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Q3193475 Matemática
Em uma prova de concurso público, 40% das questões são sobre conhecimentos gerais, 35% sobre raciocínio lógico, e 25% sobre atualidades. Um candidato acertou 90% das questões de conhecimentos gerais, 80% das questões de raciocínio lógico, e 60% das questões de atualidades. Quantos por cento das questões totais da prova o candidato acertou?
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Q3193474 Português
A alternativa que apresenta a separação silábica correta da palavra dada é:
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Q3193473 Português
A palavra em destaque é um adjetivo gentílico apenas em:
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Q3193472 Português
Em todas as alternativas a seguir são apresentados substantivos concretos, com exceção de:
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Q3193471 Português
Nas sentenças a seguir, as preposições destacadas introduzem objetos indiretos, exceto em: 
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Q3193468 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



Paris acorda



    O homem se rende ao cansaço dos seus excessos, deita às sete da noite e dorme como um lago ou como uma criança. Havia o que andar pela noite, mas os seus olhos pisados lhe fazem o grande apoio da fadiga. Como estão envelhecendo depressa, estes olhos! E como já foram ávidos e ansiosos! Agora, uma pálpebra caiu sobre a outra e, sob a sombra dos cílios, vieram sonhos feitos de saudade e pequenos cuidados. Não é possível uma evasão e um esquecimento, porque o que antes foi feito jamais deixará de ser, ao longo do sono, uma preocupação de amor e de medo.


    E esse homem se desperta, às seis da manhã, com o dia frio entrando pela janela. Não tem cigarros e seria esplêndido tomar uma xícara de café com leite. A rua está mais ou menos vazia, com a exceção dos pombos que beliscam o asfalto e das mulheres encapotadas que saem dos subterrâneos. Note-se a grande tranquilidade dos pombos e o certo ar de saciedade nos olhos das mulheres. É assim que Paris acorda: pombos serenos e mulheres nem sempre.


    O homem simplesmente passa. Num café da rua Marbeuf, quase esquina dos Champs-Élysées, uma moça de olhos e nariz parecidos com os de outra o espia de enviés. Primeiro, com alguma curiosidade. Depois, com um pouco de inesperada ternura. Para esse tímido, que mastiga o seu croissant, seria bom falar-lhe, dizer uma palavra qualquer de gratidão e agrado. Sairiam os dois, talvez, pelas calçadas dos Champs-Élysées e talvez fosse belo o que eles se dissessem. Mas aqueles olhos e aquele nariz se pareciam tanto com os da outra que, como a outra, talvez ela fosse natural de coração frio.


    O homem, então, pesou o mal e o bem que lhe podiam vir e, como era um rebelde, preferiu ficar sozinho, com a sua dor e o seu café au lait. Paris acordava e nada tinha a ver com isso.



MARIA, A. Paris acorda. In: TAUIL, G. (Org.) Vento vadio: as crônicas de Antônio Maria. Todavia, 2021, p.141-142. Disponível em

<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/16319/paris-acorda>.

Considerando-se seus traços morfológicos, a formação da palavra “envelhecendo”, que ocorre no texto, decorre de um processo de:
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Q3193467 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



Paris acorda



    O homem se rende ao cansaço dos seus excessos, deita às sete da noite e dorme como um lago ou como uma criança. Havia o que andar pela noite, mas os seus olhos pisados lhe fazem o grande apoio da fadiga. Como estão envelhecendo depressa, estes olhos! E como já foram ávidos e ansiosos! Agora, uma pálpebra caiu sobre a outra e, sob a sombra dos cílios, vieram sonhos feitos de saudade e pequenos cuidados. Não é possível uma evasão e um esquecimento, porque o que antes foi feito jamais deixará de ser, ao longo do sono, uma preocupação de amor e de medo.


    E esse homem se desperta, às seis da manhã, com o dia frio entrando pela janela. Não tem cigarros e seria esplêndido tomar uma xícara de café com leite. A rua está mais ou menos vazia, com a exceção dos pombos que beliscam o asfalto e das mulheres encapotadas que saem dos subterrâneos. Note-se a grande tranquilidade dos pombos e o certo ar de saciedade nos olhos das mulheres. É assim que Paris acorda: pombos serenos e mulheres nem sempre.


    O homem simplesmente passa. Num café da rua Marbeuf, quase esquina dos Champs-Élysées, uma moça de olhos e nariz parecidos com os de outra o espia de enviés. Primeiro, com alguma curiosidade. Depois, com um pouco de inesperada ternura. Para esse tímido, que mastiga o seu croissant, seria bom falar-lhe, dizer uma palavra qualquer de gratidão e agrado. Sairiam os dois, talvez, pelas calçadas dos Champs-Élysées e talvez fosse belo o que eles se dissessem. Mas aqueles olhos e aquele nariz se pareciam tanto com os da outra que, como a outra, talvez ela fosse natural de coração frio.


    O homem, então, pesou o mal e o bem que lhe podiam vir e, como era um rebelde, preferiu ficar sozinho, com a sua dor e o seu café au lait. Paris acordava e nada tinha a ver com isso.



MARIA, A. Paris acorda. In: TAUIL, G. (Org.) Vento vadio: as crônicas de Antônio Maria. Todavia, 2021, p.141-142. Disponível em

<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/16319/paris-acorda>.

O verbo “cair”, em “uma pálpebra caiu sobre a outra”, classifica-se quanto à sua natureza e à sua regência, esta última considerando-se o contexto dado, como:
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Q3193466 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



Paris acorda



    O homem se rende ao cansaço dos seus excessos, deita às sete da noite e dorme como um lago ou como uma criança. Havia o que andar pela noite, mas os seus olhos pisados lhe fazem o grande apoio da fadiga. Como estão envelhecendo depressa, estes olhos! E como já foram ávidos e ansiosos! Agora, uma pálpebra caiu sobre a outra e, sob a sombra dos cílios, vieram sonhos feitos de saudade e pequenos cuidados. Não é possível uma evasão e um esquecimento, porque o que antes foi feito jamais deixará de ser, ao longo do sono, uma preocupação de amor e de medo.


    E esse homem se desperta, às seis da manhã, com o dia frio entrando pela janela. Não tem cigarros e seria esplêndido tomar uma xícara de café com leite. A rua está mais ou menos vazia, com a exceção dos pombos que beliscam o asfalto e das mulheres encapotadas que saem dos subterrâneos. Note-se a grande tranquilidade dos pombos e o certo ar de saciedade nos olhos das mulheres. É assim que Paris acorda: pombos serenos e mulheres nem sempre.


    O homem simplesmente passa. Num café da rua Marbeuf, quase esquina dos Champs-Élysées, uma moça de olhos e nariz parecidos com os de outra o espia de enviés. Primeiro, com alguma curiosidade. Depois, com um pouco de inesperada ternura. Para esse tímido, que mastiga o seu croissant, seria bom falar-lhe, dizer uma palavra qualquer de gratidão e agrado. Sairiam os dois, talvez, pelas calçadas dos Champs-Élysées e talvez fosse belo o que eles se dissessem. Mas aqueles olhos e aquele nariz se pareciam tanto com os da outra que, como a outra, talvez ela fosse natural de coração frio.


    O homem, então, pesou o mal e o bem que lhe podiam vir e, como era um rebelde, preferiu ficar sozinho, com a sua dor e o seu café au lait. Paris acordava e nada tinha a ver com isso.



MARIA, A. Paris acorda. In: TAUIL, G. (Org.) Vento vadio: as crônicas de Antônio Maria. Todavia, 2021, p.141-142. Disponível em

<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/16319/paris-acorda>.

A referenciação anafórica ocorre por meio de um pronome demonstrativo apenas em:
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Q3193465 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



Paris acorda



    O homem se rende ao cansaço dos seus excessos, deita às sete da noite e dorme como um lago ou como uma criança. Havia o que andar pela noite, mas os seus olhos pisados lhe fazem o grande apoio da fadiga. Como estão envelhecendo depressa, estes olhos! E como já foram ávidos e ansiosos! Agora, uma pálpebra caiu sobre a outra e, sob a sombra dos cílios, vieram sonhos feitos de saudade e pequenos cuidados. Não é possível uma evasão e um esquecimento, porque o que antes foi feito jamais deixará de ser, ao longo do sono, uma preocupação de amor e de medo.


    E esse homem se desperta, às seis da manhã, com o dia frio entrando pela janela. Não tem cigarros e seria esplêndido tomar uma xícara de café com leite. A rua está mais ou menos vazia, com a exceção dos pombos que beliscam o asfalto e das mulheres encapotadas que saem dos subterrâneos. Note-se a grande tranquilidade dos pombos e o certo ar de saciedade nos olhos das mulheres. É assim que Paris acorda: pombos serenos e mulheres nem sempre.


    O homem simplesmente passa. Num café da rua Marbeuf, quase esquina dos Champs-Élysées, uma moça de olhos e nariz parecidos com os de outra o espia de enviés. Primeiro, com alguma curiosidade. Depois, com um pouco de inesperada ternura. Para esse tímido, que mastiga o seu croissant, seria bom falar-lhe, dizer uma palavra qualquer de gratidão e agrado. Sairiam os dois, talvez, pelas calçadas dos Champs-Élysées e talvez fosse belo o que eles se dissessem. Mas aqueles olhos e aquele nariz se pareciam tanto com os da outra que, como a outra, talvez ela fosse natural de coração frio.


    O homem, então, pesou o mal e o bem que lhe podiam vir e, como era um rebelde, preferiu ficar sozinho, com a sua dor e o seu café au lait. Paris acordava e nada tinha a ver com isso.



MARIA, A. Paris acorda. In: TAUIL, G. (Org.) Vento vadio: as crônicas de Antônio Maria. Todavia, 2021, p.141-142. Disponível em

<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/16319/paris-acorda>.

Com a leitura do texto, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q2044300 Relações Públicas
Na organização de bandeiras em um evento oficial no Brasil, em que haja somente participantes nacionais, a bandeira do lado direito (do ponto de vista da mesa para o auditório) da bandeira nacional deve ser a bandeira
Alternativas
Q2044298 Nutrição
Em relação à maneira adequada de servir convidados à mesa, assinale a afirmativa incorreta.
Alternativas
Q2044297 Nutrição
Na montagem dos copos numa mesa para evento formal, o copo disposto mais proximamente do prato é o de 
Alternativas
Q2044296 Nutrição
Na montagem de uma mesa para evento, seguindo as regras de etiqueta, o guardanapo com argola deve posicionar-se 
Alternativas
Q2044295 Nutrição
Em relação às diferenças entre coffee break e brunch, analise as afirmativas a seguir:
I. Quando se fala em coffee break, pensa-se em um evento mais sucinto, de geralmente 30 minutos, embora, muitas vezes, o evento tenha duração entre 15 a 20 minutos no máximo.
II. A disposição, no caso do brunch, muda em relação ao coffee break, já que, para o brunch, são necessárias mesas, cadeiras e talheres, para que os convidados possam se sentar e apreciar as opções.
III. Um brunch é um evento mais elaborado, cujo termo é a união das palavras breakfast (café da manhã) e lunch (almoço). Assim, ele é adequado para ser servido entre as 15h e as 17h.
Assinale
Alternativas
Q2044294 Nutrição
Levando em conta uma margem de 10% para mais, um copeiro deve estimar a quantidade adequada de alimentos de acordo com o público participante.
Nesse cenário, assinale a opção em que a informação acerca da quantidade esteja incorreta.
Alternativas
Q2044293 Nutrição
Na organização de um coffee break eficiente, o que seria uma atitude não recomendada? 
Alternativas
Q2044292 Conhecimentos de Serviços Gerais
Nas alternativas a seguir, estão listadas habilidades inerentes a um copeiro, à exceção de uma. Assinale-a. (A) (B)  (C) (D) 
Alternativas
Q2044291 Conhecimentos de Serviços Gerais

Diversas são as atividades sob responsabilidade de um copeiro, tais como


I. solicitação de reposição de mantimentos no estoque;


II. preparação de pequenas refeições para recepção de convidados;


III. coordenação da equipe de garçons em eventos empresariais; IV. organização do material de trabalho em eventos, como louças e bandejas


Analise os itens acima e assinale 

Alternativas
Q2044290 Conhecimentos de Serviços Gerais
Para retirar mau cheiro de louças, antes de lavá-la com água e sabão, pode-se despejar sobre elas 
Alternativas
Q2044289 Conhecimentos de Serviços Gerais
Em relação à desinfecção da esponja de lavar louças, analise as afirmativas a seguir:
I. Após lavar a louça, em uma vasilha de vidro, deve-se deixar a esponja submersa em água quente por aproximadamente 5 minutos. Depois, deve-se colocá-la em um local onde ela possa secar.
II. Em um recipiente de vidro, pode-se diluir 2 colheres (sopa) de água sanitária e 1 litro de água. Depois, deve-se deixar a esponja de molho por aproximadamente 10 minutos.
III. Após realizar algum dos processos acima, também pode-se embrulhar a esponja em um papel toalha e levá-la ao microondas por 1 a 2 minutos.
Assinale 
Alternativas
Respostas
221: C
222: E
223: E
224: D
225: B
226: E
227: D
228: C
229: D
230: B
231: A
232: D
233: B
234: A
235: C
236: C
237: B
238: D
239: B
240: D