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“A complexidade do livro didático fornece condições para entender o debate e as críticas de que ele tem sido alvo, tanto no interior da escola, entre educadores, alunos e pais de alunos, como nas discussões acaloradas ocorridas nos encontros ou resultantes de artigos de jornais e revistas, envolvendo autores, editores, autoridades políticas e intelectuais de diversas procedências. O processo de avaliação da produção didática promovido pelo MEC nos últimos anos exemplifica o alcance das polêmicas e do papel que a literatura escolar desempenha na vida cultural e social brasileira, sem omitir sua importância econômica para um vasto setor ligado à produção de livros no País.”
BITTENCOURT, Circe Maria Fernandes. Ensino de História: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2004 (Coleção docência em formação). P.302.
Ao analisar os livros didáticos e as questões em torno do seu uso, a autora considera que eles
“A concepção ingênua do processo de educação de adultos deriva do que se pode chamar uma ‘visão regressiva’ (...) procura aplicar-lhe os mesmos métodos de ensino e até utiliza as mesmas cartilhas que servem para a infância. (...) O adulto é considerado, assim, um ‘atrasado’.”
PINTO, Álvaro Vieira. Sete lições sobre Educação de Adultos. 8 ed. São Paulo: Cortez. P. 87. 1993.
A afirmação refere-se à Educação de Jovens e Adultos (EJA), mais precisamente às práticas educacionais para essa modalidade de ensino. A concepção de jovens e adultos que se opõe à apresentada no excerto propõe que
“A Constituição Federal de 1988, em seu Artigo 216, ampliou o conceito de patrimônio estabelecido pelo Decreto-lei nº 25, de 30 de novembro de 1937, substituindo a nominação Patrimônio Histórico e Artístico, por Patrimônio Cultural Brasileiro. Essa alteração incorporou o conceito de referência cultural e a definição dos bens passíveis de reconhecimento, sobretudo os de caráter imaterial.”
BRASIL, 2025. IPHAN. Patrimônio Cultural. Disponível em: http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/218/ Acesso em: 10 mai. 2025
Considere que esse excerto foi usado por um professor que planejou uma aula a ser realizada em um museu, como etapa de preparação de seus/suas alunos(as) para a visita ao museu. Ao fazer uso desse material, o docente teve como objetivo fazer com que os(as) alunos(as) compreendessem que
Considerando o Sistema Universal de Projeção (1º diedro), a opção que representa corretamente a vista lateral esquerda dessa peça é:
Fonte: Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/393079873732148806/. Acesso em: 30 mai 2025.
A perspectiva isométrica na figura representa um tipo de telhado nomeado de:
Considere a carta solar para uma latitude de 6º Sul, conforme figura a seguir, e um transferidor solar sobreposto. Nessa situação, para proporcionar o sombreamento das aberturas em uma fachada com azimute de 30º, a partir das 9h, no Solstício de Inverno, deverá ser adotado um brise horizontal.
Figura: Carta Solar de latitude 6º Sul com sobreposição de um transferidor solar.
Diante da situação proposta, o ângulo de sombra que irá propor a proteção solar das aberturas dessa face é o
Para obter essa representação gráfica, na caixa de “Navegador de materiais - Aba gráficos”, conforme print do programa, apresentado na Figura a seguir, deverão ser realizadas configurações para Sombreamento (01) / Primeiro plano (02) / Plano de fundo (03).
Figura: print da caixa do “Navegador de materiais - Aba gráficos” a ser configurada.
Portanto, as configurações realizadas para as opções definidas são, respectivamente: