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Q4152908 Português
Leia o texto para responder a questão.

Brasil tem alta de Síndrome Respiratória Aguda Grave em bebês

Principal causa da doença é infecção pelo vírus sincicial respiratório

Por Tâmara Freire

    Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em crianças menores de dois anos estão em alta em todo o Brasil, principalmente por causa do aumento das infecções pelo vírus sincicial respiratório - VSR. O vírus é o principal causador da bronquiolite, inflamação na ramificação dos pulmões que atinge principalmente bebês menores de dois anos. As outras faixas etárias estão estáveis com relação à SSRAG. Nas quatro últimas semanas, 41,5% dos casos de SRAG com diagnóstico confirmado para algum vírus foram causados por VSR. Em seguida, vem a Influenza A com 27,2% e o rinovírus com 25,5%. Os dados são do Boletim Infogripe, divulgado nesta quinta-feira (14) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
    O boletim também alerta que os casos de Influenza A continuam aumentando nos três estados da Região Sul, e ainda em Roraima e Tocantins, na Região Norte e em São Paulo e Espírito Santo, no Sudeste. Esse tipo do vírus da gripe foi responsável por 51,7% das mortes por SRAG com exame positivo das última quatro semanas, ocorridas principalmente em idosos. Esses dois cenários colocam todos as unidades federativas do Brasil em situação de alerta, sendo que em dez delas a situação é de alto risco: Acre, Amazonas, Pará, Tocantins, Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Paraíba.  
Além disso, em 14 Unidades da Federação a tendência é de aumento de casos nas próximas semanas: Acre, Amazonas, Pará, Tocantins, Amapá, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Bahia, Paraíba, Rio Grande do Norte, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. No final do mês passado, a Organização Panamericana de Saúde alertou para o início da temporada de maior circulação de vírus respiratórios no Hemisfério Sul, com destaque para Influenza A H3N2 e VSR.
    Prevenção
  A pesquisadora Tatiana Portella, do Boletim InfoGripe e do Programa de Computação Científica da Fiocruz alerta sobre a importância da imunização. A vacina contra a gripe oferecida pelo Sistema Único de Saúde protege contra o tipo A e está sendo aplicada em todo o país, com prioridade para idosos, gestantes, crianças com menos de 6 anos e pessoas com comorbidades ou que fazem partes de grupos vulneráveis, que têm maior propensão a desenvolver quadros graves da doença. Já a vacina contra o VSR é aplicada em gestantes a partir da 28ª semana, com o objetivo de proteger os bebês após o nascimento. Além disso, o SUS disponibiliza um anticorpo monoclonal contra o VSR para bebês prematuros, que têm alto risco de complicações. Ao contrário da vacina, que estimula o corpo a produzir anticorpos contra a doença, esse medicamento é constituído de anticorpos prontos.
     Casos
    Em 2026 foram notificados 57.585 casos de SRAG no Brasil, e 45,7% tiveram resultado positivo para algum vírus respiratório. O mais prevalente ao longo do ano foi o rinovírus, presente em 36,1% das amostras identificadas, seguido pela Influenza A com 26,3%, VSR com 25,3% e covid-19 com 7,4%. Mas a proporção de cada um desses vírus entre os óbitos é diferente. Foram registradas 2.660 mortes por SRAG, sendo 1.151 com resultado laboratorial positivo. As infecções por Influenza A respondem por 39,6% desses registros, seguidas pelas de covid-19 com 26%, rinovírus com 21,3% e VSR com 6,4%.

Disponível em https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/brasiltem-alta-de-sindrome-respiratoria-aguda-grave-em-bebes 
No trecho “O vírus é o principal causador da bronquiolite... que atinge principalmente bebês...”, a palavra “que” classifica-se morfologicamente como um pronome relativo e refere-se sintaticamente à/ao/aos 
Alternativas
Q4152907 Português
Leia o texto para responder a questão.

Brasil tem alta de Síndrome Respiratória Aguda Grave em bebês

Principal causa da doença é infecção pelo vírus sincicial respiratório

Por Tâmara Freire

    Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em crianças menores de dois anos estão em alta em todo o Brasil, principalmente por causa do aumento das infecções pelo vírus sincicial respiratório - VSR. O vírus é o principal causador da bronquiolite, inflamação na ramificação dos pulmões que atinge principalmente bebês menores de dois anos. As outras faixas etárias estão estáveis com relação à SSRAG. Nas quatro últimas semanas, 41,5% dos casos de SRAG com diagnóstico confirmado para algum vírus foram causados por VSR. Em seguida, vem a Influenza A com 27,2% e o rinovírus com 25,5%. Os dados são do Boletim Infogripe, divulgado nesta quinta-feira (14) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
    O boletim também alerta que os casos de Influenza A continuam aumentando nos três estados da Região Sul, e ainda em Roraima e Tocantins, na Região Norte e em São Paulo e Espírito Santo, no Sudeste. Esse tipo do vírus da gripe foi responsável por 51,7% das mortes por SRAG com exame positivo das última quatro semanas, ocorridas principalmente em idosos. Esses dois cenários colocam todos as unidades federativas do Brasil em situação de alerta, sendo que em dez delas a situação é de alto risco: Acre, Amazonas, Pará, Tocantins, Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Paraíba.  
Além disso, em 14 Unidades da Federação a tendência é de aumento de casos nas próximas semanas: Acre, Amazonas, Pará, Tocantins, Amapá, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Bahia, Paraíba, Rio Grande do Norte, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. No final do mês passado, a Organização Panamericana de Saúde alertou para o início da temporada de maior circulação de vírus respiratórios no Hemisfério Sul, com destaque para Influenza A H3N2 e VSR.
    Prevenção
  A pesquisadora Tatiana Portella, do Boletim InfoGripe e do Programa de Computação Científica da Fiocruz alerta sobre a importância da imunização. A vacina contra a gripe oferecida pelo Sistema Único de Saúde protege contra o tipo A e está sendo aplicada em todo o país, com prioridade para idosos, gestantes, crianças com menos de 6 anos e pessoas com comorbidades ou que fazem partes de grupos vulneráveis, que têm maior propensão a desenvolver quadros graves da doença. Já a vacina contra o VSR é aplicada em gestantes a partir da 28ª semana, com o objetivo de proteger os bebês após o nascimento. Além disso, o SUS disponibiliza um anticorpo monoclonal contra o VSR para bebês prematuros, que têm alto risco de complicações. Ao contrário da vacina, que estimula o corpo a produzir anticorpos contra a doença, esse medicamento é constituído de anticorpos prontos.
     Casos
    Em 2026 foram notificados 57.585 casos de SRAG no Brasil, e 45,7% tiveram resultado positivo para algum vírus respiratório. O mais prevalente ao longo do ano foi o rinovírus, presente em 36,1% das amostras identificadas, seguido pela Influenza A com 26,3%, VSR com 25,3% e covid-19 com 7,4%. Mas a proporção de cada um desses vírus entre os óbitos é diferente. Foram registradas 2.660 mortes por SRAG, sendo 1.151 com resultado laboratorial positivo. As infecções por Influenza A respondem por 39,6% desses registros, seguidas pelas de covid-19 com 26%, rinovírus com 21,3% e VSR com 6,4%.

Disponível em https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/brasiltem-alta-de-sindrome-respiratoria-aguda-grave-em-bebes 
De acordo com o texto, assinale a alternativa que apresenta a ideia central defendida ou apresentada pelo autor.  
Alternativas
Q4152573 Português
Considerando a classificação fonética dos fonemas consonantais do Português Brasileiro, quanto ao ponto e modo de articulação, assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q4151436 Português
Texto para a questão.


Texto II


JUSTIÇA CEARENSE APRESENTA PRIMEIRAS SENTENÇAS UTILIZANDO LINGUAGEM SIMPLES 


    Com o objetivo de facilitar a compreensão e aproximar a Justiça da população, o Judiciário cearense proferiu as primeiras sentenças utilizando linguagem simples, evitando assim a utilização de termos jurídicos rebuscados. As primeiras decisões, com a nova linguagem, foram proferidas pelo Juizado Especial Cível e Criminal da Comarca de Tauá, e envolvem Direito do Consumidor.

    Uma delas é de uma mulher que comprou três desodorantes pela internet por R$ 169,10 e, insatisfeita, decidiu devolver os produtos e pedir que a loja a ressarcisse. No entanto, a empresa só retornou a quantia de R$ 55,10, o que levou a cliente a procurar o Judiciário.

    Na última sexta-feira (26), a empresa foi condenada a devolver integralmente o valor gasto nos desodorantes, explicando de maneira clara todas as razões que levaram à procedência parcial dos pedidos.

    “Ao comunicar de forma clara e transparente, o Poder Público empodera os cidadãos, permitindo que tomem decisões informadas sobre suas vidas e comunidades, contribuindo para o desenvolvimento de sociedades mais justas, igualitárias e sustentáveis”, defende o juiz Sérgio Augusto Furtado Neto Viana, que é titular do Juizado Especial Cível e Criminal da Comarca de Tauá.

    A outra sentença do Juizado Especial de Tauá trata de um processo envolvendo uma cliente e uma ótica. A mulher adquiriu seus óculos no estabelecimento e, no mesmo dia, reparou que o produto estava com defeito. Ela procurou a loja para devolver os óculos, mas não obteve ajuda e, por isso, buscou a Justiça. O Juizado concedeu, nesta segunda-feira (29), o ressarcimento do valor pago pelo produto à cliente, bem como uma indenização por danos morais, visando compensar o sofrimento vivenciado pela consumidora.


Disponível em: https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/ceara/justica-cearense-apresenta-primeiras-sentencas-utilizando-linguagem-simples-1.3540345. Acesso em: 17 fev. 2026. Adaptado.
Os vocábulos enumerados a seguir desempenham função respectivamente de:

“Uma delas é de uma mulher que¹ comprou três desodorantes pela internet por R$ 169,10 e, insatisfeita, decidiu devolver os produtos e pedir que a loja a ressarcisse. No entanto, a empresa só retornou a quantia de R$ 55,10, o que² levou a cliente a procurar o Judiciário.”
Alternativas
Q4151433 Português
Texto para a questão.


Texto II


JUSTIÇA CEARENSE APRESENTA PRIMEIRAS SENTENÇAS UTILIZANDO LINGUAGEM SIMPLES 


    Com o objetivo de facilitar a compreensão e aproximar a Justiça da população, o Judiciário cearense proferiu as primeiras sentenças utilizando linguagem simples, evitando assim a utilização de termos jurídicos rebuscados. As primeiras decisões, com a nova linguagem, foram proferidas pelo Juizado Especial Cível e Criminal da Comarca de Tauá, e envolvem Direito do Consumidor.

    Uma delas é de uma mulher que comprou três desodorantes pela internet por R$ 169,10 e, insatisfeita, decidiu devolver os produtos e pedir que a loja a ressarcisse. No entanto, a empresa só retornou a quantia de R$ 55,10, o que levou a cliente a procurar o Judiciário.

    Na última sexta-feira (26), a empresa foi condenada a devolver integralmente o valor gasto nos desodorantes, explicando de maneira clara todas as razões que levaram à procedência parcial dos pedidos.

    “Ao comunicar de forma clara e transparente, o Poder Público empodera os cidadãos, permitindo que tomem decisões informadas sobre suas vidas e comunidades, contribuindo para o desenvolvimento de sociedades mais justas, igualitárias e sustentáveis”, defende o juiz Sérgio Augusto Furtado Neto Viana, que é titular do Juizado Especial Cível e Criminal da Comarca de Tauá.

    A outra sentença do Juizado Especial de Tauá trata de um processo envolvendo uma cliente e uma ótica. A mulher adquiriu seus óculos no estabelecimento e, no mesmo dia, reparou que o produto estava com defeito. Ela procurou a loja para devolver os óculos, mas não obteve ajuda e, por isso, buscou a Justiça. O Juizado concedeu, nesta segunda-feira (29), o ressarcimento do valor pago pelo produto à cliente, bem como uma indenização por danos morais, visando compensar o sofrimento vivenciado pela consumidora.


Disponível em: https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/ceara/justica-cearense-apresenta-primeiras-sentencas-utilizando-linguagem-simples-1.3540345. Acesso em: 17 fev. 2026. Adaptado.
O elemento factual sobre o qual se alicerceia o texto é:
Alternativas
Q4151432 Português
Texto para a questão.


Texto I


CONSUMO X CONSUMISMO 


    Para entender se você consome ou se é consumista, primeiramente é preciso entender a diferença existente entre consumo e consumismo. No consumo, o ato de compra está ligado à necessidade, à sobrevivência, coisas indispensáveis à vida e ao bem-estar: água, comida, energia. Por meio das práticas de consumo, é que dizemos para o mundo quem nós somos, quem nós não somos, quem gostaríamos de ser. Consumo é identidade. Já o consumismo rompe essa relação de necessidade, pois o indivíduo está adquirindo algo que não precisa. O consumismo está, pois, veiculado ao gasto de produtos sem utilidade imediata, ou seja, supérfluos, como: mais um sapato, um anel de ouro.

    Se entendido isso, pergunte-se: Necessito? Quero? Tenho dinheiro? Se eu passar no cartão de crédito, terei como pagar depois? Eu realmente vou usar este produto? Preciso de mais uma bolsa? Esta necessidade de colocar na balança existe, não só para avaliar determinada relação de consumo em sentido individualizado, mas, principalmente, para o consumidor se instruir e incrementar a formação de seu espírito crítico, de modo que este, possa bem se posicionar e enfrentar as circunstâncias do mercado de consumo.

    Quando o ato de comprar está vinculado diretamente à ansiedade e à satisfação, pode-se dizer que se trata de uma compulsão. Em alguns casos, isso pode representar grandes perdas em termos de relacionamento interpessoal e qualidade de vida. Para que seja considerado doentio, o consumismo precisa representar uma parcela significativa da vida e dos pensamentos da pessoa, de forma que sua saúde emocional, social e financeira estejam abaladas.

    Todos já nascem consumindo, e a fase criança é uma das que mais se consome; os estabelecimentos sabem disso. Sendo assim, as guloseimas ficam na altura certa da visão da criança para que ela peça aos pais, e na maioria das vezes, eles acabam comprando. Criança gosta muito de doce, criança gosta muito de consumir, vivencia-se uma era em que a criança é extremamente consumista.


Disponível em: https://empasa.pb.gov.br/procon/noticias/consumo-x-consumismo-voce-sabe-a-diferenca-as-motivacoes. Acesso em: 17 fev. 2026. Adaptado.
“Consumo é identidade. Já o consumismo rompe essa relação de necessidade, pois o indivíduo está adquirindo algo que não precisa.”

Na última oração do período em evidência, há uma infração à norma culta denominada de:
Alternativas
Q4151429 Português
Texto para a questão.


Texto I


CONSUMO X CONSUMISMO 


    Para entender se você consome ou se é consumista, primeiramente é preciso entender a diferença existente entre consumo e consumismo. No consumo, o ato de compra está ligado à necessidade, à sobrevivência, coisas indispensáveis à vida e ao bem-estar: água, comida, energia. Por meio das práticas de consumo, é que dizemos para o mundo quem nós somos, quem nós não somos, quem gostaríamos de ser. Consumo é identidade. Já o consumismo rompe essa relação de necessidade, pois o indivíduo está adquirindo algo que não precisa. O consumismo está, pois, veiculado ao gasto de produtos sem utilidade imediata, ou seja, supérfluos, como: mais um sapato, um anel de ouro.

    Se entendido isso, pergunte-se: Necessito? Quero? Tenho dinheiro? Se eu passar no cartão de crédito, terei como pagar depois? Eu realmente vou usar este produto? Preciso de mais uma bolsa? Esta necessidade de colocar na balança existe, não só para avaliar determinada relação de consumo em sentido individualizado, mas, principalmente, para o consumidor se instruir e incrementar a formação de seu espírito crítico, de modo que este, possa bem se posicionar e enfrentar as circunstâncias do mercado de consumo.

    Quando o ato de comprar está vinculado diretamente à ansiedade e à satisfação, pode-se dizer que se trata de uma compulsão. Em alguns casos, isso pode representar grandes perdas em termos de relacionamento interpessoal e qualidade de vida. Para que seja considerado doentio, o consumismo precisa representar uma parcela significativa da vida e dos pensamentos da pessoa, de forma que sua saúde emocional, social e financeira estejam abaladas.

    Todos já nascem consumindo, e a fase criança é uma das que mais se consome; os estabelecimentos sabem disso. Sendo assim, as guloseimas ficam na altura certa da visão da criança para que ela peça aos pais, e na maioria das vezes, eles acabam comprando. Criança gosta muito de doce, criança gosta muito de consumir, vivencia-se uma era em que a criança é extremamente consumista.


Disponível em: https://empasa.pb.gov.br/procon/noticias/consumo-x-consumismo-voce-sabe-a-diferenca-as-motivacoes. Acesso em: 17 fev. 2026. Adaptado.
“[...] vivencia-se uma era em que as crianças são extremamente consumistas.”

A oração subordinada destacada é tipificada como:
Alternativas
Q4151428 Português
Texto para a questão.


Texto I


CONSUMO X CONSUMISMO 


    Para entender se você consome ou se é consumista, primeiramente é preciso entender a diferença existente entre consumo e consumismo. No consumo, o ato de compra está ligado à necessidade, à sobrevivência, coisas indispensáveis à vida e ao bem-estar: água, comida, energia. Por meio das práticas de consumo, é que dizemos para o mundo quem nós somos, quem nós não somos, quem gostaríamos de ser. Consumo é identidade. Já o consumismo rompe essa relação de necessidade, pois o indivíduo está adquirindo algo que não precisa. O consumismo está, pois, veiculado ao gasto de produtos sem utilidade imediata, ou seja, supérfluos, como: mais um sapato, um anel de ouro.

    Se entendido isso, pergunte-se: Necessito? Quero? Tenho dinheiro? Se eu passar no cartão de crédito, terei como pagar depois? Eu realmente vou usar este produto? Preciso de mais uma bolsa? Esta necessidade de colocar na balança existe, não só para avaliar determinada relação de consumo em sentido individualizado, mas, principalmente, para o consumidor se instruir e incrementar a formação de seu espírito crítico, de modo que este, possa bem se posicionar e enfrentar as circunstâncias do mercado de consumo.

    Quando o ato de comprar está vinculado diretamente à ansiedade e à satisfação, pode-se dizer que se trata de uma compulsão. Em alguns casos, isso pode representar grandes perdas em termos de relacionamento interpessoal e qualidade de vida. Para que seja considerado doentio, o consumismo precisa representar uma parcela significativa da vida e dos pensamentos da pessoa, de forma que sua saúde emocional, social e financeira estejam abaladas.

    Todos já nascem consumindo, e a fase criança é uma das que mais se consome; os estabelecimentos sabem disso. Sendo assim, as guloseimas ficam na altura certa da visão da criança para que ela peça aos pais, e na maioria das vezes, eles acabam comprando. Criança gosta muito de doce, criança gosta muito de consumir, vivencia-se uma era em que a criança é extremamente consumista.


Disponível em: https://empasa.pb.gov.br/procon/noticias/consumo-x-consumismo-voce-sabe-a-diferenca-as-motivacoes. Acesso em: 17 fev. 2026. Adaptado.
“Em alguns casos, isso pode representar grandes perdas em termos de relacionamento interpessoal e qualidade de vida.”

O vocábulo “perdas” é formado por:
Alternativas
Q4151426 Português
Texto para a questão.


Texto I


CONSUMO X CONSUMISMO 


    Para entender se você consome ou se é consumista, primeiramente é preciso entender a diferença existente entre consumo e consumismo. No consumo, o ato de compra está ligado à necessidade, à sobrevivência, coisas indispensáveis à vida e ao bem-estar: água, comida, energia. Por meio das práticas de consumo, é que dizemos para o mundo quem nós somos, quem nós não somos, quem gostaríamos de ser. Consumo é identidade. Já o consumismo rompe essa relação de necessidade, pois o indivíduo está adquirindo algo que não precisa. O consumismo está, pois, veiculado ao gasto de produtos sem utilidade imediata, ou seja, supérfluos, como: mais um sapato, um anel de ouro.

