Questões de Concurso
Para prefeitura de belmonte - sc
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O controle de endemias, zoonoses e arboviroses no território depende da atuação articulada entre a equipe de Atenção Primária, a vigilância em saúde e as famílias acompanhadas pelo Agente Comunitário de Saúde (ACS).
Analise as sentenças abaixo:
I. A febre amarela urbana e a febre amarela silvestre são causadas por vírus distintos, sendo a forma silvestre transmitida ao ser humano por mosquitos da espécie Aedes aegypti no interior das matas.
II. O Aedes aegypti é o principal vetor urbano da dengue, da zika e da chikungunya, tendo como criadouros preferenciais recipientes com água limpa e parada no domicílio e no peridomicílio.
III. A eliminação de criadouros no domicílio integra as ações de controle vetorial e depende da participação das famílias orientadas pela equipe de saúde.
É correto o que se afirma em:
Leia o estudo de caso a seguir:
Um município implanta uma nova equipe de Saúde da Família (eSF) em bairro de ocupação recente, com aproximadamente 3.000 pessoas, saneamento incompleto e alta rotatividade de moradores. Na primeira reunião de equipe, o enfermeiro apresenta a divisão do território em microáreas e solicita que cada Agente Comunitário de Saúde (ACS) defina como iniciará seu trabalho. Um dos agentes questiona quais atividades competem a ele nesse momento inicial, considerando a Política Nacional de Atenção Básica (PNAB) e as diretrizes da Estratégia Saúde da Família (ESF).
Com base no caso apresentado, assinale a alternativa correta:
Analise as afirmativas a seguir sobre o acompanhamento de gestantes, puérperas e recém-nascidos pelo Agente Comunitário de Saúde (ACS) e, em seguida, registre V, para verdadeiro, e F, para falso as afirmativas abaixo.
(__) No acompanhamento pré-natal, o Agente Comunitário de Saúde deve acompanhar a gestante ao longo da gestação, identificando necessidades de saúde, orientando quanto à importância do acompanhamento pré-natal e comunicando à equipe de saúde situações que demandem avaliação ou intervenção, contribuindo para a continuidade do cuidado.
(__) Nas visitas realizadas após o nascimento, o acompanhamento do recém-nascido deve priorizar informações relacionadas ao calendário vacinal e às consultas de rotina, enquanto aspectos referentes à saúde da puérpera devem ser abordados em momento posterior, conforme as demandas identificadas pela família.
(__) No acompanhamento do recém-nascido, a verificação da situação vacinal e da realização das consultas previstas constitui atribuição suficiente para o acompanhamento do ACS, não sendo necessário considerar aspectos relacionados à alimentação, ao crescimento, ao desenvolvimento e às condições do ambiente familiar.
(__) O acompanhamento de gestantes, puérperas e recém-nascidos deve ser organizado de maneira independente, considerando que cada grupo possui necessidades específicas e que as informações obtidas durante o acompanhamento de um deles não precisam integrar o planejamento das ações destinadas aos demais.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
A busca ativa de usuários que não comparecem aos atendimentos programados constitui uma estratégia de acompanhamento no território e pode contribuir para a continuidade do cuidado. Nesse contexto, analise as afirmativas a seguir:
I. A identificação de usuários faltosos permite ao ACS reconhecer situações que possam interferir na continuidade do acompanhamento e comunicar à equipe informações relevantes para a definição das providências cabíveis.
II. Durante a busca ativa, o ACS deve investigar os motivos da ausência, orientar o usuário quanto à importância da continuidade do acompanhamento e, quando pertinente, articular com a equipe as possibilidades de retomada do cuidado.
III. As informações obtidas durante a busca ativa podem contribuir para que a equipe identifique barreiras de acesso aos serviços e planeje estratégias destinadas a favorecer a continuidade do acompanhamento dos usuários.
É correto o que se afirma em:
No âmbito da Atenção Primária à Saúde, a atuação do Agente Comunitário de Saúde (ACS) está inserida em uma organização do Sistema Único de Saúde (SUS) orientada por princípios e diretrizes que buscam garantir o acesso da população às ações e aos serviços de saúde, bem como articular diferentes níveis de atenção de acordo com as necessidades identificadas no território. À luz dos princípios e diretrizes que fundamentam a organização do SUS, analise as sentenças a seguir:
I.O princípio da universalidade estabelece que as ações e os serviços de saúde devem ser disponibilizados a toda a população, sem que o acesso esteja condicionado à contribuição previdenciária, à inserção no mercado formal de trabalho ou à comprovação de vínculo com o sistema de seguridade social.
II. O princípio da integralidade pressupõe a oferta articulada e contínua de ações e serviços preventivos e curativos, individuais e coletivos, considerando as necessidades de saúde de cada pessoa ou grupo e a articulação entre os diferentes níveis de complexidade do sistema.
III. A diretriz da hierarquização determina que o usuário deve buscar inicialmente os serviços hospitalares de maior densidade tecnológica, cabendo a esses serviços avaliar a demanda e, posteriormente, encaminhar o cidadão para a Atenção Primária à Saúde quando não houver necessidade de atendimento especializado.
IV. A organização regionalizada e hierarquizada do SUS pressupõe a articulação dos serviços em diferentes níveis de atenção, de modo a favorecer a ordenação do cuidado e a continuidade da assistência conforme as necessidades de saúde da população.
É correto o que se afirma em
O acompanhamento das famílias pelo Agente Comunitário de Saúde (ACS) exige a identificação continuada de situações de risco no território, cuja natureza orienta o tipo de encaminhamento a ser adotado pela equipe.
Associe as colunas abaixo, relacionando os tipos de risco identificados no domicílio às respectivas situações observadas em visita domiciliar.
Coluna 1
1. Risco social.
2. Risco ambiental.
3. Risco sanitário.
Coluna 2
(__) Armazenamento de água em recipientes destampados no quintal do domicílio, com presença de larvas e proliferação de vetores no entorno.
(__) Criança em idade escolar fora da escola, em domicílio com desemprego prolongado dos responsáveis e relato de insegurança alimentar.
(__) Guarda de medicamentos com prazo de validade expirado e conservação inadequada de alimentos perecíveis no interior do domicílio.
Assinale a alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo:
Analise a afirmativa abaixo:
No processo de territorialização da Atenção Primária à Saúde, a menor unidade de divisão do território adscrito à equipe, delimitada a partir da lógica de adscrição de famílias e atribuída à responsabilidade de um único Agente Comunitário de Saúde, denomina-se _______________.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna:
A Lei nº 8.142/1990 estabelece mecanismos de participação da comunidade na gestão do Sistema Único de Saúde (SUS), por meio de instâncias colegiadas que contribuem para o acompanhamento e a formulação das políticas de saúde.
Considerando as disposições da referida Lei, julgue as afirmações a seguir como Verdadeiras (V) ou Falsas (F):
(__) A Conferência de Saúde reúne representantes de diferentes segmentos sociais para avaliar a situação de saúde e propor diretrizes para a formulação da política de saúde no âmbito correspondente, reunindo-se periodicamente nos termos previstos em lei.
(__) O Conselho de Saúde constitui instância colegiada de caráter permanente e deliberativo, com participação de representantes do governo, dos prestadores de serviços, dos profissionais de saúde e dos usuários.
(__) A representação dos usuários nas instâncias colegiadas do SUS corresponde à 80% da composição destinada aos demais segmentos, considerada a participação conjunta de representantes do governo, prestadores e profissionais de saúde.
(__) As deliberações do Conselho de Saúde possuem natureza consultiva e dependem de aprovação prévia do Poder Legislativo para produzir efeitos na gestão do SUS.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
Leia o estudo de caso a seguir:
Durante reunião de um grupo comunitário, dois moradores da mesma rua discutem em tom elevado a respeito de um terreno com acúmulo de entulho e água parada. Um deles atribui publicamente a responsabilidade ao outro e solicita que o Agente Comunitário de Saúde (ACS) confirme, diante do grupo, quem provocou a situação. Os demais participantes aguardam a manifestação do agente.
Com base no caso apresentado e nas diretrizes de comunicação assertiva e mediação de conflitos locais, assinale a alternativa que apresenta a conduta correta do ACS diante da situação.
Leia o estudo de caso a seguir:
Durante uma visita domiciliar de rotina, um Agente Comunitário de Saúde (ACS) conversa com um morador que relata que sua mãe, de 72 anos, tem apresentado dificuldade crescente para realizar atividades do cotidiano e, nas últimas semanas, passou a permanecer a maior parte do tempo sozinha em casa. O morador informa ainda que ela tem se alimentado de forma irregular e que, em algumas ocasiões, apresentou tonturas, mas afirma que prefere aguardar para verificar se os sintomas desaparecem. Diante da situação, o ACS identifica a necessidade de atenção da equipe de saúde.
Com base no caso apresentado, assinale a alternativa correta:
Essa distribuição das atividades contribui para a diversificação da economia catarinense. Identifique a alternativa correta que completa as lacunas acima.
(__)O gerenciamento integrado dos recursos hídricos prevê a participação de associações civis e de usuários.
(__)As bacias e microbacias hidrográficas constituem unidades consideradas no planejamento e na execução de projetos.
(__)A administração das águas pode tratar separadamente quantidade e qualidade conforme a finalidade predominante de uso.
(__)A avaliação da qualidade das águas deve conferir ênfase ao desenvolvimento e ao emprego de métodos e critérios biológicos.
A sequência correta, de cima para baixo,
A respeito do processo de emancipação de Belmonte, examine as afirmações seguintes.
I.A mobilização emancipacionista contou com uma comissão organizada por representantes da comunidade.
II.A consulta aos eleitores locais, que integrou o processo que antecedeu a criação formal do município, se deu por meio de um plebiscito.
III.A criação do município ocorreu com a participação popular, mas esta não influenciou a decisão administrativa estadual .
IV.A organização política local envolveu articulações com instâncias do poder público estadual.
Está correto o que se afirma em:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Educação climática avança nas escolas, mas ainda tem lacunas no currículo
A presença da emergência climática nos currículos escolares ainda avança em ritmos distintos ao redor do mundo.
Dados da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) mostram que 47% dos currículos nacionais de 100 países não mencionam tema, enquanto 20% dos professores afirmam não se sentir preparados para orientar os alunos.
No Brasil, esse cenário tem impulsionado iniciativas voltadas à ampliação da educação climática, como a Reconectta, que, por meio do movimento "Escolas pelo Clima", já mobiliza mais de 1 milhão de estudantes e 100 mil educadores em 480 municípios, com foco em ações práticas de engajamento.
Para Livia Ribeiro, sócia-fundadora da Reconectta, a presença do tema na educação formal está em processo de consolidação. "É importante lembrarmos que, embora a ciência estude o aquecimento global há bastante tempo, a emergência climática como pauta presente na sociedade como um todo no debate público, de forma mais latente, é um fenômeno relativamente recente, talvez entre 5 e 10 anos", afirma. Segundo ela, a incorporação do assunto envolve mudanças culturais e estruturais. "O tema ainda é tratado muitas vezes como opcional, como algo que cabe numa semana temática, num projeto de feira de ciências, e não como parte do currículo permanente", comenta.
A preparação dos educadores é um dos pontos centrais nesse processo. Livia destaca que o desafio está relacionado à necessidade de ampliar formação e suporte contínuo. "Essa ausência do tema nos currículos dificulta a compreensão da temática e impede que eles realmente entendam o que está acontecendo, por que está acontecendo e, principalmente, como podem se envolver nas soluções".
Os efeitos das mudanças climáticas já fazem parte da realidade de muitos estudantes. Um relatório do Unicef aponta que, apenas em 2024, mais de um milhão de crianças e jovens brasileiros tiveram os estudos interrompidos por eventos extremos. Nesse contexto, a compreensão do tema ganha relevância. "Essa ausência desse tema nos currículos dificulta a compreensão da temática, que eles realmente entendam o que está acontecendo, por que está acontecendo e principalmente como que eles podem se envolver nas soluções", explica.
Com foco na prática, o movimento "Escolas pelo Clima" propõe que cada instituição desenvolva ao menos uma ação ao longo do ano. "A prática, ela é o coração do movimento", afirma Livia. A iniciativa oferece formações, materiais de apoio e reconhecimento às escolas, além de estimular a troca de experiências entre diferentes regiões.
A proposta também considera as particularidades de cada território. "Não existe receita pronta para que essa prática aconteça nas escolas", ressalta. "A gente dá caminhos, inspirações e uma série de apoio para que essas ações aconteçam de forma muito contextualizada em cada território." Em 2025, cerca de 700 ações foram realizadas no país.
A diversidade de contextos, especialmente na rede pública, que representa 70% das instituições participantes, demanda soluções flexíveis. "O segredo está em transformar a sustentabilidade em uma estratégia institucional, e não apenas em um projeto passageiro, garantindo que esse aprendizado seja continuado", afirma.
Além das escolas, a iniciativa também dialoga com o setor corporativo, conectando programas de responsabilidade social a uma rede já engajada. "Quando a gente age de forma integrada com esses diferentes atores da sociedade, a gente consegue não apenas compromissos de longo prazo, mas resultados sistêmicos e permanentes", diz Livia.
Fonte: NICOLAU, André. Educação climática avança nas escolas, mas ainda tem lacunas no currículo. CNN Brasil, [S. l.], 8 jun. 2026.
Disponível em:
https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/educacao-climatica-avanca-nas-escolas-mas-ainda-tem-lacunas-no-curriculo/. Acesso em: 9 ago. 2026.
Considerando os mecanismos de coesão e coerência empregados no trecho, julgue os itens a seguir.
I.O conectivo 'enquanto' estabelece, nesse contexto, relação de simultaneidade temporal entre os dois dados apresentados, indicando que as pesquisas referentes aos currículos e aos professores foram realizadas no mesmo período, podendo ser substituído por 'ao passo que', sem alteração do sentido.
II. A expressão 'o tema' retoma por coesão anafórica um referente apresentado em período anterior a este trecho, e não um elemento interno à própria oração em que aparece.
III.O emprego de siglas entre parênteses, como em '(Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura)', constitui recurso de coesão referencial que antecipa, de forma explicativa, o significado da sigla 'Unesco' mencionada anteriormente.
IV.Os dois dados apresentados no período, sobre currículos e sobre professores, são articulados de forma a sustentar, em conjunto, a ideia de que a educação climática ainda enfrenta lacunas tanto no âmbito curricular quanto no da formação docente.
É correto o que se afirma em:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Educação climática avança nas escolas, mas ainda tem lacunas no currículo
A presença da emergência climática nos currículos escolares ainda avança em ritmos distintos ao redor do mundo.
Dados da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) mostram que 47% dos currículos nacionais de 100 países não mencionam tema, enquanto 20% dos professores afirmam não se sentir preparados para orientar os alunos.
No Brasil, esse cenário tem impulsionado iniciativas voltadas à ampliação da educação climática, como a Reconectta, que, por meio do movimento "Escolas pelo Clima", já mobiliza mais de 1 milhão de estudantes e 100 mil educadores em 480 municípios, com foco em ações práticas de engajamento.
Para Livia Ribeiro, sócia-fundadora da Reconectta, a presença do tema na educação formal está em processo de consolidação. "É importante lembrarmos que, embora a ciência estude o aquecimento global há bastante tempo, a emergência climática como pauta presente na sociedade como um todo no debate público, de forma mais latente, é um fenômeno relativamente recente, talvez entre 5 e 10 anos", afirma. Segundo ela, a incorporação do assunto envolve mudanças culturais e estruturais. "O tema ainda é tratado muitas vezes como opcional, como algo que cabe numa semana temática, num projeto de feira de ciências, e não como parte do currículo permanente", comenta.
A preparação dos educadores é um dos pontos centrais nesse processo. Livia destaca que o desafio está relacionado à necessidade de ampliar formação e suporte contínuo. "Essa ausência do tema nos currículos dificulta a compreensão da temática e impede que eles realmente entendam o que está acontecendo, por que está acontecendo e, principalmente, como podem se envolver nas soluções".
Os efeitos das mudanças climáticas já fazem parte da realidade de muitos estudantes. Um relatório do Unicef aponta que, apenas em 2024, mais de um milhão de crianças e jovens brasileiros tiveram os estudos interrompidos por eventos extremos. Nesse contexto, a compreensão do tema ganha relevância. "Essa ausência desse tema nos currículos dificulta a compreensão da temática, que eles realmente entendam o que está acontecendo, por que está acontecendo e principalmente como que eles podem se envolver nas soluções", explica.
Com foco na prática, o movimento "Escolas pelo Clima" propõe que cada instituição desenvolva ao menos uma ação ao longo do ano. "A prática, ela é o coração do movimento", afirma Livia. A iniciativa oferece formações, materiais de apoio e reconhecimento às escolas, além de estimular a troca de experiências entre diferentes regiões.
A proposta também considera as particularidades de cada território. "Não existe receita pronta para que essa prática aconteça nas escolas", ressalta. "A gente dá caminhos, inspirações e uma série de apoio para que essas ações aconteçam de forma muito contextualizada em cada território." Em 2025, cerca de 700 ações foram realizadas no país.
A diversidade de contextos, especialmente na rede pública, que representa 70% das instituições participantes, demanda soluções flexíveis. "O segredo está em transformar a sustentabilidade em uma estratégia institucional, e não apenas em um projeto passageiro, garantindo que esse aprendizado seja continuado", afirma.
Além das escolas, a iniciativa também dialoga com o setor corporativo, conectando programas de responsabilidade social a uma rede já engajada. "Quando a gente age de forma integrada com esses diferentes atores da sociedade, a gente consegue não apenas compromissos de longo prazo, mas resultados sistêmicos e permanentes", diz Livia.
Fonte: NICOLAU, André. Educação climática avança nas escolas, mas ainda tem lacunas no currículo. CNN Brasil, [S. l.], 8 jun. 2026.
Disponível em:
https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/educacao-climatica-avanca-nas-escolas-mas-ainda-tem-lacunas-no-curriculo/. Acesso em: 9 ago. 2026.
Considerando as regras de colocação pronominal, assinale a alternativa correta quanto à posição do pronome reflexivo 'se'.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Educação climática avança nas escolas, mas ainda tem lacunas no currículo
A presença da emergência climática nos currículos escolares ainda avança em ritmos distintos ao redor do mundo.
Dados da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) mostram que 47% dos currículos nacionais de 100 países não mencionam tema, enquanto 20% dos professores afirmam não se sentir preparados para orientar os alunos.
No Brasil, esse cenário tem impulsionado iniciativas voltadas à ampliação da educação climática, como a Reconectta, que, por meio do movimento "Escolas pelo Clima", já mobiliza mais de 1 milhão de estudantes e 100 mil educadores em 480 municípios, com foco em ações práticas de engajamento.
Para Livia Ribeiro, sócia-fundadora da Reconectta, a presença do tema na educação formal está em processo de consolidação. "É importante lembrarmos que, embora a ciência estude o aquecimento global há bastante tempo, a emergência climática como pauta presente na sociedade como um todo no debate público, de forma mais latente, é um fenômeno relativamente recente, talvez entre 5 e 10 anos", afirma. Segundo ela, a incorporação do assunto envolve mudanças culturais e estruturais. "O tema ainda é tratado muitas vezes como opcional, como algo que cabe numa semana temática, num projeto de feira de ciências, e não como parte do currículo permanente", comenta.
A preparação dos educadores é um dos pontos centrais nesse processo. Livia destaca que o desafio está relacionado à necessidade de ampliar formação e suporte contínuo. "Essa ausência do tema nos currículos dificulta a compreensão da temática e impede que eles realmente entendam o que está acontecendo, por que está acontecendo e, principalmente, como podem se envolver nas soluções".
Os efeitos das mudanças climáticas já fazem parte da realidade de muitos estudantes. Um relatório do Unicef aponta que, apenas em 2024, mais de um milhão de crianças e jovens brasileiros tiveram os estudos interrompidos por eventos extremos. Nesse contexto, a compreensão do tema ganha relevância. "Essa ausência desse tema nos currículos dificulta a compreensão da temática, que eles realmente entendam o que está acontecendo, por que está acontecendo e principalmente como que eles podem se envolver nas soluções", explica.
Com foco na prática, o movimento "Escolas pelo Clima" propõe que cada instituição desenvolva ao menos uma ação ao longo do ano. "A prática, ela é o coração do movimento", afirma Livia. A iniciativa oferece formações, materiais de apoio e reconhecimento às escolas, além de estimular a troca de experiências entre diferentes regiões.
A proposta também considera as particularidades de cada território. "Não existe receita pronta para que essa prática aconteça nas escolas", ressalta. "A gente dá caminhos, inspirações e uma série de apoio para que essas ações aconteçam de forma muito contextualizada em cada território." Em 2025, cerca de 700 ações foram realizadas no país.
A diversidade de contextos, especialmente na rede pública, que representa 70% das instituições participantes, demanda soluções flexíveis. "O segredo está em transformar a sustentabilidade em uma estratégia institucional, e não apenas em um projeto passageiro, garantindo que esse aprendizado seja continuado", afirma.
Além das escolas, a iniciativa também dialoga com o setor corporativo, conectando programas de responsabilidade social a uma rede já engajada. "Quando a gente age de forma integrada com esses diferentes atores da sociedade, a gente consegue não apenas compromissos de longo prazo, mas resultados sistêmicos e permanentes", diz Livia.
Fonte: NICOLAU, André. Educação climática avança nas escolas, mas ainda tem lacunas no currículo. CNN Brasil, [S. l.], 8 jun. 2026.
Disponível em:
https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/educacao-climatica-avanca-nas-escolas-mas-ainda-tem-lacunas-no-curriculo/. Acesso em: 9 ago. 2026.
Considerando as regras de emprego da crase, assinale a alternativa que apresenta uma reescrita, a partir do trecho, com emprego correto do acento indicativo de crase.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Educação climática avança nas escolas, mas ainda tem lacunas no currículo
A presença da emergência climática nos currículos escolares ainda avança em ritmos distintos ao redor do mundo.
Dados da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) mostram que 47% dos currículos nacionais de 100 países não mencionam tema, enquanto 20% dos professores afirmam não se sentir preparados para orientar os alunos.
No Brasil, esse cenário tem impulsionado iniciativas voltadas à ampliação da educação climática, como a Reconectta, que, por meio do movimento "Escolas pelo Clima", já mobiliza mais de 1 milhão de estudantes e 100 mil educadores em 480 municípios, com foco em ações práticas de engajamento.
Para Livia Ribeiro, sócia-fundadora da Reconectta, a presença do tema na educação formal está em processo de consolidação. "É importante lembrarmos que, embora a ciência estude o aquecimento global há bastante tempo, a emergência climática como pauta presente na sociedade como um todo no debate público, de forma mais latente, é um fenômeno relativamente recente, talvez entre 5 e 10 anos", afirma. Segundo ela, a incorporação do assunto envolve mudanças culturais e estruturais. "O tema ainda é tratado muitas vezes como opcional, como algo que cabe numa semana temática, num projeto de feira de ciências, e não como parte do currículo permanente", comenta.
A preparação dos educadores é um dos pontos centrais nesse processo. Livia destaca que o desafio está relacionado à necessidade de ampliar formação e suporte contínuo. "Essa ausência do tema nos currículos dificulta a compreensão da temática e impede que eles realmente entendam o que está acontecendo, por que está acontecendo e, principalmente, como podem se envolver nas soluções".
Os efeitos das mudanças climáticas já fazem parte da realidade de muitos estudantes. Um relatório do Unicef aponta que, apenas em 2024, mais de um milhão de crianças e jovens brasileiros tiveram os estudos interrompidos por eventos extremos. Nesse contexto, a compreensão do tema ganha relevância. "Essa ausência desse tema nos currículos dificulta a compreensão da temática, que eles realmente entendam o que está acontecendo, por que está acontecendo e principalmente como que eles podem se envolver nas soluções", explica.
Com foco na prática, o movimento "Escolas pelo Clima" propõe que cada instituição desenvolva ao menos uma ação ao longo do ano. "A prática, ela é o coração do movimento", afirma Livia. A iniciativa oferece formações, materiais de apoio e reconhecimento às escolas, além de estimular a troca de experiências entre diferentes regiões.
A proposta também considera as particularidades de cada território. "Não existe receita pronta para que essa prática aconteça nas escolas", ressalta. "A gente dá caminhos, inspirações e uma série de apoio para que essas ações aconteçam de forma muito contextualizada em cada território." Em 2025, cerca de 700 ações foram realizadas no país.
A diversidade de contextos, especialmente na rede pública, que representa 70% das instituições participantes, demanda soluções flexíveis. "O segredo está em transformar a sustentabilidade em uma estratégia institucional, e não apenas em um projeto passageiro, garantindo que esse aprendizado seja continuado", afirma.
Além das escolas, a iniciativa também dialoga com o setor corporativo, conectando programas de responsabilidade social a uma rede já engajada. "Quando a gente age de forma integrada com esses diferentes atores da sociedade, a gente consegue não apenas compromissos de longo prazo, mas resultados sistêmicos e permanentes", diz Livia.
Fonte: NICOLAU, André. Educação climática avança nas escolas, mas ainda tem lacunas no currículo. CNN Brasil, [S. l.], 8 jun. 2026.
Disponível em:
https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/educacao-climatica-avanca-nas-escolas-mas-ainda-tem-lacunas-no-curriculo/. Acesso em: 9 ago. 2026.
I.No trecho, observa-se a repetição de um termo constituindo um exemplo de pleonasmo sintático.
PORQUE
II.A expressão 'ela' retoma o termo 'a prática', que já exerce a função de sujeito, resultando na repetição desnecessária desse elemento na mesma oração.
A respeito das asserções, assinale a alternativa correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Educação climática avança nas escolas, mas ainda tem lacunas no currículo
A presença da emergência climática nos currículos escolares ainda avança em ritmos distintos ao redor do mundo.
Dados da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) mostram que 47% dos currículos nacionais de 100 países não mencionam tema, enquanto 20% dos professores afirmam não se sentir preparados para orientar os alunos.
No Brasil, esse cenário tem impulsionado iniciativas voltadas à ampliação da educação climática, como a Reconectta, que, por meio do movimento "Escolas pelo Clima", já mobiliza mais de 1 milhão de estudantes e 100 mil educadores em 480 municípios, com foco em ações práticas de engajamento.
Para Livia Ribeiro, sócia-fundadora da Reconectta, a presença do tema na educação formal está em processo de consolidação. "É importante lembrarmos que, embora a ciência estude o aquecimento global há bastante tempo, a emergência climática como pauta presente na sociedade como um todo no debate público, de forma mais latente, é um fenômeno relativamente recente, talvez entre 5 e 10 anos", afirma. Segundo ela, a incorporação do assunto envolve mudanças culturais e estruturais. "O tema ainda é tratado muitas vezes como opcional, como algo que cabe numa semana temática, num projeto de feira de ciências, e não como parte do currículo permanente", comenta.
A preparação dos educadores é um dos pontos centrais nesse processo. Livia destaca que o desafio está relacionado à necessidade de ampliar formação e suporte contínuo. "Essa ausência do tema nos currículos dificulta a compreensão da temática e impede que eles realmente entendam o que está acontecendo, por que está acontecendo e, principalmente, como podem se envolver nas soluções".
Os efeitos das mudanças climáticas já fazem parte da realidade de muitos estudantes. Um relatório do Unicef aponta que, apenas em 2024, mais de um milhão de crianças e jovens brasileiros tiveram os estudos interrompidos por eventos extremos. Nesse contexto, a compreensão do tema ganha relevância. "Essa ausência desse tema nos currículos dificulta a compreensão da temática, que eles realmente entendam o que está acontecendo, por que está acontecendo e principalmente como que eles podem se envolver nas soluções", explica.
Com foco na prática, o movimento "Escolas pelo Clima" propõe que cada instituição desenvolva ao menos uma ação ao longo do ano. "A prática, ela é o coração do movimento", afirma Livia. A iniciativa oferece formações, materiais de apoio e reconhecimento às escolas, além de estimular a troca de experiências entre diferentes regiões.
A proposta também considera as particularidades de cada território. "Não existe receita pronta para que essa prática aconteça nas escolas", ressalta. "A gente dá caminhos, inspirações e uma série de apoio para que essas ações aconteçam de forma muito contextualizada em cada território." Em 2025, cerca de 700 ações foram realizadas no país.
A diversidade de contextos, especialmente na rede pública, que representa 70% das instituições participantes, demanda soluções flexíveis. "O segredo está em transformar a sustentabilidade em uma estratégia institucional, e não apenas em um projeto passageiro, garantindo que esse aprendizado seja continuado", afirma.
Além das escolas, a iniciativa também dialoga com o setor corporativo, conectando programas de responsabilidade social a uma rede já engajada. "Quando a gente age de forma integrada com esses diferentes atores da sociedade, a gente consegue não apenas compromissos de longo prazo, mas resultados sistêmicos e permanentes", diz Livia.
Fonte: NICOLAU, André. Educação climática avança nas escolas, mas ainda tem lacunas no currículo. CNN Brasil, [S. l.], 8 jun. 2026.
Disponível em:
https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/educacao-climatica-avanca-nas-escolas-mas-ainda-tem-lacunas-no-curriculo/. Acesso em: 9 ago. 2026.
Com base na análise sintática do substantivo 'receita', analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta.