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Q3408501 Engenharia Agrícola
A mecanização agrícola é um conceito que trata do uso de implementos, máquinas ou qualquer outra ferramenta mecânica para automatizar processos de plantio, adubação, semeadura e colheita. Assinale a alternativa que apresenta uma vantagem da mecanização agrícola:
Alternativas
Q3408499 Engenharia Agronômica (Agronomia)
A irrigação por ________ possui dois sistemas principais: sistema em nível e sistema em declive. Nessa técnica, a força da gravidade é utilizada para lançar a água diretamente no solo. Foi por muito tempo o método mais utilizado de irrigação no Brasil. Preencha corretamente:
Alternativas
Q3408498 Engenharia Agronômica (Agronomia)

Sobre o solo, julgue os itens a seguir:



I. Solos argilosos: são menos arejados e mais compactados, portanto, são mais úmidos, pois a água fica retida por mais tempo neles devido à sua lenta infiltração.


II. Solos siltosos: com muita presença de areia e pouca umidade, são comuns em regiões tropicais. Micro-organismos e plantas vivem com mais dificuldade neles devido à ausência de água.


III. Solos arenosos: apresentam alta concentração de silte e são erosíveis, pois não se apresentam estáveis ou compactados. Suas partículas são bastante leves, pequenas e soltas.



Julgue os itens e assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q3408495 Engenharia Agronômica (Agronomia)

Ervas daninhas são plantas que crescem no mesmo terreno destinado a cultivos de culturas e que disputam com esses recursos essenciais para a sua sobrevivência e desenvolvimento, como solo, água, nutrientes e luz solar. São tipos de ervas daninhas:



I. Apaga fogo:


II. Buva.


III. Carrapicho de Carneiro.



Estão corretos:

Alternativas
Q3408494 Engenharia Agronômica (Agronomia)
Concentra-se no cultivo de plantas herbáceas cujas partes comestíveis são consumidas frescas, geralmente na forma de folhas, caules ou raízes. Este ramo abrange uma ampla gama de hortaliças, como alface, espinafre, cenoura e rabanete. O trecho a seguir faz referência a:
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Q3408492 Direito Ambiental
Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações. Para assegurar a efetividade desse direito, incumbe ao Poder Público:
Alternativas
Q3408490 Direito Ambiental

Não é crime o abate de animal, quando realizado:



I. Em estado de necessidade, para saciar a fome do agente ou de sua família.


II. Para proteger lavouras, pomares e rebanhos da ação predatória ou destruidora de animais, desde que legal e expressamente autorizado pela autoridade competente.


III. Por ser nocivo o animal, desde que assim caracterizado pelo órgão competente.



Julgue os itens e assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q3408489 Direito Ambiental

São crimes ambientais, com base na Lei Federal nº 9.605/1998:



I. Introduzir espécime animal no País, sem parecer técnico oficial favorável e licença expedida por autoridade competente


II. Provocar, pela emissão de efluentes ou carreamento de materiais, o perecimento de espécimes da fauna aquática existentes em rios, lagos, açudes, lagoas, baías ou águas jurisdicionais brasileiras e estrangeiras.


III. Pescar em período no qual a pesca seja proibida ou em lugares interditados por órgão competente.



Julgue os itens e assinale a alternativa correta:

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Q3408486 Engenharia Agronômica (Agronomia)

Na Estação Ecológica só podem ser permitidas alterações dos ecossistemas no caso de:



I - Medidas que visem a restauração de ecossistemas modificados.


II - Manejo de espécies com o fim de preservar a diversidade biológica.


III - Coleta de componentes dos ecossistemas com finalidades científicas e educacionais.


IV - Pesquisas científicas cujo impacto sobre o ambiente seja maior do que aquele causado pela simples observação ou pela coleta controlada de componentes dos ecossistemas, em uma área correspondente a no máximo três por cento da extensão total da unidade e até o limite de um mil e quinhentos hectares.



Julgue os itens e assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q3408485 Engenharia Agronômica (Agronomia)
Ainda sobre a entomologia, o profissional que atua nesta área é chamado de entomólogo ou entomologista. Ele realiza estudos sobre a classificação, distribuição, ciclo de vida, comportamento, ecologia, fisiologia e dinâmica populacional de insetos. Em geral, os entomologistas se especializam em uma única ordem de insetos, que podem ser:
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Q3408483 Engenharia Agronômica (Agronomia)

A agroecologia é uma ciência que fornece os princípios ecológicos básicos para o estudo e tratamento de ecossistemas tanto produtivos quanto preservadores dos recursos naturais, e que sejam culturalmente sensíveis, socialmente justos e economicamente viáveis, proporcionando assim, um agroecossistema sustentável.


Alguns dos princípios da agroecologia são:



I. Biodiversidade.


II. Governança responsável.


III. Manutenção das condições de vida do solo.



Julgue os itens e assinale a alternativa correta:

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Q3407861 Atualidades

O conflito entre Israel e o Hamas completou 1 ano em 07 de outubro de 2024. A destruição causada pelo conflito está estampada em todos os meios de comunicação. Com base nisto, julgue os itens a seguir:



I. As causas da guerra incluem disputas territoriais, a não aceitação mútua da legitimidade do outro, o bloqueio de Gaza, e tensões religiosas e geopolíticas, com o apoio do Irã ao Hamas e a aliança de Israel com os EUA.


II. As consequências do conflito incluem a devastação da infraestrutura de Gaza, mortes e sofrimento civil, um impasse político entre Hamas e Fatah, além de prejudicar as negociações de paz e aumentar as tensões regionais.


III. Atualmente, o conflito entre Israel e Hamas permanece em estado de tensão constante, com escaladas periódicas de violência, ataques aéreos, e operações militares, além de envolvimento indireto de potências regionais como o Irã.



Julgue os itens e assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q3407860 História e Geografia de Estados e Municípios
A história do Brasil foi marcada por diversas revoltas, principalmente no Estado da Bahia. Dentre elas, uma possuía um caráter separatista temporário, haja vista que o objetivo era constituir uma “República Bahiense” até D. Pedro II atingir a maioridade. A revolta citada foi:
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Q3407859 Redes de Computadores
Sobre os protocolos de internet, assinale a alternativa correta:
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Q3407858 Direito Administrativo
Com base na Lei Orgânica de Retirolândia, assinale a alternativa incorreta:
Alternativas
Q3407857 Engenharia Agronômica (Agronomia)
Localizado no polígono da seca, o Município de Retirolândia faz parte da região semiárida baiana, sendo encontrada uma vegetação xerófila. A vegetação predominante no Município é:
Alternativas
Q3407851 Português

TEXTO II

Pesquisa exclusiva mostra que brasileiros superestimam suas capacidades digitais


Os brasileiros estão otimistas com o impacto da transformação digital em suas carreiras, mas superestimam as suas capacidades digitais, que serão chave no mercado de trabalho nos próximos anos. A constatação está em pesquisa realizada por Tera, Scoop&Co e Época Negócios, apoiada por Love Mondays. O estudo mostra que mais de 80% dos brasileiros se dizem empolgados com a chegada das novas tecnologias no trabalho e 87% estão confiantes de que vão se adaptar à nova realidade.


Essa percepção positiva da maioria, contudo, não condiz com a realidade do mercado. Quando apresentados a uma lista de habilidades mais demandadas, 42% afirmaram não conhecer as 14 competências digitais desejadas por empregadores, de acordo com lista do LinkedIn para 2018. “A lista traz funções não exigidas nas empresas há cinco anos. Esse cenário descrito pela pesquisa é um retrato de que a renovação das competências aconteceu rápido demais. As pessoas não viram isso acontecer”, diz Leandro Herrera, fundador da Tera.



(Barbara Bigarelli. Época Negócios. 14.11.2018. https://epocanegocios.globo.com. Adaptado)

Leia: “Os brasileiros estão otimistas com o impacto da transformação digital em suas carreiras, mas superestimam as suas capacidades digitais, que serão chave no mercado de trabalho nos próximos anos.” O vocábulo em destaque, no fragmento acima, tem como sentido _______, levando-se em consideração o uso correto quanto à concordância nominal. Além disso, pode-se dizer que ele também _____________. Preenchem correta e respectivamente os espaços acima as afirmações contidas em: 
Alternativas
Q3407849 Português

TEXTO I

“Tire suas próprias conclusões”


    Essa é a frase que mais tenho ouvido recentemente. Passada a euforia de uma notícia qualificada como “bomba”, logo os atores de uma das partes corriam a público para disponibilizar a íntegra daquilo que antes foi veiculado em partes.


    É preciso saber de tudo e entender de tudo. É preciso tirar as próprias conclusões para não depender de ninguém, e é esse o grande e contraditório imperativo dos nossos tempos. É uma ordem a uma experimentação libertária, e uma quase contradição do termo. O imperativo que liberta também aprisiona: você só passa a ser, ou a pertencer, se tiver uma conclusão. Sobre qualquer coisa.


    Nas últimas décadas psicanalistas se debruçaram sobre as mudanças nos arranjos produtivos e sociais de cada período histórico para compreender e nomear as formas de sofrimento decorrentes delas. A revolução industrial, a divisão social do trabalho, a urbanização desenfreada e as guerras, por exemplo, fizeram explodir o número de sujeitos impacientes, irritadiços e perturbados com a velocidade das transformações e suas consequentes perdas de referências simbólicas.


    Pensando sobre o imperativo “Leia/Veja/Assista” e “Tire suas próprias conclusões”, começo a desconfiar de que estamos diante de uma nova forma de sofrimento relacionado a um mal-estar ainda não nomeado.


    Afinal, que tipo de sujeito está surgindo de nossa nova organização social? O que a vida em rede diz sobre as formas como nos relacionamos com o mundo? Que tipos de valores surgem dali? E, finalmente, que tipo de sofrimento essa vida em rede tem causado?


    Vou arriscar e sair correndo, já sob o risco de percorrer um campo que não é meu: estamos vendo surgir o sujeito preso à ideia da obrigação de ter algo a dizer. Ao longo dos séculos essa angústia era comum aos chamados formadores de opinião e artistas, responsáveis por reinterpretar o mundo. Hoje basta ter um celular com conexão 3G para ser chamado a opinar sobre qualquer coisa. Pensamos estar pensando mesmo quando estamos apenas terceirizando convicções ao compartilhar aquilo que não escrevemos.


    É uma nova versão de um conflito descrito por Clarice Lispector a respeito da insuficiência da linguagem. Algo como: “Não só não consigo dizer o que penso como o que penso passa a ser o que digo”. Se vivesse nas redes que atribuem a ela frases que jamais disse, o “dizer” e o “pensar” teriam a interlocução de um outro verbo: “compartilhar”.



(Matheus Pichonelli, Carta Capital. 18.03.2016. www.cartacapital.com.br. Adaptado)

A partir da leitura do texto I, marque a alternativa cuja indicação morfológica esteja incorreta entre parênteses para a(s) palavra(s) destacada(s) no fragmento.
Alternativas
Q3407848 Português

TEXTO I

“Tire suas próprias conclusões”


    Essa é a frase que mais tenho ouvido recentemente. Passada a euforia de uma notícia qualificada como “bomba”, logo os atores de uma das partes corriam a público para disponibilizar a íntegra daquilo que antes foi veiculado em partes.


    É preciso saber de tudo e entender de tudo. É preciso tirar as próprias conclusões para não depender de ninguém, e é esse o grande e contraditório imperativo dos nossos tempos. É uma ordem a uma experimentação libertária, e uma quase contradição do termo. O imperativo que liberta também aprisiona: você só passa a ser, ou a pertencer, se tiver uma conclusão. Sobre qualquer coisa.


    Nas últimas décadas psicanalistas se debruçaram sobre as mudanças nos arranjos produtivos e sociais de cada período histórico para compreender e nomear as formas de sofrimento decorrentes delas. A revolução industrial, a divisão social do trabalho, a urbanização desenfreada e as guerras, por exemplo, fizeram explodir o número de sujeitos impacientes, irritadiços e perturbados com a velocidade das transformações e suas consequentes perdas de referências simbólicas.


    Pensando sobre o imperativo “Leia/Veja/Assista” e “Tire suas próprias conclusões”, começo a desconfiar de que estamos diante de uma nova forma de sofrimento relacionado a um mal-estar ainda não nomeado.


    Afinal, que tipo de sujeito está surgindo de nossa nova organização social? O que a vida em rede diz sobre as formas como nos relacionamos com o mundo? Que tipos de valores surgem dali? E, finalmente, que tipo de sofrimento essa vida em rede tem causado?


    Vou arriscar e sair correndo, já sob o risco de percorrer um campo que não é meu: estamos vendo surgir o sujeito preso à ideia da obrigação de ter algo a dizer. Ao longo dos séculos essa angústia era comum aos chamados formadores de opinião e artistas, responsáveis por reinterpretar o mundo. Hoje basta ter um celular com conexão 3G para ser chamado a opinar sobre qualquer coisa. Pensamos estar pensando mesmo quando estamos apenas terceirizando convicções ao compartilhar aquilo que não escrevemos.


    É uma nova versão de um conflito descrito por Clarice Lispector a respeito da insuficiência da linguagem. Algo como: “Não só não consigo dizer o que penso como o que penso passa a ser o que digo”. Se vivesse nas redes que atribuem a ela frases que jamais disse, o “dizer” e o “pensar” teriam a interlocução de um outro verbo: “compartilhar”.



(Matheus Pichonelli, Carta Capital. 18.03.2016. www.cartacapital.com.br. Adaptado)

Assinale a alternativa cuja expressão verbal sublinhada destoe das demais enquanto valor semântico (aspecto verbal) aplicado no contexto.
Alternativas
Q3407847 Português

TEXTO I

“Tire suas próprias conclusões”


    Essa é a frase que mais tenho ouvido recentemente. Passada a euforia de uma notícia qualificada como “bomba”, logo os atores de uma das partes corriam a público para disponibilizar a íntegra daquilo que antes foi veiculado em partes.


    É preciso saber de tudo e entender de tudo. É preciso tirar as próprias conclusões para não depender de ninguém, e é esse o grande e contraditório imperativo dos nossos tempos. É uma ordem a uma experimentação libertária, e uma quase contradição do termo. O imperativo que liberta também aprisiona: você só passa a ser, ou a pertencer, se tiver uma conclusão. Sobre qualquer coisa.


    Nas últimas décadas psicanalistas se debruçaram sobre as mudanças nos arranjos produtivos e sociais de cada período histórico para compreender e nomear as formas de sofrimento decorrentes delas. A revolução industrial, a divisão social do trabalho, a urbanização desenfreada e as guerras, por exemplo, fizeram explodir o número de sujeitos impacientes, irritadiços e perturbados com a velocidade das transformações e suas consequentes perdas de referências simbólicas.


    Pensando sobre o imperativo “Leia/Veja/Assista” e “Tire suas próprias conclusões”, começo a desconfiar de que estamos diante de uma nova forma de sofrimento relacionado a um mal-estar ainda não nomeado.


    Afinal, que tipo de sujeito está surgindo de nossa nova organização social? O que a vida em rede diz sobre as formas como nos relacionamos com o mundo? Que tipos de valores surgem dali? E, finalmente, que tipo de sofrimento essa vida em rede tem causado?


    Vou arriscar e sair correndo, já sob o risco de percorrer um campo que não é meu: estamos vendo surgir o sujeito preso à ideia da obrigação de ter algo a dizer. Ao longo dos séculos essa angústia era comum aos chamados formadores de opinião e artistas, responsáveis por reinterpretar o mundo. Hoje basta ter um celular com conexão 3G para ser chamado a opinar sobre qualquer coisa. Pensamos estar pensando mesmo quando estamos apenas terceirizando convicções ao compartilhar aquilo que não escrevemos.


    É uma nova versão de um conflito descrito por Clarice Lispector a respeito da insuficiência da linguagem. Algo como: “Não só não consigo dizer o que penso como o que penso passa a ser o que digo”. Se vivesse nas redes que atribuem a ela frases que jamais disse, o “dizer” e o “pensar” teriam a interlocução de um outro verbo: “compartilhar”.



(Matheus Pichonelli, Carta Capital. 18.03.2016. www.cartacapital.com.br. Adaptado)

Leia as passagens abaixo retiradas do texto I e analise cada afirmação feita sobre o uso correto da Pontuação segundo a norma culta da Língua Portuguesa.



I- No trecho “Nas últimas décadas psicanalistas se debruçaram sobre as mudanças nos arranjos produtivos e sociais de cada período histórico...”, a expressão em destaque deveria ser isolada com uma vírgula, já que se encontra deslocada no contexto.


II- Em “A revolução industrial, a divisão social do trabalho, a urbanização desenfreada e as guerras, por exemplo, fizeram explodir o número de sujeitos impacientes, irritadiços e perturbados com a velocidade das transformações e suas consequentes perdas de referências simbólicas.”, todas as vírgulas foram usadas para elencarem itens de mesma função sintática.


III- Na passagem Ao longo dos séculos essa angústia era comum aos chamados formadores de opinião e artistas, responsáveis por reinterpretar o mundo.”, o termo destacado exerce função sintática de natureza circunstancial e, por isso, poderia ser isolado por uma vírgula prescindível no contexto a fim de manter a correção gramatical.



Pode-se considerar correto o que foi afirmado apenas em:

Alternativas
Respostas
1: E
2: D
3: A
4: C
5: B
6: E
7: B
8: C
9: D
10: B
11: B
12: E
13: B
14: B
15: E
16: C
17: D
18: E
19: A
20: A