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Q4041960 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.



Por mais marmitas


   Marmita. Palavra aportuguesada do francês. Por lá ela termina em “e”. Ou seja, é um galicismo nosso. Gosto muito da palavra marmita. Gosto mais ainda de chamá-la de quentinha, o que dá a impressão de ser comida cheia de afeto. Gosto também de farnel, porque dá ideia de comida com sustância que é para aguentar uma longa jornada fora de casa. Quase como se a gente pudesse carregar um pouquinho do aconchego caseiro para o cotidiano longe do lar. Todo mundo já comeu uma marmita na vida. Se não comeu, perdeu a chance de ser um pouco mais humilde.


   Famílias inteiras neste país atravessaram anos com o auxílio da marmita. Aliás, tenho a impressão de que famílias que fazem ou fizeram uso da marmitex carregam algo de afeto, preocupação com quem vai passar o dia fora de casa. Seja por que ela é feita por uma mãe ou pai ou a própria pessoa. Também gosto de conservas, mas daí sou chata, porque gosto daquelas que são feitas em casa. Ou seja, que passam pelo mesmo cuidado com que uma marmita é feita. Coisa rara hoje em dia. Conserva de mercado é comida fake, é alimento morto. Só tem sódio. Você compra achando que é, mas se engana, não é não.


   Sábado, envolvida numa atividade voluntária da causa animal, diante de um mercado da região, fiquei pensando que nós, pessoas, também poderíamos ser divididas entre os marmitas e os conservas. Em duas horas de trabalho encontrei algumas pessoas afetuosas. Algumas interessadas na causa, outras dispostas a escutar. Outras ainda, que apesar de não terem empatia pelos animais, foram educadas e respeitosas. Umas marmitas ambulantes. Gente que sai de casa e carrega consigo tempero e maciez para onde vai. São pessoas gentis que dão um alento em saber que existem sujeitos assim. O resto, desculpem, eram todas conservas com alto teor de (s)ódio. Uma gente corrosiva, grosseira, mal educada, arrogante, egoísta. Gente que aparenta por fora ser uma coisa, mas por dentro é outra. 


   Vamos lá, o mundo está difícil para todo mundo. Todos, em algum momento, se encontram diante de dificuldades, mas isso jamais poderá ser desculpa para se ser violento ou desrespeitoso com pessoas que nada tem a ver com o seu próprio caos. Estamos perdendo a noção do bom senso. Gente cozida na salmoura só conserva a casca, os nutrientes perdeu tudo. O fato de se apresentar num pote de vidro bonito e transparente nunca foi garantia de nada. Por isso, fico com as marmitas. Gente que não precisa aparentar nada e faz do mundo mais palatável e saboroso. 


Autora: Adriana Antunes - GZH (adaptado). 

Ao dizer que certas pessoas eram “todas conservas com alto teor de (s)ódio”, a autora produz um efeito expressivo que reforça sua crítica. A respeito desse uso, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4041959 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.



Por mais marmitas


   Marmita. Palavra aportuguesada do francês. Por lá ela termina em “e”. Ou seja, é um galicismo nosso. Gosto muito da palavra marmita. Gosto mais ainda de chamá-la de quentinha, o que dá a impressão de ser comida cheia de afeto. Gosto também de farnel, porque dá ideia de comida com sustância que é para aguentar uma longa jornada fora de casa. Quase como se a gente pudesse carregar um pouquinho do aconchego caseiro para o cotidiano longe do lar. Todo mundo já comeu uma marmita na vida. Se não comeu, perdeu a chance de ser um pouco mais humilde.


   Famílias inteiras neste país atravessaram anos com o auxílio da marmita. Aliás, tenho a impressão de que famílias que fazem ou fizeram uso da marmitex carregam algo de afeto, preocupação com quem vai passar o dia fora de casa. Seja por que ela é feita por uma mãe ou pai ou a própria pessoa. Também gosto de conservas, mas daí sou chata, porque gosto daquelas que são feitas em casa. Ou seja, que passam pelo mesmo cuidado com que uma marmita é feita. Coisa rara hoje em dia. Conserva de mercado é comida fake, é alimento morto. Só tem sódio. Você compra achando que é, mas se engana, não é não.


   Sábado, envolvida numa atividade voluntária da causa animal, diante de um mercado da região, fiquei pensando que nós, pessoas, também poderíamos ser divididas entre os marmitas e os conservas. Em duas horas de trabalho encontrei algumas pessoas afetuosas. Algumas interessadas na causa, outras dispostas a escutar. Outras ainda, que apesar de não terem empatia pelos animais, foram educadas e respeitosas. Umas marmitas ambulantes. Gente que sai de casa e carrega consigo tempero e maciez para onde vai. São pessoas gentis que dão um alento em saber que existem sujeitos assim. O resto, desculpem, eram todas conservas com alto teor de (s)ódio. Uma gente corrosiva, grosseira, mal educada, arrogante, egoísta. Gente que aparenta por fora ser uma coisa, mas por dentro é outra. 


   Vamos lá, o mundo está difícil para todo mundo. Todos, em algum momento, se encontram diante de dificuldades, mas isso jamais poderá ser desculpa para se ser violento ou desrespeitoso com pessoas que nada tem a ver com o seu próprio caos. Estamos perdendo a noção do bom senso. Gente cozida na salmoura só conserva a casca, os nutrientes perdeu tudo. O fato de se apresentar num pote de vidro bonito e transparente nunca foi garantia de nada. Por isso, fico com as marmitas. Gente que não precisa aparentar nada e faz do mundo mais palatável e saboroso. 


Autora: Adriana Antunes - GZH (adaptado). 

No trecho em que afirma que “nós, pessoas, também poderíamos ser divididas entre os marmitas e os conservas”, a autora desenvolve uma leitura do comportamento humano segundo um critério implícito. Esse critério está mais bem expresso: 
Alternativas
Q4041958 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.



Por mais marmitas


   Marmita. Palavra aportuguesada do francês. Por lá ela termina em “e”. Ou seja, é um galicismo nosso. Gosto muito da palavra marmita. Gosto mais ainda de chamá-la de quentinha, o que dá a impressão de ser comida cheia de afeto. Gosto também de farnel, porque dá ideia de comida com sustância que é para aguentar uma longa jornada fora de casa. Quase como se a gente pudesse carregar um pouquinho do aconchego caseiro para o cotidiano longe do lar. Todo mundo já comeu uma marmita na vida. Se não comeu, perdeu a chance de ser um pouco mais humilde.


   Famílias inteiras neste país atravessaram anos com o auxílio da marmita. Aliás, tenho a impressão de que famílias que fazem ou fizeram uso da marmitex carregam algo de afeto, preocupação com quem vai passar o dia fora de casa. Seja por que ela é feita por uma mãe ou pai ou a própria pessoa. Também gosto de conservas, mas daí sou chata, porque gosto daquelas que são feitas em casa. Ou seja, que passam pelo mesmo cuidado com que uma marmita é feita. Coisa rara hoje em dia. Conserva de mercado é comida fake, é alimento morto. Só tem sódio. Você compra achando que é, mas se engana, não é não.


   Sábado, envolvida numa atividade voluntária da causa animal, diante de um mercado da região, fiquei pensando que nós, pessoas, também poderíamos ser divididas entre os marmitas e os conservas. Em duas horas de trabalho encontrei algumas pessoas afetuosas. Algumas interessadas na causa, outras dispostas a escutar. Outras ainda, que apesar de não terem empatia pelos animais, foram educadas e respeitosas. Umas marmitas ambulantes. Gente que sai de casa e carrega consigo tempero e maciez para onde vai. São pessoas gentis que dão um alento em saber que existem sujeitos assim. O resto, desculpem, eram todas conservas com alto teor de (s)ódio. Uma gente corrosiva, grosseira, mal educada, arrogante, egoísta. Gente que aparenta por fora ser uma coisa, mas por dentro é outra. 


   Vamos lá, o mundo está difícil para todo mundo. Todos, em algum momento, se encontram diante de dificuldades, mas isso jamais poderá ser desculpa para se ser violento ou desrespeitoso com pessoas que nada tem a ver com o seu próprio caos. Estamos perdendo a noção do bom senso. Gente cozida na salmoura só conserva a casca, os nutrientes perdeu tudo. O fato de se apresentar num pote de vidro bonito e transparente nunca foi garantia de nada. Por isso, fico com as marmitas. Gente que não precisa aparentar nada e faz do mundo mais palatável e saboroso. 


Autora: Adriana Antunes - GZH (adaptado). 

Ao contrapor “marmitas” e “conservas”, a autora organiza o texto a partir de uma oposição que ultrapassa o campo alimentar. Nesse contexto, essa comparação tem a função principal de: 
Alternativas
Q4041957 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.



