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A Portaria nº 278/2014 institui diretrizes para a implementação da Educação Permanente em Saúde (EPS) no âmbito do Ministério da Saúde, destacando a aprendizagem no trabalho como estratégia central. Essa Política tem como objetivo promover a aprendizagem contínua dos profissionais de saúde, integrando o aprender e o ensinar ao cotidiano do trabalho.
De acordo com a Portaria nº 278/2014, são diretrizes que orientam a implementação da Educação Permanente em Saúde no âmbito do Ministério da Saúde:
I. Promover a aprendizagem significativa por meio da adoção de metodologias ativas e críticas.
II. Priorizar exclusivamente a capacitação técnica individual, sem considerar a integração do trabalho coletivo ou o fortalecimento de equipes multiprofissionais.
III. Desestimular a autonomia dos trabalhadores, concentrando todas as decisões apenas em gestores hierárquicos do Ministério da Saúde.
É CORRETO o que se afirma em:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como oito segundos em fita de VHS devolveram voz à mulher com doença degenerativa após vinte e cinco anos
"Depois de tanto tempo, eu não conseguia mais me lembrar da minha voz. Quando ouvi novamente, senti vontade de chorar. É uma espécie de milagre", afirma Sarah Ezekiel.
Aos trinta e quatro anos, pouco depois do nascimento do segundo filho, ela recebeu o diagnóstico de esclerose lateral amiotrófica (ELA), doença degenerativa que compromete os neurônios motores. Em poucos meses, ela perdeu o uso das mãos e deixou de falar de maneira inteligível, passando a depender de cuidadores e de tecnologia para se comunicar. Durante mais de vinte anos, a única voz que os filhos conheceram foi a de uma máquina metálica e sem emoção.
A mudança veio quando a família encontrou uma fita VHS dos anos 1990, gravada em ambiente doméstico, na qual havia apenas oito segundos de fala de Sarah. Embora o som estivesse distorcido e abafado, ferramentas de inteligência artificial conseguiram isolar e reconstruir sua voz original, devolvendo-lhe entonação, identidade e emoção.
O impacto foi imediato. Sarah se emocionou ao ouvir a própria voz recriada, e os filhos relataram sentir-se mais próximos da mãe, que agora conseguia expressar estados de espírito e transmitir nuances de sua personalidade. A família descreve essa transformação como um ganho profundo, que reaproximou todos após anos de comunicação limitada.
Antes disso, Sarah viveu longos períodos de isolamento e depressão, até que, com o surgimento da tecnologia de rastreamento ocular, voltou a se expressar, a atuar em projetos de apoio a pessoas com deficiência e até a retomar a pintura. Com esforço, passou a transformar movimentos dos olhos em palavras, frases e obras de arte.
Especialistas observam que as vozes recriadas por inteligência artificial representam um avanço significativo em relação às antigas vozes padronizadas, porque preservam sotaques, ritmos e características individuais. Isso contribui para que cada paciente se reconheça em sua própria fala, reforçando a identidade e a ligação afetiva com familiares e amigos.
No Brasil, o Ministério da Saúde calcula que cerca de doze mil pessoas convivem com a ELA. Embora não exista cura, o Sistema Único de Saúde oferece medicamentos que retardam a progressão, além de fisioterapia, acompanhamento nutricional e cuidados paliativos. Entre os sintomas estão perda gradual da força, dificuldade para respirar e engolir, alterações na fala, engasgos frequentes, cãibras e perda de peso.
O caso de Sarah ilustra como a tecnologia ultrapassa barreiras impostas por doenças graves, devolvendo não apenas a capacidade de se comunicar, mas também a sensação de dignidade, identidade e pertencimento.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx29gz8pg8qo.ADAPTADO.
A família descreve essa transformação como um ganho profundo, "que" reaproximou todos após anos de comunicação limitada.
Em relação à classe gramatical, o vocábulo destacado denomina-se, nesta frase:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como oito segundos em fita de VHS devolveram voz à mulher com doença degenerativa após vinte e cinco anos
"Depois de tanto tempo, eu não conseguia mais me lembrar da minha voz. Quando ouvi novamente, senti vontade de chorar. É uma espécie de milagre", afirma Sarah Ezekiel.
Aos trinta e quatro anos, pouco depois do nascimento do segundo filho, ela recebeu o diagnóstico de esclerose lateral amiotrófica (ELA), doença degenerativa que compromete os neurônios motores. Em poucos meses, ela perdeu o uso das mãos e deixou de falar de maneira inteligível, passando a depender de cuidadores e de tecnologia para se comunicar. Durante mais de vinte anos, a única voz que os filhos conheceram foi a de uma máquina metálica e sem emoção.
A mudança veio quando a família encontrou uma fita VHS dos anos 1990, gravada em ambiente doméstico, na qual havia apenas oito segundos de fala de Sarah. Embora o som estivesse distorcido e abafado, ferramentas de inteligência artificial conseguiram isolar e reconstruir sua voz original, devolvendo-lhe entonação, identidade e emoção.
O impacto foi imediato. Sarah se emocionou ao ouvir a própria voz recriada, e os filhos relataram sentir-se mais próximos da mãe, que agora conseguia expressar estados de espírito e transmitir nuances de sua personalidade. A família descreve essa transformação como um ganho profundo, que reaproximou todos após anos de comunicação limitada.
Antes disso, Sarah viveu longos períodos de isolamento e depressão, até que, com o surgimento da tecnologia de rastreamento ocular, voltou a se expressar, a atuar em projetos de apoio a pessoas com deficiência e até a retomar a pintura. Com esforço, passou a transformar movimentos dos olhos em palavras, frases e obras de arte.
Especialistas observam que as vozes recriadas por inteligência artificial representam um avanço significativo em relação às antigas vozes padronizadas, porque preservam sotaques, ritmos e características individuais. Isso contribui para que cada paciente se reconheça em sua própria fala, reforçando a identidade e a ligação afetiva com familiares e amigos.
No Brasil, o Ministério da Saúde calcula que cerca de doze mil pessoas convivem com a ELA. Embora não exista cura, o Sistema Único de Saúde oferece medicamentos que retardam a progressão, além de fisioterapia, acompanhamento nutricional e cuidados paliativos. Entre os sintomas estão perda gradual da força, dificuldade para respirar e engolir, alterações na fala, engasgos frequentes, cãibras e perda de peso.
O caso de Sarah ilustra como a tecnologia ultrapassa barreiras impostas por doenças graves, devolvendo não apenas a capacidade de se comunicar, mas também a sensação de dignidade, identidade e pertencimento.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx29gz8pg8qo.ADAPTADO.
Embora não exista cura, o Sistema Único de Saúde oferece medicamentos que retardam a progressão, além de fisioterapia, acompanhamento nutricional e cuidados paliativos.
Assinale a alternativa correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como oito segundos em fita de VHS devolveram voz à mulher com doença degenerativa após vinte e cinco anos
"Depois de tanto tempo, eu não conseguia mais me lembrar da minha voz. Quando ouvi novamente, senti vontade de chorar. É uma espécie de milagre", afirma Sarah Ezekiel.
Aos trinta e quatro anos, pouco depois do nascimento do segundo filho, ela recebeu o diagnóstico de esclerose lateral amiotrófica (ELA), doença degenerativa que compromete os neurônios motores. Em poucos meses, ela perdeu o uso das mãos e deixou de falar de maneira inteligível, passando a depender de cuidadores e de tecnologia para se comunicar. Durante mais de vinte anos, a única voz que os filhos conheceram foi a de uma máquina metálica e sem emoção.
A mudança veio quando a família encontrou uma fita VHS dos anos 1990, gravada em ambiente doméstico, na qual havia apenas oito segundos de fala de Sarah. Embora o som estivesse distorcido e abafado, ferramentas de inteligência artificial conseguiram isolar e reconstruir sua voz original, devolvendo-lhe entonação, identidade e emoção.
O impacto foi imediato. Sarah se emocionou ao ouvir a própria voz recriada, e os filhos relataram sentir-se mais próximos da mãe, que agora conseguia expressar estados de espírito e transmitir nuances de sua personalidade. A família descreve essa transformação como um ganho profundo, que reaproximou todos após anos de comunicação limitada.
Antes disso, Sarah viveu longos períodos de isolamento e depressão, até que, com o surgimento da tecnologia de rastreamento ocular, voltou a se expressar, a atuar em projetos de apoio a pessoas com deficiência e até a retomar a pintura. Com esforço, passou a transformar movimentos dos olhos em palavras, frases e obras de arte.
Especialistas observam que as vozes recriadas por inteligência artificial representam um avanço significativo em relação às antigas vozes padronizadas, porque preservam sotaques, ritmos e características individuais. Isso contribui para que cada paciente se reconheça em sua própria fala, reforçando a identidade e a ligação afetiva com familiares e amigos.
No Brasil, o Ministério da Saúde calcula que cerca de doze mil pessoas convivem com a ELA. Embora não exista cura, o Sistema Único de Saúde oferece medicamentos que retardam a progressão, além de fisioterapia, acompanhamento nutricional e cuidados paliativos. Entre os sintomas estão perda gradual da força, dificuldade para respirar e engolir, alterações na fala, engasgos frequentes, cãibras e perda de peso.
O caso de Sarah ilustra como a tecnologia ultrapassa barreiras impostas por doenças graves, devolvendo não apenas a capacidade de se comunicar, mas também a sensação de dignidade, identidade e pertencimento.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx29gz8pg8qo.ADAPTADO.
Avanços tecnológicos têm transformado a forma como pessoas com limitações físicas e doenças degenerativas interagem com o mundo, ampliando as possibilidades de comunicação e fortalecendo vínculos sociais e afetivos.
De acordo com o texto base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como oito segundos em fita de VHS devolveram voz à mulher com doença degenerativa após vinte e cinco anos
"Depois de tanto tempo, eu não conseguia mais me lembrar da minha voz. Quando ouvi novamente, senti vontade de chorar. É uma espécie de milagre", afirma Sarah Ezekiel.
Aos trinta e quatro anos, pouco depois do nascimento do segundo filho, ela recebeu o diagnóstico de esclerose lateral amiotrófica (ELA), doença degenerativa que compromete os neurônios motores. Em poucos meses, ela perdeu o uso das mãos e deixou de falar de maneira inteligível, passando a depender de cuidadores e de tecnologia para se comunicar. Durante mais de vinte anos, a única voz que os filhos conheceram foi a de uma máquina metálica e sem emoção.
A mudança veio quando a família encontrou uma fita VHS dos anos 1990, gravada em ambiente doméstico, na qual havia apenas oito segundos de fala de Sarah. Embora o som estivesse distorcido e abafado, ferramentas de inteligência artificial conseguiram isolar e reconstruir sua voz original, devolvendo-lhe entonação, identidade e emoção.
O impacto foi imediato. Sarah se emocionou ao ouvir a própria voz recriada, e os filhos relataram sentir-se mais próximos da mãe, que agora conseguia expressar estados de espírito e transmitir nuances de sua personalidade. A família descreve essa transformação como um ganho profundo, que reaproximou todos após anos de comunicação limitada.
Antes disso, Sarah viveu longos períodos de isolamento e depressão, até que, com o surgimento da tecnologia de rastreamento ocular, voltou a se expressar, a atuar em projetos de apoio a pessoas com deficiência e até a retomar a pintura. Com esforço, passou a transformar movimentos dos olhos em palavras, frases e obras de arte.
Especialistas observam que as vozes recriadas por inteligência artificial representam um avanço significativo em relação às antigas vozes padronizadas, porque preservam sotaques, ritmos e características individuais. Isso contribui para que cada paciente se reconheça em sua própria fala, reforçando a identidade e a ligação afetiva com familiares e amigos.
No Brasil, o Ministério da Saúde calcula que cerca de doze mil pessoas convivem com a ELA. Embora não exista cura, o Sistema Único de Saúde oferece medicamentos que retardam a progressão, além de fisioterapia, acompanhamento nutricional e cuidados paliativos. Entre os sintomas estão perda gradual da força, dificuldade para respirar e engolir, alterações na fala, engasgos frequentes, cãibras e perda de peso.
O caso de Sarah ilustra como a tecnologia ultrapassa barreiras impostas por doenças graves, devolvendo não apenas a capacidade de se comunicar, mas também a sensação de dignidade, identidade e pertencimento.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx29gz8pg8qo.ADAPTADO.
A única voz que os filhos conheceram foi a de uma máquina metálica e sem emoção.
Em relação aos recursos expressivos da linguagem, o trecho acima exemplifica o uso de:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como oito segundos em fita de VHS devolveram voz à mulher com doença degenerativa após vinte e cinco anos
"Depois de tanto tempo, eu não conseguia mais me lembrar da minha voz. Quando ouvi novamente, senti vontade de chorar. É uma espécie de milagre", afirma Sarah Ezekiel.
Aos trinta e quatro anos, pouco depois do nascimento do segundo filho, ela recebeu o diagnóstico de esclerose lateral amiotrófica (ELA), doença degenerativa que compromete os neurônios motores. Em poucos meses, ela perdeu o uso das mãos e deixou de falar de maneira inteligível, passando a depender de cuidadores e de tecnologia para se comunicar. Durante mais de vinte anos, a única voz que os filhos conheceram foi a de uma máquina metálica e sem emoção.
