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Q3831581 Português

(Bob Thaves. Frank & Ernest. https://www.estadao.com.br/cultura/quadrinhos. 20.10.2025)

A resposta à pergunta que consta na tira pode ser reescrita, respeitando o sentido e a norma-padrão, da seguinte forma:
Alternativas
Q3831580 Português

(Bob Thaves. Frank & Ernest. https://www.estadao.com.br/cultura/quadrinhos. 20.10.2025)

Assinale a alternativa em que a frase está redigida conforme a norma-padrão de regência e crase.
Alternativas
Q3831579 Português
           O Bolsa Família registrou, em 2025, a saída de mais de 2 milhões de famílias. Dados do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social apontam que a redução está ligada principalmente ao aumento de renda e à reestruturação das regras de permanência. Em outubro, o programa atendeu 18,9 milhões de lares, menor marca desde o início do atual governo e também o nível mais baixo desde julho de 2022.

        Entre as 2,06 milhões de famílias que deixaram o Bolsa Família neste ano, 1,3 milhão teve o benefício encerrado por aumento da renda familiar. Outras 726,7 mil saíram após o fim do período da regra de proteção, que permite a permanência temporária no programa com o recebimento de metade do valor por até um ano. O Bolsa Família é voltado a famílias com renda per capita de até R$ 218 mensais. Quando o domicílio passa desse limite, mas permanece abaixo de R$ 706, o benefício é mantido parcialmente para garantir a transição até a autonomia financeira.

        “Quem entra no Bolsa Família só sai para cima, seja porque conquistou uma renda maior com o trabalho, seja porque abriu o próprio negócio.”, afirmou o ministro Wellington Dias. A saída de beneficiários coincide com a melhora do mercado de trabalho. Segundo o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), 58% das novas vagas formais abertas no primeiro semestre foram preenchidas por pessoas inscritas no Bolsa Família. Levantamento do Sebrae mostra ainda que 55% dos microempreendedores individuais (MEIs) registrados no Cadastro Único começaram a empreender após entrarem no sistema social.

        A redução do número de famílias beneficiadas ganhou força a partir de maio, quando o governo alterou os critérios da regra de proteção. As novas diretrizes reduziram o prazo e o teto para permanência, o que ajudou a enxugar o programa e a focalizar os recursos nas famílias mais vulneráveis. Para o governo, o movimento de saída de beneficiários representa um sinal de amadurecimento do programa. “É um caminho sustentável. Quanto mais avançarmos em educação e oportunidades, mais seguro será o futuro das famílias brasileiras”, disse Wellington Dias, destacando que o objetivo é transformar o Bolsa Família em uma política de transição, e não de dependência.

(Marina Verenicz. Com aumento de renda, 2 milhões de famílias deixam o Bolsa Família em 2025.https://www.infomoney.com.br). 29.10.2025 Adaptado)
Está em conformidade com a norma-padrão de concordância a seguinte frase:
Alternativas
Q3831577 Português
           O Bolsa Família registrou, em 2025, a saída de mais de 2 milhões de famílias. Dados do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social apontam que a redução está ligada principalmente ao aumento de renda e à reestruturação das regras de permanência. Em outubro, o programa atendeu 18,9 milhões de lares, menor marca desde o início do atual governo e também o nível mais baixo desde julho de 2022.

        Entre as 2,06 milhões de famílias que deixaram o Bolsa Família neste ano, 1,3 milhão teve o benefício encerrado por aumento da renda familiar. Outras 726,7 mil saíram após o fim do período da regra de proteção, que permite a permanência temporária no programa com o recebimento de metade do valor por até um ano. O Bolsa Família é voltado a famílias com renda per capita de até R$ 218 mensais. Quando o domicílio passa desse limite, mas permanece abaixo de R$ 706, o benefício é mantido parcialmente para garantir a transição até a autonomia financeira.

        “Quem entra no Bolsa Família só sai para cima, seja porque conquistou uma renda maior com o trabalho, seja porque abriu o próprio negócio.”, afirmou o ministro Wellington Dias. A saída de beneficiários coincide com a melhora do mercado de trabalho. Segundo o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), 58% das novas vagas formais abertas no primeiro semestre foram preenchidas por pessoas inscritas no Bolsa Família. Levantamento do Sebrae mostra ainda que 55% dos microempreendedores individuais (MEIs) registrados no Cadastro Único começaram a empreender após entrarem no sistema social.

        A redução do número de famílias beneficiadas ganhou força a partir de maio, quando o governo alterou os critérios da regra de proteção. As novas diretrizes reduziram o prazo e o teto para permanência, o que ajudou a enxugar o programa e a focalizar os recursos nas famílias mais vulneráveis. Para o governo, o movimento de saída de beneficiários representa um sinal de amadurecimento do programa. “É um caminho sustentável. Quanto mais avançarmos em educação e oportunidades, mais seguro será o futuro das famílias brasileiras”, disse Wellington Dias, destacando que o objetivo é transformar o Bolsa Família em uma política de transição, e não de dependência.

(Marina Verenicz. Com aumento de renda, 2 milhões de famílias deixam o Bolsa Família em 2025.https://www.infomoney.com.br). 29.10.2025 Adaptado)
No trecho do 2º parágrafo “Entre as 2,06 milhões de famílias que deixaram o Bolsa Família neste ano...”, a expressão destacada está reescrita, em conformidade com o sentido do texto e a norma-padrão da língua portuguesa, em:
Alternativas
Q3831576 Português
           O Bolsa Família registrou, em 2025, a saída de mais de 2 milhões de famílias. Dados do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social apontam que a redução está ligada principalmente ao aumento de renda e à reestruturação das regras de permanência. Em outubro, o programa atendeu 18,9 milhões de lares, menor marca desde o início do atual governo e também o nível mais baixo desde julho de 2022.

        Entre as 2,06 milhões de famílias que deixaram o Bolsa Família neste ano, 1,3 milhão teve o benefício encerrado por aumento da renda familiar. Outras 726,7 mil saíram após o fim do período da regra de proteção, que permite a permanência temporária no programa com o recebimento de metade do valor por até um ano. O Bolsa Família é voltado a famílias com renda per capita de até R$ 218 mensais. Quando o domicílio passa desse limite, mas permanece abaixo de R$ 706, o benefício é mantido parcialmente para garantir a transição até a autonomia financeira.

        “Quem entra no Bolsa Família só sai para cima, seja porque conquistou uma renda maior com o trabalho, seja porque abriu o próprio negócio.”, afirmou o ministro Wellington Dias. A saída de beneficiários coincide com a melhora do mercado de trabalho. Segundo o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), 58% das novas vagas formais abertas no primeiro semestre foram preenchidas por pessoas inscritas no Bolsa Família. Levantamento do Sebrae mostra ainda que 55% dos microempreendedores individuais (MEIs) registrados no Cadastro Único começaram a empreender após entrarem no sistema social.

        A redução do número de famílias beneficiadas ganhou força a partir de maio, quando o governo alterou os critérios da regra de proteção. As novas diretrizes reduziram o prazo e o teto para permanência, o que ajudou a enxugar o programa e a focalizar os recursos nas famílias mais vulneráveis. Para o governo, o movimento de saída de beneficiários representa um sinal de amadurecimento do programa. “É um caminho sustentável. Quanto mais avançarmos em educação e oportunidades, mais seguro será o futuro das famílias brasileiras”, disse Wellington Dias, destacando que o objetivo é transformar o Bolsa Família em uma política de transição, e não de dependência.

(Marina Verenicz. Com aumento de renda, 2 milhões de famílias deixam o Bolsa Família em 2025.https://www.infomoney.com.br). 29.10.2025 Adaptado)
Assinale a alternativa em que o acréscimo de vírgula ao trecho do texto preserva a norma-padrão de pontuação.
Alternativas
Q3831575 Português
           O Bolsa Família registrou, em 2025, a saída de mais de 2 milhões de famílias. Dados do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social apontam que a redução está ligada principalmente ao aumento de renda e à reestruturação das regras de permanência. Em outubro, o programa atendeu 18,9 milhões de lares, menor marca desde o início do atual governo e também o nível mais baixo desde julho de 2022.

        Entre as 2,06 milhões de famílias que deixaram o Bolsa Família neste ano, 1,3 milhão teve o benefício encerrado por aumento da renda familiar. Outras 726,7 mil saíram após o fim do período da regra de proteção, que permite a permanência temporária no programa com o recebimento de metade do valor por até um ano. O Bolsa Família é voltado a famílias com renda per capita de até R$ 218 mensais. Quando o domicílio passa desse limite, mas permanece abaixo de R$ 706, o benefício é mantido parcialmente para garantir a transição até a autonomia financeira.

