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Ambientado no Recife em 1977, durante o período da Ditadura Militar no Brasil, “O Agente Secreto” acompanha a trajetória de Marcelo (Wagner Moura), um professor universitário e especialista em tecnologia que retorna à sua cidade natal após anos afastado e sendo perseguido por assassinos de aluguel em São Paulo, possivelmente por conta de um conflito com um poderoso industrial e a uma patente vinculada à pesquisa acadêmica.
Com sua vida em perigo e sob constante ameaça e vigilância, Marcelo busca encontrar um pouco de paz, proteger seu filho pequeno que vive com os avós maternos (o avô é projecionista no icônico Cinema São Luiz) e, eventualmente, deixar o país. Ele encontra refúgio em uma casa segura com outros dissidentes e figuras marginalizadas, incluindo um casal de refugiados angolanos, além da figura maternal e líder Dona Sebastiana (Tânia Maria).
[...] O filme traça um retrato crítico e sensível da sociedade brasileira durante uma de suas fases mais difíceis, misturando suspense, drama e elementos de thriller, conduzidos pela direção de Kleber Mendonça Filho, que reforça seu estilo de crítica social e política, com toques de folclore local e referências cinematográficas.
Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/O_Agente_Secreto. Acesso em: 14 jan. 2026. Adaptado.
Globo de Ouro: ‘O Agente Secreto’ faz história ao vencer em duas categorias
Esta é a primeira vez na história que o Brasil venceu dois prêmios em uma mesma edição do Globo de Ouro. Longa brasileiro levou melhor filme em língua não inglesa e melhor ator, com Wagner Moura.
Por Redação G1
12/01/2026 01h17
“O Agente Secreto” levou dois dos três prêmios a que foi indicado na cerimônia do Globo de Ouro 2026, deste domingo (11). Esta é a primeira vez na história que o Brasil vence dois prêmios em uma mesma edição do Globo de Ouro. “É uma emoção retada”, disse Wagner Moura em entrevista à TV Globo.
Em 1999, quando “Central do Brasil” foi indicado às categorias de melhor filme em língua não inglesa e melhor atriz em filme dramático (Fernanda Montenegro), levou somente a primeira. Já em 2025, “Ainda Estou Aqui” foi indicado a duas categorias, mas venceu só em melhor atriz em filme dramático (Fernanda Torres).
Neste ano, “O Agente Secreto” chegou ao Globo de Ouro com três indicações e venceu melhor ator (Wagner Moura) e melhor filme em língua não inglesa. Já na categoria de melhor filme dramático, perdeu para “Hamnet: a vida antes de Hamlet”.
Ambientado nos anos 1970, “O Agente Secreto” conta a história de um professor universitário, interpretado por Wagner Moura, que volta para o Recife para reencontrar o filho caçula, apesar do risco que corre em plena Ditadura Militar.
Wagner leva melhor ator
Wagner Moura venceu o prêmio de melhor ator em filme de drama. Ele foi o primeiro ator brasileiro a levar essa categoria. No discurso, o brasileiro agradeceu especialmente ao diretor Kleber Mendonça Filho e falou sobre a mensagem de “O Agente Secreto”.
Wagner concorria com Joel Edgerton (“Sonhos de trem”), Oscar Isaac (“Frankenstein”), Dwayne Johnson (“Coração de lutador: The Smashing Machine”), Michael B. Jordan (“Pecadores”) e Jeremy Allen White (“Springsteen: Salve-me do desconhecido”).
“É um filme sobre memória, a falta dela e um trauma geracional. Eu acho que, se um trauma pode ser passado por gerações, os valores também podem. Esse prêmio vai para quem está seguindo seus valores em momentos difíceis”, disse. “E, para todo mundo no Brasil que está assistindo isso agora, viva o Brasil e a cultura brasileira”, completou em português.
Melhor filme em língua não inglesa
“O Agente Secreto” também levou o Globo de Ouro de melhor filme em língua não inglesa. Foi a primeira vez em 27 anos que o Brasil ganhou nesta categoria, após a vitória de “Central do Brasil”. Apresentadora da categoria, a atriz Minnie Driver fez o anúncio com uma palavra em português. Ela disse “parabéns”, antes de falar o nome do filme em inglês.
Ao receber o prêmio, o diretor Kleber Mendonça Filho mandou um “alô, Brasil”, agradeceu o elenco e elogiou Wagner Moura, dizendo que “as melhores coisas acontecem quando você tem um grande ator e um grande amigo”.
