Foram encontradas 229.282 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3880662 Português
Assinale a opção em que há erro na classificação gramatical do termo sublinhado. 
Alternativas
Q3880660 Português
Leia a frase a seguir.

A fala e a escrita são modalidades diferentes da linguagem humana __ a primeira se utiliza de unidades sonoras __ a segunda __ ao contrário __ emprega sinais gráficos.

Assinale a pontuação que preenche corretamente as lacunas da frase acima.
Alternativas
Q3880659 Português
Assinale a opção em que não há crase em lacuna alguma.
Alternativas
Q3880658 Português

A charge é antiga, mas o assunto continua atual.



Imagem associada para resolução da questão



Na charge, produzida por Erasmo e retirada do Jornal de Piracicaba, o efeito de humor se dá sobretudo 

Alternativas
Q3880657 Redação Oficial
Avalie as afirmativas a seguir, relativas a textos normativos legais.

I. Alíneas devem ser designadas por letras minúsculas, seguidas de um parêntese de fechamento: a), b), c).
II. Na numeração de artigos, utiliza-se apenas a numeração ordinal: art. 1º, art. 8º, art. 10º.
III. Na numeração de parágrafos, utiliza-se apenas a numeração cardinal: § 3, § 9, § 10.
IV. Incisos devem ser designados por algarismos romanos e iniciados por letra minúscula: I, II, III.

Está correto o que se afirma em 
Alternativas
Q3880656 Português
ATENÇÃO: O texto a seguir se refere à questão.


'Quer adressar?', me perguntou a moça


         De início não entendi o verbo cravado no coração da frase e, usando o etarismo a meu favor, pedi graciosamente, por favor, que a moça repetisse.

          O cenário era a loja de um shopping no Leblon, onde eu negociava com ela, vendedora educadíssima, os últimos detalhes da compra de um produto volumoso que, sem carro, eu não podia levar naquele momento. Foram necessárias três repetições da frase até que – como se falava no tempo do orelhão, quando o português era ouvido por aqui – a ficha caiu:

     “Eu posso adressar o produto?”, era o que perguntava a moça, fazendo-se finalmente entender. A moça queria ostentar na fala o mesmo padrão internacional do shopping.

      A pureza vernacular não linka com a minha prosa vadia de cronista. A ideia aqui é mexer com a língua, roçar na de Luís de Camões e – como o tamanduá esticando a dele para pegar as formigas – tirar prazer disso. Para manter o emprego, equilibro num parágrafo as ordens do manual de redação – exibindo às vezes uma mesóclise de polainas – e já no parágrafo seguinte caio de boca – com o piercing no lábio inferior – no saboreio do último barbarismo ouvido na esquina. Nada a ver com os rigores de um professor de português. O target não é preparar o leitor para a nota mil do Enem, mas meter a língua onde não se foi chamado.

    A propósito. Preciso dizer que quando eu, cliente, finalmente entendi o que a moça na loja do shopping queria dizer com a proposta de “adressar” a compra, eu aquiesci jovial – e me fiz up to date:


      “Sim, por favor, adressa, sim”.


(Trecho adaptado da crônica de Joaquim Ferreira dos Santos, publicada em “O Globo”.)
Assinale a frase, retirada do texto, que apresenta intertextualidade com outra frase conhecida, considerada como um ditado popular.
Alternativas
Q3880655 Português
ATENÇÃO: O texto a seguir se refere à questão.


'Quer adressar?', me perguntou a moça


         De início não entendi o verbo cravado no coração da frase e, usando o etarismo a meu favor, pedi graciosamente, por favor, que a moça repetisse.

          O cenário era a loja de um shopping no Leblon, onde eu negociava com ela, vendedora educadíssima, os últimos detalhes da compra de um produto volumoso que, sem carro, eu não podia levar naquele momento. Foram necessárias três repetições da frase até que – como se falava no tempo do orelhão, quando o português era ouvido por aqui – a ficha caiu:

     “Eu posso adressar o produto?”, era o que perguntava a moça, fazendo-se finalmente entender. A moça queria ostentar na fala o mesmo padrão internacional do shopping.

