Questões de Concurso Comentadas para assistente de informática

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Q359080 Arquitetura de Computadores
Em relação à conhecida Arquitetura Harvard de computadores, é correto afirmar que
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Q359079 Sistemas Operacionais
Os sistemas operacionais FreeBSD, Linux e Unix compartilham grande parte dos comandos, pois são originários de um mesmo conceito. Dentre esses comandos comuns, está o que permite a apresentação dos estados dos processos correntes, denominado
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Q359076 Raciocínio Lógico
Dadas as proposições a seguir.

p: Luiz estuda e trabalha.
q: Luiz não tem tempo para academia.

A negação da condicional p → q pode ser escrita da seguinte forma:
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Q359074 Raciocínio Lógico
Observe o padrão de formação da seguinte sequência que se inicia pelo número 18.

18, 99, 198, 279, 371, 384, 427, 501, 516, 581, ...

Seguindo o mesmo padrão de formação da sequência apresentada, o sétimo elemento da sequência que se inicia pelo número 19 será;
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Q359073 Direito Constitucional
Conforme dispõe a Constituição Federal em relação à Educação, assinale a alternativa correta.
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Q359072 Direito Constitucional
Nos termos da Constituição Federal, legislar sobre águas, energia, informática, telecomunicações e radiodifusão é da competência;
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Q359071 Direito Constitucional
O direito de propriedade goza de garantia constitucional. A autoridade competente, porém, no caso de iminente perigo público, poderá usar de propriedade particular,
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Q359070 Legislação Estadual
Conforme o Regimento Geral da Unesp, o órgão executivo da Administração Central é
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Q359069 Legislação Estadual
Assinale a alternativa que está de acordo com os ditames do Regimento Geral da Unesp, no que diz respeito ao pessoal técnico e administrativo.
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Q359056 Português

Leia o texto para responder à questão.


Vídeo faz sucesso na web com crítica aos ‘solitários do celular’


      Estava passeando pelos vídeos mais populares da semana no YouTube, e um chamado “Esqueci o telefone” atraiu minha atenção. Quando ia apertar o play, um amigo avisou: “Melhor não assistir a esse. Eu o vi ontem, e é bem triste”.
      O vídeo de dois minutos foi assistido mais de 15 milhões de vezes e começa com um casal deitado na cama. A mulher,interpretada pela comediante Charlene deGuzman, olha o namorado que a ignora, pois está atento ao smartphone.
      As cenas subsequentes mostram d Guzman passando por um dia frustrante: seus amigos olham apenas para o próprio celular durante o almoço, em um show, em um jogo de boliche e em uma festa de aniversário (até o aniversariante está indiferente aos convidados, pois gasta seu tempo gravando a festa no celular). A sequência termina com de Guzman de novo ao lado do namorado– e ele continua concentrado no celular.
      O vídeo é um ataque direto à obsessão de nossa cultura pelos smartphones e, embora ele tenha cenas engraçadas – um homem pedindo a mão da namorada na praia, enquanto só pensa em registrar o momento no celular –, o tom é em geral tristonho.
      “A ideia surgiu no dia em que percebi que toda a plateia de um show estava gravando, com seus celulares, imagens da banda em lugar de assistir diretamente ao espetáculo”, contou deGuzman.
      O vídeo pode ter surgido em um daqueles momentos culturais nos quais as pessoas começam a questionar  demais – e a fazer algo a respeito.“Foi só neste ano que cheguei a essas revelações sobreviver o momento, sem celular”, disse a comediante. “Continuo a carregá-lo comigo, mas tento deixá-lo na bolsa. Agora aproveito mais o momento e não preciso postar uma foto sobre ele.”
      Dada a resposta positiva ao vídeo, é provável que as pessoas estejam ao menos refletindo sobre essas mudanças.


(Nick Bilton. New York Times. Tradução de Paulo Migliacci,Folha de S. Paulo, 04.09.2013.Adaptado)

Para o autor, o tom do vídeo é em geral tristonho, pois
Alternativas
Q359055 Português

Leia o texto para responder à questão.