Por mais marmitas


   Marmita. Palavra aportuguesada do francês. Por lá ela termina em “e”. Ou seja, é um galicismo nosso. Gosto muito da palavra marmita. Gosto mais ainda de chamá-la de quentinha, o que dá a impressão de ser comida cheia de afeto. Gosto também de farnel, porque dá ideia de comida com sustância que é para aguentar uma longa jornada fora de casa. Quase como se a gente pudesse carregar um pouquinho do aconchego caseiro para o cotidiano longe do lar. Todo mundo já comeu uma marmita na vida. Se não comeu, perdeu a chance de ser um pouco mais humilde.


   Famílias inteiras neste país atravessaram anos com o auxílio da marmita. Aliás, tenho a impressão de que famílias que fazem ou fizeram uso da marmitex carregam algo de afeto, preocupação com quem vai passar o dia fora de casa. Seja por que ela é feita por uma mãe ou pai ou a própria pessoa. Também gosto de conservas, mas daí sou chata, porque gosto daquelas que são feitas em casa. Ou seja, que passam pelo mesmo cuidado com que uma marmita é feita. Coisa rara hoje em dia. Conserva de mercado é comida fake, é alimento morto. Só tem sódio. Você compra achando que é, mas se engana, não é não.


   Sábado, envolvida numa atividade voluntária da causa animal, diante de um mercado da região, fiquei pensando que nós, pessoas, também poderíamos ser divididas entre os marmitas e os conservas. Em duas horas de trabalho encontrei algumas pessoas afetuosas. Algumas interessadas na causa, outras dispostas a escutar. Outras ainda, que apesar de não terem empatia pelos animais, foram educadas e respeitosas. Umas marmitas ambulantes. Gente que sai de casa e carrega consigo tempero e maciez para onde vai. São pessoas gentis que dão um alento em saber que existem sujeitos assim. O resto, desculpem, eram todas conservas com alto teor de (s)ódio. Uma gente corrosiva, grosseira, mal educada, arrogante, egoísta. Gente que aparenta por fora ser uma coisa, mas por dentro é outra. 


   Vamos lá, o mundo está difícil para todo mundo. Todos, em algum momento, se encontram diante de dificuldades, mas isso jamais poderá ser desculpa para se ser violento ou desrespeitoso com pessoas que nada tem a ver com o seu próprio caos. Estamos perdendo a noção do bom senso. Gente cozida na salmoura só conserva a casca, os nutrientes perdeu tudo. O fato de se apresentar num pote de vidro bonito e transparente nunca foi garantia de nada. Por isso, fico com as marmitas. Gente que não precisa aparentar nada e faz do mundo mais palatável e saboroso. 


Autora: Adriana Antunes - GZH (adaptado). 

No trecho “Gente que sai de casa e carrega consigo tempero e maciez para onde vai”, as expressões destacadas foram empregadas em sentido:
Alternativas
Q4040138 Direito Administrativo
O Art. 14 do Regime Jurídico e Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Itapiranga/SC estabelece regras sobre a posse em cargo público, definindo prazos, formalidades e consequências para o não cumprimento dessas exigências. Esse procedimento é essencial para a efetivação do vínculo entre o servidor e a administração pública. Considerando esse dispositivo legal, qual é a consequência quando a posse não ocorre no prazo estabelecido por responsabilidade do nomeado?
Alternativas
Q4040136 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



O passado português do estreito de Ormuz, no centro das atenções pela guerra no Irã


Em uma crônica do século XVI, o historiador português João de Barros descreveu Ormuz como uma cidade localizada quase na entrada do estreito do mar da Pérsia. Segundo ele, tratava-se de uma ilha árida, rica em sal e enxofre, onde não crescia vegetação. Ainda assim, destacava-se pela imponência de seus edifícios e pela intensa atividade comercial, funcionando como ponto de encontro de mercadorias vindas do Oriente e do Ocidente. Mesmo sem produzir riquezas naturais, a cidade prosperava por meio do comércio, sendo comparada a uma joia valiosa em meio ao mundo.


Atualmente, em evidência por questões geopolíticas envolvendo conflitos no Oriente Médio, o estreito de Ormuz já integrou o conjunto de territórios conquistados por Portugal durante o período das Grandes Navegações. Ao contrário do que ocorreu no Brasil, a presença portuguesa na região teve caráter predominantemente estratégico. Os portugueses estabeleceram uma fortaleza e utilizaram a cidade situada na ilha de Gerum como ponto de apoio para embarcações que percorriam as rotas comerciais do Oceano Índico.