A mudança veio quando a família encontrou uma fita VHS dos anos 1990, gravada em ambiente doméstico, na qual havia apenas oito segundos de fala de Sarah. Embora o som estivesse distorcido e abafado, ferramentas de inteligência artificial conseguiram isolar e reconstruir sua voz original, devolvendo-lhe entonação, identidade e emoção.
O impacto foi imediato. Sarah se emocionou ao ouvir a própria voz recriada, e os filhos relataram sentir-se mais próximos da mãe, que agora conseguia expressar estados de espírito e transmitir nuances de sua personalidade. A família descreve essa transformação como um ganho profundo, que reaproximou todos após anos de comunicação limitada.
Antes disso, Sarah viveu longos períodos de isolamento e depressão, até que, com o surgimento da tecnologia de rastreamento ocular, voltou a se expressar, a atuar em projetos de apoio a pessoas com deficiência e até a retomar a pintura. Com esforço, passou a transformar movimentos dos olhos em palavras, frases e obras de arte.
Especialistas observam que as vozes recriadas por inteligência artificial representam um avanço significativo em relação às antigas vozes padronizadas, porque preservam sotaques, ritmos e características individuais. Isso contribui para que cada paciente se reconheça em sua própria fala, reforçando a identidade e a ligação afetiva com familiares e amigos.
No Brasil, o Ministério da Saúde calcula que cerca de doze mil pessoas convivem com a ELA. Embora não exista cura, o Sistema Único de Saúde oferece medicamentos que retardam a progressão, além de fisioterapia, acompanhamento nutricional e cuidados paliativos. Entre os sintomas estão perda gradual da força, dificuldade para respirar e engolir, alterações na fala, engasgos frequentes, cãibras e perda de peso.
O caso de Sarah ilustra como a tecnologia ultrapassa barreiras impostas por doenças graves, devolvendo não apenas a capacidade de se comunicar, mas também a sensação de dignidade, identidade e pertencimento.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx29gz8pg8qo.ADAPTADO.
O caso de Sarah ilustra como a tecnologia ultrapassa barreiras impostas por doenças graves.
Sintaticamente, é correto afirmar que:
I. O programa não estava previsto no Plano Plurianual nem na Lei Orçamentária Anual, embora fosse considerado de relevância social.
II. A seleção da OSC foi feita sem chamamento público, por indicação direta de autoridade política.
III. A execução do objeto do convênio foi parcialmente repassada pela OSC a uma empresa privada terceirizada, que ficou responsável por ministrar as capacitações.
IV. Houve ampla divulgação na internet dos dados de celebração e execução do convênio, garantindo transparência.
À luz da Lei nº 14.634/2023, marque a alternativa que identifica, de forma correta, as situações que contrariam as regras aplicáveis à celebração de convênios.
I. Inseriu cláusulas que favoreciam determinada empresa, dificultando a participação de concorrentes.
II. Avaliou bens para alienação abaixo do valor de mercado.
III. Garantiu ampla divulgação de todos os atos do processo, promovendo transparência.
Com base na legislação mencionada, assinale a alternativa correta:
I. A inspeção dos extintores é uma responsabilidade do empregador, que deve garantir a verificação periódica do lacre, do manômetro e do aspecto geral do equipamento, sendo que um manômetro na faixa vermelha indica pressão insuficiente, tornando o extintor inoperante e exigindo seu envio imediato para manutenção.
II. O plano de emergência contra incêndio deve ser revisado anualmente ou sempre que ocorrerem alterações significativas na planta, ocupação ou processos, e deve contemplar, no mínimo, a planta de risco, as rotas de fuga, os procedimentos de evacuação e os pontos de encontro.
III. A obstrução da sinalização de emergência e das rotas de fuga constitui uma irregularidade grave, pois compromete a evacuação segura dos ocupantes em uma situação de emergência, e a manutenção inadequada dos hidrantes, como a mangueira desconectada, aumenta o tempo de resposta da brigada de incêndio, potencializando os danos.
Está correto o que se afirma em:
(__) O evento é classificado como um acidente de trabalho típico, e a empresa tem a obrigação de emitir a CAT até o primeiro dia útil seguinte ao da ocorrência e, em caso de morte, de imediato à autoridade competente.