        “Quem entra no Bolsa Família só sai para cima, seja porque conquistou uma renda maior com o trabalho, seja porque abriu o próprio negócio.”, afirmou o ministro Wellington Dias. A saída de beneficiários coincide com a melhora do mercado de trabalho. Segundo o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), 58% das novas vagas formais abertas no primeiro semestre foram preenchidas por pessoas inscritas no Bolsa Família. Levantamento do Sebrae mostra ainda que 55% dos microempreendedores individuais (MEIs) registrados no Cadastro Único começaram a empreender após entrarem no sistema social.

        A redução do número de famílias beneficiadas ganhou força a partir de maio, quando o governo alterou os critérios da regra de proteção. As novas diretrizes reduziram o prazo e o teto para permanência, o que ajudou a enxugar o programa e a focalizar os recursos nas famílias mais vulneráveis. Para o governo, o movimento de saída de beneficiários representa um sinal de amadurecimento do programa. “É um caminho sustentável. Quanto mais avançarmos em educação e oportunidades, mais seguro será o futuro das famílias brasileiras”, disse Wellington Dias, destacando que o objetivo é transformar o Bolsa Família em uma política de transição, e não de dependência.

(Marina Verenicz. Com aumento de renda, 2 milhões de famílias deixam o Bolsa Família em 2025.https://www.infomoney.com.br). 29.10.2025 Adaptado)
Está empregada em sentido figurado a palavra destacada em:
Alternativas
Q3831574 Português
           O Bolsa Família registrou, em 2025, a saída de mais de 2 milhões de famílias. Dados do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social apontam que a redução está ligada principalmente ao aumento de renda e à reestruturação das regras de permanência. Em outubro, o programa atendeu 18,9 milhões de lares, menor marca desde o início do atual governo e também o nível mais baixo desde julho de 2022.

        Entre as 2,06 milhões de famílias que deixaram o Bolsa Família neste ano, 1,3 milhão teve o benefício encerrado por aumento da renda familiar. Outras 726,7 mil saíram após o fim do período da regra de proteção, que permite a permanência temporária no programa com o recebimento de metade do valor por até um ano. O Bolsa Família é voltado a famílias com renda per capita de até R$ 218 mensais. Quando o domicílio passa desse limite, mas permanece abaixo de R$ 706, o benefício é mantido parcialmente para garantir a transição até a autonomia financeira.

        “Quem entra no Bolsa Família só sai para cima, seja porque conquistou uma renda maior com o trabalho, seja porque abriu o próprio negócio.”, afirmou o ministro Wellington Dias. A saída de beneficiários coincide com a melhora do mercado de trabalho. Segundo o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), 58% das novas vagas formais abertas no primeiro semestre foram preenchidas por pessoas inscritas no Bolsa Família. Levantamento do Sebrae mostra ainda que 55% dos microempreendedores individuais (MEIs) registrados no Cadastro Único começaram a empreender após entrarem no sistema social.

        A redução do número de famílias beneficiadas ganhou força a partir de maio, quando o governo alterou os critérios da regra de proteção. As novas diretrizes reduziram o prazo e o teto para permanência, o que ajudou a enxugar o programa e a focalizar os recursos nas famílias mais vulneráveis. Para o governo, o movimento de saída de beneficiários representa um sinal de amadurecimento do programa. “É um caminho sustentável. Quanto mais avançarmos em educação e oportunidades, mais seguro será o futuro das famílias brasileiras”, disse Wellington Dias, destacando que o objetivo é transformar o Bolsa Família em uma política de transição, e não de dependência.

(Marina Verenicz. Com aumento de renda, 2 milhões de famílias deixam o Bolsa Família em 2025.https://www.infomoney.com.br). 29.10.2025 Adaptado)
No contexto em que estão inseridos, os termos destacados no trecho “Dados do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social apontam que a redução está ligada principalmente ao aumento de renda e à reestruturação das regras de permanência.” (1º parágrafo) podem ser substituídos, correta e respectivamente, por
Alternativas
Q3831573 Português
           O Bolsa Família registrou, em 2025, a saída de mais de 2 milhões de famílias. Dados do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social apontam que a redução está ligada principalmente ao aumento de renda e à reestruturação das regras de permanência. Em outubro, o programa atendeu 18,9 milhões de lares, menor marca desde o início do atual governo e também o nível mais baixo desde julho de 2022.

