Questões de Concurso Comentadas para guarda civil

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Q4038892 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro.


Por Unifor - 15/07/2025 12h20



    A inteligência artificial (IA) já deixou de ser um conceito do futuro e passou a fazer parte da realidade de diversas profissões. No mercado de trabalho, seu impacto é crescente, e tende a aumentar nos próximos anos.

    Para o professor Marcos Blaque, coordenador de vestibulares e olimpíadas do colégio Darwin, entender como a IA transforma a lógica das carreiras é um passo fundamental para quem está planejando o próprio futuro profissional.

    “Todas as profissões que sejam mais burocráticas ou administrativas tendem a sofrer com inovações tecnológicas porque são mais facilmente substituíveis, já vimos isso com força em áreas como telemarketing e atendimento ao consumidor”, afirma.

    Por outro lado, funções que exigem reflexão crítica, criatividade ou resolução de problemas complexos se beneficiam da tecnologia como ferramenta, e não como ameaça.



Substituir ou transformar?



    De acordo com Blaque, o avanço da IA não significa o fim de todas as profissões, mas sim uma profunda transformação. “Certamente isso acontecerá, na verdade já está acontecendo. Toda nova tecnologia altera o panorama do mercado de trabalho”, pontua.

    Para ele, quem souber identificar essas mudanças poderá se especializar nos novos nichos que surgem, e conquistar melhores posições no futuro.



Preparação começa na escola



    Na visão do professor, um dos papéis da escola atual é ensinar os alunos a ler o mercado e se preparar para ele. “Aprender o funcionamento e ler o mercado para compreender os rumos é uma tarefa da escola não somente na aplicação das disciplinas tradicionais, mas uma função primordial do Projeto de Vida – disciplina recém-implementada pela BNCC”, explica.

    Ele destaca que habilidades como escolha profissional e empreendedorismo, frequentemente debatidas nesse componente, serão diretamente influenciadas pela presença da IA.



Flexibilidade será essencial



    Com as mudanças constantes e a ausência de carreiras “fixas”, a flexibilidade se torna uma competência indispensável. “O profissional deve estar pronto para desenvolver habilidades além da sua área de atuação, bem como realizar transições de carreira quando necessário”, afirma.


    Para ilustrar, Blaque cita o conceito de “modernidade líquida”, do sociólogo Zygmunt Bauman, como forma de compreender a fluidez atual das relações de trabalho.



IA e educação: um caminho sem garantias



    Embora a inteligência artificial seja apontada por alguns como uma forma de democratizar o acesso à educação de qualidade, o professor pondera:

    “Acho que essa visão não é necessariamente correta. O uso de IA pode ser benéfico, mas escolas de ponta investem pesado em trabalhos em grupo, resolução de conflitos e habilidades socioemocionais. Estas são habilidades que não possuem vínculo direto com a IA e são grandemente valorizadas pelo mercado”.

    Ele lembra que outras tecnologias, como a própria internet, também foram vistas como soluções democráticas, mas nem sempre são utilizadas com esse fim.

    “Creio que quem utilizar de forma adequada pode sim aprender a fazer uma melhor seleção das informações,uma visão propagada pelo professor Mário Sérgio Cortella e pelo jornalista Gilberto Dimenstein em sua obra A era da curadoria”.



Fonte: Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro | G1 Acesso em 06 mar. 2026.

No contexto do texto, a palavra “transformação” poderia ser substituída, sem alteração significativa de sentido, por:
Alternativas
Q4038890 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro.


Por Unifor - 15/07/2025 12h20



    A inteligência artificial (IA) já deixou de ser um conceito do futuro e passou a fazer parte da realidade de diversas profissões. No mercado de trabalho, seu impacto é crescente, e tende a aumentar nos próximos anos.

    Para o professor Marcos Blaque, coordenador de vestibulares e olimpíadas do colégio Darwin, entender como a IA transforma a lógica das carreiras é um passo fundamental para quem está planejando o próprio futuro profissional.

    “Todas as profissões que sejam mais burocráticas ou administrativas tendem a sofrer com inovações tecnológicas porque são mais facilmente substituíveis, já vimos isso com força em áreas como telemarketing e atendimento ao consumidor”, afirma.

    Por outro lado, funções que exigem reflexão crítica, criatividade ou resolução de problemas complexos se beneficiam da tecnologia como ferramenta, e não como ameaça.



Substituir ou transformar?



    De acordo com Blaque, o avanço da IA não significa o fim de todas as profissões, mas sim uma profunda transformação. “Certamente isso acontecerá, na verdade já está acontecendo. Toda nova tecnologia altera o panorama do mercado de trabalho”, pontua.

    Para ele, quem souber identificar essas mudanças poderá se especializar nos novos nichos que surgem, e conquistar melhores posições no futuro.



Preparação começa na escola



    Na visão do professor, um dos papéis da escola atual é ensinar os alunos a ler o mercado e se preparar para ele. “Aprender o funcionamento e ler o mercado para compreender os rumos é uma tarefa da escola não somente na aplicação das disciplinas tradicionais, mas uma função primordial do Projeto de Vida – disciplina recém-implementada pela BNCC”, explica.

    Ele destaca que habilidades como escolha profissional e empreendedorismo, frequentemente debatidas nesse componente, serão diretamente influenciadas pela presença da IA.



Flexibilidade será essencial



    Com as mudanças constantes e a ausência de carreiras “fixas”, a flexibilidade se torna uma competência indispensável. “O profissional deve estar pronto para desenvolver habilidades além da sua área de atuação, bem como realizar transições de carreira quando necessário”, afirma.


    Para ilustrar, Blaque cita o conceito de “modernidade líquida”, do sociólogo Zygmunt Bauman, como forma de compreender a fluidez atual das relações de trabalho.



IA e educação: um caminho sem garantias



    Embora a inteligência artificial seja apontada por alguns como uma forma de democratizar o acesso à educação de qualidade, o professor pondera:

    “Acho que essa visão não é necessariamente correta. O uso de IA pode ser benéfico, mas escolas de ponta investem pesado em trabalhos em grupo, resolução de conflitos e habilidades socioemocionais. Estas são habilidades que não possuem vínculo direto com a IA e são grandemente valorizadas pelo mercado”.

    Ele lembra que outras tecnologias, como a própria internet, também foram vistas como soluções democráticas, mas nem sempre são utilizadas com esse fim.

    “Creio que quem utilizar de forma adequada pode sim aprender a fazer uma melhor seleção das informações,uma visão propagada pelo professor Mário Sérgio Cortella e pelo jornalista Gilberto Dimenstein em sua obra A era da curadoria”.



Fonte: Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro | G1 Acesso em 06 mar. 2026.

Leia o período retirado do texto: “O profissional deve estar pronto para desenvolver habilidades além da sua área de atuação, bem como realizar transições de carreira quando necessário.” Com base na análise sintática do período, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4038889 Português

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Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro.


Por Unifor - 15/07/2025 12h20



    A inteligência artificial (IA) já deixou de ser um conceito do futuro e passou a fazer parte da realidade de diversas profissões. No mercado de trabalho, seu impacto é crescente, e tende a aumentar nos próximos anos.

    Para o professor Marcos Blaque, coordenador de vestibulares e olimpíadas do colégio Darwin, entender como a IA transforma a lógica das carreiras é um passo fundamental para quem está planejando o próprio futuro profissional.

    “Todas as profissões que sejam mais burocráticas ou administrativas tendem a sofrer com inovações tecnológicas porque são mais facilmente substituíveis, já vimos isso com força em áreas como telemarketing e atendimento ao consumidor”, afirma.

    Por outro lado, funções que exigem reflexão crítica, criatividade ou resolução de problemas complexos se beneficiam da tecnologia como ferramenta, e não como ameaça.



Substituir ou transformar?



    De acordo com Blaque, o avanço da IA não significa o fim de todas as profissões, mas sim uma profunda transformação. “Certamente isso acontecerá, na verdade já está acontecendo. Toda nova tecnologia altera o panorama do mercado de trabalho”, pontua.

    Para ele, quem souber identificar essas mudanças poderá se especializar nos novos nichos que surgem, e conquistar melhores posições no futuro.



Preparação começa na escola



    Na visão do professor, um dos papéis da escola atual é ensinar os alunos a ler o mercado e se preparar para ele. “Aprender o funcionamento e ler o mercado para compreender os rumos é uma tarefa da escola não somente na aplicação das disciplinas tradicionais, mas uma função primordial do Projeto de Vida – disciplina recém-implementada pela BNCC”, explica.

    Ele destaca que habilidades como escolha profissional e empreendedorismo, frequentemente debatidas nesse componente, serão diretamente influenciadas pela presença da IA.



Flexibilidade será essencial



    Com as mudanças constantes e a ausência de carreiras “fixas”, a flexibilidade se torna uma competência indispensável. “O profissional deve estar pronto para desenvolver habilidades além da sua área de atuação, bem como realizar transições de carreira quando necessário”, afirma.


    Para ilustrar, Blaque cita o conceito de “modernidade líquida”, do sociólogo Zygmunt Bauman, como forma de compreender a fluidez atual das relações de trabalho.



IA e educação: um caminho sem garantias



    Embora a inteligência artificial seja apontada por alguns como uma forma de democratizar o acesso à educação de qualidade, o professor pondera:

    “Acho que essa visão não é necessariamente correta. O uso de IA pode ser benéfico, mas escolas de ponta investem pesado em trabalhos em grupo, resolução de conflitos e habilidades socioemocionais. Estas são habilidades que não possuem vínculo direto com a IA e são grandemente valorizadas pelo mercado”.

    Ele lembra que outras tecnologias, como a própria internet, também foram vistas como soluções democráticas, mas nem sempre são utilizadas com esse fim.

    “Creio que quem utilizar de forma adequada pode sim aprender a fazer uma melhor seleção das informações,uma visão propagada pelo professor Mário Sérgio Cortella e pelo jornalista Gilberto Dimenstein em sua obra A era da curadoria”.



Fonte: Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro | G1 Acesso em 06 mar. 2026.

Observe o trecho adaptado do texto: “Funções que exigem reflexão crítica se beneficiam da tecnologia como ferramenta.” Considerando as regras de regência verbal, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4038888 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro.


Por Unifor - 15/07/2025 12h20



    A inteligência artificial (IA) já deixou de ser um conceito do futuro e passou a fazer parte da realidade de diversas profissões. No mercado de trabalho, seu impacto é crescente, e tende a aumentar nos próximos anos.

    Para o professor Marcos Blaque, coordenador de vestibulares e olimpíadas do colégio Darwin, entender como a IA transforma a lógica das carreiras é um passo fundamental para quem está planejando o próprio futuro profissional.

    “Todas as profissões que sejam mais burocráticas ou administrativas tendem a sofrer com inovações tecnológicas porque são mais facilmente substituíveis, já vimos isso com força em áreas como telemarketing e atendimento ao consumidor”, afirma.

    Por outro lado, funções que exigem reflexão crítica, criatividade ou resolução de problemas complexos se beneficiam da tecnologia como ferramenta, e não como ameaça.



Substituir ou transformar?



    De acordo com Blaque, o avanço da IA não significa o fim de todas as profissões, mas sim uma profunda transformação. “Certamente isso acontecerá, na verdade já está acontecendo. Toda nova tecnologia altera o panorama do mercado de trabalho”, pontua.

    Para ele, quem souber identificar essas mudanças poderá se especializar nos novos nichos que surgem, e conquistar melhores posições no futuro.



Preparação começa na escola



    Na visão do professor, um dos papéis da escola atual é ensinar os alunos a ler o mercado e se preparar para ele. “Aprender o funcionamento e ler o mercado para compreender os rumos é uma tarefa da escola não somente na aplicação das disciplinas tradicionais, mas uma função primordial do Projeto de Vida – disciplina recém-implementada pela BNCC”, explica.

    Ele destaca que habilidades como escolha profissional e empreendedorismo, frequentemente debatidas nesse componente, serão diretamente influenciadas pela presença da IA.



Flexibilidade será essencial



    Com as mudanças constantes e a ausência de carreiras “fixas”, a flexibilidade se torna uma competência indispensável. “O profissional deve estar pronto para desenvolver habilidades além da sua área de atuação, bem como realizar transições de carreira quando necessário”, afirma.


    Para ilustrar, Blaque cita o conceito de “modernidade líquida”, do sociólogo Zygmunt Bauman, como forma de compreender a fluidez atual das relações de trabalho.



IA e educação: um caminho sem garantias



    Embora a inteligência artificial seja apontada por alguns como uma forma de democratizar o acesso à educação de qualidade, o professor pondera:

    “Acho que essa visão não é necessariamente correta. O uso de IA pode ser benéfico, mas escolas de ponta investem pesado em trabalhos em grupo, resolução de conflitos e habilidades socioemocionais. Estas são habilidades que não possuem vínculo direto com a IA e são grandemente valorizadas pelo mercado”.

    Ele lembra que outras tecnologias, como a própria internet, também foram vistas como soluções democráticas, mas nem sempre são utilizadas com esse fim.

    “Creio que quem utilizar de forma adequada pode sim aprender a fazer uma melhor seleção das informações,uma visão propagada pelo professor Mário Sérgio Cortella e pelo jornalista Gilberto Dimenstein em sua obra A era da curadoria”.



