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( ) O estabelecimento de objetivos terapêuticos considera as demandas do paciente e os achados do processo de avaliação inicial.
( ) A reavaliação periódica permite acompanhar o progresso do paciente e ajustar o planejamento conforme os resultados obtidos.
( ) O planejamento terapêutico ocupacional ocorre desvinculado do contexto familiar e social da pessoa atendida pela equipe.
( ) A escolha das atividades terapêuticas considera o significado para o paciente e os objetivos definidos no plano de cuidado.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
I. A reabilitação física resume-se à recuperação muscular isolada, dispensando ações nas demais dimensões da vida do paciente.
II. A reabilitação psicossocial centra-se na medicalização contínua do paciente, prescindindo de ações no território social.
III. A Classificação Internacional de Funcionalidade considera fatores corporais, atividades, participação e fatores contextuais.
Está correto o que se afirma em:
Considerando esse processo, assinale a alternativa CORRETA quanto à Medida Canadense de Desempenho Ocupacional.
( ) O envelhecimento ativo é proposta da Organização Mundial da Saúde que articula saúde, participação e segurança da pessoa idosa.
( ) A atuação do terapeuta ocupacional com a pessoa idosa contempla as atividades de vida diária e a participação social.
( ) A análise ergonômica do trabalho é instrumento utilizado para identificar fatores de risco no ambiente laboral analisado.
( ) O afastamento do trabalho pelo terapeuta ocupacional ocorre por prescrição direta de atestado clínico médico ao trabalhador.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Com base nas concepções de gramática discutidas por Travaglia, Franchi e Possenti (2006), essa distinção corresponde, respectivamente, às noções de:
Texto para a questão
As concepções de linguagem e língua
A forma como o professor concebe a linguagem e a língua exerce influência decisiva sobre as práticas pedagógicas adotadas no ensino de Língua Portuguesa. Conforme argumenta Travaglia (2006), não se trata apenas de uma escolha teórica, mas de um posicionamento que afeta diretamente a organização do trabalho didático e a relação entre ensino, aprendizagem e uso da língua. Nesse sentido, a concepção de linguagem assumida pelo docente orienta tanto o lugar atribuído à gramática quanto os objetivos do ensino da língua materna.
No campo dos estudos linguísticos, destacam-se três concepções de linguagem recorrentemente discutidas. A primeira entende a linguagem como expressão do pensamento, subordinando a organização linguística à capacidade individual de estruturar logicamente ideias. Nessa perspectiva, dificuldades de expressão são interpretadas como falhas do pensamento, o que sustenta práticas de ensino fortemente normativas e prescritivas, centradas na correção gramatical e na valorização de um modelo considerado culto.
A segunda concepção compreende a linguagem como instrumento de comunicação, concebendo-a como um código compartilhado entre emissor e receptor. Embora essa visão reconheça a função comunicativa da língua, ela tende a tratá-la de forma abstrata e descontextualizada, privilegiando o funcionamento interno do sistema linguístico e reduzindo o papel do sujeito e das condições sociais de uso.
Já a terceira concepção entende a linguagem como forma ou processo de interação. Nessa perspectiva, a língua é vista como prática social situada, na qual os sujeitos constroem sentidos na interação, em contextos históricos e ideológicos específicos. Essa concepção fundamenta abordagens de ensino mais alinhadas às demandas contemporâneas, pois articula gramática, uso e sentido, reconhecendo a importância da norma-padrão sem dissociá-la das práticas efetivas de linguagem.
Assim, o debate não se coloca entre ensinar ou não ensinar gramática, mas em como ensiná-la. O ensino da gramática, quando orientado por uma concepção interacionista de linguagem, deixa de ser mera reprodução de metalinguagem e passa a constituir um instrumento para ampliar a competência comunicativa dos alunos, permitindo-lhes compreender e atuar de forma crítica nas diferentes situações de uso da língua.
Texto adaptado de TRAVAGLIA, Luiz Carlos. Gramática e interação: uma proposta para o ensino de gramática. 11. ed. São Paulo: Cortez, 2006.
Texto para a questão
As concepções de linguagem e língua
A forma como o professor concebe a linguagem e a língua exerce influência decisiva sobre as práticas pedagógicas adotadas no ensino de Língua Portuguesa. Conforme argumenta Travaglia (2006), não se trata apenas de uma escolha teórica, mas de um posicionamento que afeta diretamente a organização do trabalho didático e a relação entre ensino, aprendizagem e uso da língua. Nesse sentido, a concepção de linguagem assumida pelo docente orienta tanto o lugar atribuído à gramática quanto os objetivos do ensino da língua materna.
No campo dos estudos linguísticos, destacam-se três concepções de linguagem recorrentemente discutidas. A primeira entende a linguagem como expressão do pensamento, subordinando a organização linguística à capacidade individual de estruturar logicamente ideias. Nessa perspectiva, dificuldades de expressão são interpretadas como falhas do pensamento, o que sustenta práticas de ensino fortemente normativas e prescritivas, centradas na correção gramatical e na valorização de um modelo considerado culto.
A segunda concepção compreende a linguagem como instrumento de comunicação, concebendo-a como um código compartilhado entre emissor e receptor. Embora essa visão reconheça a função comunicativa da língua, ela tende a tratá-la de forma abstrata e descontextualizada, privilegiando o funcionamento interno do sistema linguístico e reduzindo o papel do sujeito e das condições sociais de uso.
Já a terceira concepção entende a linguagem como forma ou processo de interação. Nessa perspectiva, a língua é vista como prática social situada, na qual os sujeitos constroem sentidos na interação, em contextos históricos e ideológicos específicos. Essa concepção fundamenta abordagens de ensino mais alinhadas às demandas contemporâneas, pois articula gramática, uso e sentido, reconhecendo a importância da norma-padrão sem dissociá-la das práticas efetivas de linguagem.
Assim, o debate não se coloca entre ensinar ou não ensinar gramática, mas em como ensiná-la. O ensino da gramática, quando orientado por uma concepção interacionista de linguagem, deixa de ser mera reprodução de metalinguagem e passa a constituir um instrumento para ampliar a competência comunicativa dos alunos, permitindo-lhes compreender e atuar de forma crítica nas diferentes situações de uso da língua.
Texto adaptado de TRAVAGLIA, Luiz Carlos. Gramática e interação: uma proposta para o ensino de gramática. 11. ed. São Paulo: Cortez, 2006.
Considerando a relação entre significação e contexto e as propostas de ensino apresentadas no texto, essa atividade favorece, prioritariamente, o desenvolvimento da capacidade de: