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Assinale a alternativa que caracteriza corretamente esse papel ao longo da história cultural brasileira.
A matriz energética brasileira apresenta especificidades que a diferenciam de outros países, sobretudo no que se refere à participação de fontes renováveis.
Assinale a alternativa que expressa corretamente um desafio contemporâneo associado a essa matriz no contexto do desenvolvimento sustentável.
A intensificação do uso de tecnologias digitais e da automação tem provocado transformações significativas nas relações de trabalho e na organização da produção no Brasil contemporâneo.
Assinale a alternativa que identifica corretamente um impacto estrutural desse processo.
As desigualdades regionais no Brasil são resultado de processos históricos, econômicos e políticos de longa duração, refletindo diferentes dinâmicas de ocupação e desenvolvimento.
Assinale a alternativa que expressa corretamente um fator histórico estruturante dessas desigualdades.
Ao longo da história republicana brasileira, diferentes modelos de atuação estatal foram adotados como estratégia de desenvolvimento econômico e social, variando conforme o contexto político e internacional.
Assinale a alternativa que caracteriza corretamente o papel do Estado brasileiro no período desenvolvimentista clássico (décadas de 1930 a 1960).
Assinale o período inteiramente correto, segundo a ortografia oficial, a acentuação gráfica e o emprego adequado das classes de palavras.
Escolha a alternativa correta.
Observe a frase: " O parecer foi o divisor de águas no processo administrativo. "
Assinale a alternativa que classifica corretamente o sentido e o recurso expressivo empregado.
Analise o período: " Mais de um candidato, apesar das advertências, insistiram no erro."
Assinale a alternativa que avalia corretamente a concordância verbal empregada.
Alternativas:
Considere o período: "Os pareceres técnicos visam à correta aplicação da norma administrativa."
Assinale a alternativa que justifica corretamente o emprego da crase no trecho destacado.
Texto:
Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava, e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água.
Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida. Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la.
Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la no jardim. Nem apelar para o médico de flores. Eu a furtara, eu a via morrer. Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me. Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim! ANDRADE, Carlos Drummond. Contos plausíveis. Rio de Janeiro, José Olympio, 1985.
Com base no texto acima, responda a questão.
O desfecho do texto, com a repreensão do porteiro, reorganiza retroativamente o sentido da narrativa.
A fala final do porteiro produz, no conjunto do texto, o efeito de:
Texto:
Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava, e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água.
Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida. Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la.
Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la no jardim. Nem apelar para o médico de flores. Eu a furtara, eu a via morrer. Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me. Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim! ANDRADE, Carlos Drummond. Contos plausíveis. Rio de Janeiro, José Olympio, 1985.
Com base no texto acima, responda a questão.
O narrador afirma: " Se autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la." Tal declaração orienta o desenvolvimento ético do texto.
Essa passagem revela uma concepção de responsabilidade que pode ser interpretada como:
Texto:
Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava, e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água.
Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida. Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la.
Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la no jardim. Nem apelar para o médico de flores. Eu a furtara, eu a via morrer. Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me. Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim! ANDRADE, Carlos Drummond. Contos plausíveis. Rio de Janeiro, José Olympio, 1985.
Com base no texto acima, responda a questão.
A frase " O copo destina-se a beber, e flor não relevante na progressão semântica do texto.
Do ponto de vista interpretativo, essa afirmação indica principalmente:
Texto:
Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava, e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água.
Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida. Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la.
Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la no jardim. Nem apelar para o médico de flores. Eu a furtara, eu a via morrer. Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me. Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim! ANDRADE, Carlos Drummond. Contos plausíveis. Rio de Janeiro, José Olympio, 1985.
Com base no texto acima, responda a questão.
Ao longo do texto, o narrador atribui estados emocionais e reações humanas à flor, recurso recorrente na construção do sentido global do texto.
Esse procedimento expressivo contribui principalmente para:
Texto:
Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava, e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água.
Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida. Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la.
Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la no jardim. Nem apelar para o médico de flores. Eu a furtara, eu a via morrer. Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me. Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim! ANDRADE, Carlos Drummond. Contos plausíveis. Rio de Janeiro, José Olympio, 1985.
Com base no texto acima, responda a questão.
O texto constrói uma narrativa curta em que ações simples adquirem densidade simbólica. A relação entre o “furto” inicial e o desfecho da narrativa revela uma critica implícita que se articula sobretudo por meio da ironia.
Assinale a alternativa que expressa, de forma mais precisa, a critica central construída no texto.
I. Ato infracional cometido mediante grave ameaça ou violência a pessoa.
II. Reiteração no cometimento de outras infrações graves.
III. Descumprimento reiterado e injustificável de medida anteriormente imposta.
IV. Descumprimento de medida anterior, caso em que a internação não poderá ser superior a três meses.
V. Prática de ato infracional análogo a crime hediondo, independentemente do uso de violência ou grave ameaça.
De acordo com a Lei Orgânica de Mandirituba, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) São poderes do Município, independentes e harmônicos entre si, o Legislativo e o Executivo.
( ) O Prefeito Municipal poderá solicitar urgência para apreciação dos projetos de sua iniciativa considerados de seu interesse, sem qualquer justificativa ou fundamentação para a solicitação.
( ) A sede do município é a cidade de Mandirituba, na Praça Bom Jesus nº 44, centro.
( ) É da competência administrativa comum do Município, da União e do Estado, observada a lei complementar federal, preservar as florestas, a fauna, a flora e mananciais.
( ) Ao Município, compete modificar e aprimorar a legislação federal e a estadual no for pertinente, visando adaptá-las à realidade local.
De acordo com o artigo 7º da Lei Orgânica de Mandirituba, analise as assertivas e assinale a alternativa correta. Compete privativamente ao Município de Mandirituba:
I. instituir e arrecadar tributos de sua competência, aplicando suas rendas.
II. criar, organizar e suprimir distritos, observando a legislação estadual pertinente.
III. legislar sobre assuntos de interesse global.
IV. regulamentar o serviço de carros de aluguel, inclusive o uso de taxímetro.
V. adquirir bens, inclusive por meio de desapropriação.