      A pureza vernacular não linka com a minha prosa vadia de cronista. A ideia aqui é mexer com a língua, roçar na de Luís de Camões e – como o tamanduá esticando a dele para pegar as formigas – tirar prazer disso. Para manter o emprego, equilibro num parágrafo as ordens do manual de redação – exibindo às vezes uma mesóclise de polainas – e já no parágrafo seguinte caio de boca – com o piercing no lábio inferior – no saboreio do último barbarismo ouvido na esquina. Nada a ver com os rigores de um professor de português. O target não é preparar o leitor para a nota mil do Enem, mas meter a língua onde não se foi chamado.

    A propósito. Preciso dizer que quando eu, cliente, finalmente entendi o que a moça na loja do shopping queria dizer com a proposta de “adressar” a compra, eu aquiesci jovial – e me fiz up to date:


      “Sim, por favor, adressa, sim”.


(Trecho adaptado da crônica de Joaquim Ferreira dos Santos, publicada em “O Globo”.)
Em relação ao texto, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3880654 Português
ATENÇÃO: O texto a seguir se refere à questão.


'Quer adressar?', me perguntou a moça


         De início não entendi o verbo cravado no coração da frase e, usando o etarismo a meu favor, pedi graciosamente, por favor, que a moça repetisse.

          O cenário era a loja de um shopping no Leblon, onde eu negociava com ela, vendedora educadíssima, os últimos detalhes da compra de um produto volumoso que, sem carro, eu não podia levar naquele momento. Foram necessárias três repetições da frase até que – como se falava no tempo do orelhão, quando o português era ouvido por aqui – a ficha caiu:

     “Eu posso adressar o produto?”, era o que perguntava a moça, fazendo-se finalmente entender. A moça queria ostentar na fala o mesmo padrão internacional do shopping.

      A pureza vernacular não linka com a minha prosa vadia de cronista. A ideia aqui é mexer com a língua, roçar na de Luís de Camões e – como o tamanduá esticando a dele para pegar as formigas – tirar prazer disso. Para manter o emprego, equilibro num parágrafo as ordens do manual de redação – exibindo às vezes uma mesóclise de polainas – e já no parágrafo seguinte caio de boca – com o piercing no lábio inferior – no saboreio do último barbarismo ouvido na esquina. Nada a ver com os rigores de um professor de português. O target não é preparar o leitor para a nota mil do Enem, mas meter a língua onde não se foi chamado.

    A propósito. Preciso dizer que quando eu, cliente, finalmente entendi o que a moça na loja do shopping queria dizer com a proposta de “adressar” a compra, eu aquiesci jovial – e me fiz up to date:


      “Sim, por favor, adressa, sim”.


(Trecho adaptado da crônica de Joaquim Ferreira dos Santos, publicada em “O Globo”.)
Assinale a opção em que a substituição do termo sublinhado por um sinônimo é incorreta.
Alternativas
Q3880653 Português
ATENÇÃO: O texto a seguir se refere à questão.


'Quer adressar?', me perguntou a moça


         De início não entendi o verbo cravado no coração da frase e, usando o etarismo a meu favor, pedi graciosamente, por favor, que a moça repetisse.

          O cenário era a loja de um shopping no Leblon, onde eu negociava com ela, vendedora educadíssima, os últimos detalhes da compra de um produto volumoso que, sem carro, eu não podia levar naquele momento. Foram necessárias três repetições da frase até que – como se falava no tempo do orelhão, quando o português era ouvido por aqui – a ficha caiu:

     “Eu posso adressar o produto?”, era o que perguntava a moça, fazendo-se finalmente entender. A moça queria ostentar na fala o mesmo padrão internacional do shopping.

      A pureza vernacular não linka com a minha prosa vadia de cronista. A ideia aqui é mexer com a língua, roçar na de Luís de Camões e – como o tamanduá esticando a dele para pegar as formigas – tirar prazer disso. Para manter o emprego, equilibro num parágrafo as ordens do manual de redação – exibindo às vezes uma mesóclise de polainas – e já no parágrafo seguinte caio de boca – com o piercing no lábio inferior – no saboreio do último barbarismo ouvido na esquina. Nada a ver com os rigores de um professor de português. O target não é preparar o leitor para a nota mil do Enem, mas meter a língua onde não se foi chamado.

    A propósito. Preciso dizer que quando eu, cliente, finalmente entendi o que a moça na loja do shopping queria dizer com a proposta de “adressar” a compra, eu aquiesci jovial – e me fiz up to date:


      “Sim, por favor, adressa, sim”.


(Trecho adaptado da crônica de Joaquim Ferreira dos Santos, publicada em “O Globo”.)
No trecho “e já no parágrafo seguinte caio de boca [...] no saboreio do último barbarismo ouvido na esquina”, o processo de formação da palavra sublinhada é
Alternativas
Q3880652 Português
ATENÇÃO: O texto a seguir se refere à questão.


'Quer adressar?', me perguntou a moça


         De início não entendi o verbo cravado no coração da frase e, usando o etarismo a meu favor, pedi graciosamente, por favor, que a moça repetisse.

          O cenário era a loja de um shopping no Leblon, onde eu negociava com ela, vendedora educadíssima, os últimos detalhes da compra de um produto volumoso que, sem carro, eu não podia levar naquele momento. Foram necessárias três repetições da frase até que – como se falava no tempo do orelhão, quando o português era ouvido por aqui – a ficha caiu:

     “Eu posso adressar o produto?”, era o que perguntava a moça, fazendo-se finalmente entender. A moça queria ostentar na fala o mesmo padrão internacional do shopping.

      A pureza vernacular não linka com a minha prosa vadia de cronista. A ideia aqui é mexer com a língua, roçar na de Luís de Camões e – como o tamanduá esticando a dele para pegar as formigas – tirar prazer disso. Para manter o emprego, equilibro num parágrafo as ordens do manual de redação – exibindo às vezes uma mesóclise de polainas – e já no parágrafo seguinte caio de boca – com o piercing no lábio inferior – no saboreio do último barbarismo ouvido na esquina. Nada a ver com os rigores de um professor de português. O target não é preparar o leitor para a nota mil do Enem, mas meter a língua onde não se foi chamado.

    A propósito. Preciso dizer que quando eu, cliente, finalmente entendi o que a moça na loja do shopping queria dizer com a proposta de “adressar” a compra, eu aquiesci jovial – e me fiz up to date:


      “Sim, por favor, adressa, sim”.


(Trecho adaptado da crônica de Joaquim Ferreira dos Santos, publicada em “O Globo”.)
Na crônica de Joaquim Ferreira dos Santos, a função predominante é
Alternativas
Q3880651 Português
ATENÇÃO: O texto a seguir se refere à questão.


'Quer adressar?', me perguntou a moça


         De início não entendi o verbo cravado no coração da frase e, usando o etarismo a meu favor, pedi graciosamente, por favor, que a moça repetisse.

          O cenário era a loja de um shopping no Leblon, onde eu negociava com ela, vendedora educadíssima, os últimos detalhes da compra de um produto volumoso que, sem carro, eu não podia levar naquele momento. Foram necessárias três repetições da frase até que – como se falava no tempo do orelhão, quando o português era ouvido por aqui – a ficha caiu:

     “Eu posso adressar o produto?”, era o que perguntava a moça, fazendo-se finalmente entender. A moça queria ostentar na fala o mesmo padrão internacional do shopping.

      A pureza vernacular não linka com a minha prosa vadia de cronista. A ideia aqui é mexer com a língua, roçar na de Luís de Camões e – como o tamanduá esticando a dele para pegar as formigas – tirar prazer disso. Para manter o emprego, equilibro num parágrafo as ordens do manual de redação – exibindo às vezes uma mesóclise de polainas – e já no parágrafo seguinte caio de boca – com o piercing no lábio inferior – no saboreio do último barbarismo ouvido na esquina. Nada a ver com os rigores de um professor de português. O target não é preparar o leitor para a nota mil do Enem, mas meter a língua onde não se foi chamado.

    A propósito. Preciso dizer que quando eu, cliente, finalmente entendi o que a moça na loja do shopping queria dizer com a proposta de “adressar” a compra, eu aquiesci jovial – e me fiz up to date:


      “Sim, por favor, adressa, sim”.


(Trecho adaptado da crônica de Joaquim Ferreira dos Santos, publicada em “O Globo”.)
Com relação ao texto, assinale o comentário inadequado.
Alternativas
Q3880547 Português
A primeira teoria sobre o epílogo do universo baseia-se na continuidade do processo expansionista.
(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/ cgq35wx1dg7o.adaptado)

Considerando a análise sintática da frase, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3880546 Português
Há bilhões de anos, todas as partículas "que compõem o universo" estavam acumuladas, com uma temperatura e uma densidade extremamente altas.
(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/ cgq35wx1dg7o.adaptado)

A oração destacada na frase trata-se de:
Alternativas
Q3880545 Português
Em algum momento, até mesmo os gases necessários para a formação de novas estrelas estarão esparsos demais.
(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/ cgq35wx1dg7o.adaptado)

Assinale a alternativa correta quanto à nova pontuação, sem alteração do sentido original da frase.
Alternativas
Q3880541 Inglês
Textual genres are social constructs that dictate the style, tone, and structure of a document based on its communicative purpose. Mark T for True and F for False:

(__)A "Report" is typically characterized by an objective tone, the use of headings, and the presentation of facts or findings without excessive poetic imagery.

(__)An "Argumentative Essay" must present a clear thesis and provide logical evidence to persuade the reader to accept a specific point of view.

(__)"Formal Letters" in English should always begin with the salutation "Hi there!" to establish a friendly and approachable relationship with the recipient.

(__)"Narratives" often follow a structural pattern involving an orientation, a complication, a climax, and a resolution to engage the reader's interest.

After analysis, choose the alternative that presents the correct sequence:
Alternativas
Q3880540 Inglês
Morphological changes in English adjectives and nouns often follow predictable patterns, but irregular forms persist due to historical linguistic influences. Regarding plurals, comparatives, and superlatives, choose the correct alternative.
Alternativas
Q3880539 Inglês
Effective writing requires the logical organization of ideas through the use of "Topic Sentences" and "Transitions." A coherent paragraph must focus on a single unifying idea. Regarding the structure and coherence of written production, choose the correct alternative.
Alternativas
Q3880538 Inglês
Reading strategies in the English Language Teaching context often involve specific cognitive processes such as scanning, skimming, and predicting. However, a less frequently discussed but vital technique for advanced critical literacy is the "Socratic Questioning" method applied to texts, which aims to uncover underlying assumptions and perspectives within a passage. Considering the development of high-level reading skills, choose the correct alternative regarding reading strategies.
Alternativas
Q3880537 Inglês
English is primarily an SVO (Subject-Verb-Object) language, meaning the position of a word often determines its grammatical role. However, certain structures allow for "Inversion" for emphasis or literary effect. Regarding sentence structure, mark T for True and F for False:

(__)Subject-Auxiliary Inversion is mandatory in most direct questions, such as "Have you seen the film?" instead of "You have seen the film."

(__)The "Direct Object" always follows the "Indirect Object" when the preposition "to" or "for" is omitted, as in "He gave her the flowers."

(__)In English, the adjective must always be placed after the noun it modifies to ensure the sentence follows a logical predicative order.

(__)A "Complement" is a word or phrase that completes the meaning of a subject or object, often following a linking verb like "be" or "seem."

After analysis, choose the alternative that presents the correct sequence:
Alternativas
Q3880535 Inglês
Textual linguistics defines cohesion and coherence as the two main pillars of textuality. While cohesion deals with the surface linguistic links, coherence relates to the underlying meaning. Analyze the following statements about these concepts:

I.Anaphora is a cohesive device where a word in a text refers back to a previously mentioned entity, such as using "it" to refer to "the book."

II.Lexical cohesion can be achieved through the use of hyponyms and hypernyms, creating a semantic chain that maintains the thematic unity of the passage.

III.Coherence is entirely dependent on the presence of explicit conjunctions, meaning a text without "but" or "therefore" cannot be logically understood.

Which statements are correct:
Alternativas
Respostas
9961: A
9962: C
9963: E
9964: B
9965: A
9966: D
9967: C
9968: D
9969: E
9970: A
9971: C
9972: A
9973: C
9974: B
9975: D
9976: C
9977: C
9978: B
9979: C
9980: C