Questões de Concurso Para sead-pi

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Q3736944 Contabilidade Geral
Atenção: O enunciado a seguir se destina a resolução da questão.


Com base apenas nas informações fornecidas e considerando os eventos econômicos ocorridos durante o mês de dezembro, o Balanço Patrimonial da empresa Boa Prova S.A. apresentará, em 31/12/2021, saldo de  
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Q3736943 Contabilidade Geral
Atenção: O enunciado a seguir se destina a resolução da questão.


Com base apenas nas informações fornecidas, o correto tratamento contábil dado a um dos eventos econômicos ocorridos durante o mês de dezembro de 2021, na empresa Boa Prova S.A., é observado em:  
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Q3736941 História e Geografia de Estados e Municípios
Sobre a história de Teresina como capital do Piauí, cabe destacar sua 
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Q3736940 História e Geografia de Estados e Municípios
Na bandeira do estado do Piauí está estampada a data de 13 de março de 1823 correspondente à Batalha de Jenipapo. A escoIha dessa data tem relação com  
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Q3736939 Legislação Estadual
Nos termos da Lei do Processo Administrativo do Estado do Piaui (Lei nº 6.782/2016), a propositura de demanda judicial em face do ato ou contrato administrativo  
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Q3736934 Ciência Política
Imagem associada para resolução da questão
As situações apresentadas correspondem, respectivamente, aos seguintes tipos puros de dominação legitima de Max Weber: 
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Q3736920 Português
Atenção: Leia o trecho inicial do conto “O escrivão Coimbra”, de Machado de Assis, para responder à questão.

    Aparentemente há poucos espetáculos tão melancólicos como um ancião comprando um bilhete de loteria. Bem considerado, é alegre; essa persistência em crer, quando tudo se ajusta ao descrer, mostra que a pessoa é ainda forte e moça. Que os dias passem e com eles os bilhetes brancos, pouco importa; o ancião estende os dedos para escolher o número que há de dar a sorte grande amanhã, —ou depois, — um dia, enfim, porque todas as coisas podem falhar neste mundo, menos a sorte grande a quem compra um bilhete com fé.
    
        Não era a fé que faltava ao escrivão Coimbra. Também não era a esperança. Uma coisa não vai sem outra. Não confundas a fé na Fortuna com a fé religiosa. Também tivera esta em anos verdes e maduros, chegando a fundar uma irmandade, a irmandade de S. Bernardo, que era o santo de seu nome; mas aos cinquenta, por efeito do tempo ou de leituras, achou-se incrédulo.
    
        Não deixou logo a irmandade; a esposa pode conté-lo no exercicio do cargo de mesario e levava-o as festas do santo; ela, porém, morreu, e o viúvo rompeu de vez com o santo e o culto. Resignou o cargo da mesa e fez-se irmão remido para não tornar lá. Não buscou arrastar outros nem obstruir o caminho da oração; ele é que já não rezava por si nem por ninguém. Com amigos, se eram do mesmo estado de alma, confessava o mal que sentia da religido. Com familiares, gostava de dizer pilhérias sobre devotas e padres.
   
        Aos sessenta anos, ja não cria em nada, fosse do céu ou da terra, exceto a loteria. A loteria sim, tinha toda a sua fé e esperança. Poucos bilhetes comprava a principio, mas a idade e depois a solidão vieram apurando aquele costume e o levaram a não deixar passar loteria sem bilhete.
    
        Nos primeiros tempos, não vindo a sorte grande, prometia não comprar mais bilhetes, e durante algumas loterias cumpria a promessa. Mas lá aparecia alguém que o convidava a ficar com um bonito número, comprava o nimero e esperava. Assim veio andando pelo tempo fora até chegar aquele em que loterias rimaram com dias, e passou a comprar seis bilhetes por semana; repousava aos domingos.

(Adaptado de: ASSIS, Machado de. Contos: uma antologia, volume 11. São Paulo: Companhia das Letras, 1998) 
Não era a fé que faltava ao escrivão Coimbra. Também não era a esperança. Uma coisa não vai sem outra. Não confundas a fé na Fortuna com a fé religiosa. Também tivera esta em anos verdes e maduros, chegando a fundar uma irmandade, a irmandade de S. Bernardo, que era o santo de seu nome; mas aos cinquenta, por efeito do tempo ou de leituras, achou-se incrédulo. (2º parágrafo)
Nesse trecho, o narrador relata uma série de fatos ocorridos no passado. Um fato anterior a esse tempo passado esta indicado pela seguinte forma verbal sublinhada no texto:  
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Q3736919 Português
Atenção: Leia o trecho inicial do conto “O escrivão Coimbra”, de Machado de Assis, para responder à questão.

    Aparentemente há poucos espetáculos tão melancólicos como um ancião comprando um bilhete de loteria. Bem considerado, é alegre; essa persistência em crer, quando tudo se ajusta ao descrer, mostra que a pessoa é ainda forte e moça. Que os dias passem e com eles os bilhetes brancos, pouco importa; o ancião estende os dedos para escolher o número que há de dar a sorte grande amanhã, —ou depois, — um dia, enfim, porque todas as coisas podem falhar neste mundo, menos a sorte grande a quem compra um bilhete com fé.
    
        Não era a fé que faltava ao escrivão Coimbra. Também não era a esperança. Uma coisa não vai sem outra. Não confundas a fé na Fortuna com a fé religiosa. Também tivera esta em anos verdes e maduros, chegando a fundar uma irmandade, a irmandade de S. Bernardo, que era o santo de seu nome; mas aos cinquenta, por efeito do tempo ou de leituras, achou-se incrédulo.
    
        Não deixou logo a irmandade; a esposa pode conté-lo no exercicio do cargo de mesario e levava-o as festas do santo; ela, porém, morreu, e o viúvo rompeu de vez com o santo e o culto. Resignou o cargo da mesa e fez-se irmão remido para não tornar lá. Não buscou arrastar outros nem obstruir o caminho da oração; ele é que já não rezava por si nem por ninguém. Com amigos, se eram do mesmo estado de alma, confessava o mal que sentia da religido. Com familiares, gostava de dizer pilhérias sobre devotas e padres.
   
        Aos sessenta anos, ja não cria em nada, fosse do céu ou da terra, exceto a loteria. A loteria sim, tinha toda a sua fé e esperança. Poucos bilhetes comprava a principio, mas a idade e depois a solidão vieram apurando aquele costume e o levaram a não deixar passar loteria sem bilhete.
    
        Nos primeiros tempos, não vindo a sorte grande, prometia não comprar mais bilhetes, e durante algumas loterias cumpria a promessa. Mas lá aparecia alguém que o convidava a ficar com um bonito número, comprava o nimero e esperava. Assim veio andando pelo tempo fora até chegar aquele em que loterias rimaram com dias, e passou a comprar seis bilhetes por semana; repousava aos domingos.

(Adaptado de: ASSIS, Machado de. Contos: uma antologia, volume 11. São Paulo: Companhia das Letras, 1998) 
não vindo a sorte grande, prometia não comprar mais bilhetes.
Em relação ao trecho que o sucede, a oração sublinhada expressa ideia de 
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Q3736916 Português
Atenção: Leia o trecho inicial do conto “O escrivão Coimbra”, de Machado de Assis, para responder à questão.

    Aparentemente há poucos espetáculos tão melancólicos como um ancião comprando um bilhete de loteria. Bem considerado, é alegre; essa persistência em crer, quando tudo se ajusta ao descrer, mostra que a pessoa é ainda forte e moça. Que os dias passem e com eles os bilhetes brancos, pouco importa; o ancião estende os dedos para escolher o número que há de dar a sorte grande amanhã, —ou depois, — um dia, enfim, porque todas as coisas podem falhar neste mundo, menos a sorte grande a quem compra um bilhete com fé.
    
        Não era a fé que faltava ao escrivão Coimbra. Também não era a esperança. Uma coisa não vai sem outra. Não confundas a fé na Fortuna com a fé religiosa. Também tivera esta em anos verdes e maduros, chegando a fundar uma irmandade, a irmandade de S. Bernardo, que era o santo de seu nome; mas aos cinquenta, por efeito do tempo ou de leituras, achou-se incrédulo.
    
        Não deixou logo a irmandade; a esposa pode conté-lo no exercicio do cargo de mesario e levava-o as festas do santo; ela, porém, morreu, e o viúvo rompeu de vez com o santo e o culto. Resignou o cargo da mesa e fez-se irmão remido para não tornar lá. Não buscou arrastar outros nem obstruir o caminho da oração; ele é que já não rezava por si nem por ninguém. Com amigos, se eram do mesmo estado de alma, confessava o mal que sentia da religido. Com familiares, gostava de dizer pilhérias sobre devotas e padres.
   
