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Q3801986 Nutrição
A obrigatoriedade do uso de touca cobrindo completamente os cabelos durante todas as atividades da merendeira — desde o recebimento até a preparação e distribuição dos alimentos — está prevista nas normas de boas práticas, sendo uma medida imprescindível para a prevenção da contaminação física e biológica.
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Q3801985 Nutrição
É dever da unidade escolar atender às restrições alimentares dos alunos, mediante comprovação por laudo médico, não sendo permitido negligenciar essas necessidades sob o argumento de que são casos isolados, conforme assegura o PNAE e a legislação sanitária vigente.
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Q3801984 Nutrição
O armazenamento de hortaliças em caixas plásticas perfuradas, sobre prateleiras metálicas com altura mínima de 15 cm do solo, distantes da parede e em local ventilado, atende integralmente aos padrões sanitários previstos nas boas práticas de manipulação de alimentos em serviços de alimentação. 
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Q3801983 Nutrição
A utilização de produtos de limpeza com odor forte, ainda que acompanhada de enxágue abundante, não é recomendada, pois resíduos voláteis podem permanecer em superfícies e contaminar alimentos, além de comprometer a segurança sensorial das preparações.
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Q3801982 Nutrição
Proceder à substituição de ingredientes sem comunicação prévia ao nutricionista, mesmo que haja disponibilidade em estoque e intenção de atender à aceitação dos alunos, configura prática indevida, pois compromete o controle nutricional e sanitário do cardápio.
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Q3801981 Nutrição
Embora a cozinha escolar não seja uma unidade hospitalar, os princípios sanitários aplicados a serviços de nutrição clínica — como controle rigoroso de contaminação, rastreabilidade e segurança alimentar — são igualmente exigíveis, sobretudo no atendimento a crianças com necessidades alimentares específicas.
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Q3801980 Nutrição
A adoção de práticas sustentáveis, como compostagem de resíduos orgânicos da merenda escolar, além de ambientalmente responsável, fortalece a integração da alimentação escolar com o projeto pedagógico, contribuindo para a formação cidadã e socioambiental dos alunos. 
Alternativas
Q3801979 Nutrição
O transporte de panelas quentes sem luvas térmicas, ainda que por trajetos curtos e aparentemente seguros, constitui uma grave violação às normas de segurança do trabalho e de proteção física da merendeira, além de risco indireto à segurança alimentar.
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Q3801978 Nutrição
O armazenamento de sobras que não foram servidas, desde que mantidas dentro da faixa de temperatura segura, devidamente acondicionadas, identificadas e submetidas a reaquecimento superior a 70°C, é prática sanitariamente aceita, observadas as diretrizes específicas da Vigilância Sanitária e do PNAE.
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Q3801977 Relações Humanas
A ética profissional exige que a merendeira preserve a confidencialidade sobre restrições alimentares dos alunos, evitando qualquer tipo de exposição, discriminação ou comentários que possam constranger ou marginalizar crianças com condições específicas.
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Q3801976 Pedagogia
O desenvolvimento de relações de trabalho baseadas na ética, na cooperação e no respeito mútuo no ambiente escolar é fundamental, sendo a atuação da merendeira diretamente associada à construção de um ambiente acolhedor, saudável e pedagógico.
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Q3801975 Nutrição
A comunicação eficiente entre a merendeira e a gestão escolar, sobretudo em relação às variações do número de alunos, é fundamental para o dimensionamento adequado das preparações, evitando tanto o desperdício quanto o desabastecimento, o que também reflete princípios de responsabilidade social e econômica no âmbito escolar.
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Q3801974 Nutrição
Permitir que alimentos perecíveis permaneçam fora de refrigeração por até quatro horas, mesmo em ambientes aparentemente limpos, contraria as normas da Anvisa, que determinam a manutenção rigorosa dos alimentos dentro da faixa de segurança térmica (abaixo de 5°C ou acima de 60°C), sendo a exposição prolongada à temperatura ambiente um dos maiores vetores de contaminação.
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Q3801973 Nutrição
A sequência correta no processamento de frutas e hortaliças envolve pré-lavagem em água corrente para remoção de sujidades, imersão em solução clorada na concentração e tempo recomendados, seguida de enxágue em água potável e posterior escorrimento em local limpo, ventilado e protegido, corroborando os manuais de boas práticas. 
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Q3801972 Nutrição
O acompanhamento do consumo, bem como a promoção de hábitos alimentares saudáveis e o estímulo à redução do desperdício, fazem parte das atribuições da merendeira, especialmente quando articuladas com o projeto pedagógico da escola, reforçando sua atuação não apenas operacional, mas também educativa no ambiente escolar.
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Q3801971 Nutrição
Mesmo quando todas as práticas aparentam estar corretas, a ocorrência de doenças transmitidas por alimentos (DTAs) é possível, sobretudo quando há falhas imperceptíveis, como contaminação cruzada entre alimentos crus e prontos para consumo, superfícies não higienizadas ou manipulação inadequada de utensílios.
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Q3801970 Nutrição
O uso de EPIs como touca, avental e máscara é exigência obrigatória, não sendo uma recomendação opcional condicionada à presença da vigilância sanitária, mas sim uma norma permanente vinculada às boas práticas de fabricação (BPF) e aos requisitos sanitários vigentes.
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Q3801969 Nutrição
A interpretação dos Procedimentos Operacionais Padronizados (POP) quanto à higienização das bancadas não permite considerar que essa atividade deva ocorrer exclusivamente ao término do expediente, uma vez que a contaminação por microrganismos, partículas em suspensão e contato cruzado exige a sanitização constante, antes, durante e após cada etapa de manipulação, sendo este um protocolo de segurança alimentar inegociável.
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Q3801968 Nutrição
A compreensão equivocada de que a merendeira deva participar diretamente da elaboração do cardápio, sem formação técnica específica, ignora que, segundo o PNAE, essa responsabilidade é privativa do nutricionista responsável técnico, sendo o papel da merendeira restrito à execução, e não ao planejamento nutricional, embora a escuta sobre práticas locais seja incentivada. 
Alternativas
Q3801967 Nutrição
Ao considerar as práticas higiênico-sanitárias no ambiente escolar, afirmar que o uso de adornos metálicos — como alianças, pulseiras ou brincos — se torna aceitável quando cobertos por luvas descartáveis denota um desconhecimento dos princípios de segurança alimentar, uma vez que a presença desses objetos, mesmo protegidos, favorece a proliferação de microrganismos em microfissuras das luvas, além de oferecer risco físico, como quedas acidentais dentro dos alimentos. 
Alternativas
Respostas
381: C
382: E
383: C
384: E
385: E
386: C
387: C
388: E
389: E
390: C
391: C
392: C
393: E
394: C
395: C
396: C
397: E
398: E
399: C
400: E