Fonte: Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro | G1 Acesso em 06 mar. 2026.

Observe o trecho adaptado do texto: “Funções que exigem reflexão crítica se beneficiam da tecnologia, mas profissões burocráticas podem ser substituídas.” Com base na estrutura do período e na relação entre as orações, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4038887 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro.


Por Unifor - 15/07/2025 12h20



    A inteligência artificial (IA) já deixou de ser um conceito do futuro e passou a fazer parte da realidade de diversas profissões. No mercado de trabalho, seu impacto é crescente, e tende a aumentar nos próximos anos.

    Para o professor Marcos Blaque, coordenador de vestibulares e olimpíadas do colégio Darwin, entender como a IA transforma a lógica das carreiras é um passo fundamental para quem está planejando o próprio futuro profissional.

    “Todas as profissões que sejam mais burocráticas ou administrativas tendem a sofrer com inovações tecnológicas porque são mais facilmente substituíveis, já vimos isso com força em áreas como telemarketing e atendimento ao consumidor”, afirma.

    Por outro lado, funções que exigem reflexão crítica, criatividade ou resolução de problemas complexos se beneficiam da tecnologia como ferramenta, e não como ameaça.



Substituir ou transformar?



    De acordo com Blaque, o avanço da IA não significa o fim de todas as profissões, mas sim uma profunda transformação. “Certamente isso acontecerá, na verdade já está acontecendo. Toda nova tecnologia altera o panorama do mercado de trabalho”, pontua.

    Para ele, quem souber identificar essas mudanças poderá se especializar nos novos nichos que surgem, e conquistar melhores posições no futuro.



Preparação começa na escola



    Na visão do professor, um dos papéis da escola atual é ensinar os alunos a ler o mercado e se preparar para ele. “Aprender o funcionamento e ler o mercado para compreender os rumos é uma tarefa da escola não somente na aplicação das disciplinas tradicionais, mas uma função primordial do Projeto de Vida – disciplina recém-implementada pela BNCC”, explica.

    Ele destaca que habilidades como escolha profissional e empreendedorismo, frequentemente debatidas nesse componente, serão diretamente influenciadas pela presença da IA.



Flexibilidade será essencial



    Com as mudanças constantes e a ausência de carreiras “fixas”, a flexibilidade se torna uma competência indispensável. “O profissional deve estar pronto para desenvolver habilidades além da sua área de atuação, bem como realizar transições de carreira quando necessário”, afirma.


    Para ilustrar, Blaque cita o conceito de “modernidade líquida”, do sociólogo Zygmunt Bauman, como forma de compreender a fluidez atual das relações de trabalho.



IA e educação: um caminho sem garantias



    Embora a inteligência artificial seja apontada por alguns como uma forma de democratizar o acesso à educação de qualidade, o professor pondera:

    “Acho que essa visão não é necessariamente correta. O uso de IA pode ser benéfico, mas escolas de ponta investem pesado em trabalhos em grupo, resolução de conflitos e habilidades socioemocionais. Estas são habilidades que não possuem vínculo direto com a IA e são grandemente valorizadas pelo mercado”.

    Ele lembra que outras tecnologias, como a própria internet, também foram vistas como soluções democráticas, mas nem sempre são utilizadas com esse fim.

    “Creio que quem utilizar de forma adequada pode sim aprender a fazer uma melhor seleção das informações,uma visão propagada pelo professor Mário Sérgio Cortella e pelo jornalista Gilberto Dimenstein em sua obra A era da curadoria”.



Fonte: Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro | G1 Acesso em 06 mar. 2026.

Considerando o trecho: “O profissional deve estar pronto para desenvolver habilidades além da sua área de atuação.” A expressão em destaque é classificada como:
Alternativas
Q4038886 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro.


Por Unifor - 15/07/2025 12h20



    A inteligência artificial (IA) já deixou de ser um conceito do futuro e passou a fazer parte da realidade de diversas profissões. No mercado de trabalho, seu impacto é crescente, e tende a aumentar nos próximos anos.

    Para o professor Marcos Blaque, coordenador de vestibulares e olimpíadas do colégio Darwin, entender como a IA transforma a lógica das carreiras é um passo fundamental para quem está planejando o próprio futuro profissional.

    “Todas as profissões que sejam mais burocráticas ou administrativas tendem a sofrer com inovações tecnológicas porque são mais facilmente substituíveis, já vimos isso com força em áreas como telemarketing e atendimento ao consumidor”, afirma.

    Por outro lado, funções que exigem reflexão crítica, criatividade ou resolução de problemas complexos se beneficiam da tecnologia como ferramenta, e não como ameaça.



Substituir ou transformar?



    De acordo com Blaque, o avanço da IA não significa o fim de todas as profissões, mas sim uma profunda transformação. “Certamente isso acontecerá, na verdade já está acontecendo. Toda nova tecnologia altera o panorama do mercado de trabalho”, pontua.

    Para ele, quem souber identificar essas mudanças poderá se especializar nos novos nichos que surgem, e conquistar melhores posições no futuro.



Preparação começa na escola



    Na visão do professor, um dos papéis da escola atual é ensinar os alunos a ler o mercado e se preparar para ele. “Aprender o funcionamento e ler o mercado para compreender os rumos é uma tarefa da escola não somente na aplicação das disciplinas tradicionais, mas uma função primordial do Projeto de Vida – disciplina recém-implementada pela BNCC”, explica.

    Ele destaca que habilidades como escolha profissional e empreendedorismo, frequentemente debatidas nesse componente, serão diretamente influenciadas pela presença da IA.



Flexibilidade será essencial



    Com as mudanças constantes e a ausência de carreiras “fixas”, a flexibilidade se torna uma competência indispensável. “O profissional deve estar pronto para desenvolver habilidades além da sua área de atuação, bem como realizar transições de carreira quando necessário”, afirma.


    Para ilustrar, Blaque cita o conceito de “modernidade líquida”, do sociólogo Zygmunt Bauman, como forma de compreender a fluidez atual das relações de trabalho.



IA e educação: um caminho sem garantias



    Embora a inteligência artificial seja apontada por alguns como uma forma de democratizar o acesso à educação de qualidade, o professor pondera:

    “Acho que essa visão não é necessariamente correta. O uso de IA pode ser benéfico, mas escolas de ponta investem pesado em trabalhos em grupo, resolução de conflitos e habilidades socioemocionais. Estas são habilidades que não possuem vínculo direto com a IA e são grandemente valorizadas pelo mercado”.

    Ele lembra que outras tecnologias, como a própria internet, também foram vistas como soluções democráticas, mas nem sempre são utilizadas com esse fim.

    “Creio que quem utilizar de forma adequada pode sim aprender a fazer uma melhor seleção das informações,uma visão propagada pelo professor Mário Sérgio Cortella e pelo jornalista Gilberto Dimenstein em sua obra A era da curadoria”.



Fonte: Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro | G1 Acesso em 06 mar. 2026.

Observe algumas palavras retiradas do texto: “inteligência”, “tecnologia”, “crítica”, “profissões” e “já”. Considerando as regras de acentuação da língua portuguesa, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4038885 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro.


Por Unifor - 15/07/2025 12h20



    A inteligência artificial (IA) já deixou de ser um conceito do futuro e passou a fazer parte da realidade de diversas profissões. No mercado de trabalho, seu impacto é crescente, e tende a aumentar nos próximos anos.

    Para o professor Marcos Blaque, coordenador de vestibulares e olimpíadas do colégio Darwin, entender como a IA transforma a lógica das carreiras é um passo fundamental para quem está planejando o próprio futuro profissional.

    “Todas as profissões que sejam mais burocráticas ou administrativas tendem a sofrer com inovações tecnológicas porque são mais facilmente substituíveis, já vimos isso com força em áreas como telemarketing e atendimento ao consumidor”, afirma.

    Por outro lado, funções que exigem reflexão crítica, criatividade ou resolução de problemas complexos se beneficiam da tecnologia como ferramenta, e não como ameaça.



Substituir ou transformar?



    De acordo com Blaque, o avanço da IA não significa o fim de todas as profissões, mas sim uma profunda transformação. “Certamente isso acontecerá, na verdade já está acontecendo. Toda nova tecnologia altera o panorama do mercado de trabalho”, pontua.

    Para ele, quem souber identificar essas mudanças poderá se especializar nos novos nichos que surgem, e conquistar melhores posições no futuro.



Preparação começa na escola



    Na visão do professor, um dos papéis da escola atual é ensinar os alunos a ler o mercado e se preparar para ele. “Aprender o funcionamento e ler o mercado para compreender os rumos é uma tarefa da escola não somente na aplicação das disciplinas tradicionais, mas uma função primordial do Projeto de Vida – disciplina recém-implementada pela BNCC”, explica.

    Ele destaca que habilidades como escolha profissional e empreendedorismo, frequentemente debatidas nesse componente, serão diretamente influenciadas pela presença da IA.



Flexibilidade será essencial



    Com as mudanças constantes e a ausência de carreiras “fixas”, a flexibilidade se torna uma competência indispensável. “O profissional deve estar pronto para desenvolver habilidades além da sua área de atuação, bem como realizar transições de carreira quando necessário”, afirma.


    Para ilustrar, Blaque cita o conceito de “modernidade líquida”, do sociólogo Zygmunt Bauman, como forma de compreender a fluidez atual das relações de trabalho.



IA e educação: um caminho sem garantias



    Embora a inteligência artificial seja apontada por alguns como uma forma de democratizar o acesso à educação de qualidade, o professor pondera:

    “Acho que essa visão não é necessariamente correta. O uso de IA pode ser benéfico, mas escolas de ponta investem pesado em trabalhos em grupo, resolução de conflitos e habilidades socioemocionais. Estas são habilidades que não possuem vínculo direto com a IA e são grandemente valorizadas pelo mercado”.

    Ele lembra que outras tecnologias, como a própria internet, também foram vistas como soluções democráticas, mas nem sempre são utilizadas com esse fim.

    “Creio que quem utilizar de forma adequada pode sim aprender a fazer uma melhor seleção das informações,uma visão propagada pelo professor Mário Sérgio Cortella e pelo jornalista Gilberto Dimenstein em sua obra A era da curadoria”.



Fonte: Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro | G1 Acesso em 06 mar. 2026.

Assinale a alternativa que apresenta um dígrafo consonantal em uma das palavras retiradas do texto: 
Alternativas
Q4038884 Português

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Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro.


Por Unifor - 15/07/2025 12h20



    A inteligência artificial (IA) já deixou de ser um conceito do futuro e passou a fazer parte da realidade de diversas profissões. No mercado de trabalho, seu impacto é crescente, e tende a aumentar nos próximos anos.

    Para o professor Marcos Blaque, coordenador de vestibulares e olimpíadas do colégio Darwin, entender como a IA transforma a lógica das carreiras é um passo fundamental para quem está planejando o próprio futuro profissional.

    “Todas as profissões que sejam mais burocráticas ou administrativas tendem a sofrer com inovações tecnológicas porque são mais facilmente substituíveis, já vimos isso com força em áreas como telemarketing e atendimento ao consumidor”, afirma.

    Por outro lado, funções que exigem reflexão crítica, criatividade ou resolução de problemas complexos se beneficiam da tecnologia como ferramenta, e não como ameaça.



Substituir ou transformar?



    De acordo com Blaque, o avanço da IA não significa o fim de todas as profissões, mas sim uma profunda transformação. “Certamente isso acontecerá, na verdade já está acontecendo. Toda nova tecnologia altera o panorama do mercado de trabalho”, pontua.

    Para ele, quem souber identificar essas mudanças poderá se especializar nos novos nichos que surgem, e conquistar melhores posições no futuro.



Preparação começa na escola



    Na visão do professor, um dos papéis da escola atual é ensinar os alunos a ler o mercado e se preparar para ele. “Aprender o funcionamento e ler o mercado para compreender os rumos é uma tarefa da escola não somente na aplicação das disciplinas tradicionais, mas uma função primordial do Projeto de Vida – disciplina recém-implementada pela BNCC”, explica.

    Ele destaca que habilidades como escolha profissional e empreendedorismo, frequentemente debatidas nesse componente, serão diretamente influenciadas pela presença da IA.



Flexibilidade será essencial



    Com as mudanças constantes e a ausência de carreiras “fixas”, a flexibilidade se torna uma competência indispensável. “O profissional deve estar pronto para desenvolver habilidades além da sua área de atuação, bem como realizar transições de carreira quando necessário”, afirma.


    Para ilustrar, Blaque cita o conceito de “modernidade líquida”, do sociólogo Zygmunt Bauman, como forma de compreender a fluidez atual das relações de trabalho.



IA e educação: um caminho sem garantias



    Embora a inteligência artificial seja apontada por alguns como uma forma de democratizar o acesso à educação de qualidade, o professor pondera:

    “Acho que essa visão não é necessariamente correta. O uso de IA pode ser benéfico, mas escolas de ponta investem pesado em trabalhos em grupo, resolução de conflitos e habilidades socioemocionais. Estas são habilidades que não possuem vínculo direto com a IA e são grandemente valorizadas pelo mercado”.

    Ele lembra que outras tecnologias, como a própria internet, também foram vistas como soluções democráticas, mas nem sempre são utilizadas com esse fim.

    “Creio que quem utilizar de forma adequada pode sim aprender a fazer uma melhor seleção das informações,uma visão propagada pelo professor Mário Sérgio Cortella e pelo jornalista Gilberto Dimenstein em sua obra A era da curadoria”.



Fonte: Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro | G1 Acesso em 06 mar. 2026.

Segundo o professor Marcos Blaque, citado no texto, uma função importante da escola atualmente é:
Alternativas
Q4038883 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro.


Por Unifor - 15/07/2025 12h20



    A inteligência artificial (IA) já deixou de ser um conceito do futuro e passou a fazer parte da realidade de diversas profissões. No mercado de trabalho, seu impacto é crescente, e tende a aumentar nos próximos anos.

    Para o professor Marcos Blaque, coordenador de vestibulares e olimpíadas do colégio Darwin, entender como a IA transforma a lógica das carreiras é um passo fundamental para quem está planejando o próprio futuro profissional.

    “Todas as profissões que sejam mais burocráticas ou administrativas tendem a sofrer com inovações tecnológicas porque são mais facilmente substituíveis, já vimos isso com força em áreas como telemarketing e atendimento ao consumidor”, afirma.

    Por outro lado, funções que exigem reflexão crítica, criatividade ou resolução de problemas complexos se beneficiam da tecnologia como ferramenta, e não como ameaça.



Substituir ou transformar?



    De acordo com Blaque, o avanço da IA não significa o fim de todas as profissões, mas sim uma profunda transformação. “Certamente isso acontecerá, na verdade já está acontecendo. Toda nova tecnologia altera o panorama do mercado de trabalho”, pontua.

    Para ele, quem souber identificar essas mudanças poderá se especializar nos novos nichos que surgem, e conquistar melhores posições no futuro.



Preparação começa na escola



    Na visão do professor, um dos papéis da escola atual é ensinar os alunos a ler o mercado e se preparar para ele. “Aprender o funcionamento e ler o mercado para compreender os rumos é uma tarefa da escola não somente na aplicação das disciplinas tradicionais, mas uma função primordial do Projeto de Vida – disciplina recém-implementada pela BNCC”, explica.

    Ele destaca que habilidades como escolha profissional e empreendedorismo, frequentemente debatidas nesse componente, serão diretamente influenciadas pela presença da IA.



Flexibilidade será essencial



    Com as mudanças constantes e a ausência de carreiras “fixas”, a flexibilidade se torna uma competência indispensável. “O profissional deve estar pronto para desenvolver habilidades além da sua área de atuação, bem como realizar transições de carreira quando necessário”, afirma.


    Para ilustrar, Blaque cita o conceito de “modernidade líquida”, do sociólogo Zygmunt Bauman, como forma de compreender a fluidez atual das relações de trabalho.



IA e educação: um caminho sem garantias



    Embora a inteligência artificial seja apontada por alguns como uma forma de democratizar o acesso à educação de qualidade, o professor pondera:

    “Acho que essa visão não é necessariamente correta. O uso de IA pode ser benéfico, mas escolas de ponta investem pesado em trabalhos em grupo, resolução de conflitos e habilidades socioemocionais. Estas são habilidades que não possuem vínculo direto com a IA e são grandemente valorizadas pelo mercado”.

    Ele lembra que outras tecnologias, como a própria internet, também foram vistas como soluções democráticas, mas nem sempre são utilizadas com esse fim.

    “Creio que quem utilizar de forma adequada pode sim aprender a fazer uma melhor seleção das informações,uma visão propagada pelo professor Mário Sérgio Cortella e pelo jornalista Gilberto Dimenstein em sua obra A era da curadoria”.



Fonte: Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro | G1 Acesso em 06 mar. 2026.

De acordo com o texto, o avanço da inteligência artificial no mercado de trabalho: 
Alternativas
Q4024784 Legislação de Trânsito
Nos termos do Código de Trânsito Brasileiro, são vias terrestres urbanas e rurais:

I- as ruas, as avenidas, os logradouros, os caminhos, as passagens, as estradas e as rodovias, que terão seu uso regulamentado pelo órgão ou entidade com circunscrição sobre elas, de acordo com as peculiaridades locais e as circunstâncias especiais;
II- as praias fechadas à circulação pública;
III- as vias internas pertencentes aos condomínios constituídos por unidades autônomas;
IV- as vias e áreas de estacionamento de estabelecimentos privados de uso coletivo.