    Se entendido isso, pergunte-se: Necessito? Quero? Tenho dinheiro? Se eu passar no cartão de crédito, terei como pagar depois? Eu realmente vou usar este produto? Preciso de mais uma bolsa? Esta necessidade de colocar na balança existe, não só para avaliar determinada relação de consumo em sentido individualizado, mas, principalmente, para o consumidor se instruir e incrementar a formação de seu espírito crítico, de modo que este, possa bem se posicionar e enfrentar as circunstâncias do mercado de consumo.

    Quando o ato de comprar está vinculado diretamente à ansiedade e à satisfação, pode-se dizer que se trata de uma compulsão. Em alguns casos, isso pode representar grandes perdas em termos de relacionamento interpessoal e qualidade de vida. Para que seja considerado doentio, o consumismo precisa representar uma parcela significativa da vida e dos pensamentos da pessoa, de forma que sua saúde emocional, social e financeira estejam abaladas.

    Todos já nascem consumindo, e a fase criança é uma das que mais se consome; os estabelecimentos sabem disso. Sendo assim, as guloseimas ficam na altura certa da visão da criança para que ela peça aos pais, e na maioria das vezes, eles acabam comprando. Criança gosta muito de doce, criança gosta muito de consumir, vivencia-se uma era em que a criança é extremamente consumista.


Disponível em: https://empasa.pb.gov.br/procon/noticias/consumo-x-consumismo-voce-sabe-a-diferenca-as-motivacoes. Acesso em: 17 fev. 2026. Adaptado.
No trecho a seguir, os conectivos enumerados foram usados com o valor semântico de:

“Consumo é identidade. Já o consumismo rompe essa relação de necessidade, pois¹ o indivíduo está adquirindo algo que não precisa. O consumismo está, pois², veiculado ao gasto de produtos sem utilidade imediata”.
Alternativas
Q4151425 Português
Texto para a questão.


Texto I


CONSUMO X CONSUMISMO 


    Para entender se você consome ou se é consumista, primeiramente é preciso entender a diferença existente entre consumo e consumismo. No consumo, o ato de compra está ligado à necessidade, à sobrevivência, coisas indispensáveis à vida e ao bem-estar: água, comida, energia. Por meio das práticas de consumo, é que dizemos para o mundo quem nós somos, quem nós não somos, quem gostaríamos de ser. Consumo é identidade. Já o consumismo rompe essa relação de necessidade, pois o indivíduo está adquirindo algo que não precisa. O consumismo está, pois, veiculado ao gasto de produtos sem utilidade imediata, ou seja, supérfluos, como: mais um sapato, um anel de ouro.

    Se entendido isso, pergunte-se: Necessito? Quero? Tenho dinheiro? Se eu passar no cartão de crédito, terei como pagar depois? Eu realmente vou usar este produto? Preciso de mais uma bolsa? Esta necessidade de colocar na balança existe, não só para avaliar determinada relação de consumo em sentido individualizado, mas, principalmente, para o consumidor se instruir e incrementar a formação de seu espírito crítico, de modo que este, possa bem se posicionar e enfrentar as circunstâncias do mercado de consumo.

    Quando o ato de comprar está vinculado diretamente à ansiedade e à satisfação, pode-se dizer que se trata de uma compulsão. Em alguns casos, isso pode representar grandes perdas em termos de relacionamento interpessoal e qualidade de vida. Para que seja considerado doentio, o consumismo precisa representar uma parcela significativa da vida e dos pensamentos da pessoa, de forma que sua saúde emocional, social e financeira estejam abaladas.

    Todos já nascem consumindo, e a fase criança é uma das que mais se consome; os estabelecimentos sabem disso. Sendo assim, as guloseimas ficam na altura certa da visão da criança para que ela peça aos pais, e na maioria das vezes, eles acabam comprando. Criança gosta muito de doce, criança gosta muito de consumir, vivencia-se uma era em que a criança é extremamente consumista.


Disponível em: https://empasa.pb.gov.br/procon/noticias/consumo-x-consumismo-voce-sabe-a-diferenca-as-motivacoes. Acesso em: 17 fev. 2026. Adaptado.
A repetição da palavra “criança”, especialmente no último período do excerto, indica um(a):

“Todos já nascem consumindo, e a fase criança é uma das que mais se consome; os estabelecimentos sabem disso. Sendo assim, as guloseimas ficam na altura certa da visão da criança para que ela peça aos pais, e na maioria das vezes, eles acabam comprando. Criança gosta muito de doce, criança gosta muito de consumir, vivencia-se uma era em que a criança é extremamente consumista.” 
Alternativas
Q4151424 Português
Texto para a questão.


Texto I


CONSUMO X CONSUMISMO 


    Para entender se você consome ou se é consumista, primeiramente é preciso entender a diferença existente entre consumo e consumismo. No consumo, o ato de compra está ligado à necessidade, à sobrevivência, coisas indispensáveis à vida e ao bem-estar: água, comida, energia. Por meio das práticas de consumo, é que dizemos para o mundo quem nós somos, quem nós não somos, quem gostaríamos de ser. Consumo é identidade. Já o consumismo rompe essa relação de necessidade, pois o indivíduo está adquirindo algo que não precisa. O consumismo está, pois, veiculado ao gasto de produtos sem utilidade imediata, ou seja, supérfluos, como: mais um sapato, um anel de ouro.

    Se entendido isso, pergunte-se: Necessito? Quero? Tenho dinheiro? Se eu passar no cartão de crédito, terei como pagar depois? Eu realmente vou usar este produto? Preciso de mais uma bolsa? Esta necessidade de colocar na balança existe, não só para avaliar determinada relação de consumo em sentido individualizado, mas, principalmente, para o consumidor se instruir e incrementar a formação de seu espírito crítico, de modo que este, possa bem se posicionar e enfrentar as circunstâncias do mercado de consumo.

    Quando o ato de comprar está vinculado diretamente à ansiedade e à satisfação, pode-se dizer que se trata de uma compulsão. Em alguns casos, isso pode representar grandes perdas em termos de relacionamento interpessoal e qualidade de vida. Para que seja considerado doentio, o consumismo precisa representar uma parcela significativa da vida e dos pensamentos da pessoa, de forma que sua saúde emocional, social e financeira estejam abaladas.

    Todos já nascem consumindo, e a fase criança é uma das que mais se consome; os estabelecimentos sabem disso. Sendo assim, as guloseimas ficam na altura certa da visão da criança para que ela peça aos pais, e na maioria das vezes, eles acabam comprando. Criança gosta muito de doce, criança gosta muito de consumir, vivencia-se uma era em que a criança é extremamente consumista.


Disponível em: https://empasa.pb.gov.br/procon/noticias/consumo-x-consumismo-voce-sabe-a-diferenca-as-motivacoes. Acesso em: 17 fev. 2026. Adaptado.
“Para que seja considerado doentio, o consumismo precisa representar uma parcela significativa da vida e dos pensamentos da pessoa [...]”

No excerto em análise, o vocábulo ressaltado apresenta função sintática de:
Alternativas
Q4151307 Português
Assinale a alternativa em que o uso da crase está CORRETO:
Alternativas
Q4151306 Português
Na frase “certamente os candidatos chegarão cedo”, a palavra “certamente” é classificada como: 
Alternativas
Q4151305 Português
Assinale a alternativa que apresenta concordância nominal de forma CORRETA:
Alternativas
Q4151304 Português
Assinale a alternativa em que a vírgula foi empregada de forma CORRETA:
Alternativas
Q4151303 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão escritas CORRETAMENTE:
Alternativas
Q4151094 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Informar sobre benefícios à saúde em rótulos influencia escolhas alimentares?

Prevenção de saúde cardiovascular, óssea, muscular, metabólica, digestiva e ocular, além de promessas relacionadas ao bem-estar geral estão entre as alegações presentes nas embalagens

Por Ivanir Ferreira

09/04/2026, atualizado 16/04/2026

Informações nos rótulos de alimentos e bebidas que destacam benefícios à saúde influenciam positivamente o comportamento do consumidor, aumentando a percepção de valor do produto e a disposição de pagar mais por ele. No entanto, a decisão de compra também é afetada por fatores individuais e contextuais, como estado de saúde da pessoa no momento da compra, faixa etária, conhecimento nutricional, preço, sabor e acesso à marca.

A conclusão é de um estudo conduzido por pesquisadores da USP sobre o impacto das chamadas "alegações funcionais e de saúde" nas escolhas alimentares. Entre as mais comuns, estão aquelas associadas à saúde cardiovascular, óssea, muscular, metabólica, digestiva e ocular, além de promessas relacionadas ao bem-estar geral. Propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, desempenho cognitivo e mental, suporte ao sistema imunológico e prevenção de doenças também foram citadas.

Segundo a orientadora da pesquisa, a professora da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP Elizabeth Aparecida Ferraz da Silva Torres, os consumidores estão cada vez mais atentos à composição nutricional dos alimentos e tendem a considerar as alegações funcionais e de saúde um diferencial no momento da compra. Especialista em Nutrição e Ciência e Tecnologia de Alimentos, a pesquisadora afirma que "compreender como essas alegações influenciam o comportamento e as escolhas do consumidor é fundamental para orientar regulamentações, políticas públicas e estratégias de comunicação que incentivem hábitos alimentares mais saudáveis e também as práticas da indústria alimentícia".

O estudo incluiu a revisão de 71 artigos publicados entre 2019 e 2024 em bases de dados científicos de mais de dez países. O objetivo foi compreender como as pesquisas sobre alegações de saúde em alimentos têm evoluído. Os resultados estão no artigo "The Role of Health Claims on Consumer Behavior and Food Choice: a Narrative Review", que tem a nutricionista Helena F. Martins Tavares como primeira autora.

Comportamento multifatorial

Com base em teorias do comportamento, a pesquisa indica que as alegações não produzem o mesmo efeito em todos os consumidores. "A decisão de comprar ou consumir um produto não depende apenas da informação presente no rótulo, mas também de fatores psicológicos, sociais e perceptivos que influenciam a interpretação dessas mensagens", explica Helena Tavares.

Dentre esses fatores estão o grau de escolaridade, idade, gênero, o tempo disponível para compra (mais ou menos apressado), a finalidade do produto – se para o consumo próprio ou de familiares –, a presença de doenças pré-existentes e o estado emocional, além da percepção do consumidor sobre a marca ou empresa responsável pelo produto.

Para a nutricionista, alegações funcionais e de saúde bem elaboradas podem apoiar escolhas alimentares mais saudáveis quando alinhadas às capacidades cognitivas e aos estados motivacionais dos consumidores.
Assinale a análise CORRETA acerca dos usos dos elementos de coesão na reportagem.
Alternativas
Q4151093 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Informar sobre benefícios à saúde em rótulos influencia escolhas alimentares?

Prevenção de saúde cardiovascular, óssea, muscular, metabólica, digestiva e ocular, além de promessas relacionadas ao bem-estar geral estão entre as alegações presentes nas embalagens

Por Ivanir Ferreira

09/04/2026, atualizado 16/04/2026

Informações nos rótulos de alimentos e bebidas que destacam benefícios à saúde influenciam positivamente o comportamento do consumidor, aumentando a percepção de valor do produto e a disposição de pagar mais por ele. No entanto, a decisão de compra também é afetada por fatores individuais e contextuais, como estado de saúde da pessoa no momento da compra, faixa etária, conhecimento nutricional, preço, sabor e acesso à marca.

A conclusão é de um estudo conduzido por pesquisadores da USP sobre o impacto das chamadas "alegações funcionais e de saúde" nas escolhas alimentares. Entre as mais comuns, estão aquelas associadas à saúde cardiovascular, óssea, muscular, metabólica, digestiva e ocular, além de promessas relacionadas ao bem-estar geral. Propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, desempenho cognitivo e mental, suporte ao sistema imunológico e prevenção de doenças também foram citadas.

Segundo a orientadora da pesquisa, a professora da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP Elizabeth Aparecida Ferraz da Silva Torres, os consumidores estão cada vez mais atentos à composição nutricional dos alimentos e tendem a considerar as alegações funcionais e de saúde um diferencial no momento da compra. Especialista em Nutrição e Ciência e Tecnologia de Alimentos, a pesquisadora afirma que "compreender como essas alegações influenciam o comportamento e as escolhas do consumidor é fundamental para orientar regulamentações, políticas públicas e estratégias de comunicação que incentivem hábitos alimentares mais saudáveis e também as práticas da indústria alimentícia".

O estudo incluiu a revisão de 71 artigos publicados entre 2019 e 2024 em bases de dados científicos de mais de dez países. O objetivo foi compreender como as pesquisas sobre alegações de saúde em alimentos têm evoluído. Os resultados estão no artigo "The Role of Health Claims on Consumer Behavior and Food Choice: a Narrative Review", que tem a nutricionista Helena F. Martins Tavares como primeira autora.

Comportamento multifatorial

Com base em teorias do comportamento, a pesquisa indica que as alegações não produzem o mesmo efeito em todos os consumidores. "A decisão de comprar ou consumir um produto não depende apenas da informação presente no rótulo, mas também de fatores psicológicos, sociais e perceptivos que influenciam a interpretação dessas mensagens", explica Helena Tavares.

Dentre esses fatores estão o grau de escolaridade, idade, gênero, o tempo disponível para compra (mais ou menos apressado), a finalidade do produto – se para o consumo próprio ou de familiares –, a presença de doenças pré-existentes e o estado emocional, além da percepção do consumidor sobre a marca ou empresa responsável pelo produto.

Para a nutricionista, alegações funcionais e de saúde bem elaboradas podem apoiar escolhas alimentares mais saudáveis quando alinhadas às capacidades cognitivas e aos estados motivacionais dos consumidores.
A concordância do verbo "estão", no segundo parágrafo, é estabelecida com o termo:
Alternativas
Q4151092 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Informar sobre benefícios à saúde em rótulos influencia escolhas alimentares?

Prevenção de saúde cardiovascular, óssea, muscular, metabólica, digestiva e ocular, além de promessas relacionadas ao bem-estar geral estão entre as alegações presentes nas embalagens

Por Ivanir Ferreira

09/04/2026, atualizado 16/04/2026

Informações nos rótulos de alimentos e bebidas que destacam benefícios à saúde influenciam positivamente o comportamento do consumidor, aumentando a percepção de valor do produto e a disposição de pagar mais por ele. No entanto, a decisão de compra também é afetada por fatores individuais e contextuais, como estado de saúde da pessoa no momento da compra, faixa etária, conhecimento nutricional, preço, sabor e acesso à marca.

A conclusão é de um estudo conduzido por pesquisadores da USP sobre o impacto das chamadas "alegações funcionais e de saúde" nas escolhas alimentares. Entre as mais comuns, estão aquelas associadas à saúde cardiovascular, óssea, muscular, metabólica, digestiva e ocular, além de promessas relacionadas ao bem-estar geral. Propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, desempenho cognitivo e mental, suporte ao sistema imunológico e prevenção de doenças também foram citadas.

Segundo a orientadora da pesquisa, a professora da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP Elizabeth Aparecida Ferraz da Silva Torres, os consumidores estão cada vez mais atentos à composição nutricional dos alimentos e tendem a considerar as alegações funcionais e de saúde um diferencial no momento da compra. Especialista em Nutrição e Ciência e Tecnologia de Alimentos, a pesquisadora afirma que "compreender como essas alegações influenciam o comportamento e as escolhas do consumidor é fundamental para orientar regulamentações, políticas públicas e estratégias de comunicação que incentivem hábitos alimentares mais saudáveis e também as práticas da indústria alimentícia".

O estudo incluiu a revisão de 71 artigos publicados entre 2019 e 2024 em bases de dados científicos de mais de dez países. O objetivo foi compreender como as pesquisas sobre alegações de saúde em alimentos têm evoluído. Os resultados estão no artigo "The Role of Health Claims on Consumer Behavior and Food Choice: a Narrative Review", que tem a nutricionista Helena F. Martins Tavares como primeira autora.

Comportamento multifatorial

Com base em teorias do comportamento, a pesquisa indica que as alegações não produzem o mesmo efeito em todos os consumidores. "A decisão de comprar ou consumir um produto não depende apenas da informação presente no rótulo, mas também de fatores psicológicos, sociais e perceptivos que influenciam a interpretação dessas mensagens", explica Helena Tavares.

Dentre esses fatores estão o grau de escolaridade, idade, gênero, o tempo disponível para compra (mais ou menos apressado), a finalidade do produto – se para o consumo próprio ou de familiares –, a presença de doenças pré-existentes e o estado emocional, além da percepção do consumidor sobre a marca ou empresa responsável pelo produto.

Para a nutricionista, alegações funcionais e de saúde bem elaboradas podem apoiar escolhas alimentares mais saudáveis quando alinhadas às capacidades cognitivas e aos estados motivacionais dos consumidores.
Nomeie a função CORRETA exercida pelos termos "cardiovascular, óssea, muscular, metabólica, digestiva e ocular" no subtítulo da reportagem.
Alternativas
Q4151091 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Informar sobre benefícios à saúde em rótulos influencia escolhas alimentares?

Prevenção de saúde cardiovascular, óssea, muscular, metabólica, digestiva e ocular, além de promessas relacionadas ao bem-estar geral estão entre as alegações presentes nas embalagens

Por Ivanir Ferreira

09/04/2026, atualizado 16/04/2026

Informações nos rótulos de alimentos e bebidas que destacam benefícios à saúde influenciam positivamente o comportamento do consumidor, aumentando a percepção de valor do produto e a disposição de pagar mais por ele. No entanto, a decisão de compra também é afetada por fatores individuais e contextuais, como estado de saúde da pessoa no momento da compra, faixa etária, conhecimento nutricional, preço, sabor e acesso à marca.

A conclusão é de um estudo conduzido por pesquisadores da USP sobre o impacto das chamadas "alegações funcionais e de saúde" nas escolhas alimentares. Entre as mais comuns, estão aquelas associadas à saúde cardiovascular, óssea, muscular, metabólica, digestiva e ocular, além de promessas relacionadas ao bem-estar geral. Propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, desempenho cognitivo e mental, suporte ao sistema imunológico e prevenção de doenças também foram citadas.

Segundo a orientadora da pesquisa, a professora da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP Elizabeth Aparecida Ferraz da Silva Torres, os consumidores estão cada vez mais atentos à composição nutricional dos alimentos e tendem a considerar as alegações funcionais e de saúde um diferencial no momento da compra. Especialista em Nutrição e Ciência e Tecnologia de Alimentos, a pesquisadora afirma que "compreender como essas alegações influenciam o comportamento e as escolhas do consumidor é fundamental para orientar regulamentações, políticas públicas e estratégias de comunicação que incentivem hábitos alimentares mais saudáveis e também as práticas da indústria alimentícia".

O estudo incluiu a revisão de 71 artigos publicados entre 2019 e 2024 em bases de dados científicos de mais de dez países. O objetivo foi compreender como as pesquisas sobre alegações de saúde em alimentos têm evoluído. Os resultados estão no artigo "The Role of Health Claims on Consumer Behavior and Food Choice: a Narrative Review", que tem a nutricionista Helena F. Martins Tavares como primeira autora.

Comportamento multifatorial

Com base em teorias do comportamento, a pesquisa indica que as alegações não produzem o mesmo efeito em todos os consumidores. "A decisão de comprar ou consumir um produto não depende apenas da informação presente no rótulo, mas também de fatores psicológicos, sociais e perceptivos que influenciam a interpretação dessas mensagens", explica Helena Tavares.

Dentre esses fatores estão o grau de escolaridade, idade, gênero, o tempo disponível para compra (mais ou menos apressado), a finalidade do produto – se para o consumo próprio ou de familiares –, a presença de doenças pré-existentes e o estado emocional, além da percepção do consumidor sobre a marca ou empresa responsável pelo produto.

Para a nutricionista, alegações funcionais e de saúde bem elaboradas podem apoiar escolhas alimentares mais saudáveis quando alinhadas às capacidades cognitivas e aos estados motivacionais dos consumidores.
Assinale a alternativa que sintetiza a resposta à pergunta realizada no título do texto.
Alternativas
Respostas
2081: C
2082: B
2083: D
2084: A
2085: A
2086: D
2087: A
2088: E
2089: E
2090: C
2091: C
2092: A
2093: D
2094: C
2095: C
2096: B
2097: E
2098: A
2099: B
2100: C