Questões de Concurso Para professor - língua portuguesa

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Q4034585 Português
O Peso das Palavras: Como as Microagressões Abalam a Saúde Mental


Você já deve ter presenciado alguma dessas cenas: um dos seus amigos ou colegas de trabalho começa a fazer piadinhas com pessoas obesas, pretas ou mais baixas que a média da população. É possível que muitos deem risada, mas é provável que muitos sintam-se desconfortáveis ou com raiva, especialmente se forem ou tiverem um ente querido que é alvo de gozações.

Mas e se a chacota for dirigida a você, só por causa da sua etnia, padrão corporal, cor da pele, idade, identidade de gênero ou condição social? Esse tipo de ataque disfarçado, que muitas vezes vem camuflado em um comentário engraçado ou debochado, tem um nome: microagressão. E ela tem enorme impacto na saúde mental.

Não costumamos pensar muito sobre isso, mas a atitude dos outros tem grande influência em nossa saúde física e mental. E aqui vai uma lição importante para todos nós: todo mundo carrega em si algum tipo de preconceito; por isso, qualquer um de nós um dia pode dar uma escorregada e falar algo inapropriado.

Microagressões podem ser resultado de preconceitos conscientes, mas, em boa parte das vezes, eles são inconscientes. Basta pensarmos no racismo e no machismo estruturais que acabaram por moldar nossa visão de mundo ao ponto de por vezes falarmos algo sem sequer nos darmos conta de que estamos desvalorizando a experiência de uma pessoa preta ou de uma mulher. Desfazer isso é um trabalho necessário e que envolve um novo letramento, uma reeducação.

Dirigir para alguém algo preconceituoso ou discriminatório pode não trazer para essa pessoa um grande impacto, se a fala tiver sido casual e não se repetir. Mas se essas falas são constantes e repetitivas vão cobrar um preço na saúde física e mental daquela pessoa.

A exposição crônica a microagressões é fonte de estresse e pode levar à ansiedade, depressão, baixa autoestima, raiva, problemas para dormir e até ao uso de álcool e ideação suicida. A longo prazo, esse estresse gera grande impacto na saúde física: altos níveis de hormônio do estresse levam a um desgaste mais acelerado do corpo, aumentando os riscos de doenças do coração e enfraquecendo a saúde geral de quem é vítima de agressões.

Além disso, estar em um ambiente hostil exige vigilância permanente para se proteger da discriminação e do preconceito, ao ponto de muitas vezes a pessoa questionar a si mesma e o que ela faz, como mostraram alguns estudos.

Eis algumas dicas para quem costuma ser alvo de microagressões e para quem as comete, mesmo sem de dar conta disso:

1. Entenda: nem sempre quem comete uma microagressão é uma pessoa má

O erro pode ser uma oportunidade importante para repensar nossos preconceitos e, mais importante, para entender o poder que as palavras têm de ferir. Não por acaso as microagressões são comparadas à 'morte por mil cortes'.

2. Explique por que a fala do seu colega, amigo ou conhecido impactou você

Quase sempre, a pessoa que profere uma frase ou brincadeira discriminatória e preconceituosa não se dá conta de que ela pode ferir alguém. Trazer para a conversa como você recebeu isso pode ajudar aquela pessoa a reorientar a sua fala. Agora, se o agressor tinha realmente intenção de machucá-lo dificilmente mudará de opinião.

3. Quando você se sente perseguido e atacado no seu ambiente de trabalho

Procure o RH. Discriminação é crime.



Leia mais em: https://forbes.com.br/colunas/2025/10/arthur-guerra-o-peso-das-palavra s-como-as-microagressoes-abalam-a-saude-mental/
"Não costumamos pensar muito sobre isso, mas a atitude dos outros tem grande influência em nossa saúde física e mental. E aqui vai uma lição importante para todos nós: todo mundo carrega em si algum tipo de preconceito; por isso, qualquer um de nós um dia pode dar uma escorregada e falar algo inapropriado."
Considerando o texto-base, pode-se concluir que a intenção discursiva predominante nesse trecho é:
Alternativas
Q4034584 Português
O Peso das Palavras: Como as Microagressões Abalam a Saúde Mental


Você já deve ter presenciado alguma dessas cenas: um dos seus amigos ou colegas de trabalho começa a fazer piadinhas com pessoas obesas, pretas ou mais baixas que a média da população. É possível que muitos deem risada, mas é provável que muitos sintam-se desconfortáveis ou com raiva, especialmente se forem ou tiverem um ente querido que é alvo de gozações.

Mas e se a chacota for dirigida a você, só por causa da sua etnia, padrão corporal, cor da pele, idade, identidade de gênero ou condição social? Esse tipo de ataque disfarçado, que muitas vezes vem camuflado em um comentário engraçado ou debochado, tem um nome: microagressão. E ela tem enorme impacto na saúde mental.

Não costumamos pensar muito sobre isso, mas a atitude dos outros tem grande influência em nossa saúde física e mental. E aqui vai uma lição importante para todos nós: todo mundo carrega em si algum tipo de preconceito; por isso, qualquer um de nós um dia pode dar uma escorregada e falar algo inapropriado.

Microagressões podem ser resultado de preconceitos conscientes, mas, em boa parte das vezes, eles são inconscientes. Basta pensarmos no racismo e no machismo estruturais que acabaram por moldar nossa visão de mundo ao ponto de por vezes falarmos algo sem sequer nos darmos conta de que estamos desvalorizando a experiência de uma pessoa preta ou de uma mulher. Desfazer isso é um trabalho necessário e que envolve um novo letramento, uma reeducação.

Dirigir para alguém algo preconceituoso ou discriminatório pode não trazer para essa pessoa um grande impacto, se a fala tiver sido casual e não se repetir. Mas se essas falas são constantes e repetitivas vão cobrar um preço na saúde física e mental daquela pessoa.

A exposição crônica a microagressões é fonte de estresse e pode levar à ansiedade, depressão, baixa autoestima, raiva, problemas para dormir e até ao uso de álcool e ideação suicida. A longo prazo, esse estresse gera grande impacto na saúde física: altos níveis de hormônio do estresse levam a um desgaste mais acelerado do corpo, aumentando os riscos de doenças do coração e enfraquecendo a saúde geral de quem é vítima de agressões.

Além disso, estar em um ambiente hostil exige vigilância permanente para se proteger da discriminação e do preconceito, ao ponto de muitas vezes a pessoa questionar a si mesma e o que ela faz, como mostraram alguns estudos.

Eis algumas dicas para quem costuma ser alvo de microagressões e para quem as comete, mesmo sem de dar conta disso:

1. Entenda: nem sempre quem comete uma microagressão é uma pessoa má

O erro pode ser uma oportunidade importante para repensar nossos preconceitos e, mais importante, para entender o poder que as palavras têm de ferir. Não por acaso as microagressões são comparadas à 'morte por mil cortes'.

2. Explique por que a fala do seu colega, amigo ou conhecido impactou você

Quase sempre, a pessoa que profere uma frase ou brincadeira discriminatória e preconceituosa não se dá conta de que ela pode ferir alguém. Trazer para a conversa como você recebeu isso pode ajudar aquela pessoa a reorientar a sua fala. Agora, se o agressor tinha realmente intenção de machucá-lo dificilmente mudará de opinião.

3. Quando você se sente perseguido e atacado no seu ambiente de trabalho

Procure o RH. Discriminação é crime.



Leia mais em: https://forbes.com.br/colunas/2025/10/arthur-guerra-o-peso-das-palavra s-como-as-microagressoes-abalam-a-saude-mental/
"Não costumamos pensar muito sobre isso, mas a atitude dos outros têm grande influência em nossa saúde física e mental."
Analise a função sintática da expressão 'grande influência' no trecho, bem como das demais expressões destacadas a seguir:

I.Desfazer isso é um trabalho necessário.
II.Então voltou contra ele todo o ódio acumulado.
III.Elas pertencem a variados estilos de época, além de apresentar elementos autorais.
IV.E aqui vai uma lição importante para todos nós.


Os termos destacados nos enunciados que exercem a mesma função sintática de 'grande influência' estão nos itens:
Alternativas
Q4034583 Português
O Peso das Palavras: Como as Microagressões Abalam a Saúde Mental


Você já deve ter presenciado alguma dessas cenas: um dos seus amigos ou colegas de trabalho começa a fazer piadinhas com pessoas obesas, pretas ou mais baixas que a média da população. É possível que muitos deem risada, mas é provável que muitos sintam-se desconfortáveis ou com raiva, especialmente se forem ou tiverem um ente querido que é alvo de gozações.

Mas e se a chacota for dirigida a você, só por causa da sua etnia, padrão corporal, cor da pele, idade, identidade de gênero ou condição social? Esse tipo de ataque disfarçado, que muitas vezes vem camuflado em um comentário engraçado ou debochado, tem um nome: microagressão. E ela tem enorme impacto na saúde mental.

Não costumamos pensar muito sobre isso, mas a atitude dos outros tem grande influência em nossa saúde física e mental. E aqui vai uma lição importante para todos nós: todo mundo carrega em si algum tipo de preconceito; por isso, qualquer um de nós um dia pode dar uma escorregada e falar algo inapropriado.

Microagressões podem ser resultado de preconceitos conscientes, mas, em boa parte das vezes, eles são inconscientes. Basta pensarmos no racismo e no machismo estruturais que acabaram por moldar nossa visão de mundo ao ponto de por vezes falarmos algo sem sequer nos darmos conta de que estamos desvalorizando a experiência de uma pessoa preta ou de uma mulher. Desfazer isso é um trabalho necessário e que envolve um novo letramento, uma reeducação.

Dirigir para alguém algo preconceituoso ou discriminatório pode não trazer para essa pessoa um grande impacto, se a fala tiver sido casual e não se repetir. Mas se essas falas são constantes e repetitivas vão cobrar um preço na saúde física e mental daquela pessoa.

A exposição crônica a microagressões é fonte de estresse e pode levar à ansiedade, depressão, baixa autoestima, raiva, problemas para dormir e até ao uso de álcool e ideação suicida. A longo prazo, esse estresse gera grande impacto na saúde física: altos níveis de hormônio do estresse levam a um desgaste mais acelerado do corpo, aumentando os riscos de doenças do coração e enfraquecendo a saúde geral de quem é vítima de agressões.

Além disso, estar em um ambiente hostil exige vigilância permanente para se proteger da discriminação e do preconceito, ao ponto de muitas vezes a pessoa questionar a si mesma e o que ela faz, como mostraram alguns estudos.

Eis algumas dicas para quem costuma ser alvo de microagressões e para quem as comete, mesmo sem de dar conta disso:

1. Entenda: nem sempre quem comete uma microagressão é uma pessoa má

O erro pode ser uma oportunidade importante para repensar nossos preconceitos e, mais importante, para entender o poder que as palavras têm de ferir. Não por acaso as microagressões são comparadas à 'morte por mil cortes'.

2. Explique por que a fala do seu colega, amigo ou conhecido impactou você

Quase sempre, a pessoa que profere uma frase ou brincadeira discriminatória e preconceituosa não se dá conta de que ela pode ferir alguém. Trazer para a conversa como você recebeu isso pode ajudar aquela pessoa a reorientar a sua fala. Agora, se o agressor tinha realmente intenção de machucá-lo dificilmente mudará de opinião.

3. Quando você se sente perseguido e atacado no seu ambiente de trabalho

Procure o RH. Discriminação é crime.



Leia mais em: https://forbes.com.br/colunas/2025/10/arthur-guerra-o-peso-das-palavra s-como-as-microagressoes-abalam-a-saude-mental/
Considerando os elementos morfossintáticos presentes nos trechos extraídos do texto, julgue as afirmativas a seguir:

I.Em "que muitos sintam-se desconfortáveis ou com raiva", o 'se' indica que o sujeito é indeterminado.
II.Em "Microagressões podem ser resultado de preconceitos conscientes, mas, em boa parte das vezes, eles são inconscientes", os vocábulos 'conscientes' e 'inconscientes' exercem a mesma função morfossintática no período.
III.Em "e o que ela faz, como mostraram alguns estudos", o verbo 'mostrar' está com sujeito indeterminado, enquanto o verbo 'fazer' tem sujeito representado por um pronome pessoal do caso reto.
IV.Em "sem sequer nos darmos conta de que estamos desvalorizando a experiência de uma pessoa preta ou de uma mulher', a oração 'de que estamos desvalorizando a experiência de uma pessoa preta ou de uma mulher' é oração subordinada objetiva indireta.
V.Em "qualquer um de nós um dia pode dar uma escorregada e falar algo inapropriado", os verbos 'dar' e 'falar' apresentam a mesma transitividade, com complementos verbais diretos.


É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4034582 Português
O Peso das Palavras: Como as Microagressões Abalam a Saúde Mental


Você já deve ter presenciado alguma dessas cenas: um dos seus amigos ou colegas de trabalho começa a fazer piadinhas com pessoas obesas, pretas ou mais baixas que a média da população. É possível que muitos deem risada, mas é provável que muitos sintam-se desconfortáveis ou com raiva, especialmente se forem ou tiverem um ente querido que é alvo de gozações.

Mas e se a chacota for dirigida a você, só por causa da sua etnia, padrão corporal, cor da pele, idade, identidade de gênero ou condição social? Esse tipo de ataque disfarçado, que muitas vezes vem camuflado em um comentário engraçado ou debochado, tem um nome: microagressão. E ela tem enorme impacto na saúde mental.

Não costumamos pensar muito sobre isso, mas a atitude dos outros tem grande influência em nossa saúde física e mental. E aqui vai uma lição importante para todos nós: todo mundo carrega em si algum tipo de preconceito; por isso, qualquer um de nós um dia pode dar uma escorregada e falar algo inapropriado.

Microagressões podem ser resultado de preconceitos conscientes, mas, em boa parte das vezes, eles são inconscientes. Basta pensarmos no racismo e no machismo estruturais que acabaram por moldar nossa visão de mundo ao ponto de por vezes falarmos algo sem sequer nos darmos conta de que estamos desvalorizando a experiência de uma pessoa preta ou de uma mulher. Desfazer isso é um trabalho necessário e que envolve um novo letramento, uma reeducação.

Dirigir para alguém algo preconceituoso ou discriminatório pode não trazer para essa pessoa um grande impacto, se a fala tiver sido casual e não se repetir. Mas se essas falas são constantes e repetitivas vão cobrar um preço na saúde física e mental daquela pessoa.

A exposição crônica a microagressões é fonte de estresse e pode levar à ansiedade, depressão, baixa autoestima, raiva, problemas para dormir e até ao uso de álcool e ideação suicida. A longo prazo, esse estresse gera grande impacto na saúde física: altos níveis de hormônio do estresse levam a um desgaste mais acelerado do corpo, aumentando os riscos de doenças do coração e enfraquecendo a saúde geral de quem é vítima de agressões.

Além disso, estar em um ambiente hostil exige vigilância permanente para se proteger da discriminação e do preconceito, ao ponto de muitas vezes a pessoa questionar a si mesma e o que ela faz, como mostraram alguns estudos.

Eis algumas dicas para quem costuma ser alvo de microagressões e para quem as comete, mesmo sem de dar conta disso:

1. Entenda: nem sempre quem comete uma microagressão é uma pessoa má

O erro pode ser uma oportunidade importante para repensar nossos preconceitos e, mais importante, para entender o poder que as palavras têm de ferir. Não por acaso as microagressões são comparadas à 'morte por mil cortes'.

2. Explique por que a fala do seu colega, amigo ou conhecido impactou você

Quase sempre, a pessoa que profere uma frase ou brincadeira discriminatória e preconceituosa não se dá conta de que ela pode ferir alguém. Trazer para a conversa como você recebeu isso pode ajudar aquela pessoa a reorientar a sua fala. Agora, se o agressor tinha realmente intenção de machucá-lo dificilmente mudará de opinião.

3. Quando você se sente perseguido e atacado no seu ambiente de trabalho

Procure o RH. Discriminação é crime.



Leia mais em: https://forbes.com.br/colunas/2025/10/arthur-guerra-o-peso-das-palavra s-como-as-microagressoes-abalam-a-saude-mental/
"Dirigir para alguém algo preconceituoso ou discriminatório pode não trazer para essa pessoa um grande impacto, se a fala tiver sido casual e não se repetir. Mas se essas falas são constantes e repetitivas vão cobrar um preço na saúde física e mental daquela pessoa."
Considerando as regras de acentuação dos vocábulos presentes no texto, marque com (V) as afirmativas verdadeiras ou com (F) as falsas:

(__)O vocábulo 'discriminatório' é acentuado por ser uma palavra proparoxítona, regra que se aplica a todas as palavras dessa classificação.

(__)O vocábulo 'alguém' recebe acento pela mesma regra que 'vintém'. Ao ser flexionado para o plural, 'vinténs', mantém o acento, diferentemente do vocábulo 'hífen', que ao ser flexionado para o plural, perde o acento, tornando-se 'hifens'.

(__)O vocábulo 'saúde' é acentuado pela mesma regra que se aplica aos vocábulos 'veículo' e 'baú', em que o 'i' e 'u' tônicos formam hiato com a vogal anterior e estão sozinhos na sílaba.

(__)O vocábulo 'física' é uma palavra proparoxítona. Estão acentuados corretamente pela mesma regra os vocábulos: bávaro, íbero e protótipo.


A sequência que preenche corretamente os itens, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q3997832 Português
Qual tipo de texto tem como principal objetivo informar?
Alternativas
Q3997831 Português
Em relação à pontuação, identifique a frase que está pontuada corretamente: 
Alternativas
Q3997830 Português
Assinale a frase em que todas as palavras estão escritas corretamente:
Alternativas
Q3997829 Português
O plural de palavras compostas segue algumas regras específicas. Qual das opções apresenta uma palavra composta flexionada corretamente no plural? 
Alternativas
Q3997828 Português
Assinale a alternativa em que há um exemplo de concordância verbal correta:
Alternativas
Q3997827 Português
Em relação à formação das palavras da Língua Portuguesa, assinale a alternativa que apresenta um exemplo de palavra formada por derivação prefixal.
Alternativas
Q3997711 Pedagogia
Segundo o ECA, é direito da criança e do adolescente no ambiente escolar: 
Alternativas
Q3997710 Pedagogia
Acerca do direito à educação, a Constituição da República Federativa do Brasil dispõe que é dever do Estado garantir:
Alternativas
Q3997708 Pedagogia
De acordo com a LDB (Lei nº 9.394/96), a educação básica no Brasil é composta por quais etapas?
Alternativas
Q3997707 Pedagogia
Como a BNCC propõe a abordagem da Educação Inclusiva?
Alternativas
Q3985507 Português

Leia:


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Analisando-se o anúncio acima, é correto afirmar que a função predominante é: 

Alternativas
Q3985506 Português
Leia:
Alterações no mercado do livro sob o olhar da nova ortografia.
Marília Barcellos Professora da Unisinos (RS), doutora em Estudos de Literatura pela PUC-Rio


    1990 foi o ponto de partida para o Acordo Ortográfico entre os países de língua portuguesa, idioma compartilhado atualmente por 230 milhões de falantes. Foi assinado por oito países lusófonos, embora tenha sido ratificado somente por quatro, a saber: Brasil, Cabo Verde, Portugal e São Tomé e Príncipe, "passando juridicamente a entrar em vigor", conforme o Protocolo Modificativo ao Acordo aprovado pela Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP)
    Em 2004, o Segundo Protocolo Modificativo determinou não mais a "validação de todos os Estados junto do Governo da República Portuguesa", conforme o Acordo assinado em dezembro de 1990, mas decidem as partes uma nova redação ao Artigo 3º, assentindo na necessidade de ratificação de pelo menos três países para que o Acordo passasse a vigorar: "O Acordo da Língua Portuguesa entrará em vigor com o terceiro depósito de instrumento de ratificação junto da República Portuguesa".
    A alteração das regras vigentes implica uma série de consequências. Haverá, portanto, um período de transição para que cada país efetue as devidas modificações: são três anos no Brasil e seis em Portugal. Torna-se pertinente, contudo, que se inicie uma reflexão a propósito das mudanças, nos hábitos e no mercado do livro, que tais alterações na escrita vão conferir ao dia-a-dia dos povos lusófonos em geral e, em particular, a todos que lidam com o idioma em instâncias internacionais.
     Na prática, porém, a implementação do Acordo será um pouco mais morosa. Afinal, não bastará apenas apertar um botão para que todos comecem a escrever em conformidade com as novas regras estabelecidas. Sabe-se que algumas medidas têm agilizado sua execução. Uma delas origina-se do governo, que estabeleceu a entrada em vigor do referido Acordo em 2009, conforme foi publicado no Diário Oficial da União.
[...]
No mundo do Português

A propósito do Acordo Ortográfico entrar em vigor, alguns tópicos básicos evidenciam como uma determinação desse porte, que envolve complexos elementos, mexe com todo o cenário atual.
O Google deverá atualizar seu corretor ortográfico; a Internet, por sua vez, haverá de atualizar os sistemas de correção; programas como o Word passarão a ter apenas uma opção de português na ferramenta de idioma e deverá ser fornecido um upgrade para os usuários registrados –, correndo-se o risco de o texto sair sublinhado muitas vezes em vermelho... Ou seja, não mais haverá a opção: português (Brasil) e português (Portugal). Sem falar, é claro, em jogos como caça-palavras e palavras-cruzadas. Em caixas, letreiros, comerciais de televisão, legendas de filmes deverão ser refeitos.



Com base no texto acima, leia as seguintes frases:

I. “Assim, é válido destacar que entre as substâncias mais comuns com ação antioxidante estão a vitamina C, vitamina E e o betacaroteno, além de minerais como o selênio e o manganês.”

II. Para que haja um pronto restabelecimento os cuidados pós-cirúrgicos são essenciais.

III. O micro-ondas tem apresentado problemas durante o uso pelos funcionários.


Em relação ao emprego correto do HÍFEN, de acordo com as novas normas de ortografia. É (são) correta(s):
Alternativas
Q3985505 Português

Leia:


TEXTO I


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TEXTO II


    Menino venha pra dentro, olhe o sereno! Vá lavar essa mão. Já escovou os dentes? Tome a bênção a seu pai. Já pra cama! Onde é que aprendeu isso, menino? Coisa mais feia. Tome modos. Hoje você fica sem sobremesa.

   Onde é que você estava? Agora chega, menino, tenha santa paciência.

    De quem você gosta mais, do papai ou da mamãe? Isso, assim que eu gosto: menino educado, obediente. Está vendo? É só a gente falar. Desça daí, menino! Me prega cada susto... Pare com isso! Jogue isso fora. Uma boa surra dava jeito nisso. Que é que você andou arranjando? Quem lhe ensinou esses modos? Passe pra dentro. Isso não é gente para ficar andando com você.

   Avise a seu pai que o jantar está na mesa. Você prometeu, tem de cumprir. Que é que você vai ser quando crescer? Não, chega: você já repetiu duas vezes.

    Por que você está quieto aí? Alguma você está tramando... Não ande descalço, já disse! Vá calçar o sapato. Já tomou o remédio? Tem de comer tudo: você acaba virando um palito. Quantas vezes já lhe disse para não mexer aqui? Esse barulho, menino! Seu pai está dormindo. Pare com essa correria dentro de casa, vá brincar lá fora. Você vai acabar caindo daí. Peça licença a seu pai primeiro. Isso é maneira de responder a sua irmã? Se não fizer, fica de castigo.

     Segure o garfo direito. Ponha a camisa pra dentro da calça. Fica perguntando, tudo quer saber! Isso é conversa de gente grande. Depois eu dou. Depois eu deixo. Depois eu levo. Depois eu conto.

     Agora deixa seu pai descansar - ele está cansado, trabalhou o dia todo. Você precisa ser muito bonzinho com ele, meu filho. Ele gosta tanto de você. Tudo que ele faz é para o seu bem. Olhe aí, vestiu essa roupa agora há pouco, já está toda suja. Fez seus deveres? Você vai chegar atrasado. Chora não, filhinho, mamãe está aqui com você. Nosso Senhor não ia gostar nada disso.

    Quando você for grande, você também vai poder. Já disse que não, e não! Ah, é assim? Pois você vai ver só quando seu pai chegar. Não fale de boca cheia. Junte a comida no meio do prato. Por causa disso é preciso gritar? Seja homem. Você ainda é muito pequeno para saber essas coisas. Mamãe tem muito orgulho de você.

      Cale essa boca! Você precisa cortar esse cabelo.

    Sorvete não pode, você está resfriado. Não sei como você tem coragem de dizer isso com sua mãe. Se você comer agora, depois não janta. Assim você se machuca. Deixa de fita. Um menino desse tamanho, que é que os outros hão de dizer? Você queria que fizessem o mesmo com você? Continua assim que eu lhe dou umas palmadas. Pensa que a gente tem dinheiro para jogar fora? Tome juízo, menino.

     [...]



Em relação aos textos I e II, é INCORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q3985504 Português
Leia:
Remetente: João da Silva Rua dos Joaquins, nº 01, Bairro JJ 000-000 Campinas do Sul
Destinatário: COMPUTERLY, LTDA. Rua do equívoco, nº 2 0000-000 Campinas do Sul
Campinas do Sul, 29 de fevereiro de 2009.
Assunto: computador entregue com estragos aparentes
Exmo(s). Senhor (es),
No último dia 05 de fevereiro, dirigi-me ao seu estabelecimento, situado na Rua do Equívoco, nº 2, como endereçado, a fim de comprar um computador. Após escolher o modelo que me interessou, solicitei que a mercadoria fosse entregue na minha casa. Para tanto, assinei a nota de encomenda e paguei a taxa para que fosse realizado o serviço. No dia 10 do mesmo mês, foi-me entregue o computador encomendado, no entanto, após ligar o aparelho na tomada constatei que o mesmo emitia mais de 8 apitos e não funcionava.
Diante deste fato, recusei o computador e solicitei que me fosse enviado outro exemplar em excelente estado, o que faria jus ao valor já pago. Entretanto, até a presente data continuo à espera.
O atraso na resolução do problema vem ocasionando vários transtornos ao meu cotidiano. Por este motivo, demando que outro computador de mesma marca e modelo seja entregue, sem falta, dentro de 3 dias úteis. Caso contrário, anularei a compra e exijo o dinheiro do pagamento de volta.
Sem mais, João da Silva.
Anexos: fotocópias da nota fiscal de compra e do recibo da taxa de entrega.
Fonte: https://brasilescola.uol.com.br/redacao/.htm

Em relação ao gênero textual, podemos afirmar que o texto acima refere-se:
Alternativas
Q3985503 Português
Leia:

Uso de plástico bate recorde global, apesar de esforços contra poluição, diz estudo.

    O mundo está produzindo uma quantidade recorde de resíduos plásticos descartáveis, principalmente feitos de polímeros criados a partir de combustíveis fósseis, apesar dos esforços globais para reduzir a poluição plástica e as emissões de carbono, segundo um novo relatório divulgado nesta segunda-feira.     Em junho passado, o Escritório de Estatísticas Nacionais do Reino Unido disse que as emissões de gases de efeito estufa do Reino Unido caíram 13%, para pouco mais de 478 milhões de toneladas de dióxido de carbono equivalente no ano até 2020.     “Isso demonstra, sem sombra de dúvida, que o problema da poluição plástica está ficando muito maior e está sendo impulsionado pelos produtores de polímeros, que são, é claro, impulsionados pelo setor de petróleo e gás”, disse Andrew Forrest, fundador da Minderoo e diretor-executivo da gigante de minério de ferro Fortescue Metals.      Ele está propondo um “prêmio de polímero” para cada quilo de polímero plástico feito de combustíveis fósseis para dar às pessoas, empresas e governos um incentivo financeiro para reciclar mais.      “No mundo avançado, esse pagamento de polímero levará à cobrança mecanizada automática. No mundo em desenvolvimento, isso levará pessoas que de outra forma não teriam nenhum trabalho, a trabalhar para garantir que não haja lixo plástico indo para o oceano, não haja lixo plástico nas ruas, não haja lixo plástico envenenando a vida selvagem”, disse.



No título do texto aparece como elemento conector uma locução expressando uma ideia de: 
Alternativas
Q3985502 Português
Leia o texto:

   O estímulo à leitura de livros literários nos anos iniciais é fundamental para a formação de leitores críticos. Nesse sentido, ler obras clássicas da literatura pode contribuir para estimular a imaginação das crianças, desenvolver-lhes a criatividade, além de suas habilidades cognitivas. Por meio das obras literárias as crianças experimentam muitas emoções e acabam se identificando com algumas histórias, as quais dão sentido à vida delas.
   A literatura é direito da infância. Formar leitores não tem sido uma tarefa fácil. Com a forte influência das mídias digitais, as crianças são envolvidas nas mais diversas interfaces, interagindo com jogos, vídeos e outras informações. Outro fator é a falta de acesso à cultura, que dificulta o estímulo ao manuseio e à leitura dos livros.
    O tema da literatura infantil é bastante discutido, porém concretiza-se a literatura em sala de aula e nos ambientes em que a criança está inserida de forma escassa. Na literatura o campo de exploração é vasto e não se deve concretizá-la somente na perspectiva da imaginação e entretenimento, mas como forma de letramento, leitura de mundo, leituras sensoriais, emocionais e racionais, abrangendo todos os campos de experiências propostos pela Base Nacional Comum Curricular, que tem uma proposta integrada. Dessa forma, ações integradas nem sempre são realizadas, ficando de certa forma polarizadas. (...)


Ludmila Louslene Soares e Bruna Milene Ferreira
Com base no texto e na BNCC, analise as afirmativas a seguir sobre a importância da literatura infantil para o desenvolvimento integral do estudante:

I. A literatura infantil, ao promover a identificação com personagens e histórias, contribui para a construção da identidade e da autonomia do leitor.

II. A leitura literária, ao proporcionar contato com diferentes gêneros e estilos, desenvolve a competência leitora e a capacidade de análise crítica.

III. A BNCC preconiza a leitura literária como um fim em si mesma, desvinculada de outras áreas do conhecimento.

IV. A literatura infantil, ao abordar temas diversos e complexos, estimula o desenvolvimento do pensamento crítico e reflexivo.


É correto o que se afirma em:
Alternativas
Respostas
2901: D
2902: A
2903: C
2904: B
2905: C
2906: B
2907: C
2908: B
2909: A
2910: B
2911: A
2912: A
2913: B
2914: B
2915: D
2916: X
2917: A
2918: B
2919: A
2920: A