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Considerando as limitações, potencialidades e pressupostos desses índices, assinale a alternativa que apresenta a interpretação correta sobre seu uso em estudos ambientais.
Nesse contexto, analise as alternativas a seguir e assinale aquela que apresenta a propriedade mais adequada do sensor para atender ao objetivo descrito.
• imagem A: pixels de 30 m
• imagem B: pixels de 1 m
Considerando o conceito de pixel e de resolução espacial, assinale a alternativa que identifica corretamente a imagem mais adequada para mapear detalhes finos da paisagem urbana e sua respectiva justificativa.
Considerando a necessidade de combinar critérios variados e gerar uma ferramenta de suporte à decisão, assinale a alternativa que indica corretamente a técnica mais adequada e seu resultado esperado.
Assinale a alternativa que explica corretamente o mecanismo responsável pela alta refletância da vegetação saudável no NIR.
Assinale a alternativa que apresenta a melhor escolha técnica para essa situação.
Com base nesse contexto, assinale a alternativa que explica corretamente a redução da temperatura com o aumento da altitude.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do excerto.
• Cenário 1: substituição da vegetação nativa por atividades agropecuárias intensivas, resultando em fragmentação de habitats, aumento do escoamento superficial e perda de matéria orgânica do solo.
• Cenário 2: manutenção da cobertura vegetal original, com elevada diversidade funcional, ciclagem eficiente de nutrientes e estabilidade nos fluxos hidrológicos.
Considerando os processos ecológicos envolvidos, assinale a alternativa que melhor explica os mecanismos responsáveis pela maior resiliência ambiental observada no Cenário 2.
Essa ação é denominada
Considerando suas diretrizes e atribuições, assinale a alternativa correta.
Esse indicador epidemiológico é denominado coeficiente de
À luz do modelo da História Natural da Doença, essa intervenção é classificada como medida de prevenção
Com base na situação apresentada, o delineamento do estudo é classificado como
A mudança descrita está diretamente relacionada ao princípio do SUS denominado
Nesse contexto, assinale a alternativa correta sobre as Conferências de Saúde.
Dizer que estamos “enxugando o gelo” é uma forma popular de descrever nossa impotência diante das causas de um problema, que nos condena a somente minimizar os danos dele decorrentes. É o caso de quem atua na área da saúde, que convive diariamente com os limites das intervenções ao seu alcance. Também como usuários do sistema de saúde somos confrontados com fatores estruturais que condicionam nossos comportamentos. Essas constatações estão entre os muitos modos de explicar o que chamamos de “determinantes sociais da saúde”.
Ao defini-los, a Organização Mundial da Saúde (OMS) afirma que a esperança de vida é influenciada por fatores como o lugar onde se vive, o nível de escolaridade, a raça, o gênero, entre outros. Em relatório recente analisando os indicadores dos países com maior e menor expectativa de vida, a organização identificou uma diferença média de 33 anos. Ao contrário do que se poderia imaginar, os extremos não correspondem diretamente aos países com maior e menor renda. Tal complexidade vem levando ao uso, por extensão, de expressões como “determinantes geopolíticos da saúde”.
Trata-se de uma provocação no sentido de explorar os impactos da atualidade internacional sobre a saúde pública. É preciso reconhecer que o campo das relações internacionais não dá aos temas de saúde coletiva a atenção que merecem. Entre muitos exemplos, menciono uma emergência de saúde pública atual, que é a poliomielite. Declarada em maio de 2014, a continuidade dessa emergência foi confirmada pela OMS. Como é possível que uma “emergência” dure quase doze anos? A resposta está nos conflitos armados que puseram fim ao sonho de erradicar uma doença cuja persistência é vergonhosa.
Isto significa que, além dos numerosos civis mortos e feridos, há muitas outras dimensões do aniquilamento da saúde a lamentar. Alguém diria: basta fechar as fronteiras ou fazer exigências rigorosas sobre a saúde de quem viaja. Na prática, restrições formais jamais evitaram que pessoas passassem de um território a outro, eis que as motivações que as levam a mover-se prescindem de um despachante, em muitos casos sendo a simples sobrevivência. O que as restrições encorajam é o ingresso irregular, que depaupera inutilmente quem circula, por vezes famílias inteiras que vão perdendo o que possuem ao longo de deslocamentos. Permitir a entrada regular, prestando assistência a quem chega e acompanhando seu percurso por meio da vigilância em saúde, é a melhor forma de proteger um país. A propósito, o Sistema Único de Saúde é um bastião da segurança nacional ao garantir o acesso à saúde a todas as pessoas que se encontram em nosso território.
(Deisy Ventura, “Determinantes geopolíticos da saúde: uma chamada à reflexão e à ação”, Jornal da USP. Disponível em: https://jornal.usp.br/. Adaptado)
“… eis que as motivações que as levam a mover-se prescindem de um despachante, em muitos casos sendo a simples sobrevivência. O que as restrições encorajam é o ingresso irregular, que depaupera inutilmente quem circula…” (4º parágrafo)
Os termos destacados podem ser substituídos, sem alteração do sentido original, respectivamente, por: