Questões de Concurso
Comentadas para técnico judiciário - segurança judiciária
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Está aberta a temporada de ipês. Eu definiria essas árvores como sendo o clichê menos enfadonho de Brasília. Sim, porque, como parte do ciclo da natureza, eles brotam e colorem a capital das mesmas cores, no mesmo período, todos os anos. É a repetição mais original trazida pelo início da seca. Ainda que presença certa, os ipês são esperados com igual ansiedade a cada estação. E eles não aparecem sozinhos. Mesmo que soberanos em uma paisagem ressequida, a beleza dessas árvores − que exibem flores em cachos, de cores vistosas − é exaltada pela questionável feiura das plantas mirradas do cerrado.
Os ipês ficam ainda altivos ao lado de árvores que hibernam em forma de seu próprio esqueleto. Seus galhos aparentemente mortos, retorcidos, sem flores, sem folhas, se recolhem para dar espaço à exuberância dos ipês em tons de roxo, rosa, amarelo ou branco. Na paisagem desértica, eles ganham ainda mais destaque, o que me faz pensar que a natureza é mesmo um belo exemplo de equilíbrio. Se brotassem todos juntos, teriam que dividir a majestade. Em apresentação solo, viram reis absolutos, para os quais se dirigem aplausos, flashes, sorrisos e agradecimentos pela beleza da vida. Excesso é veneno para a magia. Sábios, os ipês.
(Adaptado de: DUARTE, Flávia. Eu não me canso dos ipês. Disponível em: http://blogs.correiobraziliense.com.br, 17.07.2017)
Está aberta a temporada de ipês. Eu definiria essas árvores como sendo o clichê menos enfadonho de Brasília. Sim, porque, como parte do ciclo da natureza, eles brotam e colorem a capital das mesmas cores, no mesmo período, todos os anos. É a repetição mais original trazida pelo início da seca. Ainda que presença certa, os ipês são esperados com igual ansiedade a cada estação. E eles não aparecem sozinhos. Mesmo que soberanos em uma paisagem ressequida, a beleza dessas árvores − que exibem flores em cachos, de cores vistosas − é exaltada pela questionável feiura das plantas mirradas do cerrado.
Os ipês ficam ainda altivos ao lado de árvores que hibernam em forma de seu próprio esqueleto. Seus galhos aparentemente mortos, retorcidos, sem flores, sem folhas, se recolhem para dar espaço à exuberância dos ipês em tons de roxo, rosa, amarelo ou branco. Na paisagem desértica, eles ganham ainda mais destaque, o que me faz pensar que a natureza é mesmo um belo exemplo de equilíbrio. Se brotassem todos juntos, teriam que dividir a majestade. Em apresentação solo, viram reis absolutos, para os quais se dirigem aplausos, flashes, sorrisos e agradecimentos pela beleza da vida. Excesso é veneno para a magia. Sábios, os ipês.
(Adaptado de: DUARTE, Flávia. Eu não me canso dos ipês. Disponível em: http://blogs.correiobraziliense.com.br, 17.07.2017)
Está aberta a temporada de ipês. Eu definiria essas árvores como sendo o clichê menos enfadonho de Brasília. Sim, porque, como parte do ciclo da natureza, eles brotam e colorem a capital das mesmas cores, no mesmo período, todos os anos. É a repetição mais original trazida pelo início da seca. Ainda que presença certa, os ipês são esperados com igual ansiedade a cada estação. E eles não aparecem sozinhos. Mesmo que soberanos em uma paisagem ressequida, a beleza dessas árvores − que exibem flores em cachos, de cores vistosas − é exaltada pela questionável feiura das plantas mirradas do cerrado.
Os ipês ficam ainda altivos ao lado de árvores que hibernam em forma de seu próprio esqueleto. Seus galhos aparentemente mortos, retorcidos, sem flores, sem folhas, se recolhem para dar espaço à exuberância dos ipês em tons de roxo, rosa, amarelo ou branco. Na paisagem desértica, eles ganham ainda mais destaque, o que me faz pensar que a natureza é mesmo um belo exemplo de equilíbrio. Se brotassem todos juntos, teriam que dividir a majestade. Em apresentação solo, viram reis absolutos, para os quais se dirigem aplausos, flashes, sorrisos e agradecimentos pela beleza da vida. Excesso é veneno para a magia. Sábios, os ipês.
(Adaptado de: DUARTE, Flávia. Eu não me canso dos ipês. Disponível em: http://blogs.correiobraziliense.com.br, 17.07.2017)
Está aberta a temporada de ipês. Eu definiria essas árvores como sendo o clichê menos enfadonho de Brasília. Sim, porque, como parte do ciclo da natureza, eles brotam e colorem a capital das mesmas cores, no mesmo período, todos os anos. É a repetição mais original trazida pelo início da seca. Ainda que presença certa, os ipês são esperados com igual ansiedade a cada estação. E eles não aparecem sozinhos. Mesmo que soberanos em uma paisagem ressequida, a beleza dessas árvores − que exibem flores em cachos, de cores vistosas − é exaltada pela questionável feiura das plantas mirradas do cerrado.
Os ipês ficam ainda altivos ao lado de árvores que hibernam em forma de seu próprio esqueleto. Seus galhos aparentemente mortos, retorcidos, sem flores, sem folhas, se recolhem para dar espaço à exuberância dos ipês em tons de roxo, rosa, amarelo ou branco. Na paisagem desértica, eles ganham ainda mais destaque, o que me faz pensar que a natureza é mesmo um belo exemplo de equilíbrio. Se brotassem todos juntos, teriam que dividir a majestade. Em apresentação solo, viram reis absolutos, para os quais se dirigem aplausos, flashes, sorrisos e agradecimentos pela beleza da vida. Excesso é veneno para a magia. Sábios, os ipês.
(Adaptado de: DUARTE, Flávia. Eu não me canso dos ipês. Disponível em: http://blogs.correiobraziliense.com.br, 17.07.2017)
Está aberta a temporada de ipês. Eu definiria essas árvores como sendo o clichê menos enfadonho de Brasília. Sim, porque, como parte do ciclo da natureza, eles brotam e colorem a capital das mesmas cores, no mesmo período, todos os anos. É a repetição mais original trazida pelo início da seca. Ainda que presença certa, os ipês são esperados com igual ansiedade a cada estação. E eles não aparecem sozinhos. Mesmo que soberanos em uma paisagem ressequida, a beleza dessas árvores − que exibem flores em cachos, de cores vistosas − é exaltada pela questionável feiura das plantas mirradas do cerrado.
Os ipês ficam ainda altivos ao lado de árvores que hibernam em forma de seu próprio esqueleto. Seus galhos aparentemente mortos, retorcidos, sem flores, sem folhas, se recolhem para dar espaço à exuberância dos ipês em tons de roxo, rosa, amarelo ou branco. Na paisagem desértica, eles ganham ainda mais destaque, o que me faz pensar que a natureza é mesmo um belo exemplo de equilíbrio. Se brotassem todos juntos, teriam que dividir a majestade. Em apresentação solo, viram reis absolutos, para os quais se dirigem aplausos, flashes, sorrisos e agradecimentos pela beleza da vida. Excesso é veneno para a magia. Sábios, os ipês.
(Adaptado de: DUARTE, Flávia. Eu não me canso dos ipês. Disponível em: http://blogs.correiobraziliense.com.br, 17.07.2017)
Luísa, cadeirante, foi a um centro cultural recentemente construído por uma empresa privada de seu município, para assistir a uma peça de teatro. Ao chegar ao edifício, Luísa notou que não havia rampas de acesso e foi informada por um atendente de que não existia, no auditório, espaço reservado para cadeirantes, apesar de haver, no prédio, elevadores reservados para pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, bem como um banheiro acessível a elas.
Considerando a situação hipotética apresentada e a legislação a ela relacionada, julgue os itens subsequentes.
I O auditório do centro cultural, por estar em edifício privado, está dispensado de reservar local especial para pessoas com deficiência.
II Luísa poderá ser transportada manualmente por funcionários do centro cultural, como forma, prevista legalmente, de suprir a inexistência de rampas de acesso.
III O centro cultural cumpre as exigências legais quanto à quantidade de banheiros acessíveis a pessoas com deficiência.
IV Os banheiros e elevadores acessíveis a pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida são também destinados a gestantes e pessoas obesas.
Estão certos apenas os itens
Jorge, servidor idoso do Tribunal Regional Eleitoral, ao dirigir-se de carro à sede do tribunal, com o intuito de tratar de assuntos relativos à sua aposentadoria, não encontrou vaga de idoso e estacionou em local distante da entrada do prédio. Ao chegar ao setor de recursos humanos do tribunal, Jorge solicitou atendimento preferencial, no entanto, o funcionário responsável negou o pedido, alegando estar muito ocupado. Por fim, após mais de uma hora de espera, Jorge desistiu do atendimento e foi embora.
Considerando essa situação hipotética e à luz do Estatuto do Idoso, assinale a opção correta.
O diretor de uma empresa multinacional dirigiu-se a sua seção eleitoral a fim de solicitar a emissão da segunda via de seu título de eleitor. Ao chegar à seção, foi informado por um técnico judiciário de que o expediente havia se encerrado e de que, por isso, os funcionários não poderiam mais recebê-lo naquele dia. Descontente, o empresário exigiu ser atendido, afirmando ocupar posição social superior à do técnico e submetendo-o a tratamento vexatório, com o uso de palavras insultuosas.
Nessa situação hipotética, o empresário praticou crime tipificado como