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Q3459340 Noções de Informática
“Os nomes de arquivo do Windows têm duas partes separadas por um ponto: primeiro, _________ e, segundo, uma extensão geralmente de três ou quatro caracteres que define o ________.” Preenche corretamente as lacunas:
Alternativas
Q3459339 Legislação Municipal
Segundo o Art. 9º da Lei Orgânica do Município de Cunha dependem do voto favorável de maioria absoluta dos membros da Câmara, aprovação e alteração do:

I-Código de obras e edificações;
II-Código Tributário Municipal;
III-Estatuto dos serviços municipais.

São corretas: 
Alternativas
Q3459337 Português
Assinale a alternativa em que a partícula “que” exerce a mesma função que a presente nesta frase: “Parece que vai chover”.
Alternativas
Q3459336 Português
Assinale a alternativa correta, segundo o padrão culto de língua:
Alternativas
Q3459335 Português
Estão corretamente empregadas as palavras na frase:
Alternativas
Q3459333 Português
Martim Cererê – Jogador de Futebol



O pequenino vagabundo joga bola
e sai correndo atrás da bola que salta e rola)
Já quebrou quase todas as vidraças,
Inclusive a vidraça azul daquela casa
onde o sol parecia um arco-íris em brasa)


Os postes estão hirtos de tanto medo.
(O pequenino vagabundo não é brinquedo...)
E, quando o pequenino vagabundo,
cheio de sol, passa correndo entre os garotos,
de blusa verde-amarela e sapatos rotos,
aparece de pronto um guarda policial,
o homem mais barrigudo deste mundo,
com os seus botões feitos de ouro convencional,
e zás! carrega-lhe a bola!
“Estes marotos
precisam de escola)..”


O pequenino vagabundo guarda nos olhos,
durante a noite toda, a figura hedionda
do guarda metido na enorme farda
com aquele casaco comprido todo chovido
de botões amarelos.


E na sua inocência improvisa os mais lindos castelos:
e vê, pela vidraça,
a lua redonda que passa, imensa,
como uma bola jogada no céu.
“É aquele Deus, com certeza,
de que a vovó tanto fala)
Aquele Deus, amigo das crianças,
que tem uma bola branca cor de opala
e tem outra bola vermelha cor do sol:
que está jogando noite e dia futebol
e que chutou a lua agora mesmo
por trás do muro e, de manhã, por trás do morro,
chuta o sol...
Flexionando a palavra “arco-íris” para o plural, teremos:
Alternativas
Q3459332 Português
Martim Cererê – Jogador de Futebol



O pequenino vagabundo joga bola
e sai correndo atrás da bola que salta e rola)
Já quebrou quase todas as vidraças,
Inclusive a vidraça azul daquela casa
onde o sol parecia um arco-íris em brasa)


Os postes estão hirtos de tanto medo.
(O pequenino vagabundo não é brinquedo...)
E, quando o pequenino vagabundo,
cheio de sol, passa correndo entre os garotos,
de blusa verde-amarela e sapatos rotos,
aparece de pronto um guarda policial,
o homem mais barrigudo deste mundo,
com os seus botões feitos de ouro convencional,
e zás! carrega-lhe a bola!
“Estes marotos
precisam de escola)..”


O pequenino vagabundo guarda nos olhos,
durante a noite toda, a figura hedionda
do guarda metido na enorme farda
com aquele casaco comprido todo chovido
de botões amarelos.


E na sua inocência improvisa os mais lindos castelos:
e vê, pela vidraça,
a lua redonda que passa, imensa,
como uma bola jogada no céu.
“É aquele Deus, com certeza,
de que a vovó tanto fala)
Aquele Deus, amigo das crianças,
que tem uma bola branca cor de opala
e tem outra bola vermelha cor do sol:
que está jogando noite e dia futebol
e que chutou a lua agora mesmo
por trás do muro e, de manhã, por trás do morro,
chuta o sol...
A palavra “hirtos”, presente no verso “Os postes estão hirtos de tanto medo.”, pode ser substituída, sem prejuízo semântico, por: 
Alternativas
Q3459331 Português
Martim Cererê – Jogador de Futebol



O pequenino vagabundo joga bola
e sai correndo atrás da bola que salta e rola)
Já quebrou quase todas as vidraças,
Inclusive a vidraça azul daquela casa
onde o sol parecia um arco-íris em brasa)


Os postes estão hirtos de tanto medo.
(O pequenino vagabundo não é brinquedo...)
E, quando o pequenino vagabundo,
cheio de sol, passa correndo entre os garotos,
de blusa verde-amarela e sapatos rotos,
aparece de pronto um guarda policial,
o homem mais barrigudo deste mundo,
com os seus botões feitos de ouro convencional,
e zás! carrega-lhe a bola!
“Estes marotos
precisam de escola)..”


O pequenino vagabundo guarda nos olhos,
durante a noite toda, a figura hedionda
do guarda metido na enorme farda
com aquele casaco comprido todo chovido
de botões amarelos.


E na sua inocência improvisa os mais lindos castelos:
e vê, pela vidraça,
a lua redonda que passa, imensa,
como uma bola jogada no céu.
“É aquele Deus, com certeza,
de que a vovó tanto fala)
Aquele Deus, amigo das crianças,
que tem uma bola branca cor de opala
e tem outra bola vermelha cor do sol:
que está jogando noite e dia futebol
e que chutou a lua agora mesmo
por trás do muro e, de manhã, por trás do morro,
chuta o sol...
A figura de linguagem presente nos versos “a lua redonda que passa, imensa,/ como uma bola jogada no céu” é: 
Alternativas
Q3459330 Português
Martim Cererê – Jogador de Futebol



O pequenino vagabundo joga bola
e sai correndo atrás da bola que salta e rola)
Já quebrou quase todas as vidraças,
Inclusive a vidraça azul daquela casa
onde o sol parecia um arco-íris em brasa)


Os postes estão hirtos de tanto medo.
(O pequenino vagabundo não é brinquedo...)
E, quando o pequenino vagabundo,
cheio de sol, passa correndo entre os garotos,
de blusa verde-amarela e sapatos rotos,
aparece de pronto um guarda policial,
o homem mais barrigudo deste mundo,
com os seus botões feitos de ouro convencional,
e zás! carrega-lhe a bola!
“Estes marotos
precisam de escola)..”


O pequenino vagabundo guarda nos olhos,
durante a noite toda, a figura hedionda
do guarda metido na enorme farda
com aquele casaco comprido todo chovido
de botões amarelos.


E na sua inocência improvisa os mais lindos castelos:
e vê, pela vidraça,
a lua redonda que passa, imensa,
como uma bola jogada no céu.
“É aquele Deus, com certeza,
de que a vovó tanto fala)
Aquele Deus, amigo das crianças,
que tem uma bola branca cor de opala
e tem outra bola vermelha cor do sol:
que está jogando noite e dia futebol
e que chutou a lua agora mesmo
por trás do muro e, de manhã, por trás do morro,
chuta o sol...
Leia atentamente as afirmações a seguir:

I – A partir da descrição da vestimenta da criança, é possível afirmar sua origem simples.
II – O guarda policial que interrompe a brincadeira da personagem principal do poema pode figurar o elitismo.
III – Para a criança, o guarda policial não representa uma autoridade intimidadora)

É (São) incorreta(s) a(s) afirmação(ões): 
Alternativas
Q3459329 Português
Martim Cererê – Jogador de Futebol



O pequenino vagabundo joga bola
e sai correndo atrás da bola que salta e rola)
Já quebrou quase todas as vidraças,
Inclusive a vidraça azul daquela casa
onde o sol parecia um arco-íris em brasa)


Os postes estão hirtos de tanto medo.
(O pequenino vagabundo não é brinquedo...)
E, quando o pequenino vagabundo,
cheio de sol, passa correndo entre os garotos,
de blusa verde-amarela e sapatos rotos,
aparece de pronto um guarda policial,
o homem mais barrigudo deste mundo,
com os seus botões feitos de ouro convencional,
e zás! carrega-lhe a bola!
“Estes marotos
precisam de escola)..”


O pequenino vagabundo guarda nos olhos,
durante a noite toda, a figura hedionda
do guarda metido na enorme farda
com aquele casaco comprido todo chovido
de botões amarelos.


E na sua inocência improvisa os mais lindos castelos:
e vê, pela vidraça,
a lua redonda que passa, imensa,
como uma bola jogada no céu.
“É aquele Deus, com certeza,
de que a vovó tanto fala)
Aquele Deus, amigo das crianças,
que tem uma bola branca cor de opala
e tem outra bola vermelha cor do sol:
que está jogando noite e dia futebol
e que chutou a lua agora mesmo
por trás do muro e, de manhã, por trás do morro,
chuta o sol...
Leia atentamente as afirmações a seguir:

I – O escritor não é rígido em relação à forma do texto: o esquema de rimas do poema não é fixo e a métrica dos versos é variável.
II – No aspecto semântico, nota-se o futebol como elemento pertencente à rotina do “pequenino vagabundo”, personagem central do poema)
III – No poema, o futebol é um potencializador da imaginação da criança)

É (São) correta(s) a(s) afirmação(ões): 
Alternativas
Q3457778 Educação Artística

“(...) Existem diferentes modalidades de dança em nossa sociedade, da dança voltada ao lazer, como as coreografias de carnaval, algumas danças de salão, as danças das casas noturnas, aos rituais (terreiros de candomblé, por exemplo) e às danças ditas teatrais ou artísticas (repertórios de ballet, dança folclórica, moderna, contemporânea) (...)”.


Nessa perspectiva, segundo a autora, é INCORRETO afirmar que: 

Alternativas
Q3457777 Artes Cênicas

“(...) Ao pensarmos em uma educação crítica na área de dança, que nos permita ver/sentir/perceber "claro, amplo e profundo" (Rios, 1985), não podemos deixar de cuidadosamente analisar suas múltiplas relações com a sociedade em que vivemos. Ao contrário de uma visão histórica ingênua de que a dança não passa de "uns passinhos a mais ou a menos nas vidas das pessoas", hoje não podemos mais ignorar o papel social, cultural e político do corpo em nossa sociedade e, portanto, da dança (...)”.


Nessa perspectiva, segundo a autora, é INCORRETO afirmar que:

Alternativas
Q3457776 Artes Cênicas

“(...) Ainda preponderam nos discursos e comentários de muitos de nossos professores(as) a idéia de que a dança na escola é "bom para relaxar", "para soltar as emoções", "expressar-se espontaneamente" e não são poucos os diretores(as) que querem atividades de dança na escola para "conter a agressividade" ou "acalmar" os alunos(as). Do mesmo modo, ainda são constantes os trabalhos com dança que servem somente ao propósito de "trabalhar a coordenação motora" e "ter experiências concretas" nas outras áreas do conhecimento (...)”.


MARQUES, Isabel A. Dançando na Escola. São Paulo: Cortez Editora, 2003. Nessa perspectiva, segundo a autora, assinale V (verdadeiro) ou F (falso) para as afirmações a seguir.


( ) A dança não nos atende nem pode atender na hipótese do objetivo ser “expressar-se espontaneamente”, tão pouco outras disciplinas satisfazem a esta necessidades de maneira mais efetiva.


( ) A escola pode, sim, dar parâmetros para sistematização e apropriação crítica, consciente e transformadora dos conteúdos específicos da dança e, portanto, da sociedade.


( ) A escola teria, assim, o papel não de reproduzir, mas de instrumentalizar e de construir conhecimento em/através da dança com seus alunos(as), pois ela é forma de conhecimento, elemento essencial para a educação do ser social.


( ) Não há equívoco na ideia de que trabalhar com o corpo artisticamente significa abrir os porões do inconsciente sem a menor possibilidade de controle/domínio da consciência, como se a arte fosse somente um "grito da alma".


Assinale a alternativa que preenche os parênteses corretamente, de cima para baixo. 

Alternativas
Q3457775 Educação Artística

“Nas palavras de Isabel Marques, “felizmente, desde que Roger Garaudy (1989) pessimistamente declarou ser a dança o "primo pobre da educação", o parentesco desta linguagem artística com as demais disciplinas do currículo já foi bastante alterado (...)”.


MARQUES, Isabel A. Dançando na Escola. São Paulo: Cortez Editora, 2003.


Nessa perspectiva, segundo a autora: 

Alternativas
Q3457774 Artes Cênicas

“(...) Experiência é penetrar no ambiente, é envolver-se total e organicamente com ele. Isto significa envolvimento em todos os níveis: intelectual, físico e intuitivo. Dos três, o intuitivo, que é o mais vital para a situação de aprendizagem, é negligenciado (...)”.


SPOLIN, Viola. Improvisação para o teatro. São Paulo: Perspectiva, 1979. Nessa perspectiva, segundo a autora:


I - Quando a resposta a uma experiência se realiza no nível do intuitivo, quando a pessoa trabalha além de um plano intelectual constrito, ela está realmente aberta para aprender.


II - Através da espontaneidade somos re-formamos em nós mesmos. A espontaneidade cria uma explosão que por um momento nos liberta de quadros de referência estáticos, da memória sufocada por velhos fatos e informações, de teorias não digeridas e técnicas que são na realidade descobertas de outros.


III - A espontaneidade é um momento de liberdade pessoal quando estamos frente a frente com a realidade e a vemos, a exploramos e agimos em conformidade com ela. Nessa realidade, as nossas mínimas partes funcionam como um todo orgânico. É o momento de descoberta, de experiência, de expressão criativa.


IV - O intuitivo não pode responder no imediato - no aqui e agora. Ele gera suas dúvidas no momento de espontaneidade, no momento quando estamos livres para atuar e inter-relacionar, envolvendo-nos com o mundo à nossa volta que está em constante transformação.


Estão corretas apenas as afirmações:

Alternativas
Q3457773 Artes Cênicas

“(...) Aprendemos através da experiência, e ninguém ensina nada a ninguém. Isto é válido tanto para a criança que se movimenta inicialmente chutando o ar, engatinhando e depois andando, como para o cientista com suas equações. Se o ambiente permitir, pode-se aprender qualquer coisa, e se o indivíduo permitir, o ambiente lhe ensinará tudo o que ele tem para ensinar (...)”.


SPOLIN, Viola. Improvisação para o teatro. São Paulo: Perspectiva, 1979. Nessa perspectiva, segundo a autora:


I - Todas as pessoas são capazes de atuar no palco. Todas as pessoas são capazes de improvisar. As pessoas que desejarem são capazes de jogar e aprender a ter valor no palco.


II - Ainda que o ambiente permita o aprendizado, para atuar e improvisar no palco é necessária certa vocação, ou talento, como preferem alguns.


III - É muito possível que o que é chamado comportamento talentoso seja simplesmente uma maior capacidade individual para experienciar. Deste ponto de vista, é no aumento da capacidade individual para experienciar que a infinita potencialidade de uma personalidade pode ser evocada.


IV - Apenas indivíduos talentosos podem atuar e improvisar. O talento é condição fundamental e inegociável pois sem ele o artista estará incompleto, podendo atuar, mas não improvisar.


Estão corretas apenas as afirmações: 

Alternativas
Q3457772 Música

“(...) As principais formas de música _____ continuaram sendo a missa e o moteto, escritos no mínimo para quatro vozes, pois os compositores começaram a explorar registros abaixo do tenor, escrevendo a parte que agora chamamos de “baixo” e desse modo criando uma textura mais cheia e rica. A música ainda se baseava em modos, mas estes foram gradualmente sendo usados com maior liberdade já que cada vez mais eram introduzidas notas “estranhas” ou "incidentais”, ao que chamavam “música _____” (...)”.


BENNETT, Roy. Uma Breve História da Música. Cadernos de Música da Universidade de Cambridge. Jorge Zahar, 1986.


Assinale a alternativa que preenche as lacunas corretamente.

Alternativas
Q3457771 Música

Na Renascença, os compositores passaram a ter um interesse muito mais vivo pela musica Profana, inclusive em escrever peças para instrumentos, já não mais usados somente com a finalidade de acompanhar vozes. No entanto os maiores tesouros musicais renascentistas foram compostos para a Igreja’ num estilo descrito como ________ - música contrapontística para um ou mais coros, com diversos cantores encarregados de cada parte vocal.


Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna.

Alternativas
Q3457770 Música

“Cada instrumento tem uma qualidade de som que lhe é própria, aquilo que poderíamos chamar de “cor do seu som". Por exemplo, a sonoridade característica de um trompete é que nos faz reconhecê-lo imediatamente como tal, de modo a podermos dizer que diferença há entre esse instrumento e, digamos, um violino. E a essa particularidade do som que se dá o nome de ________(...)”.


BENNETT, Roy. Uma Breve História da Música. Cadernos de Música da Universidade de Cambridge. Jorge Zahar, 1986.


Assinale a alternativa que preenche a lacuna corretamente. 

Alternativas
Q3457769 Música

“(...) A palavra _______ é usada para descrever os diferentes modos pelos quais um compositor agrupa os sons musicais, principalmente do ponto de vista da duração dos sons e de sua acentuação. No plano do fundo musical, haverá a pulsação da música (ouvida ou simplesmente sentida), que serve de referência ao ouvido (...)”.


BENNETT, Roy. Uma Breve História da Música. Cadernos de Música da Universidade de Cambridge. Jorge Zahar, 1986.


Assinale a alternativa que preenche a lacuna corretamente. 

Alternativas
Respostas
7301: A
7302: D
7303: C
7304: B
7305: D
7306: A
7307: C
7308: B
7309: D
7310: D
7311: B
7312: E
7313: B
7314: A
7315: A
7316: B
7317: C
7318: C
7319: A
7320: C