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Q3916244 Turismo
No contexto da Lei nº 15.180/2025, a estruturação de fundos privados geridos por instituições financeiras visa conferir maior agilidade à execução de projetos de infraestrutura turística. Segundo a norma, os recursos destinados a esses fundos, quando aplicados em Unidades de Conservação (UCs), devem priorizar ações que promovam o(a):
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Q3916243 Turismo
A Lei nº 15.180/2025 institui a Política Nacional de Incentivo à Visitação a Unidades de Conservação, autorizando órgãos como o ICMBio a contratar instituição financeira oficial para a gestão de um fundo privado. De acordo com o texto legal, a finalidade precípua desse fundo é: 
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Q3916242 Turismo
O conceito de "Marca de Destino" (Place Branding) vai além da criação de logotipos, envolvendo a gestão da identidade do território. Quando um município como Ibitinga utiliza sua tradição produtiva para atrair fluxos turísticos específicos, o marketing está atuando sobre o componente do produto turístico conhecido como:
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Q3916241 Turismo
A comercialização do produto turístico apresenta a peculiaridade da inseparabilidade entre produção e consumo. No mercado turístico contemporâneo, o modelo de distribuição que utiliza plataformas digitais para conectar diretamente o fornecedor local ao consumidor final, eliminando intermediários tradicionais, é caracterizado como:
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Q3916240 Turismo
No marketing promocional de destinos, a estratégia que visa converter os recursos potenciais de um território em atrativos efetivos, por meio da estruturação de serviços e comunicação dirigida a nichos específicos, denomina-se:
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Q3916239 Turismo
Em um estudo de demanda, o turismólogo deve classificar visitantes que permanecem no destino por mais de 24 horas, utilizando meios de hospedagem, e diferenciar esse grupo daqueles que apenas visitam e retornam no mesmo dia, pois essa distinção altera o cálculo de pernoites, gasto médio e capacidade de carga; no relatório, ele emprega a categoria técnica adequada para o primeiro grupo, conforme a classificação usual em estatísticas de turismo. Aponte a categoria correta:
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Q3916238 Turismo
Ao elaborar um parecer técnico para o plano municipal de turismo, um turismólogo precisa adotar uma definição que delimite o fenômeno turístico de modo operacional, registrando que se trata de deslocamento e permanência temporária fora do entorno habitual, por período limitado e sem objetivo de migração ou de inserção permanente no mercado de trabalho do destino, de forma a orientar indicadores e recortes estatísticos do diagnóstico. Indique o conceito central descrito:
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Q3916107 Meio Ambiente
O Brasil assumiu recentemente a presidência do G20, pautando a reforma da governança global e o combate à fome. No âmbito das relações internacionais e do meio ambiente, a principal proposta brasileira para atrair investimentos estrangeiros vinculados à preservação florestal e ao mercado de carbono é o(a):
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Q3916106 Pedagogia
O governo do Estado de São Paulo implementou o programa "Provão Paulista" como uma nova porta de entrada para o ensino superior público. No contexto da política educacional contemporânea, o principal objetivo técnico-pedagógico dessa avaliação seriada, aplicada ao longo do Ensino Médio para acesso à USP, Unesp e Unicamp, é a:
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Q3916105 Atualidades
O longa brasileiro "O Agente Secreto", dirigido por Kleber Mendonça Filho e estrelado por Wagner Moura, recebeu quatro indicações ao Oscar 2026. O thriller político, situado no Recife de 1977, concorre nas categorias de:
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Q3916104 História e Geografia de Estados e Municípios

Sobre os marcos históricos de Ibitinga-SP, analise os itens:



I - Em 1987, o município tornou-se Área de Proteção Ambiental.


II - Em 1995, Ibitinga foi elevada à categoria de “Distrito de Paz”.


III - Em 1992, de acordo com a Lei nº 8.199, o município foi elevado a “Estância Turística”.



É correto o que se afirma em: 

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Q3916103 Meio Ambiente
Sobre a hidrografia de Ibitinga-SP, a prefeitura municipal aponta que abundante rede fluvial contorna e limita o Município. Cortando o município no sentido leste/oeste corre o Rio: 
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Q3916102 Matemática
Um balde em formato de cilindro reto tem raio interno de 14 cm e altura útil de 30 cm; para estimar sua capacidade, o responsável considera o volume geométrico do cilindro e usa π = 22/7, mantendo as unidades em centímetros cúbicos. Indique o volume do balde: 
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Q3916101 Matemática
Uma equipe vai montar um código de acesso com 4 dígitos distintos escolhidos entre 0 e 9, sem repetição e com ordem relevante, e o primeiro dígito não pode ser zero para evitar ambiguidade de leitura; o responsável precisa calcular quantos códigos diferentes podem ser formados nessas condições. Indique a quantidade de códigos possíveis:
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Q3916100 Matemática
Em uma progressão geométrica, o primeiro termo é 5 e a razão é 3; o estudante calcula o sexto termo usando a relação entre termo geral, primeiro termo e potência da razão, mantendo o índice corretamente. Aponte o 6º termo:
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Q3916099 Raciocínio Lógico
Considere as proposições p: “O relatório foi entregue.” e q: “A auditoria foi concluída.” Um servidor define a proposição composta S = não p ou q, e precisa negar S preservando equivalência lógica por aplicação direta de De Morgan. Indique a negação correta de S:
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Q3916098 Estatística

Analise o gráfico, abaixo: 



Imagem associada para resolução da questão


https://institutodelongevidade.org/longevidade-e-cidades/direitos-e-cidadania/populacaoidosa-ibge



O gráfico “Distribuição da população brasileira, em 2021” apresenta as frequências relativas por faixa etária, indicando, entre outras, as proporções de 30 a 59 anos (41,4%) e de 65 anos ou mais (10,2%). Considerando uma amostra hipotética de 1.000 pessoas com a mesma distribuição do gráfico, o analista precisa converter a frequência relativa em frequência absoluta para a faixa de 65 anos ou mais. Indique a frequência absoluta correspondente: 

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Q3916097 Português

Leia para responder à questão



As estações do metrô de Moscou ganharam o apelido de “catedrais subterrâneas” porque, em muitos casos, foram concebidas para impressionar tanto quanto para transportar. Inaugurado em 1935, o sistema nasceu num período em que a infraestrutura era também linguagem política: o subsolo deveria expressar ordem, grandeza e promessa de futuro. Em vez de corredores utilitários, surgiram salões amplos, colunas ritmadas, abóbadas e luminárias que lembram naves de templos — não para sugerir religiosidade, mas para elevar o cotidiano à condição de espetáculo urbano.


A estética dessas estações dialoga com o realismo socialista e com tradições arquitetônicas russas e europeias, combinando mármores, granitos, bronze, vitrais, mosaicos e relevos. O resultado é uma arquitetura narrativa: cada estação parece “contar” algo por meio de materiais e símbolos, como se o percurso fosse também uma galeria. Essa intenção se revela na escala e no detalhe — do brilho das cúpulas às molduras das portas, do desenho dos pisos aos frisos com cenas históricas —, tudo organizado para conduzir o olhar e, ao mesmo tempo, disciplinar o fluxo de pessoas.


Algumas estações tornaram-se ícones justamente por condensarem esse projeto de monumentalidade. Em Komsomolskaya, a sensação é a de um grande salão cerimonial; em Mayakovskaya, a elegância das linhas e os painéis no teto criam um efeito quase cinematográfico; em Ploshchad Revolyutsii, esculturas em tamanho real aproximam o passageiro de figuras idealizadas do imaginário soviético; em Novoslobodskaya, vitrais e iluminação compõem um clima raro para um espaço de circulação rápida. São ambientes pensados para serem atravessados, mas também para serem vistos, como se a pressa tivesse de conviver com a contemplação.


A profundidade de várias linhas e a robustez da engenharia também carregam história. Durante a Segunda Guerra Mundial, o metrô serviu como abrigo e espaço estratégico pensado, o que reforçou a percepção de que aquele subterrâneo não era apenas trânsito, mas refúgio e cidade paralela. Assim, a beleza não aparece isolada: ela se apoia em soluções técnicas, ventilação, escadas rolantes longas e estruturas capazes de sustentar tanto a rotina quanto momentos de crise, mantendo a sensação de permanência mesmo em tempos instáveis.


Com o passar das décadas, novos trechos e estações foram incorporando estilos diferentes, do monumental ao mais sóbrio e funcional, conforme mudavam as prioridades estéticas e econômicas. Ainda assim, a imagem das “catedrais subterrâneas” persiste porque o metrô de Moscou preserva uma ideia rara: a de que a infraestrutura pode ser, simultaneamente, ferramenta e símbolo. No vai e vem diário, a arquitetura não serve apenas de fundo; ela participa do gesto de atravessar a cidade, lembrando que, às vezes, o caminho é tão expressivo quanto o destino.

No trecho: "O resultado é uma arquitetura narrativa: cada estação parece “contar” algo por meio de materiais e símbolos...", o termo destacado, embora seja um verbo no infinitivo, desempenha uma função sintática específica em relação ao verbo "parece". Essa função é de:
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Q3916096 Português

Leia para responder à questão



As estações do metrô de Moscou ganharam o apelido de “catedrais subterrâneas” porque, em muitos casos, foram concebidas para impressionar tanto quanto para transportar. Inaugurado em 1935, o sistema nasceu num período em que a infraestrutura era também linguagem política: o subsolo deveria expressar ordem, grandeza e promessa de futuro. Em vez de corredores utilitários, surgiram salões amplos, colunas ritmadas, abóbadas e luminárias que lembram naves de templos — não para sugerir religiosidade, mas para elevar o cotidiano à condição de espetáculo urbano.


A estética dessas estações dialoga com o realismo socialista e com tradições arquitetônicas russas e europeias, combinando mármores, granitos, bronze, vitrais, mosaicos e relevos. O resultado é uma arquitetura narrativa: cada estação parece “contar” algo por meio de materiais e símbolos, como se o percurso fosse também uma galeria. Essa intenção se revela na escala e no detalhe — do brilho das cúpulas às molduras das portas, do desenho dos pisos aos frisos com cenas históricas —, tudo organizado para conduzir o olhar e, ao mesmo tempo, disciplinar o fluxo de pessoas.


Algumas estações tornaram-se ícones justamente por condensarem esse projeto de monumentalidade. Em Komsomolskaya, a sensação é a de um grande salão cerimonial; em Mayakovskaya, a elegância das linhas e os painéis no teto criam um efeito quase cinematográfico; em Ploshchad Revolyutsii, esculturas em tamanho real aproximam o passageiro de figuras idealizadas do imaginário soviético; em Novoslobodskaya, vitrais e iluminação compõem um clima raro para um espaço de circulação rápida. São ambientes pensados para serem atravessados, mas também para serem vistos, como se a pressa tivesse de conviver com a contemplação.


A profundidade de várias linhas e a robustez da engenharia também carregam história. Durante a Segunda Guerra Mundial, o metrô serviu como abrigo e espaço estratégico pensado, o que reforçou a percepção de que aquele subterrâneo não era apenas trânsito, mas refúgio e cidade paralela. Assim, a beleza não aparece isolada: ela se apoia em soluções técnicas, ventilação, escadas rolantes longas e estruturas capazes de sustentar tanto a rotina quanto momentos de crise, mantendo a sensação de permanência mesmo em tempos instáveis.


Com o passar das décadas, novos trechos e estações foram incorporando estilos diferentes, do monumental ao mais sóbrio e funcional, conforme mudavam as prioridades estéticas e econômicas. Ainda assim, a imagem das “catedrais subterrâneas” persiste porque o metrô de Moscou preserva uma ideia rara: a de que a infraestrutura pode ser, simultaneamente, ferramenta e símbolo. No vai e vem diário, a arquitetura não serve apenas de fundo; ela participa do gesto de atravessar a cidade, lembrando que, às vezes, o caminho é tão expressivo quanto o destino.

Ao descrever o sistema de transporte russo, o autor emprega o termo “catedrais subterrâneas” (entre aspas) e menciona que a infraestrutura era também “linguagem política”. Considerando a construção do texto e o públicoalvo, o nível de linguagem predominante e o recurso estilístico dessas expressões são:
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Q3916095 Português

Leia para responder à questão



As estações do metrô de Moscou ganharam o apelido de “catedrais subterrâneas” porque, em muitos casos, foram concebidas para impressionar tanto quanto para transportar. Inaugurado em 1935, o sistema nasceu num período em que a infraestrutura era também linguagem política: o subsolo deveria expressar ordem, grandeza e promessa de futuro. Em vez de corredores utilitários, surgiram salões amplos, colunas ritmadas, abóbadas e luminárias que lembram naves de templos — não para sugerir religiosidade, mas para elevar o cotidiano à condição de espetáculo urbano.


A estética dessas estações dialoga com o realismo socialista e com tradições arquitetônicas russas e europeias, combinando mármores, granitos, bronze, vitrais, mosaicos e relevos. O resultado é uma arquitetura narrativa: cada estação parece “contar” algo por meio de materiais e símbolos, como se o percurso fosse também uma galeria. Essa intenção se revela na escala e no detalhe — do brilho das cúpulas às molduras das portas, do desenho dos pisos aos frisos com cenas históricas —, tudo organizado para conduzir o olhar e, ao mesmo tempo, disciplinar o fluxo de pessoas.


Algumas estações tornaram-se ícones justamente por condensarem esse projeto de monumentalidade. Em Komsomolskaya, a sensação é a de um grande salão cerimonial; em Mayakovskaya, a elegância das linhas e os painéis no teto criam um efeito quase cinematográfico; em Ploshchad Revolyutsii, esculturas em tamanho real aproximam o passageiro de figuras idealizadas do imaginário soviético; em Novoslobodskaya, vitrais e iluminação compõem um clima raro para um espaço de circulação rápida. São ambientes pensados para serem atravessados, mas também para serem vistos, como se a pressa tivesse de conviver com a contemplação.


A profundidade de várias linhas e a robustez da engenharia também carregam história. Durante a Segunda Guerra Mundial, o metrô serviu como abrigo e espaço estratégico pensado, o que reforçou a percepção de que aquele subterrâneo não era apenas trânsito, mas refúgio e cidade paralela. Assim, a beleza não aparece isolada: ela se apoia em soluções técnicas, ventilação, escadas rolantes longas e estruturas capazes de sustentar tanto a rotina quanto momentos de crise, mantendo a sensação de permanência mesmo em tempos instáveis.


Com o passar das décadas, novos trechos e estações foram incorporando estilos diferentes, do monumental ao mais sóbrio e funcional, conforme mudavam as prioridades estéticas e econômicas. Ainda assim, a imagem das “catedrais subterrâneas” persiste porque o metrô de Moscou preserva uma ideia rara: a de que a infraestrutura pode ser, simultaneamente, ferramenta e símbolo. No vai e vem diário, a arquitetura não serve apenas de fundo; ela participa do gesto de atravessar a cidade, lembrando que, às vezes, o caminho é tão expressivo quanto o destino.

No trecho: "Durante a Segunda Guerra Mundial, o metrô serviu como abrigo e espaço estratégico...", o verbo destacado encontra-se flexionado em um tempo verbal que expressa um fato concluído no passado. Sob a ótica do aspecto verbal, esse termo é classificado como:
Alternativas
Respostas
81: D
82: B
83: C
84: B
85: C
86: A
87: A
88: D
89: A
90: B
91: B
92: C
93: C
94: D
95: C
96: B
97: A
98: C
99: C
100: B