Vídeo faz sucesso na web com crítica aos ‘solitários do celular’


      Estava passeando pelos vídeos mais populares da semana no YouTube, e um chamado “Esqueci o telefone” atraiu minha atenção. Quando ia apertar o play, um amigo avisou: “Melhor não assistir a esse. Eu o vi ontem, e é bem triste”.
      O vídeo de dois minutos foi assistido mais de 15 milhões de vezes e começa com um casal deitado na cama. A mulher,interpretada pela comediante Charlene deGuzman, olha o namorado que a ignora, pois está atento ao smartphone.
      As cenas subsequentes mostram d Guzman passando por um dia frustrante: seus amigos olham apenas para o próprio celular durante o almoço, em um show, em um jogo de boliche e em uma festa de aniversário (até o aniversariante está indiferente aos convidados, pois gasta seu tempo gravando a festa no celular). A sequência termina com de Guzman de novo ao lado do namorado– e ele continua concentrado no celular.
      O vídeo é um ataque direto à obsessão de nossa cultura pelos smartphones e, embora ele tenha cenas engraçadas – um homem pedindo a mão da namorada na praia, enquanto só pensa em registrar o momento no celular –, o tom é em geral tristonho.
      “A ideia surgiu no dia em que percebi que toda a plateia de um show estava gravando, com seus celulares, imagens da banda em lugar de assistir diretamente ao espetáculo”, contou deGuzman.
      O vídeo pode ter surgido em um daqueles momentos culturais nos quais as pessoas começam a questionar  demais – e a fazer algo a respeito.“Foi só neste ano que cheguei a essas revelações sobreviver o momento, sem celular”, disse a comediante. “Continuo a carregá-lo comigo, mas tento deixá-lo na bolsa. Agora aproveito mais o momento e não preciso postar uma foto sobre ele.”
      Dada a resposta positiva ao vídeo, é provável que as pessoas estejam ao menos refletindo sobre essas mudanças.


(Nick Bilton. New York Times. Tradução de Paulo Migliacci,Folha de S. Paulo, 04.09.2013.Adaptado)

De acordo com a leitura do texto, é correto afirmar que
Alternativas
Q359053 Português

Leia o texto para responder à questão. 


Herói da Língua


      Vocês se lembram do meu amigo Toninho Vernáculo. Já falei dele uma vez e contei histórias da mania que tem de corrigir erros de português. Daí o apelido. Cansei de falar: deixa, Toninho, esta língua é complicada mesmo, até autor consagrado escreve com dicionários e gramáticas à mão.
      – Pelo menos eles têm a humildade de consultar os mestres antes de dar a público o que escrevem – respondia o Toninho na sua linguagem em roupa de domingo.
      Dom Quixote da gramática, Toninho não se dava descanso. Lia coisas assim nos anúncios classificados dos jornais e ficava indignado: baile “beneficiente”; faça “seu” óculos na ótica tal; “aluga-se” dois galpões. Ex-jornalista, aposentado, telefonava para os encarregados dos pequenos anúncios:
      – No meu tempo não era assim! Os responsáveis eram responsáveis, cuidavam da correção de todos os textos a serem publicados. O povo não sabe escrever, mas os jornais são arquétipos e têm o dever – o dever! – de zelar pela língua!
      No convívio diário, arrumava desafetos, humilhados e ofendidos, mas também alguns – os mais humildes – agradecidos pelo ensinamento. Quixoteava lições, fosse qual fosse o interlocutor.
      Bom, um dia desses, telefonaram-me de madrugada: Toninho havia sido preso como pichador de rua. Quê, um homem de 70 anos? Havia algum engano, com certeza. Fomos para a delegacia, uma trinca de amigos.
      Engano havia e não havia. Nosso amigo fora realmente flagrado pela polícia com spray e latinha de tinta com pincel, atuando na fachada de uma casa comercial do bairro onde mora. Explicou-se: estava corrigindo os erros de português dos pichadores! Começamos os esforços para livrá-lo da multa e da denúncia, explicamos ao delegado que o ocorrido era fruto de uma mania dele, loucura leve. Por que penalizá-lo por coisa tão pouca? Não ia acontecer de novo. Aí o delegado explicou qual era a bronca.
      O Toninho havia pedido para ler seu depoimento, datilografado pelo escrivão, e começou a apontar erros de português no texto do funcionário. Aí melou, “teje” preso por desacato. Com dificuldade convencemos o escrivão da loucura mansa do nosso amigo, e ele liberou o herói da língua pátria.


(Ivan Angelo. Veja SP, 28.10.2011. Adaptado)

Leia as frases reescritas a partir do texto e assinale a correta quanto à concordância verbal e nominal;
Alternativas
Q359052 Português

Leia o texto para responder à questão. 


Herói da Língua


      Vocês se lembram do meu amigo Toninho Vernáculo. Já falei dele uma vez e contei histórias da mania que tem de corrigir erros de português. Daí o apelido. Cansei de falar: deixa, Toninho, esta língua é complicada mesmo, até autor consagrado escreve com dicionários e gramáticas à mão.
      – Pelo menos eles têm a humildade de consultar os mestres antes de dar a público o que escrevem – respondia o Toninho na sua linguagem em roupa de domingo.
      Dom Quixote da gramática, Toninho não se dava descanso. Lia coisas assim nos anúncios classificados dos jornais e ficava indignado: baile “beneficiente”; faça “seu” óculos na ótica tal; “aluga-se” dois galpões. Ex-jornalista, aposentado, telefonava para os encarregados dos pequenos anúncios:
      – No meu tempo não era assim! Os responsáveis eram responsáveis, cuidavam da correção de todos os textos a serem publicados. O povo não sabe escrever, mas os jornais são arquétipos e têm o dever – o dever! – de zelar pela língua!
      No convívio diário, arrumava desafetos, humilhados e ofendidos, mas também alguns – os mais humildes – agradecidos pelo ensinamento. Quixoteava lições, fosse qual fosse o interlocutor.
      Bom, um dia desses, telefonaram-me de madrugada: Toninho havia sido preso como pichador de rua. Quê, um homem de 70 anos? Havia algum engano, com certeza. Fomos para a delegacia, uma trinca de amigos.
      Engano havia e não havia. Nosso amigo fora realmente flagrado pela polícia com spray e latinha de tinta com pincel, atuando na fachada de uma casa comercial do bairro onde mora. Explicou-se: estava corrigindo os erros de português dos pichadores! Começamos os esforços para livrá-lo da multa e da denúncia, explicamos ao delegado que o ocorrido era fruto de uma mania dele, loucura leve. Por que penalizá-lo por coisa tão pouca? Não ia acontecer de novo. Aí o delegado explicou qual era a bronca.
      O Toninho havia pedido para ler seu depoimento, datilografado pelo escrivão, e começou a apontar erros de português no texto do funcionário. Aí melou, “teje” preso por desacato. Com dificuldade convencemos o escrivão da loucura mansa do nosso amigo, e ele liberou o herói da língua pátria.


(Ivan Angelo. Veja SP, 28.10.2011. Adaptado)

Assinale a alternativa que completa, preservando o sentido do texto e de acordo com a norma-padrão, a frase do texto: Vocês se lembram de meu amigo Toninho Vernáculo...
Alternativas
Q359051 Português

Leia o texto para responder à questão. 


Herói da Língua


      Vocês se lembram do meu amigo Toninho Vernáculo. Já falei dele uma vez e contei histórias da mania que tem de corrigir erros de português. Daí o apelido. Cansei de falar: deixa, Toninho, esta língua é complicada mesmo, até autor consagrado escreve com dicionários e gramáticas à mão.
      – Pelo menos eles têm a humildade de consultar os mestres antes de dar a público o que escrevem – respondia o Toninho na sua linguagem em roupa de domingo.
      Dom Quixote da gramática, Toninho não se dava descanso. Lia coisas assim nos anúncios classificados dos jornais e ficava indignado: baile “beneficiente”; faça “seu” óculos na ótica tal; “aluga-se” dois galpões. Ex-jornalista, aposentado, telefonava para os encarregados dos pequenos anúncios:
      – No meu tempo não era assim! Os responsáveis eram responsáveis, cuidavam da correção de todos os textos a serem publicados. O povo não sabe escrever, mas os jornais são arquétipos e têm o dever – o dever! – de zelar pela língua!
      No convívio diário, arrumava desafetos, humilhados e ofendidos, mas também alguns – os mais humildes – agradecidos pelo ensinamento. Quixoteava lições, fosse qual fosse o interlocutor.
      Bom, um dia desses, telefonaram-me de madrugada: Toninho havia sido preso como pichador de rua. Quê, um homem de 70 anos? Havia algum engano, com certeza. Fomos para a delegacia, uma trinca de amigos.
      Engano havia e não havia. Nosso amigo fora realmente flagrado pela polícia com spray e latinha de tinta com pincel, atuando na fachada de uma casa comercial do bairro onde mora. Explicou-se: estava corrigindo os erros de português dos pichadores! Começamos os esforços para livrá-lo da multa e da denúncia, explicamos ao delegado que o ocorrido era fruto de uma mania dele, loucura leve. Por que penalizá-lo por coisa tão pouca? Não ia acontecer de novo. Aí o delegado explicou qual era a bronca.
      O Toninho havia pedido para ler seu depoimento, datilografado pelo escrivão, e começou a apontar erros de português no texto do funcionário. Aí melou, “teje” preso por desacato. Com dificuldade convencemos o escrivão da loucura mansa do nosso amigo, e ele liberou o herói da língua pátria.


(Ivan Angelo. Veja SP, 28.10.2011. Adaptado)

Sabendo-se que Toninho Vernáculo – quixoteava lições, fosse qual fosse o interlocutor –, pode-se afirmar que ele ficaria satisfeito com a frase escrita corretamente na alternativa;
Alternativas
Q359050 Português

Leia o texto para responder à questão. 


Herói da Língua


      Vocês se lembram do meu amigo Toninho Vernáculo. Já falei dele uma vez e contei histórias da mania que tem de corrigir erros de português. Daí o apelido. Cansei de falar: deixa, Toninho, esta língua é complicada mesmo, até autor consagrado escreve com dicionários e gramáticas à mão.
      – Pelo menos eles têm a humildade de consultar os mestres antes de dar a público o que escrevem – respondia o Toninho na sua linguagem em roupa de domingo.
      Dom Quixote da gramática, Toninho não se dava descanso. Lia coisas assim nos anúncios classificados dos jornais e ficava indignado: baile “beneficiente”; faça “seu” óculos na ótica tal; “aluga-se” dois galpões. Ex-jornalista, aposentado, telefonava para os encarregados dos pequenos anúncios:
      – No meu tempo não era assim! Os responsáveis eram responsáveis, cuidavam da correção de todos os textos a serem publicados. O povo não sabe escrever, mas os jornais são arquétipos e têm o dever – o dever! – de zelar pela língua!
      No convívio diário, arrumava desafetos, humilhados e ofendidos, mas também alguns – os mais humildes – agradecidos pelo ensinamento. Quixoteava lições, fosse qual fosse o interlocutor.
      Bom, um dia desses, telefonaram-me de madrugada: Toninho havia sido preso como pichador de rua. Quê, um homem de 70 anos? Havia algum engano, com certeza. Fomos para a delegacia, uma trinca de amigos.
      Engano havia e não havia. Nosso amigo fora realmente flagrado pela polícia com spray e latinha de tinta com pincel, atuando na fachada de uma casa comercial do bairro onde mora. Explicou-se: estava corrigindo os erros de português dos pichadores! Começamos os esforços para livrá-lo da multa e da denúncia, explicamos ao delegado que o ocorrido era fruto de uma mania dele, loucura leve. Por que penalizá-lo por coisa tão pouca? Não ia acontecer de novo. Aí o delegado explicou qual era a bronca.
      O Toninho havia pedido para ler seu depoimento, datilografado pelo escrivão, e começou a apontar erros de português no texto do funcionário. Aí melou, “teje” preso por desacato. Com dificuldade convencemos o escrivão da loucura mansa do nosso amigo, e ele liberou o herói da língua pátria.


(Ivan Angelo. Veja SP, 28.10.2011. Adaptado)

Considere os trechos em destaque.

– Pelo menos eles têm a humildade de consultar os mestres antes de dar a público o que escrevem – respondia o Toninho na sua linguagem em roupa de domingo.
Dom Quixote da gramática, Toninho não se dava descanso.

Pelos trechos, conclui-se corretamente que Toninho expressava-se por meio de linguagem
Alternativas
Q359049 Português

Leia o texto para responder à questão. 


Herói da Língua


      Vocês se lembram do meu amigo Toninho Vernáculo. Já falei dele uma vez e contei histórias da mania que tem de corrigir erros de português. Daí o apelido. Cansei de falar: deixa, Toninho, esta língua é complicada mesmo, até autor consagrado escreve com dicionários e gramáticas à mão.
      – Pelo menos eles têm a humildade de consultar os mestres antes de dar a público o que escrevem – respondia o Toninho na sua linguagem em roupa de domingo.
      Dom Quixote da gramática, Toninho não se dava descanso. Lia coisas assim nos anúncios classificados dos jornais e ficava indignado: baile “beneficiente”; faça “seu” óculos na ótica tal; “aluga-se” dois galpões. Ex-jornalista, aposentado, telefonava para os encarregados dos pequenos anúncios:
      – No meu tempo não era assim! Os responsáveis eram responsáveis, cuidavam da correção de todos os textos a serem publicados. O povo não sabe escrever, mas os jornais são arquétipos e têm o dever – o dever! – de zelar pela língua!
      No convívio diário, arrumava desafetos, humilhados e ofendidos, mas também alguns – os mais humildes – agradecidos pelo ensinamento. Quixoteava lições, fosse qual fosse o interlocutor.
      Bom, um dia desses, telefonaram-me de madrugada: Toninho havia sido preso como pichador de rua. Quê, um homem de 70 anos? Havia algum engano, com certeza. Fomos para a delegacia, uma trinca de amigos.
      Engano havia e não havia. Nosso amigo fora realmente flagrado pela polícia com spray e latinha de tinta com pincel, atuando na fachada de uma casa comercial do bairro onde mora. Explicou-se: estava corrigindo os erros de português dos pichadores! Começamos os esforços para livrá-lo da multa e da denúncia, explicamos ao delegado que o ocorrido era fruto de uma mania dele, loucura leve. Por que penalizá-lo por coisa tão pouca? Não ia acontecer de novo. Aí o delegado explicou qual era a bronca.
      O Toninho havia pedido para ler seu depoimento, datilografado pelo escrivão, e começou a apontar erros de português no texto do funcionário. Aí melou, “teje” preso por desacato. Com dificuldade convencemos o escrivão da loucura mansa do nosso amigo, e ele liberou o herói da língua pátria.


(Ivan Angelo. Veja SP, 28.10.2011. Adaptado)

De acordo com o conteúdo do texto, é correto afirmar que
Alternativas
Ano: 2012 Banca: FUNCAB Órgão: CODATA
Q1224427 Redes de Computadores
São funcionalidades do protocolo DHCP:
Alternativas
Ano: 2012 Banca: FUNCAB Órgão: CODATA
Q1205181 Noções de Informática
São características do protocolo HTTP, EXCETO:
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Ano: 2010 Banca: IPAD Órgão: SESC-PE
Q1229978 Noções de Informática
Acerca das características e funcionalidades do Windows, analise as seguintes afirmativas:
1. Ao clicar a combinação de teclas ALT + I, o menu Iniciar do Windows será exibido.
2. Podemos usar o programa Gerenciador de Dispositivos para monitorar o desempenho do computador ou fechar um programa que não está respondendo.
3. Os nomes de arquivos devem possuir um e apenas um caracter ponto (“.”), sendo este o separador da primeira parte do nome e da extensão do arquivo.
Estão incorretas:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: IPAD Órgão: SESC-PE
Q1200359 Noções de Informática
Em relação as características e ao modo de operação de um worm, considere as afirmativas abaixo:
1. Um worm é capaz de replicar-se e distribuir cópias de si mesmo em uma rede de computadores de modo alheio a vontade e ao conhecimento dos usuários dos computadores infectados.
2. Um worm é capaz de entrar em um computador fazendo- se passar por um programa aparentemente legitimo.
3. Um worm é capaz de destruir o disco rígido do computador infectado oxidando a trilha zero do disco.
Está(ão) correta(s) apenas:
Alternativas
Respostas
681: B
682: D
683: B
684: C
685: D
686: E
687: B
688: C
689: A
690: B
691: D
692: C
693: C
694: A
695: E
696: D
697: A
698: D
699: A
700: C