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Leia o texto de Eliana Franzoi Fam, uma endocrinologista e nutróloga.
Longevidade
Há muitos anos, quando ainda era residente de endocrinologia na Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, atendi um senhor de bastante idade e, como era cardiopata, diabético, hipertenso e obeso, fui orientada a fornecer-lhe a dieta adequada para suas várias doenças.
Isso significava uma dieta restrita em sal, com valor reduzido de calorias e abolição total de doces (na época não existiam os diets), e nem pensar em chegar perto de bebidas alcoólicas.
Esmerei-me ao máximo nos meus conhecimentos dietéticos e, como todo médico jovem, repleto de boas intenções e sem flexibilidade, fui derrubando todos os pequenos prazeres do meu roliço paciente. Aos poucos percebi que a sua fisionomia ia aos poucos tomando um ar maroto de menino travesso.
Enfim finalizei minha reeducação alimentar perfeita no papel — hoje reconheço dificílima de ser executada.
O paciente então lascou-me uma pérola: “Doutora, vida não é comprimento, é largura!”
Nunca mais esqueci.
Leia o texto de Eliana Franzoi Fam, uma endocrinologista e nutróloga.
Longevidade
Há muitos anos, quando ainda era residente de endocrinologia na Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, atendi um senhor de bastante idade e, como era cardiopata, diabético, hipertenso e obeso, fui orientada a fornecer-lhe a dieta adequada para suas várias doenças.
Isso significava uma dieta restrita em sal, com valor reduzido de calorias e abolição total de doces (na época não existiam os diets), e nem pensar em chegar perto de bebidas alcoólicas.
Esmerei-me ao máximo nos meus conhecimentos dietéticos e, como todo médico jovem, repleto de boas intenções e sem flexibilidade, fui derrubando todos os pequenos prazeres do meu roliço paciente. Aos poucos percebi que a sua fisionomia ia aos poucos tomando um ar maroto de menino travesso.
Enfim finalizei minha reeducação alimentar perfeita no papel — hoje reconheço dificílima de ser executada.
O paciente então lascou-me uma pérola: “Doutora, vida não é comprimento, é largura!”
Nunca mais esqueci.
Leia o texto de Eliana Franzoi Fam, uma endocrinologista e nutróloga.
Longevidade
Há muitos anos, quando ainda era residente de endocrinologia na Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, atendi um senhor de bastante idade e, como era cardiopata, diabético, hipertenso e obeso, fui orientada a fornecer-lhe a dieta adequada para suas várias doenças.
Isso significava uma dieta restrita em sal, com valor reduzido de calorias e abolição total de doces (na época não existiam os diets), e nem pensar em chegar perto de bebidas alcoólicas.
Esmerei-me ao máximo nos meus conhecimentos dietéticos e, como todo médico jovem, repleto de boas intenções e sem flexibilidade, fui derrubando todos os pequenos prazeres do meu roliço paciente. Aos poucos percebi que a sua fisionomia ia aos poucos tomando um ar maroto de menino travesso.
Enfim finalizei minha reeducação alimentar perfeita no papel — hoje reconheço dificílima de ser executada.
O paciente então lascou-me uma pérola: “Doutora, vida não é comprimento, é largura!”
Nunca mais esqueci.
I.O espaço físico deve considerar a diversidade do público atendido, respeitando as especificidades de crianças, adolescentes, jovens e idosos, de modo que nenhum usuário se sinta alheio ao serviço ofertado.
II.É recomendável que o CRAS disponha de mobiliário adequado para cada ambiente, brinquedos para crianças, materiais informativos, além de equipamentos como livros, CDs, DVDs, televisor, aparelho de som, microfone e computador com acesso à internet, garantindo conectividade e interação com a rede socioassistencial.
III.A oferta de benefícios eventuais pode ser realizada no CRAS, desde que em espaços e com profissionais específicos para essa finalidade, não devendo utilizar os ambientes destinados ao PAIF nem atribuir essa função à equipe de referência.
IV.Os espaços físicos do CRAS devem atender às normas de acessibilidade da ABNT, incluindo rampas de acesso, rotas acessíveis, banheiros adaptados e profissionais capacitados para atender pessoas com deficiência, com conhecimentos em Libras e apoio a pessoas com deficiência visual ou motora.
V.É dispensável que o CRAS adquira materiais específicos para o atendimento de pessoas com deficiência, como informativos em braille ou em áudio, já que o atendimento pode ser realizado apenas com recursos visuais.
É correto o que se afirma em:
Entre os direitos garantidos às pessoas idosas de baixa renda está o acesso ao transporte interestadual gratuito (duas vagas por veículo) ou ao desconto de 50% no valor das passagens. Para facilitar esse acesso, existe a Carteira da Pessoa Idosa, que pode ser emitida pelos municípios e pelo Distrito Federal.
Com base nessas informações, assinale a alternativa correta sobre quem tem direito à Carteira da Pessoa Idosa:
Primeira coluna: segurança 1.Segurança de Acolhida 2.Segurança de Convívio 3,Segurança de Desenvolvimento da Autonomia
Segunda coluna: descrição (__)Atendimento às demandas reais dos usuários, interesses e necessidades, garantindo acesso aos direitos sociais. (__)Vivências familiar, comunitária e social que fortalecem vínculos e ampliam a capacidade protetiva. (__)Experiências que promovem potencialidades, ampliam o universo informacional e cultural e reduzem agravos da dependência.
Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
I.Encaminhamento aos pais ou responsável, mediante termo de responsabilidade.
II.Orientação, apoio e acompanhamento temporários.
III.Matrícula e frequência obrigatórias em estabelecimento oficial de ensino fundamental. IV.Inclusão em programa comunitário ou oficial de auxílio à família, à criança e ao adolescente.
V.Requisição de tratamento médico, psicológico ou psiquiátrico, em regime hospitalar ou ambulatorial.
É medida de proteção o que se apresenta em:
I.Um dos recursos para se estabelecer a coesão textual é a referenciação, a qual foi utilizada, no excerto, em "Esses números".
II.A conjunção "como" estabelece o sentido de comparação e, nesse contexto, equivale a "tal qual".
III.O "que", nesse contexto, funciona como pronome relativo, articulando a oração principal com a oração subordinada e estabelecendo uma relação adjetiva, pois "aos 23 anos decidiu parar de consumir bebidas alcoólicas" tem como referente "Gabrielle Ribeiro", explicando quem é Gabrielle nesse contexto temático.
É correto o que se afirma em: