo: minha confissão


Nossa história de amor é longa. Desde pequena já era apaixonada por ele. Quando ia para a casa da minha avó, em Minas, ela me dizia “ele já está te esperando”, eu entrava na cozinha e lá estava ele, quentinho, na cesta. Ele, o pão de queijo. Meu amor.


No começo era uma loucura. Não me contentava apenas com um – mas, como em tudo nesta vida, aprendi que mesmo a paixão precisa ter uma dose, um limite. E que ter tudo sempre, em excesso, não é saudável. A verdade é que o pão de queijo nunca me abandonou. Tivemos nossas brigas, nossos momentos separados, mas eu descobri que não vivo sem ele. Se tem uma coisa à qual sou fiel é ao pão de queijo. Morro de saudades dele em viagens. “Cadê meu amor?”, penso. Porque, convenhamos, ele é insubstituível.


O que se iguala a um pão de queijo? Nada. Ele é único, perfeito. Em nenhum lugar do mundo existe um quitute parecido. Para um lanche da tarde, há algo melhor do que um pão de queijo? E para a ressaca? Café de trabalho com quem você não tem intimidade, café da manhã com quem você tem muita intimidade... Ele é para todos os momentos. Vai receber amigos em uma tarde de sábado, com risadas? Pãozinho de queijo. Quer chorar numa doceria depois de um trânsito horroroso? Pão de queijo. Vai assistir ao jogo de futebol com amigos? Fornada pronta e quentinha.


Ele até pode parecer fácil, afinal, está em todos os cantos. Das padocas mais pé sujo, passando pelos cafés de livrarias, chegando às “boulangeries boutiques” e até... em postos de gasolina. No entanto, vocês sabem. Amores sem contradições não existem. Há pães de queijo e pães de queijo. E, como em todo romance, existem altos e baixos. Às vezes, a gente enjoa dele, se irrita. Alguns são muito gordurosos, massudos. Outros não têm a dose certinha de polvilho. Não é algo fácil de fazer. Mas não adianta. É amor. Eu não consigo viver sem ele. Por isso, encerro esta crônica com um cartaz que vi uma vez, numa cidadezinha mineira. Confesso  que fiquei com ciúme, mas entendi perfeitamente o que ele quis dizer.


“Temos pão de queijo

Tão bão, mas tão bão,

Que dá até dó de vendê.” 


(Marilia Neustein. Disponível em: www.estadao.com.br. Acesso em 22.3.2024. Adaptado)

Em relação ao pão de queijo, a autora declara que
Alternativas
Q3550142 Português
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, a fala do personagem no quadrinho a seguir, considerando a norma-padrão e a imagem visual.

Imagem associada para resolução da questão
(Charles M. Schulz. Peanuts. Adaptado)
Alternativas
Q3550141 Português
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, a fala do personagem no quadrinho a seguir, considerando a norma-padrão e a imagem visual.

Imagem associada para resolução da questão


(Charles M. Schulz. Peanuts. Adaptado)
Alternativas
Q3550140 Português
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, a fala do personagem no quadrinho a seguir, considerando a norma-padrão e a imagem visual.
Imagem associada para resolução da questão


(Dik Browne. O melhor de Hagar, o Horrível. Adaptado)
Alternativas
Q3550139 Português
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, a fala do personagem no quadrinho a seguir, considerando a norma-padrão e a imagem visual.

Imagem associada para resolução da questão (Jim Davis. Garfield. Adaptado)

Alternativas
Q3550138 Português

Observe o quadrinho a seguir.

Imagem associada para resolução da questão


(Jim Davis. Peanuts. Adaptado)

Assinale a alternativa que pode preencher, com a frase corretamente pontuada, a fala da personagem no balão vazio.

Alternativas
Q3550137 Português

Para responder às questões  leia o texto a seguir.


História do pão de queijo: do Brasil para o mundo


A história do pão de queijo é muito rica e interessante. Como todo ícone da culinária brasileira, ele tem raízes na alimentação dos nossos povos indígenas e recebe influências africanas e portuguesas.


Tudo começou com o polvilho, extraído da mandioca pelos nossos indígenas, passando pelas mãos dos colonizadores, que acrescentaram ovos, banha de porco, leite e, claro, os queijos das fazendas.


Devemos aos povos indígenas a domesticação e seleção da mandioca-brava, alcançada há milhares de anos antes dos colonizadores. Eles também descobriram como extrair o veneno presente nas raízes brutas da planta, tornando-as seguras para o consumo humano após o processamento adequado. Isso originou o polvilho azedo, ingrediente básico do nosso tão apreciado pão de queijo.


No período colonial do Brasil, durante o século XVIII, na região de Minas Gerais, os colonizadores portugueses, na ausência da farinha de trigo, que era importada da Europa e possuía um altíssimo custo, buscavam formas de criar alimentos com ingredientes locais. Foi nessa época que, das cozinhas das antigas fazendas de Minas, surgiram quitutes como biscoitos de polvilho, sequilhos, tapiocas e o pão de queijo.


Os ingredientes do pão de queijo eram simples: polvilho azedo, queijo minas curado, banha de porco derretida, leite e ovos, ou seja, itens de subsistência nas propriedades.


Graças a sua combinação única de sabores e texturas, o pão de queijo conquistou não apenas os brasileiros, mas pessoas ao redor de todo o mundo e hoje é considerado um patrimônio brasileiro.


Em suma, ele é muito mais do que uma simples receita culinária. É uma herança cultural que deve ser preservada e apreciada por muitas gerações. Portanto, quando saborear essa delícia, lembre-se de que você estará degustando uma verdadeira parte da história e da cultura brasileira, um verdadeiro patrimônio nacional.


(www.tvculturamineira.com.br. Acesso em 22.03.2024. Adaptado)

No trecho do 5o parágrafo do texto – ... ou seja, itens de subsistência nas propriedades –, a palavra em destaque pode ser substituída, sem alterar o sentido original do texto, por
Alternativas
Q3550136 Português

Para responder às questões  leia o texto a seguir.


História do pão de queijo: do Brasil para o mundo


A história do pão de queijo é muito rica e interessante. Como todo ícone da culinária brasileira, ele tem raízes na alimentação dos nossos povos indígenas e recebe influências africanas e portuguesas.


Tudo começou com o polvilho, extraído da mandioca pelos nossos indígenas, passando pelas mãos dos colonizadores, que acrescentaram ovos, banha de porco, leite e, claro, os queijos das fazendas.


Devemos aos povos indígenas a domesticação e seleção da mandioca-brava, alcançada há milhares de anos antes dos colonizadores. Eles também descobriram como extrair o veneno presente nas raízes brutas da planta, tornando-as seguras para o consumo humano após o processamento adequado. Isso originou o polvilho azedo, ingrediente básico do nosso tão apreciado pão de queijo.


No período colonial do Brasil, durante o século XVIII, na região de Minas Gerais, os colonizadores portugueses, na ausência da farinha de trigo, que era importada da Europa e possuía um altíssimo custo, buscavam formas de criar alimentos com ingredientes locais. Foi nessa época que, das cozinhas das antigas fazendas de Minas, surgiram quitutes como biscoitos de polvilho, sequilhos, tapiocas e o pão de queijo.


Os ingredientes do pão de queijo eram simples: polvilho azedo, queijo minas curado, banha de porco derretida, leite e ovos, ou seja, itens de subsistência nas propriedades.


Graças a sua combinação única de sabores e texturas, o pão de queijo conquistou não apenas os brasileiros, mas pessoas ao redor de todo o mundo e hoje é considerado um patrimônio brasileiro.


Em suma, ele é muito mais do que uma simples receita culinária. É uma herança cultural que deve ser preservada e apreciada por muitas gerações. Portanto, quando saborear essa delícia, lembre-se de que você estará degustando uma verdadeira parte da história e da cultura brasileira, um verdadeiro patrimônio nacional.


(www.tvculturamineira.com.br. Acesso em 22.03.2024. Adaptado)

Ao afirmar que o pão de queijo é considerado uma herança cultural brasileira, o autor do texto quer informar que
Alternativas
Q3550135 Português

Para responder às questões  leia o texto a seguir.


História do pão de queijo: do Brasil para o mundo


A história do pão de queijo é muito rica e interessante. Como todo ícone da culinária brasileira, ele tem raízes na alimentação dos nossos povos indígenas e recebe influências africanas e portuguesas.


Tudo começou com o polvilho, extraído da mandioca pelos nossos indígenas, passando pelas mãos dos colonizadores, que acrescentaram ovos, banha de porco, leite e, claro, os queijos das fazendas.


Devemos aos povos indígenas a domesticação e seleção da mandioca-brava, alcançada há milhares de anos antes dos colonizadores. Eles também descobriram como extrair o veneno presente nas raízes brutas da planta, tornando-as seguras para o consumo humano após o processamento adequado. Isso originou o polvilho azedo, ingrediente básico do nosso tão apreciado pão de queijo.


No período colonial do Brasil, durante o século XVIII, na região de Minas Gerais, os colonizadores portugueses, na ausência da farinha de trigo, que era importada da Europa e possuía um altíssimo custo, buscavam formas de criar alimentos com ingredientes locais. Foi nessa época que, das cozinhas das antigas fazendas de Minas, surgiram quitutes como biscoitos de polvilho, sequilhos, tapiocas e o pão de queijo.


Os ingredientes do pão de queijo eram simples: polvilho azedo, queijo minas curado, banha de porco derretida, leite e ovos, ou seja, itens de subsistência nas propriedades.


Graças a sua combinação única de sabores e texturas, o pão de queijo conquistou não apenas os brasileiros, mas pessoas ao redor de todo o mundo e hoje é considerado um patrimônio brasileiro.


Em suma, ele é muito mais do que uma simples receita culinária. É uma herança cultural que deve ser preservada e apreciada por muitas gerações. Portanto, quando saborear essa delícia, lembre-se de que você estará degustando uma verdadeira parte da história e da cultura brasileira, um verdadeiro patrimônio nacional.


(www.tvculturamineira.com.br. Acesso em 22.03.2024. Adaptado)

Conforme o texto descreve, no período colonial do Brasil, o polvilho começou a ser usado para substituir
Alternativas
Q3550134 Português

Para responder às questões  leia o texto a seguir.


História do pão de queijo: do Brasil para o mundo


A história do pão de queijo é muito rica e interessante. Como todo ícone da culinária brasileira, ele tem raízes na alimentação dos nossos povos indígenas e recebe influências africanas e portuguesas.


Tudo começou com o polvilho, extraído da mandioca pelos nossos indígenas, passando pelas mãos dos colonizadores, que acrescentaram ovos, banha de porco, leite e, claro, os queijos das fazendas.


Devemos aos povos indígenas a domesticação e seleção da mandioca-brava, alcançada há milhares de anos antes dos colonizadores. Eles também descobriram como extrair o veneno presente nas raízes brutas da planta, tornando-as seguras para o consumo humano após o processamento adequado. Isso originou o polvilho azedo, ingrediente básico do nosso tão apreciado pão de queijo.


No período colonial do Brasil, durante o século XVIII, na região de Minas Gerais, os colonizadores portugueses, na ausência da farinha de trigo, que era importada da Europa e possuía um altíssimo custo, buscavam formas de criar alimentos com ingredientes locais. Foi nessa época que, das cozinhas das antigas fazendas de Minas, surgiram quitutes como biscoitos de polvilho, sequilhos, tapiocas e o pão de queijo.


Os ingredientes do pão de queijo eram simples: polvilho azedo, queijo minas curado, banha de porco derretida, leite e ovos, ou seja, itens de subsistência nas propriedades.


Graças a sua combinação única de sabores e texturas, o pão de queijo conquistou não apenas os brasileiros, mas pessoas ao redor de todo o mundo e hoje é considerado um patrimônio brasileiro.


Em suma, ele é muito mais do que uma simples receita culinária. É uma herança cultural que deve ser preservada e apreciada por muitas gerações. Portanto, quando saborear essa delícia, lembre-se de que você estará degustando uma verdadeira parte da história e da cultura brasileira, um verdadeiro patrimônio nacional.


(www.tvculturamineira.com.br. Acesso em 22.03.2024. Adaptado)

O autor do texto informa que o pão de queijo nasceu nas cozinhas
Alternativas
Q3550133 Português

Para responder às questões  leia o texto a seguir.


História do pão de queijo: do Brasil para o mundo


A história do pão de queijo é muito rica e interessante. Como todo ícone da culinária brasileira, ele tem raízes na alimentação dos nossos povos indígenas e recebe influências africanas e portuguesas.


Tudo começou com o polvilho, extraído da mandioca pelos nossos indígenas, passando pelas mãos dos colonizadores, que acrescentaram ovos, banha de porco, leite e, claro, os queijos das fazendas.


Devemos aos povos indígenas a domesticação e seleção da mandioca-brava, alcançada há milhares de anos antes dos colonizadores. Eles também descobriram como extrair o veneno presente nas raízes brutas da planta, tornando-as seguras para o consumo humano após o processamento adequado. Isso originou o polvilho azedo, ingrediente básico do nosso tão apreciado pão de queijo.


No período colonial do Brasil, durante o século XVIII, na região de Minas Gerais, os colonizadores portugueses, na ausência da farinha de trigo, que era importada da Europa e possuía um altíssimo custo, buscavam formas de criar alimentos com ingredientes locais. Foi nessa época que, das cozinhas das antigas fazendas de Minas, surgiram quitutes como biscoitos de polvilho, sequilhos, tapiocas e o pão de queijo.


Os ingredientes do pão de queijo eram simples: polvilho azedo, queijo minas curado, banha de porco derretida, leite e ovos, ou seja, itens de subsistência nas propriedades.


Graças a sua combinação única de sabores e texturas, o pão de queijo conquistou não apenas os brasileiros, mas pessoas ao redor de todo o mundo e hoje é considerado um patrimônio brasileiro.


Em suma, ele é muito mais do que uma simples receita culinária. É uma herança cultural que deve ser preservada e apreciada por muitas gerações. Portanto, quando saborear essa delícia, lembre-se de que você estará degustando uma verdadeira parte da história e da cultura brasileira, um verdadeiro patrimônio nacional.


(www.tvculturamineira.com.br. Acesso em 22.03.2024. Adaptado)

De acordo com o texto, a criação do pão de queijo no Brasil só foi possível porque os povos indígenas conseguiram
Alternativas
Q2484626 Nutrição
Em uma padaria, a limpeza dos equipamentos é de suma importância para manter a qualidade dos produtos, evitando, principalmente, contaminações. Ao efetuarmos a limpeza, é importante que nos lembremos de retirar os equipamentos elétricos da tomada:
Alternativas
Q2484625 Nutrição
A broa de milho é uma especialidade de padarias muito apreciada. Para a confecção de uma boa broa de milho, é necessário que utilizemos: 
Alternativas
Q2484624 Nutrição
A qualidade do pão está diretamente relacionada ao tipo de farinha de trigo utilizada. O melhor tipo de farinha de trigo para a confecção do pão francês (ou pão de sal) é:
Alternativas
Q2484623 Nutrição
Em padarias, é muito comum a utilização do egg wash que, ao ser passado sobre pães, dá a esse produto uma coloração dourada e um aspecto muito mais saboroso.
Os ingredientes mais comumente utilizados para a elaboração do egg wash são:
Alternativas
Respostas
141: B
142: A
143: C
144: D
145: A
146: C
147: B
148: A
149: C
150: B
151: D
152: B
153: D
154: C
155: A
156: D
157: B
158: D
159: A
160: C