        Entre as 2,06 milhões de famílias que deixaram o Bolsa Família neste ano, 1,3 milhão teve o benefício encerrado por aumento da renda familiar. Outras 726,7 mil saíram após o fim do período da regra de proteção, que permite a permanência temporária no programa com o recebimento de metade do valor por até um ano. O Bolsa Família é voltado a famílias com renda per capita de até R$ 218 mensais. Quando o domicílio passa desse limite, mas permanece abaixo de R$ 706, o benefício é mantido parcialmente para garantir a transição até a autonomia financeira.

        “Quem entra no Bolsa Família só sai para cima, seja porque conquistou uma renda maior com o trabalho, seja porque abriu o próprio negócio.”, afirmou o ministro Wellington Dias. A saída de beneficiários coincide com a melhora do mercado de trabalho. Segundo o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), 58% das novas vagas formais abertas no primeiro semestre foram preenchidas por pessoas inscritas no Bolsa Família. Levantamento do Sebrae mostra ainda que 55% dos microempreendedores individuais (MEIs) registrados no Cadastro Único começaram a empreender após entrarem no sistema social.

        A redução do número de famílias beneficiadas ganhou força a partir de maio, quando o governo alterou os critérios da regra de proteção. As novas diretrizes reduziram o prazo e o teto para permanência, o que ajudou a enxugar o programa e a focalizar os recursos nas famílias mais vulneráveis. Para o governo, o movimento de saída de beneficiários representa um sinal de amadurecimento do programa. “É um caminho sustentável. Quanto mais avançarmos em educação e oportunidades, mais seguro será o futuro das famílias brasileiras”, disse Wellington Dias, destacando que o objetivo é transformar o Bolsa Família em uma política de transição, e não de dependência.

(Marina Verenicz. Com aumento de renda, 2 milhões de famílias deixam o Bolsa Família em 2025.https://www.infomoney.com.br). 29.10.2025 Adaptado)
Considerando o sentido do texto, diante do cenário reportado em relação ao programa social, as citações do ministro Wellington Dias representam uma postura 
Alternativas
Q3831572 Português
           O Bolsa Família registrou, em 2025, a saída de mais de 2 milhões de famílias. Dados do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social apontam que a redução está ligada principalmente ao aumento de renda e à reestruturação das regras de permanência. Em outubro, o programa atendeu 18,9 milhões de lares, menor marca desde o início do atual governo e também o nível mais baixo desde julho de 2022.

        Entre as 2,06 milhões de famílias que deixaram o Bolsa Família neste ano, 1,3 milhão teve o benefício encerrado por aumento da renda familiar. Outras 726,7 mil saíram após o fim do período da regra de proteção, que permite a permanência temporária no programa com o recebimento de metade do valor por até um ano. O Bolsa Família é voltado a famílias com renda per capita de até R$ 218 mensais. Quando o domicílio passa desse limite, mas permanece abaixo de R$ 706, o benefício é mantido parcialmente para garantir a transição até a autonomia financeira.

        “Quem entra no Bolsa Família só sai para cima, seja porque conquistou uma renda maior com o trabalho, seja porque abriu o próprio negócio.”, afirmou o ministro Wellington Dias. A saída de beneficiários coincide com a melhora do mercado de trabalho. Segundo o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), 58% das novas vagas formais abertas no primeiro semestre foram preenchidas por pessoas inscritas no Bolsa Família. Levantamento do Sebrae mostra ainda que 55% dos microempreendedores individuais (MEIs) registrados no Cadastro Único começaram a empreender após entrarem no sistema social.

        A redução do número de famílias beneficiadas ganhou força a partir de maio, quando o governo alterou os critérios da regra de proteção. As novas diretrizes reduziram o prazo e o teto para permanência, o que ajudou a enxugar o programa e a focalizar os recursos nas famílias mais vulneráveis. Para o governo, o movimento de saída de beneficiários representa um sinal de amadurecimento do programa. “É um caminho sustentável. Quanto mais avançarmos em educação e oportunidades, mais seguro será o futuro das famílias brasileiras”, disse Wellington Dias, destacando que o objetivo é transformar o Bolsa Família em uma política de transição, e não de dependência.