Estão corretos os itens:
Alternativas
Q4024780 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
A política de atendimento dos direitos da criança e do adolescente far-se-á, segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente, através de um conjunto articulado de ações governamentais e não-governamentais, da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios. São diretrizes da política de atendimento, exceto:
Alternativas
Q4024779 Direito Penal
Sobre os Crimes de "Lavagem" ou Ocultação de Bens, Direitos e Valores, está previsto no art. 1o da Lei n. 9.613/1998 e alterações que será aplicada pena de reclusão, de 3 (três) a 10 (dez) anos, e multa, a quem ocultar ou dissimular a natureza, origem, localização, disposição, movimentação ou propriedade de bens, direitos ou valores provenientes, direta ou indiretamente, de infração penal. Incorre na mesma pena quem, para ocultar ou dissimular a utilização de bens, direitos ou valores provenientes de infração penal:

I- os converte em ativos lícitos;
II- os adquire, recebe, troca, negocia, dá ou recebe em garantia, guarda, tem em depósito, movimenta ou transfere;
III- importa ou exporta bens com valores correspondentes aos verdadeiros.

Após a análise das assertivas, marque a alternativa correta:
Alternativas
Q4024777 Direito Constitucional
De acordo com as previsões constitucionais a respeito da Administração Pública, analise as afirmativas a seguir e marque a única que seja inconstitucional:
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Q4024775 Estatuto da Pessoa Idosa - Lei nº 10.741 de 2003
As medidas de proteção à pessoa idosa são aplicáveis sempre que os direitos reconhecidos no Estatuto da Pessoa Idosa forem ameaçados ou violados por falta, omissão ou abuso da família, curador ou entidade de atendimento. Verificada qualquer destas hipóteses de ameaça ou violação, o Ministério Público ou o Poder Judiciário, a requerimento daquele, poderá determinar, dentre outras, as seguintes medidas:

I- encaminhamento à família ou curador, mediante termo de responsabilidade;
II- orientação, apoio e acompanhamento temporários;
III- requisição para tratamento de sua saúde, em regime ambulatorial, hospitalar ou domiciliar;
IV - abrigo temporário.

Estão corretas apenas as assertivas:
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Q4024774 Direito Penal
A respeito dos crimes contra o patrimônio, em relação ao furto, apenas não pode afirmar:
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Q4024773 Direito Penal
Conforme preceitua o art. 182 do Código Penal, somente se procede mediante representação, se o crime contra o patrimônio é cometido em prejuízo:

I- do cônjuge desquitado ou judicialmente separado;
II- de irmão, legítimo ou ilegítimo;
III- de tio ou sobrinho, com quem o agente coabita.

Está(ão) correto(s) apenas o(s) item(ns):
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Q4024772 Direito Processual Penal
O termo de acordo da colaboração premiada deverá, nos termos do disposto na Lei n. 12.850/2013, ser feito por escrito e conter: 

I- o relato da colaboração e seus possíveis resultados;
II- as condições da proposta do Ministério Público ou do delegado de polícia;
III- a declaração de aceitação do colaborador e de seu defensor;
IV- as assinaturas do representante do Ministério Público ou do delegado de polícia, do colaborador e de seu defensor;
V- a especificação das medidas de proteção ao colaborador e à sua família, quando necessário.

Estão corretas apenas as afirmações:
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Q4024770 Direito Previdenciário
"O regime próprio de previdência social dos servidores titulares de cargos efetivos terá caráter contributivo e solidário, mediante contribuição do respectivo ente federativo, de servidores ativos, de aposentados e de pensionistas, observados critérios que preservem o equilíbrio financeiro e atuarial."(Art. 40 da Constituição da República Federativa do Brasil). Qual regime é aplicado ao agente público ocupante, exclusivamente, de cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração, de outro cargo temporário, inclusive mandato eletivo, ou de emprego público?
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Q4024769 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
O Guarda Civil Municipal deverá conhecer todas as regras previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente - ECA. A respeito dos direitos individuais do Adolescente, analise as afirmativas a seguir e marque a única em dissonância com o ECA.
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Q4024768 Direitos Humanos
Nenhuma disposição da Convenção Americana sobre Direitos Humanos - Pacto de São José da Costa Rica, de 22 de novembro de 1969 (Decreto n. 678, de 06 de novembro de 1992) pode ser interpretada no sentido de:
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Respostas
1: E
2: E
3: A
4: C
5: D
6: B
7: B
8: B
9: C
10: D
11: A
12: D
13: D
14: E
15: E
16: A
17: C
18: B
19: A
20: A