        Aos sessenta anos, ja não cria em nada, fosse do céu ou da terra, exceto a loteria. A loteria sim, tinha toda a sua fé e esperança. Poucos bilhetes comprava a principio, mas a idade e depois a solidão vieram apurando aquele costume e o levaram a não deixar passar loteria sem bilhete.
    
        Nos primeiros tempos, não vindo a sorte grande, prometia não comprar mais bilhetes, e durante algumas loterias cumpria a promessa. Mas lá aparecia alguém que o convidava a ficar com um bonito número, comprava o nimero e esperava. Assim veio andando pelo tempo fora até chegar aquele em que loterias rimaram com dias, e passou a comprar seis bilhetes por semana; repousava aos domingos.

(Adaptado de: ASSIS, Machado de. Contos: uma antologia, volume 11. São Paulo: Companhia das Letras, 1998) 
- Nao comprarei mais bilhetes - prometeu então o escrivão Coimbra.
Ao se transpor o texto acima para o discurso indireto, o verbo sublinhado assume a seguinte forma: 
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Q3736915 Português
Atenção: Leia o trecho inicial do conto “O escrivão Coimbra”, de Machado de Assis, para responder à questão.

    Aparentemente há poucos espetáculos tão melancólicos como um ancião comprando um bilhete de loteria. Bem considerado, é alegre; essa persistência em crer, quando tudo se ajusta ao descrer, mostra que a pessoa é ainda forte e moça. Que os dias passem e com eles os bilhetes brancos, pouco importa; o ancião estende os dedos para escolher o número que há de dar a sorte grande amanhã, —ou depois, — um dia, enfim, porque todas as coisas podem falhar neste mundo, menos a sorte grande a quem compra um bilhete com fé.
    
        Não era a fé que faltava ao escrivão Coimbra. Também não era a esperança. Uma coisa não vai sem outra. Não confundas a fé na Fortuna com a fé religiosa. Também tivera esta em anos verdes e maduros, chegando a fundar uma irmandade, a irmandade de S. Bernardo, que era o santo de seu nome; mas aos cinquenta, por efeito do tempo ou de leituras, achou-se incrédulo.
    
        Não deixou logo a irmandade; a esposa pode conté-lo no exercicio do cargo de mesario e levava-o as festas do santo; ela, porém, morreu, e o viúvo rompeu de vez com o santo e o culto. Resignou o cargo da mesa e fez-se irmão remido para não tornar lá. Não buscou arrastar outros nem obstruir o caminho da oração; ele é que já não rezava por si nem por ninguém. Com amigos, se eram do mesmo estado de alma, confessava o mal que sentia da religido. Com familiares, gostava de dizer pilhérias sobre devotas e padres.
   
        Aos sessenta anos, ja não cria em nada, fosse do céu ou da terra, exceto a loteria. A loteria sim, tinha toda a sua fé e esperança. Poucos bilhetes comprava a principio, mas a idade e depois a solidão vieram apurando aquele costume e o levaram a não deixar passar loteria sem bilhete.
    
        Nos primeiros tempos, não vindo a sorte grande, prometia não comprar mais bilhetes, e durante algumas loterias cumpria a promessa. Mas lá aparecia alguém que o convidava a ficar com um bonito número, comprava o nimero e esperava. Assim veio andando pelo tempo fora até chegar aquele em que loterias rimaram com dias, e passou a comprar seis bilhetes por semana; repousava aos domingos.

(Adaptado de: ASSIS, Machado de. Contos: uma antologia, volume 11. São Paulo: Companhia das Letras, 1998) 
A formal verbal em negrito deve sua flexão ao termo sublinhado no seguinte trecho: 
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Q3736914 Português
Atenção: Leia o trecho inicial do conto “O escrivão Coimbra”, de Machado de Assis, para responder à questão.

    Aparentemente há poucos espetáculos tão melancólicos como um ancião comprando um bilhete de loteria. Bem considerado, é alegre; essa persistência em crer, quando tudo se ajusta ao descrer, mostra que a pessoa é ainda forte e moça. Que os dias passem e com eles os bilhetes brancos, pouco importa; o ancião estende os dedos para escolher o número que há de dar a sorte grande amanhã, —ou depois, — um dia, enfim, porque todas as coisas podem falhar neste mundo, menos a sorte grande a quem compra um bilhete com fé.
    
        Não era a fé que faltava ao escrivão Coimbra. Também não era a esperança. Uma coisa não vai sem outra. Não confundas a fé na Fortuna com a fé religiosa. Também tivera esta em anos verdes e maduros, chegando a fundar uma irmandade, a irmandade de S. Bernardo, que era o santo de seu nome; mas aos cinquenta, por efeito do tempo ou de leituras, achou-se incrédulo.
    
        Não deixou logo a irmandade; a esposa pode conté-lo no exercicio do cargo de mesario e levava-o as festas do santo; ela, porém, morreu, e o viúvo rompeu de vez com o santo e o culto. Resignou o cargo da mesa e fez-se irmão remido para não tornar lá. Não buscou arrastar outros nem obstruir o caminho da oração; ele é que já não rezava por si nem por ninguém. Com amigos, se eram do mesmo estado de alma, confessava o mal que sentia da religido. Com familiares, gostava de dizer pilhérias sobre devotas e padres.
   
        Aos sessenta anos, ja não cria em nada, fosse do céu ou da terra, exceto a loteria. A loteria sim, tinha toda a sua fé e esperança. Poucos bilhetes comprava a principio, mas a idade e depois a solidão vieram apurando aquele costume e o levaram a não deixar passar loteria sem bilhete.
    
        Nos primeiros tempos, não vindo a sorte grande, prometia não comprar mais bilhetes, e durante algumas loterias cumpria a promessa. Mas lá aparecia alguém que o convidava a ficar com um bonito número, comprava o nimero e esperava. Assim veio andando pelo tempo fora até chegar aquele em que loterias rimaram com dias, e passou a comprar seis bilhetes por semana; repousava aos domingos.

(Adaptado de: ASSIS, Machado de. Contos: uma antologia, volume 11. São Paulo: Companhia das Letras, 1998) 
O narrador recorre a uma antítese em: 
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Q3736913 Português
Atenção: Leia o trecho inicial do conto “O escrivão Coimbra”, de Machado de Assis, para responder à questão.

    Aparentemente há poucos espetáculos tão melancólicos como um ancião comprando um bilhete de loteria. Bem considerado, é alegre; essa persistência em crer, quando tudo se ajusta ao descrer, mostra que a pessoa é ainda forte e moça. Que os dias passem e com eles os bilhetes brancos, pouco importa; o ancião estende os dedos para escolher o número que há de dar a sorte grande amanhã, —ou depois, — um dia, enfim, porque todas as coisas podem falhar neste mundo, menos a sorte grande a quem compra um bilhete com fé.
    
        Não era a fé que faltava ao escrivão Coimbra. Também não era a esperança. Uma coisa não vai sem outra. Não confundas a fé na Fortuna com a fé religiosa. Também tivera esta em anos verdes e maduros, chegando a fundar uma irmandade, a irmandade de S. Bernardo, que era o santo de seu nome; mas aos cinquenta, por efeito do tempo ou de leituras, achou-se incrédulo.
    
        Não deixou logo a irmandade; a esposa pode conté-lo no exercicio do cargo de mesario e levava-o as festas do santo; ela, porém, morreu, e o viúvo rompeu de vez com o santo e o culto. Resignou o cargo da mesa e fez-se irmão remido para não tornar lá. Não buscou arrastar outros nem obstruir o caminho da oração; ele é que já não rezava por si nem por ninguém. Com amigos, se eram do mesmo estado de alma, confessava o mal que sentia da religido. Com familiares, gostava de dizer pilhérias sobre devotas e padres.
   
        Aos sessenta anos, ja não cria em nada, fosse do céu ou da terra, exceto a loteria. A loteria sim, tinha toda a sua fé e esperança. Poucos bilhetes comprava a principio, mas a idade e depois a solidão vieram apurando aquele costume e o levaram a não deixar passar loteria sem bilhete.
    
        Nos primeiros tempos, não vindo a sorte grande, prometia não comprar mais bilhetes, e durante algumas loterias cumpria a promessa. Mas lá aparecia alguém que o convidava a ficar com um bonito número, comprava o nimero e esperava. Assim veio andando pelo tempo fora até chegar aquele em que loterias rimaram com dias, e passou a comprar seis bilhetes por semana; repousava aos domingos.

(Adaptado de: ASSIS, Machado de. Contos: uma antologia, volume 11. São Paulo: Companhia das Letras, 1998) 
No trecho Uma coisa não vai sem outra. (2° parágrafo), o narrador ressalta que 
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Respostas
49: A
50: C
51: D
52: B
53: E
54: D
55: E
56: B
57: B
58: C
59: C
60: A