(Marina Verenicz. Com aumento de renda, 2 milhões de famílias deixam o Bolsa Família em 2025.https://www.infomoney.com.br). 29.10.2025 Adaptado)
De acordo com informações do texto, é correto afirmar sobre o Bolsa Família que
Alternativas
Q4032530 Direito Tributário
O departamento jurídico de uma prefeitura municipal está analisando a possibilidade de instituição de uma nova taxa para custear os serviços de coleta e destinação final de resíduos sólidos urbanos prestados pelo município aos munícipes, sendo necessário compreender adequadamente a natureza jurídica específica das taxas, os requisitos constitucionais e legais para sua instituição válida, as diferenças fundamentais entre as taxas e os impostos que são espécies tributárias com características jurídicas distintas, e os limites constitucionais estabelecidos pela jurisprudência do Supremo Tribunal Federal para cobrança de taxas pelos entes federativos, considerando que as taxas são tributos vinculados a uma atuação estatal específica diretamente referente ao contribuinte individual, podendo ser instituídas pelos entes federativos em razão do exercício regular do poder de polícia administrativa que limita direitos individuais em benefício do interesse coletivo, ou então em razão da utilização efetiva ou potencial de serviços públicos específicos e divisíveis prestados ao contribuinte ou postos à sua disposição pela administração pública, sendo que a Constituição Federal no artigo 145, inciso II e no artigo 77 do Código Tributário Nacional estabelecem expressamente os requisitos e limitações para instituição de taxas pelos entes da federação, vedando que as taxas tenham base de cálculo própria de impostos para garantir a distinção entre essas espécies tributárias. Assim, analise as afirmativas a seguir sobre as taxas.



I.As taxas têm como fato gerador o exercício regular do poder de polícia administrativa ou a utilização efetiva ou potencial de serviço público específico e divisível prestado ao contribuinte ou posto à sua disposição pela administração pública, conforme estabelecem expressamente o artigo 145,

II da Constituição Federal e o artigo 77 do Código Tributário Nacional. II. As taxas não podem ter base de cálculo ou fato gerador idênticos aos que correspondam a imposto conforme vedação expressa do artigo 145, parágrafo 2º da Constituição Federal, nem podem ser calculadas em função do capital das empresas conforme jurisprudência consolidada do Supremo Tribunal Federal na Súmula Vinculante 29.

III. As taxas têm natureza jurídica de tributo vinculado à atuação estatal específica referente ao contribuinte individual, diferenciando-se fundamentalmente dos impostos que são tributos não vinculados a qualquer atuação estatal específica referente ao contribuinte e destinam-se ao custeio das atividades gerais do Estado.


Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4032528 Direito Tributário
A consultoria tributária contratada por uma empresa multinacional está elaborando um planejamento tributário abrangente que requer conhecimento detalhado sobre a discriminação constitucional das rendas tributárias entre os entes federativos brasileiros, sendo que o sistema tributário brasileiro estabelece a discriminação rigorosa das competências tributárias entre União, Estados, Distrito Federal e Municípios, conferindo competência privativa a cada esfera de governo para instituição de impostos específicos taxativamente enumerados na Constituição Federal, observando rigorosamente o princípio federativo que constitui cláusula pétrea impassível de abolição mesmo por emenda constitucional e garantindo a autonomia financeira de cada ente federativo mediante atribuição de competências tributárias próprias e participação nas receitas de impostos de competência de outros entes através das transferências constitucionais obrigatórias, sendo que os artigos 153, 155 e 156 da Constituição Federal enumeram taxativamente e de forma exaustiva os impostos de competência privativa de cada ente federativo, não sendo permitida a instituição de outros impostos além daqueles expressamente previstos nesses dispositivos constitucionais salvo a competência residual da União prevista no artigo 154, I da Constituição Federal. Acerca dos impostos de competência privativa da União, dos Estados e Distrito Federal, e dos Municípios, conforme discriminação constitucional de rendas tributárias, marque V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas.

(__)Compete privativamente à União instituir impostos sobre importação de produtos estrangeiros, exportação para o exterior de produtos nacionais ou nacionalizados, renda e proventos de qualquer natureza, produtos industrializados, operações de crédito, câmbio e seguro ou relativas a títulos ou valores mobiliários, e sobre a propriedade territorial rural, conforme enumeração taxativa do artigo 153 da Constituição Federal de 1988.