Disponível em: https://g1.globo.com/pop-arte/cinema/noticia/2026/01/12/globo-de-ouro-o-agente-secreto-faz-historia-ao-vencerem-duas-categorias.ghtml. Acesso em: 13 jan. 2026. Adaptado.
Há uma alternância de tempos verbais no Texto 1: os verbos são flexionados no pretérito perfeito para expressar os fatos da premiação e no presente do indicativo para compor a sinopse do filme.
Essa mudança de flexão verbal indica que o uso do
Globo de Ouro: ‘O Agente Secreto’ faz história ao vencer em duas categorias
Esta é a primeira vez na história que o Brasil venceu dois prêmios em uma mesma edição do Globo de Ouro. Longa brasileiro levou melhor filme em língua não inglesa e melhor ator, com Wagner Moura.
Por Redação G1
12/01/2026 01h17
“O Agente Secreto” levou dois dos três prêmios a que foi indicado na cerimônia do Globo de Ouro 2026, deste domingo (11). Esta é a primeira vez na história que o Brasil vence dois prêmios em uma mesma edição do Globo de Ouro. “É uma emoção retada”, disse Wagner Moura em entrevista à TV Globo.
Em 1999, quando “Central do Brasil” foi indicado às categorias de melhor filme em língua não inglesa e melhor atriz em filme dramático (Fernanda Montenegro), levou somente a primeira. Já em 2025, “Ainda Estou Aqui” foi indicado a duas categorias, mas venceu só em melhor atriz em filme dramático (Fernanda Torres).
Neste ano, “O Agente Secreto” chegou ao Globo de Ouro com três indicações e venceu melhor ator (Wagner Moura) e melhor filme em língua não inglesa. Já na categoria de melhor filme dramático, perdeu para “Hamnet: a vida antes de Hamlet”.
Ambientado nos anos 1970, “O Agente Secreto” conta a história de um professor universitário, interpretado por Wagner Moura, que volta para o Recife para reencontrar o filho caçula, apesar do risco que corre em plena Ditadura Militar.
Wagner leva melhor ator
Wagner Moura venceu o prêmio de melhor ator em filme de drama. Ele foi o primeiro ator brasileiro a levar essa categoria. No discurso, o brasileiro agradeceu especialmente ao diretor Kleber Mendonça Filho e falou sobre a mensagem de “O Agente Secreto”.
Wagner concorria com Joel Edgerton (“Sonhos de trem”), Oscar Isaac (“Frankenstein”), Dwayne Johnson (“Coração de lutador: The Smashing Machine”), Michael B. Jordan (“Pecadores”) e Jeremy Allen White (“Springsteen: Salve-me do desconhecido”).
“É um filme sobre memória, a falta dela e um trauma geracional. Eu acho que, se um trauma pode ser passado por gerações, os valores também podem. Esse prêmio vai para quem está seguindo seus valores em momentos difíceis”, disse. “E, para todo mundo no Brasil que está assistindo isso agora, viva o Brasil e a cultura brasileira”, completou em português.
Melhor filme em língua não inglesa
“O Agente Secreto” também levou o Globo de Ouro de melhor filme em língua não inglesa. Foi a primeira vez em 27 anos que o Brasil ganhou nesta categoria, após a vitória de “Central do Brasil”. Apresentadora da categoria, a atriz Minnie Driver fez o anúncio com uma palavra em português. Ela disse “parabéns”, antes de falar o nome do filme em inglês.
Ao receber o prêmio, o diretor Kleber Mendonça Filho mandou um “alô, Brasil”, agradeceu o elenco e elogiou Wagner Moura, dizendo que “as melhores coisas acontecem quando você tem um grande ator e um grande amigo”.
Disponível em: https://g1.globo.com/pop-arte/cinema/noticia/2026/01/12/globo-de-ouro-o-agente-secreto-faz-historia-ao-vencerem-duas-categorias.ghtml. Acesso em: 13 jan. 2026. Adaptado.
Embora a notícia queira passar um aspecto de objetividade, a inserção de discursos diretos, como as falas de Wagner Moura e Kleber Mendonça, cumpre uma função específica na construção do Texto 1.
O uso dessas citações marcadas pelas aspas serve para
Globo de Ouro: ‘O Agente Secreto’ faz história ao vencer em duas categorias
Esta é a primeira vez na história que o Brasil venceu dois prêmios em uma mesma edição do Globo de Ouro. Longa brasileiro levou melhor filme em língua não inglesa e melhor ator, com Wagner Moura.
Por Redação G1
12/01/2026 01h17
“O Agente Secreto” levou dois dos três prêmios a que foi indicado na cerimônia do Globo de Ouro 2026, deste domingo (11). Esta é a primeira vez na história que o Brasil vence dois prêmios em uma mesma edição do Globo de Ouro. “É uma emoção retada”, disse Wagner Moura em entrevista à TV Globo.
Em 1999, quando “Central do Brasil” foi indicado às categorias de melhor filme em língua não inglesa e melhor atriz em filme dramático (Fernanda Montenegro), levou somente a primeira. Já em 2025, “Ainda Estou Aqui” foi indicado a duas categorias, mas venceu só em melhor atriz em filme dramático (Fernanda Torres).
Neste ano, “O Agente Secreto” chegou ao Globo de Ouro com três indicações e venceu melhor ator (Wagner Moura) e melhor filme em língua não inglesa. Já na categoria de melhor filme dramático, perdeu para “Hamnet: a vida antes de Hamlet”.
Ambientado nos anos 1970, “O Agente Secreto” conta a história de um professor universitário, interpretado por Wagner Moura, que volta para o Recife para reencontrar o filho caçula, apesar do risco que corre em plena Ditadura Militar.
Wagner leva melhor ator
Wagner Moura venceu o prêmio de melhor ator em filme de drama. Ele foi o primeiro ator brasileiro a levar essa categoria. No discurso, o brasileiro agradeceu especialmente ao diretor Kleber Mendonça Filho e falou sobre a mensagem de “O Agente Secreto”.
Wagner concorria com Joel Edgerton (“Sonhos de trem”), Oscar Isaac (“Frankenstein”), Dwayne Johnson (“Coração de lutador: The Smashing Machine”), Michael B. Jordan (“Pecadores”) e Jeremy Allen White (“Springsteen: Salve-me do desconhecido”).
“É um filme sobre memória, a falta dela e um trauma geracional. Eu acho que, se um trauma pode ser passado por gerações, os valores também podem. Esse prêmio vai para quem está seguindo seus valores em momentos difíceis”, disse. “E, para todo mundo no Brasil que está assistindo isso agora, viva o Brasil e a cultura brasileira”, completou em português.
Melhor filme em língua não inglesa
“O Agente Secreto” também levou o Globo de Ouro de melhor filme em língua não inglesa. Foi a primeira vez em 27 anos que o Brasil ganhou nesta categoria, após a vitória de “Central do Brasil”. Apresentadora da categoria, a atriz Minnie Driver fez o anúncio com uma palavra em português. Ela disse “parabéns”, antes de falar o nome do filme em inglês.
Ao receber o prêmio, o diretor Kleber Mendonça Filho mandou um “alô, Brasil”, agradeceu o elenco e elogiou Wagner Moura, dizendo que “as melhores coisas acontecem quando você tem um grande ator e um grande amigo”.
Disponível em: https://g1.globo.com/pop-arte/cinema/noticia/2026/01/12/globo-de-ouro-o-agente-secreto-faz-historia-ao-vencerem-duas-categorias.ghtml. Acesso em: 13 jan. 2026. Adaptado.
O Texto 1 enumera nominalmente os atores internacionais que concorriam com Wagner Moura.
A inclusão dessa lista de concorrentes derrotados contribui para
Globo de Ouro: ‘O Agente Secreto’ faz história ao vencer em duas categorias
Esta é a primeira vez na história que o Brasil venceu dois prêmios em uma mesma edição do Globo de Ouro. Longa brasileiro levou melhor filme em língua não inglesa e melhor ator, com Wagner Moura.
Por Redação G1
12/01/2026 01h17
“O Agente Secreto” levou dois dos três prêmios a que foi indicado na cerimônia do Globo de Ouro 2026, deste domingo (11). Esta é a primeira vez na história que o Brasil vence dois prêmios em uma mesma edição do Globo de Ouro. “É uma emoção retada”, disse Wagner Moura em entrevista à TV Globo.
Em 1999, quando “Central do Brasil” foi indicado às categorias de melhor filme em língua não inglesa e melhor atriz em filme dramático (Fernanda Montenegro), levou somente a primeira. Já em 2025, “Ainda Estou Aqui” foi indicado a duas categorias, mas venceu só em melhor atriz em filme dramático (Fernanda Torres).
Neste ano, “O Agente Secreto” chegou ao Globo de Ouro com três indicações e venceu melhor ator (Wagner Moura) e melhor filme em língua não inglesa. Já na categoria de melhor filme dramático, perdeu para “Hamnet: a vida antes de Hamlet”.
Ambientado nos anos 1970, “O Agente Secreto” conta a história de um professor universitário, interpretado por Wagner Moura, que volta para o Recife para reencontrar o filho caçula, apesar do risco que corre em plena Ditadura Militar.
Wagner leva melhor ator
Wagner Moura venceu o prêmio de melhor ator em filme de drama. Ele foi o primeiro ator brasileiro a levar essa categoria. No discurso, o brasileiro agradeceu especialmente ao diretor Kleber Mendonça Filho e falou sobre a mensagem de “O Agente Secreto”.
Wagner concorria com Joel Edgerton (“Sonhos de trem”), Oscar Isaac (“Frankenstein”), Dwayne Johnson (“Coração de lutador: The Smashing Machine”), Michael B. Jordan (“Pecadores”) e Jeremy Allen White (“Springsteen: Salve-me do desconhecido”).
“É um filme sobre memória, a falta dela e um trauma geracional. Eu acho que, se um trauma pode ser passado por gerações, os valores também podem. Esse prêmio vai para quem está seguindo seus valores em momentos difíceis”, disse. “E, para todo mundo no Brasil que está assistindo isso agora, viva o Brasil e a cultura brasileira”, completou em português.
Melhor filme em língua não inglesa
“O Agente Secreto” também levou o Globo de Ouro de melhor filme em língua não inglesa. Foi a primeira vez em 27 anos que o Brasil ganhou nesta categoria, após a vitória de “Central do Brasil”. Apresentadora da categoria, a atriz Minnie Driver fez o anúncio com uma palavra em português. Ela disse “parabéns”, antes de falar o nome do filme em inglês.
Ao receber o prêmio, o diretor Kleber Mendonça Filho mandou um “alô, Brasil”, agradeceu o elenco e elogiou Wagner Moura, dizendo que “as melhores coisas acontecem quando você tem um grande ator e um grande amigo”.
Disponível em: https://g1.globo.com/pop-arte/cinema/noticia/2026/01/12/globo-de-ouro-o-agente-secreto-faz-historia-ao-vencerem-duas-categorias.ghtml. Acesso em: 13 jan. 2026. Adaptado.
Globo de Ouro: ‘O Agente Secreto’ faz história ao vencer em duas categorias
Esta é a primeira vez na história que o Brasil venceu dois prêmios em uma mesma edição do Globo de Ouro. Longa brasileiro levou melhor filme em língua não inglesa e melhor ator, com Wagner Moura.
Por Redação G1
12/01/2026 01h17
“O Agente Secreto” levou dois dos três prêmios a que foi indicado na cerimônia do Globo de Ouro 2026, deste domingo (11). Esta é a primeira vez na história que o Brasil vence dois prêmios em uma mesma edição do Globo de Ouro. “É uma emoção retada”, disse Wagner Moura em entrevista à TV Globo.
Em 1999, quando “Central do Brasil” foi indicado às categorias de melhor filme em língua não inglesa e melhor atriz em filme dramático (Fernanda Montenegro), levou somente a primeira. Já em 2025, “Ainda Estou Aqui” foi indicado a duas categorias, mas venceu só em melhor atriz em filme dramático (Fernanda Torres).
Neste ano, “O Agente Secreto” chegou ao Globo de Ouro com três indicações e venceu melhor ator (Wagner Moura) e melhor filme em língua não inglesa. Já na categoria de melhor filme dramático, perdeu para “Hamnet: a vida antes de Hamlet”.
Ambientado nos anos 1970, “O Agente Secreto” conta a história de um professor universitário, interpretado por Wagner Moura, que volta para o Recife para reencontrar o filho caçula, apesar do risco que corre em plena Ditadura Militar.
Wagner leva melhor ator
Wagner Moura venceu o prêmio de melhor ator em filme de drama. Ele foi o primeiro ator brasileiro a levar essa categoria. No discurso, o brasileiro agradeceu especialmente ao diretor Kleber Mendonça Filho e falou sobre a mensagem de “O Agente Secreto”.
Wagner concorria com Joel Edgerton (“Sonhos de trem”), Oscar Isaac (“Frankenstein”), Dwayne Johnson (“Coração de lutador: The Smashing Machine”), Michael B. Jordan (“Pecadores”) e Jeremy Allen White (“Springsteen: Salve-me do desconhecido”).
“É um filme sobre memória, a falta dela e um trauma geracional. Eu acho que, se um trauma pode ser passado por gerações, os valores também podem. Esse prêmio vai para quem está seguindo seus valores em momentos difíceis”, disse. “E, para todo mundo no Brasil que está assistindo isso agora, viva o Brasil e a cultura brasileira”, completou em português.
Melhor filme em língua não inglesa
“O Agente Secreto” também levou o Globo de Ouro de melhor filme em língua não inglesa. Foi a primeira vez em 27 anos que o Brasil ganhou nesta categoria, após a vitória de “Central do Brasil”. Apresentadora da categoria, a atriz Minnie Driver fez o anúncio com uma palavra em português. Ela disse “parabéns”, antes de falar o nome do filme em inglês.
Ao receber o prêmio, o diretor Kleber Mendonça Filho mandou um “alô, Brasil”, agradeceu o elenco e elogiou Wagner Moura, dizendo que “as melhores coisas acontecem quando você tem um grande ator e um grande amigo”.
Disponível em: https://g1.globo.com/pop-arte/cinema/noticia/2026/01/12/globo-de-ouro-o-agente-secreto-faz-historia-ao-vencerem-duas-categorias.ghtml. Acesso em: 13 jan. 2026. Adaptado.
Um grande escritor não depende de que ele seja inteiramente fiel aos fatos.
A frase acima ganha nova, correta e coerente redação em:
Read the following text and answer the next five question.
The implications of a rapidly changing information ecosystem on how governments communicate
Public communication does not happen in a vacuum: the context in which it occurs is core to understanding the challenges and opportunities it faces. Indeed, the analysis of its role for policy and governance mechanisms is made urgent by shifts in the information ecosystem that have transformed the function over the past decade and raised important implications for democracy. The technological revolution that has connected the world through social media has given rise to online social movements and simplified the creation and sharing of content and data. Such changes have also facilitated, however, the spread of mis- and disinformation, contributed to undermining the role of traditional information gatekeepers, and have fundamentally changed how governments communicate. Whereas until the early 2000s a so-called “one-to-many” model of communication prevailed, this has shifted today to a “many-to-many” model. Anyone can be both a producer and a consumer of information, and anybody with an internet connection has the potential to engage with and influence public debates.
Traditionally, governments had largely relied on traditional media to amplify official messages to reach citizens. With the advent of digital channels, this approach has gradually lost its primacy to direct institution-to-individual communication via online platforms that bypass traditional media. This shift has also enabled a broader scope for governments to communicate about more diverse policy issues targeted to more specific audiences, as traditional media tend to concentrate on “newsworthy” subjects and political affairs, often under-reporting less mainstream issues. The unprecedented volumes of data that promise to make communication ever more precise, combined with the direct, unmediated access to vast and diverse publics, are some of the opportunities and challenges that have emerged.
At the same time, digital platforms have altered patterns in eople’s consumption of information and raised demands on their attention. The latter has become a resource that technology companies sell to advertisers. In turn, the design of online platforms and their algorithms, and the massive increase in the volume of information served to increase competition for what content people pay attention to, while making focus more superficial. As governments compete with all other information sources for the public’s attention, cognitive and psychological factors such as information overload can undermine the efficacy of even well-crafted content.
Online and social media have also heightened the pace at which information travels, accelerated the news cycle, and enabled a wider range of actors to drive discussions on policy issues. Taken together, digital technologies have produced a complex information ecosystem that has made it more challenging for official messages to “cut through the noise”. Cumulatively, these changes require considerable adjustments to practices, public officials’ skills, and even to how communication is organised, if governments are to make the most of the digital transformation and ensure it can promote better governance. […]
The ability for governments to use the communication function to promote constructive democratic spaces is critically threatened by widespread mis- and disinformation. When falsehoods spread extensively and rapidly on issues of public policy, official messages are drowned out, creating significant challenges for public communicators to get key information out to all groups in society. Whether in the context of elections, health crises, migration or climate change, mis- and disinformation cast evidence and facts into doubt, sow distrust, and work against policy goals.
Adapted from: https://www.oecd.org/content/dam/oecd/en/publications/ reports/2021/12/oecd-report-on-public-communication_b74311bc/22f8031c-en.pdf
The text ends by pointing out the need for governments to be:
Read the following text and answer the next five question.
The implications of a rapidly changing information ecosystem on how governments communicate
Public communication does not happen in a vacuum: the context in which it occurs is core to understanding the challenges and opportunities it faces. Indeed, the analysis of its role for policy and governance mechanisms is made urgent by shifts in the information ecosystem that have transformed the function over the past decade and raised important implications for democracy. The technological revolution that has connected the world through social media has given rise to online social movements and simplified the creation and sharing of content and data. Such changes have also facilitated, however, the spread of mis- and disinformation, contributed to undermining the role of traditional information gatekeepers, and have fundamentally changed how governments communicate. Whereas until the early 2000s a so-called “one-to-many” model of communication prevailed, this has shifted today to a “many-to-many” model. Anyone can be both a producer and a consumer of information, and anybody with an internet connection has the potential to engage with and influence public debates.
Traditionally, governments had largely relied on traditional media to amplify official messages to reach citizens. With the advent of digital channels, this approach has gradually lost its primacy to direct institution-to-individual communication via online platforms that bypass traditional media. This shift has also enabled a broader scope for governments to communicate about more diverse policy issues targeted to more specific audiences, as traditional media tend to concentrate on “newsworthy” subjects and political affairs, often under-reporting less mainstream issues. The unprecedented volumes of data that promise to make communication ever more precise, combined with the direct, unmediated access to vast and diverse publics, are some of the opportunities and challenges that have emerged.
At the same time, digital platforms have altered patterns in eople’s consumption of information and raised demands on their attention. The latter has become a resource that technology companies sell to advertisers. In turn, the design of online platforms and their algorithms, and the massive increase in the volume of information served to increase competition for what content people pay attention to, while making focus more superficial. As governments compete with all other information sources for the public’s attention, cognitive and psychological factors such as information overload can undermine the efficacy of even well-crafted content.
Online and social media have also heightened the pace at which information travels, accelerated the news cycle, and enabled a wider range of actors to drive discussions on policy issues. Taken together, digital technologies have produced a complex information ecosystem that has made it more challenging for official messages to “cut through the noise”. Cumulatively, these changes require considerable adjustments to practices, public officials’ skills, and even to how communication is organised, if governments are to make the most of the digital transformation and ensure it can promote better governance. […]
The ability for governments to use the communication function to promote constructive democratic spaces is critically threatened by widespread mis- and disinformation. When falsehoods spread extensively and rapidly on issues of public policy, official messages are drowned out, creating significant challenges for public communicators to get key information out to all groups in society. Whether in the context of elections, health crises, migration or climate change, mis- and disinformation cast evidence and facts into doubt, sow distrust, and work against policy goals.
Adapted from: https://www.oecd.org/content/dam/oecd/en/publications/ reports/2021/12/oecd-report-on-public-communication_b74311bc/22f8031c-en.pdf
The verb phrase in “official messages are drowned out” (5th paragraph) is in the:
Read the following text and answer the next five question.
The implications of a rapidly changing information ecosystem on how governments communicate
Public communication does not happen in a vacuum: the context in which it occurs is core to understanding the challenges and opportunities it faces. Indeed, the analysis of its role for policy and governance mechanisms is made urgent by shifts in the information ecosystem that have transformed the function over the past decade and raised important implications for democracy. The technological revolution that has connected the world through social media has given rise to online social movements and simplified the creation and sharing of content and data. Such changes have also facilitated, however, the spread of mis- and disinformation, contributed to undermining the role of traditional information gatekeepers, and have fundamentally changed how governments communicate. Whereas until the early 2000s a so-called “one-to-many” model of communication prevailed, this has shifted today to a “many-to-many” model. Anyone can be both a producer and a consumer of information, and anybody with an internet connection has the potential to engage with and influence public debates.
Traditionally, governments had largely relied on traditional media to amplify official messages to reach citizens. With the advent of digital channels, this approach has gradually lost its primacy to direct institution-to-individual communication via online platforms that bypass traditional media. This shift has also enabled a broader scope for governments to communicate about more diverse policy issues targeted to more specific audiences, as traditional media tend to concentrate on “newsworthy” subjects and political affairs, often under-reporting less mainstream issues. The unprecedented volumes of data that promise to make communication ever more precise, combined with the direct, unmediated access to vast and diverse publics, are some of the opportunities and challenges that have emerged.
At the same time, digital platforms have altered patterns in eople’s consumption of information and raised demands on their attention. The latter has become a resource that technology companies sell to advertisers. In turn, the design of online platforms and their algorithms, and the massive increase in the volume of information served to increase competition for what content people pay attention to, while making focus more superficial. As governments compete with all other information sources for the public’s attention, cognitive and psychological factors such as information overload can undermine the efficacy of even well-crafted content.
Online and social media have also heightened the pace at which information travels, accelerated the news cycle, and enabled a wider range of actors to drive discussions on policy issues. Taken together, digital technologies have produced a complex information ecosystem that has made it more challenging for official messages to “cut through the noise”. Cumulatively, these changes require considerable adjustments to practices, public officials’ skills, and even to how communication is organised, if governments are to make the most of the digital transformation and ensure it can promote better governance. […]
The ability for governments to use the communication function to promote constructive democratic spaces is critically threatened by widespread mis- and disinformation. When falsehoods spread extensively and rapidly on issues of public policy, official messages are drowned out, creating significant challenges for public communicators to get key information out to all groups in society. Whether in the context of elections, health crises, migration or climate change, mis- and disinformation cast evidence and facts into doubt, sow distrust, and work against policy goals.
Adapted from: https://www.oecd.org/content/dam/oecd/en/publications/ reports/2021/12/oecd-report-on-public-communication_b74311bc/22f8031c-en.pdf
The first word in “shifts in the information ecosystem” (1st paragraph) is close in meaning to:
Read the following text and answer the next five question.
The implications of a rapidly changing information ecosystem on how governments communicate
Public communication does not happen in a vacuum: the context in which it occurs is core to understanding the challenges and opportunities it faces. Indeed, the analysis of its role for policy and governance mechanisms is made urgent by shifts in the information ecosystem that have transformed the function over the past decade and raised important implications for democracy. The technological revolution that has connected the world through social media has given rise to online social movements and simplified the creation and sharing of content and data. Such changes have also facilitated, however, the spread of mis- and disinformation, contributed to undermining the role of traditional information gatekeepers, and have fundamentally changed how governments communicate. Whereas until the early 2000s a so-called “one-to-many” model of communication prevailed, this has shifted today to a “many-to-many” model. Anyone can be both a producer and a consumer of information, and anybody with an internet connection has the potential to engage with and influence public debates.
Traditionally, governments had largely relied on traditional media to amplify official messages to reach citizens. With the advent of digital channels, this approach has gradually lost its primacy to direct institution-to-individual communication via online platforms that bypass traditional media. This shift has also enabled a broader scope for governments to communicate about more diverse policy issues targeted to more specific audiences, as traditional media tend to concentrate on “newsworthy” subjects and political affairs, often under-reporting less mainstream issues. The unprecedented volumes of data that promise to make communication ever more precise, combined with the direct, unmediated access to vast and diverse publics, are some of the opportunities and challenges that have emerged.
At the same time, digital platforms have altered patterns in eople’s consumption of information and raised demands on their attention. The latter has become a resource that technology companies sell to advertisers. In turn, the design of online platforms and their algorithms, and the massive increase in the volume of information served to increase competition for what content people pay attention to, while making focus more superficial. As governments compete with all other information sources for the public’s attention, cognitive and psychological factors such as information overload can undermine the efficacy of even well-crafted content.
Online and social media have also heightened the pace at which information travels, accelerated the news cycle, and enabled a wider range of actors to drive discussions on policy issues. Taken together, digital technologies have produced a complex information ecosystem that has made it more challenging for official messages to “cut through the noise”. Cumulatively, these changes require considerable adjustments to practices, public officials’ skills, and even to how communication is organised, if governments are to make the most of the digital transformation and ensure it can promote better governance. […]
The ability for governments to use the communication function to promote constructive democratic spaces is critically threatened by widespread mis- and disinformation. When falsehoods spread extensively and rapidly on issues of public policy, official messages are drowned out, creating significant challenges for public communicators to get key information out to all groups in society. Whether in the context of elections, health crises, migration or climate change, mis- and disinformation cast evidence and facts into doubt, sow distrust, and work against policy goals.
Adapted from: https://www.oecd.org/content/dam/oecd/en/publications/ reports/2021/12/oecd-report-on-public-communication_b74311bc/22f8031c-en.pdf
“Indeed” in “Indeed, the analysis of its role for policy and governance mechanisms is made urgent” (1st paragraph) indicates:
Leia o texto a seguir:
CEO da empresa sul-coreana responsável por foguete que explodiu em Alcântara pede desculpas
Falha ocorreu cerca de 30 segundos após a decolagem e não deixou feridos, segundo a FAB
Kim Soo-jong, CEO da Innospace, empresa sul-coreana responsável pelo lançamento do primeiro foguete comercial a partir do Brasil, lamentou nesta terça-feira, 23, uma anomalia que fez com que o foguete colidisse com o solo pouco após a decolagem na Base Espacial de Alcântara, no Maranhão.
Em carta enviada aos acionistas da Innospace, Soo-jong disse que lamentava transmitir resultados que não atenderam às expectativas daqueles que apoiaram a missão. "Ainda assim, agradecemos profundamente a confiança e a sinceridade enviadas durante este processo desafiador e implacável", afirmou.
Segundo o CEO, o HANBIT-Nano decolou normalmente e iniciou a trajetória de voo planejada. "No entanto, aproximadamente 30 segundos após o lançamento, ocorreu uma anomalia na aeronave por motivo desconhecido, fazendo com que o veículo de lançamento caísse dentro da área de segurança terrestre previamente definida", explicou.
Soo-jong disse que não houve danos a pessoas ou instalações terrestres e que todos os procedimentos e controles para garantir a segurança do lançamento foram realizados conforme os padrões internacionais de instituições competentes, incluindo a Força Aérea Brasileira (FAB).
O HANBIT-Nano foi lançado às 22h13 (no horário de Brasília) desta segunda-feira, 22, do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA). A FAB informou que, pouco após a decolagem, o foguete sofreu uma anomalia, teve o voo interrompido e colidiu com o solo.
O lançamento era transmitido ao vivo pela Innospace, que cortou o sinal logo após a decolagem. No lugar das imagens do foguete, a empresa exibiu a mensagem: "Nós experimentamos uma anomalia durante o voo". Antes da interrupção, no entanto, foram vistas imagens que indicavam uma possível explosão.
De acordo com Soo-jong, a Innospace está analisando os dados de voo, rastreamento e monitoramento em cooperação com as autoridades competentes, além de conduzir revisão técnica para entender o que levou à falha.
"Neste estágio, estamos nos concentrando em verificar objetivamente os fenômenos observados no ambiente de voo real, em vez de tirar conclusões sobre uma causa específica. Os resultados da análise serão compartilhados de forma transparente assim que organizados", afirmou.
Fonte: https://odia.ig.com.br/brasil/2025/12/7183905-ceo-da-empresa-sul-coreana-responsavel-por-foguete-que-explodiu-em-alcantara-pede-desculpas.html. Excerto. Acesso em 24/12/2025
Leia o texto a seguir:
CEO da empresa sul-coreana responsável por foguete que explodiu em Alcântara pede desculpas
Falha ocorreu cerca de 30 segundos após a decolagem e não deixou feridos, segundo a FAB
Kim Soo-jong, CEO da Innospace, empresa sul-coreana responsável pelo lançamento do primeiro foguete comercial a partir do Brasil, lamentou nesta terça-feira, 23, uma anomalia que fez com que o foguete colidisse com o solo pouco após a decolagem na Base Espacial de Alcântara, no Maranhão.
Em carta enviada aos acionistas da Innospace, Soo-jong disse que lamentava transmitir resultados que não atenderam às expectativas daqueles que apoiaram a missão. "Ainda assim, agradecemos profundamente a confiança e a sinceridade enviadas durante este processo desafiador e implacável", afirmou.
Segundo o CEO, o HANBIT-Nano decolou normalmente e iniciou a trajetória de voo planejada. "No entanto, aproximadamente 30 segundos após o lançamento, ocorreu uma anomalia na aeronave por motivo desconhecido, fazendo com que o veículo de lançamento caísse dentro da área de segurança terrestre previamente definida", explicou.
Soo-jong disse que não houve danos a pessoas ou instalações terrestres e que todos os procedimentos e controles para garantir a segurança do lançamento foram realizados conforme os padrões internacionais de instituições competentes, incluindo a Força Aérea Brasileira (FAB).
O HANBIT-Nano foi lançado às 22h13 (no horário de Brasília) desta segunda-feira, 22, do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA). A FAB informou que, pouco após a decolagem, o foguete sofreu uma anomalia, teve o voo interrompido e colidiu com o solo.
O lançamento era transmitido ao vivo pela Innospace, que cortou o sinal logo após a decolagem. No lugar das imagens do foguete, a empresa exibiu a mensagem: "Nós experimentamos uma anomalia durante o voo". Antes da interrupção, no entanto, foram vistas imagens que indicavam uma possível explosão.
De acordo com Soo-jong, a Innospace está analisando os dados de voo, rastreamento e monitoramento em cooperação com as autoridades competentes, além de conduzir revisão técnica para entender o que levou à falha.
"Neste estágio, estamos nos concentrando em verificar objetivamente os fenômenos observados no ambiente de voo real, em vez de tirar conclusões sobre uma causa específica. Os resultados da análise serão compartilhados de forma transparente assim que organizados", afirmou.
Fonte: https://odia.ig.com.br/brasil/2025/12/7183905-ceo-da-empresa-sul-coreana-responsavel-por-foguete-que-explodiu-em-alcantara-pede-desculpas.html. Excerto. Acesso em 24/12/2025