(__) A ausência da coifa de proteção na esmerilhadeira é classificada como um ato inseguro do trabalhador, que optou por remover o dispositivo para facilitar a operação, sendo esta a causa primária do acidente.
(__) A investigação do acidente deve utilizar uma metodologia que identifique não apenas as causas imediatas (falta do EPI e da proteção da máquina), mas também as causas básicas ou raiz, como a falha no treinamento, a falta de supervisão e a cultura de segurança deficiente na organização.
(__) A emissão da CAT pela empresa a isenta de qualquer responsabilidade civil ou criminal pelo ocorrido, uma vez que o ato de comunicar o acidente ao INSS cumpre todas as suas obrigações legais perante o trabalhador acidentado.
A sequência está correta em:
I. O PGR deve conter, no mínimo, dois documentos: o Inventário de Riscos Ocupacionais, que consolida a identificação de perigos e a avaliação dos riscos, e o Plano de Ação, que estabelece as medidas de prevenção a serem introduzidas, aprimoradas ou mantidas.
II. A avaliação dos riscos no âmbito do PGR deve considerar a combinação da probabilidade de ocorrência da lesão ou agravo à saúde com a severidade dessa lesão ou agravo, utilizando uma matriz de risco para classificar os riscos e priorizar as ações.
III. O PGR substitui completamente a necessidade de elaboração de outros programas, como o Programa de Conservação Auditiva (PCA) e o Programa de Proteção Respiratória (PPR), que passam a ser capítulos integrantes do Plano de Ação do PGR.
Está correto o que se afirma em:
I. O andaime deve ter sua estrutura fixada à construção por meio de amarração e ser dotado de guarda-corpo com altura de 1,20 m no travessão superior, travessão intermediário a 0,70 m e rodapé de 0,20 m em todo o perímetro, sendo proibido o trabalho em andaimes com forração incompleta.
II. O acesso aos andaimes deve ser feito por escada incorporada à sua estrutura, sendo vedado o uso de escadas do tipo marinheiro em torres de andaimes, e a base de sustentação deve ser nivelada e apoiada sobre sapatas capazes de resistir aos esforços.
III. As áreas de vivência devem obrigatoriamente dispor de instalação sanitária, vestiário com armários individuais, local para refeições e cozinha (quando houver preparo de alimentos), sendo o fornecimento de armários dimensionado para atender a todos os trabalhadores da obra.
Está correto o que se afirma em:
I. A AET deve abranger a análise da demanda, da tarefa, da atividade, das condições de trabalho e da organização do trabalho, sendo essencial a participação dos trabalhadores envolvidos para a compreensão completa da situação e a elaboração de um diagnóstico preciso e de recomendações eficazes.
II. A simples substituição das cadeiras por modelos com múltiplos ajustes e a oferta de pausas de 15 minutos a cada duas horas de trabalho são medidas suficientes para atender às exigências da NR 17, dispensando a necessidade de uma AET completa, visto que o problema se concentra no mobiliário e no tempo de exposição.
III. A Avaliação Ergonômica Preliminar (AEP) é um processo que pode ser realizado por qualquer profissional da CIPA, sem necessidade de conhecimento técnico específico, e serve exclusivamente para documentar as queixas dos trabalhadores, sendo a AET o único instrumento capaz de propor medidas corretivas.
Está correto o que se afirma em:
(__) O Mapa de Riscos deve ser elaborado pela CIPA, com a participação dos trabalhadores dos setores analisados e com a assessoria do SESMT (onde houver), devendo os círculos que representam os riscos ser de tamanhos iguais, pois a norma não prevê a gradação da intensidade, apenas a identificação do agente.
(__) A representação dos riscos no layout do setor é feita por meio de círculos com cores padronizadas: verde para riscos físicos, vermelho para químicos, marrom para biológicos, amarelo para ergonômicos e azul para riscos de acidentes, sendo a intensidade do risco indicada pelo tamanho do círculo (pequeno, médio ou grande).
(__) A análise de riscos que subsidia a elaboração do mapa deve considerar apenas os riscos que já resultaram em acidentes ou doenças na empresa, desconsiderando os perigos potenciais que ainda não se materializaram.
(__) Riscos como ruído excessivo de empilhadeiras, emanação de gases de baterias sendo recarregadas e posturas inadequadas no empacotamento manual devem ser classificados, respectivamente, como físico (verde), químico (vermelho) e ergonômico (amarelo) no Mapa de Riscos.
A sequência está correta em: