Ao tratar das duas formas pelas quais a vaidade opera, o aut...
Gabarito comentado
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Gabarito: E
Fundamento decisivo: O critério decisivo é o juízo de valor explícito com que o autor opõe duas formas de vaidade: "Essa é uma vaidade odiosa [...] Mas há também a vaidade de quem se orgulha por algo que efetivamente realizou [...] Essa é a vaidade justificável, com base objetiva [...] É a distância entre a vaidade vazia e a vaidade que decorre de uma ação construtiva." Essa oposição textual entre vaidade fundada no "ser" e vaidade fundada no "fazer" sustenta o gabarito E.
- Em questões de interpretação comparativa, localize primeiro os adjetivos e expressões valorativas que mostram se o autor aprova ou reprova cada elemento comparado.
- Quando o texto opõe duas formulações, como "ser" e "fazer", verifique se a relação é de contraste, hierarquia ou complementação; não suponha equivalência.
- Não confunda a exposição da fala ou da justificativa de uma personagem ou postura com adesão do autor a ela.
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Comentários
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alternativa correta é a E.
Para responder a essa questão, precisamos analisar como o autor se posiciona em relação aos dois tipos de vaidade que ele descreve. O texto não é neutro; ele estabelece uma clara hierarquia de valores.
O autor utiliza adjetivos e expressões de peso para diferenciar as duas vaidades:
- A vaidade do "ser" (vazia): É classificada como "odiosa" e baseada em uma suposta superioridade inata, sem justificativa real ("dispensando qualquer razão").
- A vaidade do "fazer" (realização): É descrita como "justificável", com "base objetiva" e fruto de um "ato verdadeiramente virtuoso".
Ao dizer que a vaidade do fazer é "justificável" e "virtuosa", o autor está, de fato, defendendo a superioridade objetiva (baseada em fatos, obras e ações) de quem sente orgulho pelo que realizou, em contraste com a vaidade "vazia" de quem se acha superior apenas por existir.
- A: O autor faz o oposto. Ele critica a razão subjetiva ("sou especial porque sim") e enaltece a objetiva ("fiz algo útil").
- B: Ele não nega ambos os tipos. Ele defende explicitamente que a vaidade baseada em ações construtivas é positiva e aceitável.
- C: O autor emite, sim, um forte juízo de valor. Ele chama uma de "odiosa" e a outra de "virtuosa".
- D: Elas não são complementares, mas sim opostas. O texto enfatiza a "distância" e o "longo caminho" entre o ser e o fazer.
no texto o autor relata '' É a distância entre a vaidade vazia e a vaidade que decorre de uma ação construtiva.'' Deixando a entender que a construida seria algo justificado.
Que nossa vaidade venha do nome no diário oficial.
E
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