Questões de Concurso Para trt - 20ª região (se)

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Q39592 Português
O andar do bêbado

Nadar contra a corrente da intuição é uma tarefa difícil.
Como se sabe, a mente humana foi construída para identificar
uma causa definida para cada acontecimento, podendo por isso
ter bastante dificuldade em aceitar a influência de fatores
aleatórios (*) ou não diretamente relacionáveis a um fenômeno.
Portanto, o primeiro passo em nossa investigação sobre o papel
do acaso em nossas vida é percebermos que o êxito ou o
fracasso podem não surgir de uma grande habilidade ou grande
incompetência, e sim, como escreveu o economista Armen
Alchian, de "circunstâncias fortuitas". Os processos aleatórios
são fundamentais na natureza, e onipresentes em nossa vida
cotidiana; ainda assim, a maioria das pessoas não os
compreende nem pensa muito a seu respeito.
O título deste livro - O andar do bêbado - vem de uma
analogia que descreve o movimento aleatório, como os trajetos
seguidos por moléculas ao flutuarem no espaço, chocando-se
incessantemente com suas moléculas irmãs. Isso pode servir
como uma metáfora para a nossa vida, nosso caminho da
faculdade para a carreira profissional, da vida de solteiro para a
familiar, do primeiro ao último buraco de um campo de golfe. A
surpresa é que também podemos empregar as ferramentas
usadas na compreensão do andar do bêbado para entendermos
os acontecimentos da nossa vida diária.
O objetivo deste livro é ilustrar o papel do acaso no
mundo que nos cerca e mostrar de que modo podemos
reconhecer sua atuação nas questões humanas. Espero que
depois desta viagem pelo mundo da aleatoriedade, você, leitor,
comece a ver a vida por um ângulo diferente, menos
determinista, com uma compreensão mais profunda dos
fenômenos cotidianos.

(*) aleatório: que depende das circunstâncias, do acaso;
fortuito, contingente. (Houaiss)

(Do prólogo de Leonar Mlodinow para seu livro O andar do
bêbado)

Atente para as seguintes afirmações:

I. As manifestações do acaso não apenas intrigam a maioria das pessoas, mas despertam nelas a curiosidade e a aplicação na sua análise.

II. A referência ao movimento das moléculas vem em apoio à possibilidade de se compreender experiências do dia a dia.

III. O autor julga que o princípio da causalidade, visto como explicação cabal dos acontecimentos, é pouco determinista.

Em relação ao texto, está correto SOMENTE o que se afirma em
Alternativas
Q39591 Português
O andar do bêbado

Nadar contra a corrente da intuição é uma tarefa difícil.
Como se sabe, a mente humana foi construída para identificar
uma causa definida para cada acontecimento, podendo por isso
ter bastante dificuldade em aceitar a influência de fatores
aleatórios (*) ou não diretamente relacionáveis a um fenômeno.
Portanto, o primeiro passo em nossa investigação sobre o papel
do acaso em nossas vida é percebermos que o êxito ou o
fracasso podem não surgir de uma grande habilidade ou grande
incompetência, e sim, como escreveu o economista Armen
Alchian, de "circunstâncias fortuitas". Os processos aleatórios
são fundamentais na natureza, e onipresentes em nossa vida
cotidiana; ainda assim, a maioria das pessoas não os
compreende nem pensa muito a seu respeito.
O título deste livro - O andar do bêbado - vem de uma
analogia que descreve o movimento aleatório, como os trajetos
seguidos por moléculas ao flutuarem no espaço, chocando-se
incessantemente com suas moléculas irmãs. Isso pode servir
como uma metáfora para a nossa vida, nosso caminho da
faculdade para a carreira profissional, da vida de solteiro para a
familiar, do primeiro ao último buraco de um campo de golfe. A
surpresa é que também podemos empregar as ferramentas
usadas na compreensão do andar do bêbado para entendermos
os acontecimentos da nossa vida diária.
O objetivo deste livro é ilustrar o papel do acaso no
mundo que nos cerca e mostrar de que modo podemos
reconhecer sua atuação nas questões humanas. Espero que
depois desta viagem pelo mundo da aleatoriedade, você, leitor,
comece a ver a vida por um ângulo diferente, menos
determinista, com uma compreensão mais profunda dos
fenômenos cotidianos.

(*) aleatório: que depende das circunstâncias, do acaso;
fortuito, contingente. (Houaiss)

(Do prólogo de Leonar Mlodinow para seu livro O andar do
bêbado)

Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento em:
Alternativas
Q39590 Português
O andar do bêbado

Nadar contra a corrente da intuição é uma tarefa difícil.
Como se sabe, a mente humana foi construída para identificar
uma causa definida para cada acontecimento, podendo por isso
ter bastante dificuldade em aceitar a influência de fatores
aleatórios (*) ou não diretamente relacionáveis a um fenômeno.
Portanto, o primeiro passo em nossa investigação sobre o papel
do acaso em nossas vida é percebermos que o êxito ou o
fracasso podem não surgir de uma grande habilidade ou grande
incompetência, e sim, como escreveu o economista Armen
Alchian, de "circunstâncias fortuitas". Os processos aleatórios
são fundamentais na natureza, e onipresentes em nossa vida
cotidiana; ainda assim, a maioria das pessoas não os
compreende nem pensa muito a seu respeito.
O título deste livro - O andar do bêbado - vem de uma
analogia que descreve o movimento aleatório, como os trajetos
seguidos por moléculas ao flutuarem no espaço, chocando-se
incessantemente com suas moléculas irmãs. Isso pode servir
como uma metáfora para a nossa vida, nosso caminho da
faculdade para a carreira profissional, da vida de solteiro para a
familiar, do primeiro ao último buraco de um campo de golfe. A
surpresa é que também podemos empregar as ferramentas
usadas na compreensão do andar do bêbado para entendermos
os acontecimentos da nossa vida diária.
O objetivo deste livro é ilustrar o papel do acaso no
mundo que nos cerca e mostrar de que modo podemos
reconhecer sua atuação nas questões humanas. Espero que
depois desta viagem pelo mundo da aleatoriedade, você, leitor,
comece a ver a vida por um ângulo diferente, menos
determinista, com uma compreensão mais profunda dos
fenômenos cotidianos.

(*) aleatório: que depende das circunstâncias, do acaso;
fortuito, contingente. (Houaiss)

(Do prólogo de Leonar Mlodinow para seu livro O andar do
bêbado)

O texto explora uma relação de oposição entre
Alternativas
Q39589 Português
O andar do bêbado

Nadar contra a corrente da intuição é uma tarefa difícil.
Como se sabe, a mente humana foi construída para identificar
uma causa definida para cada acontecimento, podendo por isso
ter bastante dificuldade em aceitar a influência de fatores
aleatórios (*) ou não diretamente relacionáveis a um fenômeno.
Portanto, o primeiro passo em nossa investigação sobre o papel
do acaso em nossas vida é percebermos que o êxito ou o
fracasso podem não surgir de uma grande habilidade ou grande
incompetência, e sim, como escreveu o economista Armen
Alchian, de "circunstâncias fortuitas". Os processos aleatórios
são fundamentais na natureza, e onipresentes em nossa vida
cotidiana; ainda assim, a maioria das pessoas não os
compreende nem pensa muito a seu respeito.
O título deste livro - O andar do bêbado - vem de uma
analogia que descreve o movimento aleatório, como os trajetos
seguidos por moléculas ao flutuarem no espaço, chocando-se
incessantemente com suas moléculas irmãs. Isso pode servir
como uma metáfora para a nossa vida, nosso caminho da
faculdade para a carreira profissional, da vida de solteiro para a
familiar, do primeiro ao último buraco de um campo de golfe. A
surpresa é que também podemos empregar as ferramentas
usadas na compreensão do andar do bêbado para entendermos
os acontecimentos da nossa vida diária.
O objetivo deste livro é ilustrar o papel do acaso no
mundo que nos cerca e mostrar de que modo podemos
reconhecer sua atuação nas questões humanas. Espero que
depois desta viagem pelo mundo da aleatoriedade, você, leitor,
comece a ver a vida por um ângulo diferente, menos
determinista, com uma compreensão mais profunda dos
fenômenos cotidianos.

(*) aleatório: que depende das circunstâncias, do acaso;
fortuito, contingente. (Houaiss)

(Do prólogo de Leonar Mlodinow para seu livro O andar do
bêbado)

As ideias que o autor pretende demonstrar e desenvolver em seu livro assentam-se na convicção de que
Alternativas
Q39588 Português
A arte de não fazer nada

Dizem-me que mais da metade da humanidade se
dedica à prática dessa arte; mas eu, que apenas recente e
provisoriamente a estou experimentando, discordo um pouco
dessa afirmativa. Não existe tal quantidade de gente
completamente inativa: o que acontece é estar essa gente
interessada em atividades exclusivamente pessoais, sem
consequências úteis para o resto do mundo.

Aqui me encontro num excelente posto de observação: o
lago, em frente à janela, está sendo percorrido pelos botes
vermelhos em que mesmo a pessoa que vai remando parece
não estar fazendo nada. Mas o que verdadeiramente está
acontecendo, nós, espectadores, não sabemos: cada um pode
estar vivendo o seu drama ou o seu romance, o que já é fazer
alguma coisa, embora tais vivências em nada nos afetem.

E não posso dizer que não estejam fazendo nada
aqueles que passam a cavalo, subindo e descendo ladeiras,
atentos ao trote ou ao galope do animal.

Há homens longamente parados a olhar os patos na
água. Esses, dir-se-ia que não fazem mesmo absolutamente
nada: chapeuzinho de palha, cigarro na boca, ali se deixam
ficar, como sem passado nem futuro, unicamente reduzidos
àquela contemplação. Mas quem sabe a lição que estão
recebendo dos patos, desse viver anfíbio, desse destino de
navegar com remos próprios, dessa obediência de seguirem
todos juntos, enfileirados, para a noite que conhecem, no
pequeno bosque arredondado? Pode ser um grande trabalho
interior, o desses homens simples, aparentemente desocupados,
à beira de um lago tranquilo. De muitas experiências
contemplativas se constrói a sabedoria, como a poesia. E não
sabemos ? nem eles mesmos sabem ? se este homem não vai
aplicar um dia o que neste momento aprende, calado e quieto,
como se não estivesse fazendo nada, absolutamente nada.

(Cecília Meireles, O que se diz e o que se entende)

Está adequado o emprego do elemento sublinhado em:
Alternativas
Q39587 Português
A arte de não fazer nada

Dizem-me que mais da metade da humanidade se
dedica à prática dessa arte; mas eu, que apenas recente e
provisoriamente a estou experimentando, discordo um pouco
dessa afirmativa. Não existe tal quantidade de gente
completamente inativa: o que acontece é estar essa gente
interessada em atividades exclusivamente pessoais, sem
consequências úteis para o resto do mundo.

Aqui me encontro num excelente posto de observação: o
lago, em frente à janela, está sendo percorrido pelos botes
vermelhos em que mesmo a pessoa que vai remando parece
não estar fazendo nada. Mas o que verdadeiramente está
acontecendo, nós, espectadores, não sabemos: cada um pode
estar vivendo o seu drama ou o seu romance, o que já é fazer
alguma coisa, embora tais vivências em nada nos afetem.

E não posso dizer que não estejam fazendo nada
aqueles que passam a cavalo, subindo e descendo ladeiras,
atentos ao trote ou ao galope do animal.

Há homens longamente parados a olhar os patos na
água. Esses, dir-se-ia que não fazem mesmo absolutamente
nada: chapeuzinho de palha, cigarro na boca, ali se deixam
ficar, como sem passado nem futuro, unicamente reduzidos
àquela contemplação. Mas quem sabe a lição que estão
recebendo dos patos, desse viver anfíbio, desse destino de
navegar com remos próprios, dessa obediência de seguirem
todos juntos, enfileirados, para a noite que conhecem, no
pequeno bosque arredondado? Pode ser um grande trabalho
interior, o desses homens simples, aparentemente desocupados,
à beira de um lago tranquilo. De muitas experiências
contemplativas se constrói a sabedoria, como a poesia. E não
sabemos ? nem eles mesmos sabem ? se este homem não vai
aplicar um dia o que neste momento aprende, calado e quieto,
como se não estivesse fazendo nada, absolutamente nada.

(Cecília Meireles, O que se diz e o que se entende)

Está inteiramente adequada a pontuação da frase:
Alternativas
Q39586 Português
A arte de não fazer nada

Dizem-me que mais da metade da humanidade se
dedica à prática dessa arte; mas eu, que apenas recente e
provisoriamente a estou experimentando, discordo um pouco
dessa afirmativa. Não existe tal quantidade de gente
completamente inativa: o que acontece é estar essa gente
interessada em atividades exclusivamente pessoais, sem
consequências úteis para o resto do mundo.

Aqui me encontro num excelente posto de observação: o
lago, em frente à janela, está sendo percorrido pelos botes
vermelhos em que mesmo a pessoa que vai remando parece
não estar fazendo nada. Mas o que verdadeiramente está
acontecendo, nós, espectadores, não sabemos: cada um pode
estar vivendo o seu drama ou o seu romance, o que já é fazer
alguma coisa, embora tais vivências em nada nos afetem.

E não posso dizer que não estejam fazendo nada
aqueles que passam a cavalo, subindo e descendo ladeiras,
atentos ao trote ou ao galope do animal.

Há homens longamente parados a olhar os patos na
água. Esses, dir-se-ia que não fazem mesmo absolutamente
nada: chapeuzinho de palha, cigarro na boca, ali se deixam
ficar, como sem passado nem futuro, unicamente reduzidos
àquela contemplação. Mas quem sabe a lição que estão
recebendo dos patos, desse viver anfíbio, desse destino de
navegar com remos próprios, dessa obediência de seguirem
todos juntos, enfileirados, para a noite que conhecem, no
pequeno bosque arredondado? Pode ser um grande trabalho
interior, o desses homens simples, aparentemente desocupados,
à beira de um lago tranquilo. De muitas experiências
contemplativas se constrói a sabedoria, como a poesia. E não
sabemos ? nem eles mesmos sabem ? se este homem não vai
aplicar um dia o que neste momento aprende, calado e quieto,
como se não estivesse fazendo nada, absolutamente nada.

(Cecília Meireles, O que se diz e o que se entende)

Está clara e correta a redação deste livre comentário sobre o texto:
Alternativas
Q39585 Português
A arte de não fazer nada

Dizem-me que mais da metade da humanidade se
dedica à prática dessa arte; mas eu, que apenas recente e
provisoriamente a estou experimentando, discordo um pouco
dessa afirmativa. Não existe tal quantidade de gente
completamente inativa: o que acontece é estar essa gente
interessada em atividades exclusivamente pessoais, sem
consequências úteis para o resto do mundo.

Aqui me encontro num excelente posto de observação: o
lago, em frente à janela, está sendo percorrido pelos botes
vermelhos em que mesmo a pessoa que vai remando parece
não estar fazendo nada. Mas o que verdadeiramente está
acontecendo, nós, espectadores, não sabemos: cada um pode
estar vivendo o seu drama ou o seu romance, o que já é fazer
alguma coisa, embora tais vivências em nada nos afetem.

E não posso dizer que não estejam fazendo nada
aqueles que passam a cavalo, subindo e descendo ladeiras,
atentos ao trote ou ao galope do animal.

Há homens longamente parados a olhar os patos na
água. Esses, dir-se-ia que não fazem mesmo absolutamente
nada: chapeuzinho de palha, cigarro na boca, ali se deixam
ficar, como sem passado nem futuro, unicamente reduzidos
àquela contemplação. Mas quem sabe a lição que estão
recebendo dos patos, desse viver anfíbio, desse destino de
navegar com remos próprios, dessa obediência de seguirem
todos juntos, enfileirados, para a noite que conhecem, no
pequeno bosque arredondado? Pode ser um grande trabalho
interior, o desses homens simples, aparentemente desocupados,
à beira de um lago tranquilo. De muitas experiências
contemplativas se constrói a sabedoria, como a poesia. E não
sabemos ? nem eles mesmos sabem ? se este homem não vai
aplicar um dia o que neste momento aprende, calado e quieto,
como se não estivesse fazendo nada, absolutamente nada.

(Cecília Meireles, O que se diz e o que se entende)

Transpondo-se para a voz passiva a frase Cada um pode estar vivendo os seus dramas, a forma verbal resultante será:

Alternativas
Q39584 Português
A arte de não fazer nada

Dizem-me que mais da metade da humanidade se
dedica à prática dessa arte; mas eu, que apenas recente e
provisoriamente a estou experimentando, discordo um pouco
dessa afirmativa. Não existe tal quantidade de gente
completamente inativa: o que acontece é estar essa gente
interessada em atividades exclusivamente pessoais, sem
consequências úteis para o resto do mundo.

Aqui me encontro num excelente posto de observação: o
lago, em frente à janela, está sendo percorrido pelos botes
vermelhos em que mesmo a pessoa que vai remando parece
não estar fazendo nada. Mas o que verdadeiramente está
acontecendo, nós, espectadores, não sabemos: cada um pode
estar vivendo o seu drama ou o seu romance, o que já é fazer
alguma coisa, embora tais vivências em nada nos afetem.

E não posso dizer que não estejam fazendo nada
aqueles que passam a cavalo, subindo e descendo ladeiras,
atentos ao trote ou ao galope do animal.

Há homens longamente parados a olhar os patos na
água. Esses, dir-se-ia que não fazem mesmo absolutamente
nada: chapeuzinho de palha, cigarro na boca, ali se deixam
ficar, como sem passado nem futuro, unicamente reduzidos
àquela contemplação. Mas quem sabe a lição que estão
recebendo dos patos, desse viver anfíbio, desse destino de
navegar com remos próprios, dessa obediência de seguirem
todos juntos, enfileirados, para a noite que conhecem, no
pequeno bosque arredondado? Pode ser um grande trabalho
interior, o desses homens simples, aparentemente desocupados,
à beira de um lago tranquilo. De muitas experiências
contemplativas se constrói a sabedoria, como a poesia. E não
sabemos ? nem eles mesmos sabem ? se este homem não vai
aplicar um dia o que neste momento aprende, calado e quieto,
como se não estivesse fazendo nada, absolutamente nada.

(Cecília Meireles, O que se diz e o que se entende)

O verbo indicado entre parênteses deverá flexionar-se obrigatoriamente numa forma do singular para preencher de modo correto a lacuna da frase:
Alternativas
Q39583 Português
A arte de não fazer nada

Dizem-me que mais da metade da humanidade se
dedica à prática dessa arte; mas eu, que apenas recente e
provisoriamente a estou experimentando, discordo um pouco
dessa afirmativa. Não existe tal quantidade de gente
completamente inativa: o que acontece é estar essa gente
interessada em atividades exclusivamente pessoais, sem
consequências úteis para o resto do mundo.

Aqui me encontro num excelente posto de observação: o
lago, em frente à janela, está sendo percorrido pelos botes
vermelhos em que mesmo a pessoa que vai remando parece
não estar fazendo nada. Mas o que verdadeiramente está
acontecendo, nós, espectadores, não sabemos: cada um pode
estar vivendo o seu drama ou o seu romance, o que já é fazer
alguma coisa, embora tais vivências em nada nos afetem.

E não posso dizer que não estejam fazendo nada
aqueles que passam a cavalo, subindo e descendo ladeiras,
atentos ao trote ou ao galope do animal.

Há homens longamente parados a olhar os patos na
água. Esses, dir-se-ia que não fazem mesmo absolutamente
nada: chapeuzinho de palha, cigarro na boca, ali se deixam
ficar, como sem passado nem futuro, unicamente reduzidos
àquela contemplação. Mas quem sabe a lição que estão
recebendo dos patos, desse viver anfíbio, desse destino de
navegar com remos próprios, dessa obediência de seguirem
todos juntos, enfileirados, para a noite que conhecem, no
pequeno bosque arredondado? Pode ser um grande trabalho
interior, o desses homens simples, aparentemente desocupados,
à beira de um lago tranquilo. De muitas experiências
contemplativas se constrói a sabedoria, como a poesia. E não
sabemos ? nem eles mesmos sabem ? se este homem não vai
aplicar um dia o que neste momento aprende, calado e quieto,
como se não estivesse fazendo nada, absolutamente nada.

(Cecília Meireles, O que se diz e o que se entende)

De muitas experiências contemplativas se constrói a sabedoria, como a poesia. (4º parágrafo)

Considerando-se o contexto, uma nova, correta e coerente redação do que se afirma na frase acima é:
Alternativas
Q39582 Português
A arte de não fazer nada

Dizem-me que mais da metade da humanidade se
dedica à prática dessa arte; mas eu, que apenas recente e
provisoriamente a estou experimentando, discordo um pouco
dessa afirmativa. Não existe tal quantidade de gente
completamente inativa: o que acontece é estar essa gente
interessada em atividades exclusivamente pessoais, sem
consequências úteis para o resto do mundo.

Aqui me encontro num excelente posto de observação: o
lago, em frente à janela, está sendo percorrido pelos botes
vermelhos em que mesmo a pessoa que vai remando parece
não estar fazendo nada. Mas o que verdadeiramente está
acontecendo, nós, espectadores, não sabemos: cada um pode
estar vivendo o seu drama ou o seu romance, o que já é fazer
alguma coisa, embora tais vivências em nada nos afetem.

E não posso dizer que não estejam fazendo nada
aqueles que passam a cavalo, subindo e descendo ladeiras,
atentos ao trote ou ao galope do animal.

Há homens longamente parados a olhar os patos na
água. Esses, dir-se-ia que não fazem mesmo absolutamente
nada: chapeuzinho de palha, cigarro na boca, ali se deixam
ficar, como sem passado nem futuro, unicamente reduzidos
àquela contemplação. Mas quem sabe a lição que estão
recebendo dos patos, desse viver anfíbio, desse destino de
navegar com remos próprios, dessa obediência de seguirem
todos juntos, enfileirados, para a noite que conhecem, no
pequeno bosque arredondado? Pode ser um grande trabalho
interior, o desses homens simples, aparentemente desocupados,
à beira de um lago tranquilo. De muitas experiências
contemplativas se constrói a sabedoria, como a poesia. E não
sabemos ? nem eles mesmos sabem ? se este homem não vai
aplicar um dia o que neste momento aprende, calado e quieto,
como se não estivesse fazendo nada, absolutamente nada.

(Cecília Meireles, O que se diz e o que se entende)

O segmento como se não estivesse fazendo nada (4º parágrafo) tem, no contexto, o sentido de:
Alternativas
Q39581 Português
A arte de não fazer nada

Dizem-me que mais da metade da humanidade se
dedica à prática dessa arte; mas eu, que apenas recente e
provisoriamente a estou experimentando, discordo um pouco
dessa afirmativa. Não existe tal quantidade de gente
completamente inativa: o que acontece é estar essa gente
interessada em atividades exclusivamente pessoais, sem
consequências úteis para o resto do mundo.

Aqui me encontro num excelente posto de observação: o
lago, em frente à janela, está sendo percorrido pelos botes
vermelhos em que mesmo a pessoa que vai remando parece
não estar fazendo nada. Mas o que verdadeiramente está
acontecendo, nós, espectadores, não sabemos: cada um pode
estar vivendo o seu drama ou o seu romance, o que já é fazer
alguma coisa, embora tais vivências em nada nos afetem.

E não posso dizer que não estejam fazendo nada
aqueles que passam a cavalo, subindo e descendo ladeiras,
atentos ao trote ou ao galope do animal.

Há homens longamente parados a olhar os patos na
água. Esses, dir-se-ia que não fazem mesmo absolutamente
nada: chapeuzinho de palha, cigarro na boca, ali se deixam
ficar, como sem passado nem futuro, unicamente reduzidos
àquela contemplação. Mas quem sabe a lição que estão
recebendo dos patos, desse viver anfíbio, desse destino de
navegar com remos próprios, dessa obediência de seguirem
todos juntos, enfileirados, para a noite que conhecem, no
pequeno bosque arredondado? Pode ser um grande trabalho
interior, o desses homens simples, aparentemente desocupados,
à beira de um lago tranquilo. De muitas experiências
contemplativas se constrói a sabedoria, como a poesia. E não
sabemos ? nem eles mesmos sabem ? se este homem não vai
aplicar um dia o que neste momento aprende, calado e quieto,
como se não estivesse fazendo nada, absolutamente nada.

(Cecília Meireles, O que se diz e o que se entende)

Considerando elementos construtivos desse texto, é correto afirmar que a autora se vale das expressões
Alternativas
Q39580 Português
A arte de não fazer nada

Dizem-me que mais da metade da humanidade se
dedica à prática dessa arte; mas eu, que apenas recente e
provisoriamente a estou experimentando, discordo um pouco
dessa afirmativa. Não existe tal quantidade de gente
completamente inativa: o que acontece é estar essa gente
interessada em atividades exclusivamente pessoais, sem
consequências úteis para o resto do mundo.

Aqui me encontro num excelente posto de observação: o
lago, em frente à janela, está sendo percorrido pelos botes
vermelhos em que mesmo a pessoa que vai remando parece
não estar fazendo nada. Mas o que verdadeiramente está
acontecendo, nós, espectadores, não sabemos: cada um pode
estar vivendo o seu drama ou o seu romance, o que já é fazer
alguma coisa, embora tais vivências em nada nos afetem.

E não posso dizer que não estejam fazendo nada
aqueles que passam a cavalo, subindo e descendo ladeiras,
atentos ao trote ou ao galope do animal.

Há homens longamente parados a olhar os patos na
água. Esses, dir-se-ia que não fazem mesmo absolutamente
nada: chapeuzinho de palha, cigarro na boca, ali se deixam
ficar, como sem passado nem futuro, unicamente reduzidos
àquela contemplação. Mas quem sabe a lição que estão
recebendo dos patos, desse viver anfíbio, desse destino de
navegar com remos próprios, dessa obediência de seguirem
todos juntos, enfileirados, para a noite que conhecem, no
pequeno bosque arredondado? Pode ser um grande trabalho
interior, o desses homens simples, aparentemente desocupados,
à beira de um lago tranquilo. De muitas experiências
contemplativas se constrói a sabedoria, como a poesia. E não
sabemos ? nem eles mesmos sabem ? se este homem não vai
aplicar um dia o que neste momento aprende, calado e quieto,
como se não estivesse fazendo nada, absolutamente nada.

(Cecília Meireles, O que se diz e o que se entende)

Atente para as seguintes afirmações:

I. No 1º parágrafo, a autora considera a distinção entre o que pode ter valor na esfera privada e o que tem valor na esfera pública.

II. No 2º parágrafo, a autora afirma que uma cena observada pode conter elementos significativos, incompreensíveis para o observador.

III. No 4º parágrafo, a autora vale-se de elementos típicos de uma cena de aparente ócio para valorizar o trabalho oculto da sábia contemplação.

Em relação ao texto, está correto o que se afirma em
Alternativas
Q39579 Português
A arte de não fazer nada

Dizem-me que mais da metade da humanidade se
dedica à prática dessa arte; mas eu, que apenas recente e
provisoriamente a estou experimentando, discordo um pouco
dessa afirmativa. Não existe tal quantidade de gente
completamente inativa: o que acontece é estar essa gente
interessada em atividades exclusivamente pessoais, sem
consequências úteis para o resto do mundo.

Aqui me encontro num excelente posto de observação: o
lago, em frente à janela, está sendo percorrido pelos botes
vermelhos em que mesmo a pessoa que vai remando parece
não estar fazendo nada. Mas o que verdadeiramente está
acontecendo, nós, espectadores, não sabemos: cada um pode
estar vivendo o seu drama ou o seu romance, o que já é fazer
alguma coisa, embora tais vivências em nada nos afetem.

E não posso dizer que não estejam fazendo nada
aqueles que passam a cavalo, subindo e descendo ladeiras,
atentos ao trote ou ao galope do animal.

Há homens longamente parados a olhar os patos na
água. Esses, dir-se-ia que não fazem mesmo absolutamente
nada: chapeuzinho de palha, cigarro na boca, ali se deixam
ficar, como sem passado nem futuro, unicamente reduzidos
àquela contemplação. Mas quem sabe a lição que estão
recebendo dos patos, desse viver anfíbio, desse destino de
navegar com remos próprios, dessa obediência de seguirem
todos juntos, enfileirados, para a noite que conhecem, no
pequeno bosque arredondado? Pode ser um grande trabalho
interior, o desses homens simples, aparentemente desocupados,
à beira de um lago tranquilo. De muitas experiências
contemplativas se constrói a sabedoria, como a poesia. E não
sabemos ? nem eles mesmos sabem ? se este homem não vai
aplicar um dia o que neste momento aprende, calado e quieto,
como se não estivesse fazendo nada, absolutamente nada.

(Cecília Meireles, O que se diz e o que se entende)

A autora discorda da afirmação de que boa parte da humanidade pratica a arte de não fazer nada porque julga que
Alternativas
Q39578 Inglês
Windows 7 gets the basics right. Here's what you need to know
about the new OS.
Harry McCracken, PC World
Monday, October 19, 2009 2:00 pM


The Windows experience occurs mainly in its Taskbar ?
especially in the Start menu and System Tray. Vista gave the
Start menu a welcome redesign; in Windows 7, the Taskbar and
the System Tray get a thorough makeover.

Windows 7's revamped Taskbar introduces several new
features and gives users much more control over how it looks.

The new Taskbar replaces the old small icons and text
labels for running apps with larger, unlabeled icons. If you can
keep the icons straight, the new design painlessly reduces
Taskbar clutter. If you don't like it, you can shrink the icons
and/or bring the labels back.

In the past, you could get one-click access to programs
by dragging their icons to the Quick Launch toolbar. Windows 7
eliminates Quick Launch and folds its capabilities into the
Taskbar. Drag an app's icon from the Start menu or desktop to
the Taskbar, and Windows will pin it there, so you can launch
the program without rummaging around in the Start menu. You
can also organize icons in the Taskbar by moving them to new
positions.

To indicate that a particular application on the Taskbar is
running, Windows draws a subtle box around its icon ? Imagem 001.jpg
subtle, in fact, that figuring out [CONJUNCTION] the app is
running can take a moment, especially if its icon sits between
two icons for running apps.

In Windows Vista, hovering the mouse pointer over an
application's Taskbar icon produces a thumbnail window view
known as a Live Preview. But when you have multiple windows
open, you see only one preview at a time. Windows 7's version of this feature is slicker and more efficient: Hover the pointer on
an icon, and thumbnails of the app's windows glide into position
above the Taskbar, so you can quickly find the one you're
looking for. (The process would be even simpler if the
thumbnails were larger and easier to decipher.)

Also new in Windows 7's Taskbar is a feature called
Jump Lists. These menus resemble the context-sensitive ones
you get when you right-click within various Windows
applications, except that you don't have to be inside an app to
use them. Internet Explorer 8's Jump List, for example, lets you
open the browser and load a fresh tab, initiate an InPrivate
stealth browsing session, or go directly to any of eight frequently
visited Web pages. Non-Microsoft apps can offer Jump Lists,
too, if their developers follow the guidelines for creating
them.

Other Windows 7 interface adjustments are minor, yet so
sensible that you may wonder why Windows didn't include them
all along. Shove a window into the left or right edge of the
screen and it'll expand to fill half of your desktop. Nudge another
into the opposite edge of the screen, and it'll expand to occupy
the other half. That makes comparing two windows' contents
easy. If you nudge a window into the top of the screen, it will
maximize to occupy all of the display's real estate.
(Adapted from
http://www.pcworld.com/article/172602/windows_7_review.html)

Infere-se do texto que
Alternativas
Q39577 Inglês
Windows 7 gets the basics right. Here's what you need to know
about the new OS.
Harry McCracken, PC World
Monday, October 19, 2009 2:00 pM


The Windows experience occurs mainly in its Taskbar ?
especially in the Start menu and System Tray. Vista gave the
Start menu a welcome redesign; in Windows 7, the Taskbar and
the System Tray get a thorough makeover.

Windows 7's revamped Taskbar introduces several new
features and gives users much more control over how it looks.

The new Taskbar replaces the old small icons and text
labels for running apps with larger, unlabeled icons. If you can
keep the icons straight, the new design painlessly reduces
Taskbar clutter. If you don't like it, you can shrink the icons
and/or bring the labels back.

In the past, you could get one-click access to programs
by dragging their icons to the Quick Launch toolbar. Windows 7
eliminates Quick Launch and folds its capabilities into the
Taskbar. Drag an app's icon from the Start menu or desktop to
the Taskbar, and Windows will pin it there, so you can launch
the program without rummaging around in the Start menu. You
can also organize icons in the Taskbar by moving them to new
positions.

To indicate that a particular application on the Taskbar is
running, Windows draws a subtle box around its icon ? Imagem 001.jpg
subtle, in fact, that figuring out [CONJUNCTION] the app is
running can take a moment, especially if its icon sits between
two icons for running apps.

In Windows Vista, hovering the mouse pointer over an
application's Taskbar icon produces a thumbnail window view
known as a Live Preview. But when you have multiple windows
open, you see only one preview at a time. Windows 7's version of this feature is slicker and more efficient: Hover the pointer on
an icon, and thumbnails of the app's windows glide into position
above the Taskbar, so you can quickly find the one you're
looking for. (The process would be even simpler if the
thumbnails were larger and easier to decipher.)

Also new in Windows 7's Taskbar is a feature called
Jump Lists. These menus resemble the context-sensitive ones
you get when you right-click within various Windows
applications, except that you don't have to be inside an app to
use them. Internet Explorer 8's Jump List, for example, lets you
open the browser and load a fresh tab, initiate an InPrivate
stealth browsing session, or go directly to any of eight frequently
visited Web pages. Non-Microsoft apps can offer Jump Lists,
too, if their developers follow the guidelines for creating
them.

Other Windows 7 interface adjustments are minor, yet so
sensible that you may wonder why Windows didn't include them
all along. Shove a window into the left or right edge of the
screen and it'll expand to fill half of your desktop. Nudge another
into the opposite edge of the screen, and it'll expand to occupy
the other half. That makes comparing two windows' contents
easy. If you nudge a window into the top of the screen, it will
maximize to occupy all of the display's real estate.
(Adapted from
http://www.pcworld.com/article/172602/windows_7_review.html)

A palavra que preenche corretamente a lacuna [CONJUNCTION] é
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Q39576 Inglês
Windows 7 gets the basics right. Here's what you need to know
about the new OS.
Harry McCracken, PC World
Monday, October 19, 2009 2:00 pM


The Windows experience occurs mainly in its Taskbar ?
especially in the Start menu and System Tray. Vista gave the
Start menu a welcome redesign; in Windows 7, the Taskbar and
the System Tray get a thorough makeover.

Windows 7's revamped Taskbar introduces several new
features and gives users much more control over how it looks.

The new Taskbar replaces the old small icons and text
labels for running apps with larger, unlabeled icons. If you can
keep the icons straight, the new design painlessly reduces
Taskbar clutter. If you don't like it, you can shrink the icons
and/or bring the labels back.

In the past, you could get one-click access to programs
by dragging their icons to the Quick Launch toolbar. Windows 7
eliminates Quick Launch and folds its capabilities into the
Taskbar. Drag an app's icon from the Start menu or desktop to
the Taskbar, and Windows will pin it there, so you can launch
the program without rummaging around in the Start menu. You
can also organize icons in the Taskbar by moving them to new
positions.

To indicate that a particular application on the Taskbar is
running, Windows draws a subtle box around its icon ? Imagem 001.jpg
subtle, in fact, that figuring out [CONJUNCTION] the app is
running can take a moment, especially if its icon sits between
two icons for running apps.

In Windows Vista, hovering the mouse pointer over an
application's Taskbar icon produces a thumbnail window view
known as a Live Preview. But when you have multiple windows
open, you see only one preview at a time. Windows 7's version of this feature is slicker and more efficient: Hover the pointer on
an icon, and thumbnails of the app's windows glide into position
above the Taskbar, so you can quickly find the one you're
looking for. (The process would be even simpler if the
thumbnails were larger and easier to decipher.)

Also new in Windows 7's Taskbar is a feature called
Jump Lists. These menus resemble the context-sensitive ones
you get when you right-click within various Windows
applications, except that you don't have to be inside an app to
use them. Internet Explorer 8's Jump List, for example, lets you
open the browser and load a fresh tab, initiate an InPrivate
stealth browsing session, or go directly to any of eight frequently
visited Web pages. Non-Microsoft apps can offer Jump Lists,
too, if their developers follow the guidelines for creating
them.

Other Windows 7 interface adjustments are minor, yet so
sensible that you may wonder why Windows didn't include them
all along. Shove a window into the left or right edge of the
screen and it'll expand to fill half of your desktop. Nudge another
into the opposite edge of the screen, and it'll expand to occupy
the other half. That makes comparing two windows' contents
easy. If you nudge a window into the top of the screen, it will
maximize to occupy all of the display's real estate.
(Adapted from
http://www.pcworld.com/article/172602/windows_7_review.html)

De acordo com o texto, no Windows 7,
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Q39575 Inglês
Windows 7 gets the basics right. Here's what you need to know
about the new OS.
Harry McCracken, PC World
Monday, October 19, 2009 2:00 pM


The Windows experience occurs mainly in its Taskbar ?
especially in the Start menu and System Tray. Vista gave the
Start menu a welcome redesign; in Windows 7, the Taskbar and
the System Tray get a thorough makeover.

Windows 7's revamped Taskbar introduces several new
features and gives users much more control over how it looks.

The new Taskbar replaces the old small icons and text
labels for running apps with larger, unlabeled icons. If you can
keep the icons straight, the new design painlessly reduces
Taskbar clutter. If you don't like it, you can shrink the icons
and/or bring the labels back.

In the past, you could get one-click access to programs
by dragging their icons to the Quick Launch toolbar. Windows 7
eliminates Quick Launch and folds its capabilities into the
Taskbar. Drag an app's icon from the Start menu or desktop to
the Taskbar, and Windows will pin it there, so you can launch
the program without rummaging around in the Start menu. You
can also organize icons in the Taskbar by moving them to new
positions.

To indicate that a particular application on the Taskbar is
running, Windows draws a subtle box around its icon ? Imagem 001.jpg
subtle, in fact, that figuring out [CONJUNCTION] the app is
running can take a moment, especially if its icon sits between
two icons for running apps.

In Windows Vista, hovering the mouse pointer over an
application's Taskbar icon produces a thumbnail window view
known as a Live Preview. But when you have multiple windows
open, you see only one preview at a time. Windows 7's version of this feature is slicker and more efficient: Hover the pointer on
an icon, and thumbnails of the app's windows glide into position
above the Taskbar, so you can quickly find the one you're
looking for. (The process would be even simpler if the
thumbnails were larger and easier to decipher.)

Also new in Windows 7's Taskbar is a feature called
Jump Lists. These menus resemble the context-sensitive ones
you get when you right-click within various Windows
applications, except that you don't have to be inside an app to
use them. Internet Explorer 8's Jump List, for example, lets you
open the browser and load a fresh tab, initiate an InPrivate
stealth browsing session, or go directly to any of eight frequently
visited Web pages. Non-Microsoft apps can offer Jump Lists,
too, if their developers follow the guidelines for creating
them.

Other Windows 7 interface adjustments are minor, yet so
sensible that you may wonder why Windows didn't include them
all along. Shove a window into the left or right edge of the
screen and it'll expand to fill half of your desktop. Nudge another
into the opposite edge of the screen, and it'll expand to occupy
the other half. That makes comparing two windows' contents
easy. If you nudge a window into the top of the screen, it will
maximize to occupy all of the display's real estate.
(Adapted from
http://www.pcworld.com/article/172602/windows_7_review.html)

Com relação ao Windows 7,
Alternativas
Q39574 Inglês
Windows 7 gets the basics right. Here's what you need to know
about the new OS.
Harry McCracken, PC World
Monday, October 19, 2009 2:00 pM


The Windows experience occurs mainly in its Taskbar ?
especially in the Start menu and System Tray. Vista gave the
Start menu a welcome redesign; in Windows 7, the Taskbar and
the System Tray get a thorough makeover.

Windows 7's revamped Taskbar introduces several new
features and gives users much more control over how it looks.

The new Taskbar replaces the old small icons and text
labels for running apps with larger, unlabeled icons. If you can
keep the icons straight, the new design painlessly reduces
Taskbar clutter. If you don't like it, you can shrink the icons
and/or bring the labels back.

In the past, you could get one-click access to programs
by dragging their icons to the Quick Launch toolbar. Windows 7
eliminates Quick Launch and folds its capabilities into the
Taskbar. Drag an app's icon from the Start menu or desktop to
the Taskbar, and Windows will pin it there, so you can launch
the program without rummaging around in the Start menu. You
can also organize icons in the Taskbar by moving them to new
positions.

To indicate that a particular application on the Taskbar is
running, Windows draws a subtle box around its icon ? Imagem 001.jpg
subtle, in fact, that figuring out [CONJUNCTION] the app is
running can take a moment, especially if its icon sits between
two icons for running apps.

In Windows Vista, hovering the mouse pointer over an
application's Taskbar icon produces a thumbnail window view
known as a Live Preview. But when you have multiple windows
open, you see only one preview at a time. Windows 7's version of this feature is slicker and more efficient: Hover the pointer on
an icon, and thumbnails of the app's windows glide into position
above the Taskbar, so you can quickly find the one you're
looking for. (The process would be even simpler if the
thumbnails were larger and easier to decipher.)

Also new in Windows 7's Taskbar is a feature called
Jump Lists. These menus resemble the context-sensitive ones
you get when you right-click within various Windows
applications, except that you don't have to be inside an app to
use them. Internet Explorer 8's Jump List, for example, lets you
open the browser and load a fresh tab, initiate an InPrivate
stealth browsing session, or go directly to any of eight frequently
visited Web pages. Non-Microsoft apps can offer Jump Lists,
too, if their developers follow the guidelines for creating
them.

Other Windows 7 interface adjustments are minor, yet so
sensible that you may wonder why Windows didn't include them
all along. Shove a window into the left or right edge of the
screen and it'll expand to fill half of your desktop. Nudge another
into the opposite edge of the screen, and it'll expand to occupy
the other half. That makes comparing two windows' contents
easy. If you nudge a window into the top of the screen, it will
maximize to occupy all of the display's real estate.
(Adapted from
http://www.pcworld.com/article/172602/windows_7_review.html)

A palavra que preenche corretamente a lacuna no texto é
Alternativas
Q39573 Sistemas Operacionais
Componente central do sistema operacional da maioria dos computadores. Serve de ponte entre aplicativos e o processamento real de dados feito no âmbito do hardware. Essa é a definição de:
Alternativas
Respostas
1441: B
1442: E
1443: A
1444: D
1445: A
1446: C
1447: E
1448: B
1449: D
1450: E
1451: D
1452: B
1453: A
1454: C
1455: E
1456: E
1457: E
1458: E
1459: E
1460: C