Apesar das condições naturais adversas, a localização privilegiada de Ormuz favoreceu o surgimento de uma cidade cosmopolita, essencial para a navegação de cabotagem, prática comum na época, que exigia paradas frequentes para abastecimento e comércio. A principal marca da presença portuguesa é o Forte de Nossa Senhora da Conceição, inaugurado em 1515, cujas ruínas permanecem preservadas como patrimônio histórico.


A relevância de Ormuz, no entanto, é muito anterior à chegada dos portugueses. Registros indicam sua importância comercial desde pelo menos o século II. Inicialmente situada no interior do império persa, a cidade foi posteriormente transferida para a ilha de Gerum após sucessivos ataques, o que fortaleceu ainda mais sua posição estratégica. A partir daí, consolidou-se como centro de circulação de rotas comerciais que conectavam diversas regiões da Ásia e da Europa.


O interesse português pela região intensificou-se após a expedição de Vasco da Gama, que evidenciou a importância de Ormuz como elo entre rotas marítimas e caravanas terrestres. A cidade exercia domínio sobre áreas costeiras e ilhas do Golfo Pérsico, além de manter um comércio diversificado, com destaque para a exportação de cavalos à Índia, produto de grande valor estratégico. Também eram negociados itens como pérolas, especiarias, metais e tecidos, enquanto importavam-se alimentos e produtos aromáticos.


O domínio português foi consolidado a partir das ações de Afonso de Albuquerque, que, em 1507, iniciou a conquista da região. Após acordos e conflitos, a presença lusitana se firmou em 1515, quando a cidade foi definitivamente submetida. Ormuz passou a integrar o sistema comercial português, funcionando como elo entre as rotas do Oriente e os mercados ocidentais, além de permitir o controle e a tributação das mercadorias que circulavam pelo estreito.


Esse domínio, entretanto, não foi permanente. A posição estratégica da região a tornou alvo de disputas constantes, especialmente por parte do Império Otomano e, posteriormente, de forças persas com apoio inglês. Em 1622, após meses de cerco, as tropas portuguesas foram derrotadas e expulsas, encerrando sua presença no Golfo Pérsico.


Assim, a história de Ormuz revela a importância geopolítica e comercial do estreito ao longo dos séculos, destacando-se como ponto central nas disputas por controle das rotas entre Oriente e Ocidente.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cedz755qj05o.adaptado.

Atualmente, em evidência por questões geopolíticas envolvendo "conflitos" no Oriente Médio, o estreito de Ormuz já integrou "o conjunto de territórios conquistados por Portugal" durante o período das Grandes Navegações.


Assinale a alternativa CORRETA quanto à substituição por pronomes oblíquos átonos, mantendo a correção gramatical. 

Alternativas
Q4040131 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



O passado português do estreito de Ormuz, no centro das atenções pela guerra no Irã


Em uma crônica do século XVI, o historiador português João de Barros descreveu Ormuz como uma cidade localizada quase na entrada do estreito do mar da Pérsia. Segundo ele, tratava-se de uma ilha árida, rica em sal e enxofre, onde não crescia vegetação. Ainda assim, destacava-se pela imponência de seus edifícios e pela intensa atividade comercial, funcionando como ponto de encontro de mercadorias vindas do Oriente e do Ocidente. Mesmo sem produzir riquezas naturais, a cidade prosperava por meio do comércio, sendo comparada a uma joia valiosa em meio ao mundo.


Atualmente, em evidência por questões geopolíticas envolvendo conflitos no Oriente Médio, o estreito de Ormuz já integrou o conjunto de territórios conquistados por Portugal durante o período das Grandes Navegações. Ao contrário do que ocorreu no Brasil, a presença portuguesa na região teve caráter predominantemente estratégico. Os portugueses estabeleceram uma fortaleza e utilizaram a cidade situada na ilha de Gerum como ponto de apoio para embarcações que percorriam as rotas comerciais do Oceano Índico.


Apesar das condições naturais adversas, a localização privilegiada de Ormuz favoreceu o surgimento de uma cidade cosmopolita, essencial para a navegação de cabotagem, prática comum na época, que exigia paradas frequentes para abastecimento e comércio. A principal marca da presença portuguesa é o Forte de Nossa Senhora da Conceição, inaugurado em 1515, cujas ruínas permanecem preservadas como patrimônio histórico.


A relevância de Ormuz, no entanto, é muito anterior à chegada dos portugueses. Registros indicam sua importância comercial desde pelo menos o século II. Inicialmente situada no interior do império persa, a cidade foi posteriormente transferida para a ilha de Gerum após sucessivos ataques, o que fortaleceu ainda mais sua posição estratégica. A partir daí, consolidou-se como centro de circulação de rotas comerciais que conectavam diversas regiões da Ásia e da Europa.


O interesse português pela região intensificou-se após a expedição de Vasco da Gama, que evidenciou a importância de Ormuz como elo entre rotas marítimas e caravanas terrestres. A cidade exercia domínio sobre áreas costeiras e ilhas do Golfo Pérsico, além de manter um comércio diversificado, com destaque para a exportação de cavalos à Índia, produto de grande valor estratégico. Também eram negociados itens como pérolas, especiarias, metais e tecidos, enquanto importavam-se alimentos e produtos aromáticos.


O domínio português foi consolidado a partir das ações de Afonso de Albuquerque, que, em 1507, iniciou a conquista da região. Após acordos e conflitos, a presença lusitana se firmou em 1515, quando a cidade foi definitivamente submetida. Ormuz passou a integrar o sistema comercial português, funcionando como elo entre as rotas do Oriente e os mercados ocidentais, além de permitir o controle e a tributação das mercadorias que circulavam pelo estreito.


Esse domínio, entretanto, não foi permanente. A posição estratégica da região a tornou alvo de disputas constantes, especialmente por parte do Império Otomano e, posteriormente, de forças persas com apoio inglês. Em 1622, após meses de cerco, as tropas portuguesas foram derrotadas e expulsas, encerrando sua presença no Golfo Pérsico.


Assim, a história de Ormuz revela a importância geopolítica e comercial do estreito ao longo dos séculos, destacando-se como ponto central nas disputas por controle das rotas entre Oriente e Ocidente.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cedz755qj05o.adaptado.

O texto apresenta informações sobre a importância histórica de Ormuz, descrevendo fatos, contextos e relações comerciais ao longo do tempo.


De acordo com o texto-base, assinale a alternativa CORRETA quanto ao tipo textual predominante.

Alternativas
Q4040127 Pedagogia
A organização da rotina na Educação Infantil contribui para o desenvolvimento integral da criança. Nesse contexto, é CORRETA a afirmativa que expressa a compreensão sobre a rotina pedagógica: 
Alternativas
Q4040126 Pedagogia
A Base Nacional Comum Curricular estabelece princípios e orientações para a Educação Infantil no Brasil. É CORRETA a afirmativa que expressa um desses princípios. 
Alternativas
Q4040125 Pedagogia
As concepções contemporâneas de infância compreendem a criança como um sujeito que participa ativamente de seu processo de desenvolvimento e aprendizagem. Considerando os princípios adotados na Educação Infantil brasileira, assinale a afirmativa CORRETA que expressa essa concepção. 
Alternativas
Q4040124 Pedagogia
A segurança no ambiente escolar é fundamental para garantir que as crianças aprendam, convivam e se desenvolvam com tranquilidade, confiança e proteção. Sobre a segurança no ambiente escolar, analise as assertivas.
I. A supervisão das crianças por adultos responsáveis é uma medida essencial para prevenir acidentes.
II. Materiais e brinquedos utilizados no ambiente escolar devem ser adequados à faixa etária das crianças, estar em boas condições de uso e seguir normas de segurança.
III. A organização do espaço escolar tem impacto limitado na segurança das crianças, sendo a supervisão dos adultos importante na prevenção de acidentes.
IV. A identificação de riscos no ambiente escolar contribui para a prevenção de acidentes.
É CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q4040123 Pedagogia
Educação Infantil organiza suas práticas considerando a indissociabilidade entre cuidar e educar. Associe os elementos desse cuidar e educar (Coluna A) com as contribuições descritas (Coluna B).

Coluna A
I.Acolhimento e atenção às necessidades da criança.
II.Mediação pedagógica nas atividades cotidianas.
III.Organização de rotinas educativas.
IV.Promoção de interações entre as crianças.
V.Oferta de experiências de aprendizagem significativas.

Coluna B
A.Ampliação das experiências culturais e cognitivas.
B.Desenvolvimento de vínculos afetivos e segurança emocional.
C.Desenvolvimento de habilidades sociais e cooperação.
D.Estruturação do cotidiano e previsibilidade das atividades.
E.Construção de conhecimentos por meio da intervenção do adulto.

Assinale a alternativa com a associação CORRETA:
Alternativas
Q4040122 Pedagogia
As atividades lúdicas e recreativas são ferramentas essenciais para o desenvolvimento humano, especialmente na infância. Sobre as atividades lúdicas e recreativas, analise as assertivas.
I.As atividades lúdicas favorecem a aprendizagem e o desenvolvimento infantil.
II.O brincar contribui para o desenvolvimento social e emocional da criança.
III.O brincar deve ser evitado na escola para garantir maior tempo de ensino formal.
IV.O jogo e a brincadeira permitem a exploração e a criatividade.
É CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q4040121 Pedagogia
Os marcos do desenvolvimento infantil são indicadores de habilidades que a maioria das crianças alcança em determinadas idades. No contexto da Educação Infantil, os diferentes aspectos do desenvolvimento da criança devem ser considerados nas práticas pedagógicas. Nesse contexto, assinale a afirmativa CORRETA que expressa a compreensão dos aspectos do desenvolvimento da criança.
Alternativas
Q4040120 Pedagogia
A organização do espaço educativo é uma ferramenta pedagógica intencional. Essa organização do espaço, na Educação Infantil, influencia diretamente o desenvolvimento e a aprendizagem das crianças. Nesse contexto, é CORRETO o que se afirma ao expressar essa ideia. 
Alternativas
Q4040119 Pedagogia
Postura ética é o conjunto de princípios e valores morais que orientam o comportamento humano. Tanto no âmbito pessoal quanto no profissional, sua adoção é essencial, pois reflete atitudes baseadas na honestidade, no respeito, na integridade e na responsabilidade. É essencial aos profissionais que atuam no ambiente educacional, pois atuam como modelos, exigindo coerência entre discurso e prática. Nesse contexto, é CORRETA a afirmativa que descreve o comportamento ético adequado do Auxiliar de Ensino no exercício de sua função. 
Alternativas
Q4040118 Pedagogia
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) é a legislação que define e organiza o sistema educacional brasileiro. Sobre a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), analise as assertivas.
I.A Educação Infantil constitui a primeira etapa da educação básica, atendendo crianças nas primeiras fases do desenvolvimento.
II.A Educação Infantil é oferecida em creches e pré-escolas, organizadas de acordo com as necessidades das diferentes faixas etárias.
III.A Educação Infantil tem como finalidade o desenvolvimento integral da criança, considerando seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social.
IV.A Educação Infantil integra todo o período como etapa de escolarização obrigatória no Brasil, sem distinção entre suas diferentes faixas etárias.
É CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q4040117 Noções de Primeiros Socorros
As noções de primeiros socorros no ambiente escolar são atendimentos imediatos e provisórios prestados a um aluno ferido ou em risco de vida antes da chegada de  assistência médica especializada. Nesse contexto, associe os procedimentos básicos de primeiros socorros (Coluna A) às situações de emergência correspondentes (Coluna B).

Coluna A
I.Quedas com suspeita de lesão
II.Engasgo em criança consciente
III.Corte superficial durante atividade
IV.Entorse em atividade física
V.Crise convulsiva

Coluna B
A.Afastar objetos, proteger a cabeça e não conter movimentos
B.Evitar movimentar a vítima e avaliar a necessidade de socorro especializado
C.Lavar o local, higienizar e proteger com curativo limpo
D.Incentivar a tosse para desobstrução das vias aéreas
E.Aplicar gelo e manter a região imobilizada

Assinale a alternativa que apresenta a correspondência correta:
Alternativas
Q4040116 Pedagogia
A organização e a higienização de materiais pedagógicos são essenciais para criar um ambiente escolar seguro. Analise as afirmativas sobre essa organização e higienização de materiais pedagógicos e marque (V) para verdadeiro e (F) para falso:
(__)A higienização de brinquedos e materiais contribui para a prevenção de doenças.
(__)A organização dos materiais facilita o uso pelas crianças e pelos educadores.
(__)Os materiais pedagógicos não necessitam de limpeza frequente na Educação Infantil.
(__)A conservação dos materiais ajuda a garantir a segurança no ambiente escolar.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo: 
Alternativas
Q4040115 Pedagogia
A higiene pessoal é uma prática essencial no cotidiano da Educação Infantil e deve ser incentivada desde cedo como parte da formação de hábitos saudáveis. Considerando o papel do Auxiliar de Ensino nesse contexto, assinale a afirmativa CORRETA sobre a prática que contribui para o desenvolvimento dos hábitos de higiene pessoal nas crianças. 
Alternativas
Respostas
41: A
42: C
43: B
44: B
45: C
46: B
47: B
48: C
49: A
50: B
51: D
52: C
53: C
54: B
55: C
56: D
57: C
58: D
59: B
60: B