(__)Compete privativamente aos Estados e ao Distrito Federal instituir impostos sobre transmissão causa mortis e doação de quaisquer bens ou direitos, operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestação de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação ainda que as prestações se iniciem no exterior, e sobre propriedade de veículos automotores, conforme artigo 155 da Constituição Federal.

(__)Compete privativamente aos Municípios instituir impostos sobre propriedade predial e territorial urbana, transmissão inter vivos de bens imóveis por ato oneroso, serviços de qualquer natureza não compreendidos na competência estadual definidos em lei complementar nacional e renda auferida pelos contribuintes residentes ou domiciliados em seu território municipal.

(__)Compete privativamente aos Estados e ao Distrito Federal instituir impostos sobre grandes fortunas mediante lei estadual que defina os critérios de caracterização das fortunas tributáveis, sobre doações e heranças recebidas do exterior que ingressem no patrimônio de residentes no estado, sobre operações de câmbio realizadas em seu território e sobre propriedade de aeronaves e embarcações.



Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q4032525 Direito Administrativo
Uma associação de bairro, atuando em defesa dos interesses da coletividade, está preparando uma ação popular para questionar a validade de um ato administrativo praticado pelo Prefeito municipal, sob o argumento de que o referido ato viola frontalmente as diretrizes constitucionais que regem a conduta dos gestores públicos. A petição inicial da ação baseia-se fundamentalmente na inobservância dos princípios basilares da Administração Pública, que funcionam como pilares de sustentação de todo o ordenamento jurídico-administrativo.
A Constituição Federal, em seu artigo 37, *caput*, estabelece um rol expresso de princípios obrigatórios — legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência (este último adicionado pela Emenda Constitucional 19/98) — que vinculam todos os agentes públicos, em qualquer esfera de poder. Além desses, a doutrina e a jurisprudência reconhecem outros princípios implícitos, como a supremacia do interesse público e a razoabilidade, que também limitam a atuação estatal e protegem o cidadão. Sobre os princípios fundamentais expressos que regem a Administração Pública brasileira, analise as afirmativas a seguir.

I.O princípio constitucional da legalidade administrativa estabelece que a Administração Pública somente pode fazer aquilo que a lei expressamente autoriza ou permite, diferenciando-se fundamentalmente do princípio da legalidade aplicável aos particulares que podem fazer tudo aquilo que a lei não proíba, conforme distinção clássica estabelecida pela doutrina administrativista brasileira.

II.O princípio constitucional da impessoalidade determina que a atuação administrativa deve ser dirigida exclusivamente ao interesse público coletivo, vedando a promoção pessoal de agentes públicos ou autoridades administrativas e vedando também qualquer forma de discriminação benéfica ou gravosa entre administrados sem fundamento legal razoável.

III.O princípio constitucional da eficiência, incluído expressamente no caput do artigo 37 da Constituição Federal pela Emenda Constitucional 19 de 1998 que promoveu reforma administrativa, impõe à Administração Pública o dever constitucional de buscar os melhores resultados possíveis na prestação do serviço público com os menores custos possíveis, otimizando a relação custo-benefício.


Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4032522 Direito Tributário
A equipe jurídica de uma autarquia estadual está analisando diversas situações administrativas que envolvem o surgimento, a constituição, a transmissão e a extinção de obrigações tributárias, sendo necessário compreender profunda e adequadamente a natureza jurídica específica, os elementos constitutivos essenciais e as características fundamentais da obrigação tributária para identificar corretamente os momentos precisos de constituição das obrigações, os sujeitos envolvidos na relação jurídica tributária como sujeito ativo credor e sujeito passivo devedor, e os procedimentos legais aplicáveis em cada situação concreta para constituição do crédito tributário e sua cobrança administrativa ou judicial, considerando que a obrigação tributária constitui o vínculo jurídico abstrato que relaciona o sujeito ativo titular da competência tributária ao sujeito passivo contribuinte ou responsável tendo por objeto o pagamento de tributo ou penalidade pecuniária decorrente de infração à legislação tributária, sendo que essa obrigação tributária possui natureza jurídica de direito público, é ex lege porque decorre diretamente da Lei e não da vontade das partes, surge automaticamente com a ocorrência do fato gerador abstratamente previsto na hipótese de incidência tributária, e somente se extingue mediante uma das formas de extinção expressamente previstas no Artigo 156 do Código Tributário Nacional, sendo fundamental que os servidores públicos responsáveis pela administração tributária compreendam adequadamente esses aspectos técnicos da obrigação tributária para sua correta aplicação nas situações concretas do cotidiano administrativo. Diante desse contexto de gestão administrativa de situações envolvendo obrigações tributárias, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4032521 Direito Tributário
O departamento jurídico de uma autarquia estadual está elaborando pareceres sobre diversas questões tributárias que afetam a entidade, sendo necessário fundamentar adequadamente esses pareceres com base no Código Tributário Nacional, diploma legal fundamental que estabelece as normas gerais de direito tributário aplicáveis à União, Estados, Distrito Federal e Municípios, constituindo o principal instrumento legal infraconstitucional que disciplina o sistema tributário brasileiro em seus aspectos essenciais, estabelecendo conceitos fundamentais sobre tributos e suas espécies, definindo com precisão técnica os elementos da obrigação tributária e sua constituição, regulamentando detalhadamente o crédito tributário e suas formas de suspensão, extinção e exclusão, disciplinando a administração tributária e os poderes das autoridades fiscais, estabelecendo normas sobre responsabilidade tributária de terceiros, entre outros aspectos relevantes para as relações jurídicas tributárias, sendo que esse código foi instituído originalmente como lei ordinária durante o regime constitucional anterior, mas foi recepcionado pela Constituição Federal de 1988 com status de lei complementar conforme reconhecimento expresso do Supremo Tribunal Federal em razão de seu conteúdo material tratar de matérias que a atual Constituição Federal reservou expressamente à disciplina por Lei complementar, especialmente as normas gerais de direito tributário mencionadas no artigo 146 da Carta Magna, o que confere ao Código Tributário Nacional uma posição hierárquica superior às leis ordinárias e exige que qualquer alteração em seus dispositivos seja realizada mediante lei complementar, garantindo assim maior estabilidade e segurança jurídica ao sistema tributário nacional. Acerca do Código Tributário Nacional, sua origem histórica, natureza jurídica atual e principais disposições normativas, marque V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas.

(__)O Código Tributário Nacional foi instituído originalmente pela Lei 5.172 de 1966 durante a vigência da Constituição anterior e possui atualmente status de lei complementar conforme reconhecimento expresso do Supremo Tribunal Federal em diversos julgamentos, em razão de seu conteúdo material tratar de normas gerais de direito tributário que a Constituição Federal de 1988 reservou expressamente à disciplina por lei complementar.

(__)O Código Tributário Nacional define tributo como toda prestação pecuniária compulsória realizada em moeda corrente nacional ou cujo valor nela se possa exprimir, que não constitua sanção de ato ilícito praticado pelo contribuinte, instituída obrigatoriamente em Lei em sentido estrito e cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada sem margem de discricionariedade.

(__)O Código Tributário Nacional estabelece expressamente que a obrigação tributária principal surge automaticamente com a ocorrência do fato gerador definido em lei e tem por objeto o pagamento de tributo ou penalidade pecuniária decorrente de infração à legislação tributária, sendo sempre de natureza patrimonial e extinguindo-se juntamente com o crédito tributário dela decorrente.

(__)O Código Tributário Nacional prevê expressamente que o crédito tributário decorre imediata e automaticamente da ocorrência do fato gerador definido em lei, sendo dispensável o procedimento de lançamento para sua constituição formal, exceto nas hipóteses específicas de tributos sujeitos ao lançamento de ofício pela autoridade administrativa competente.


Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q4032520 Direito Tributário
O escritório de advocacia contratado por uma empresa de médio porte está contestando administrativamente a cobrança de um tributo municipal que considera inconstitucional em razão de alegadas irregularidades na forma de cálculo da base tributária estabelecida pela Lei municipal instituidora do tributo, sendo necessário que os advogados responsáveis pela defesa administrativa compreendam adequadamente os conceitos fundamentais e os princípios basilares que regem o direito tributário brasileiro para fundamentar adequadamente a contestação administrativa apresentada à autoridade fiscal competente e para avaliar tecnicamente a necessidade e a viabilidade de eventual propositura de medida judicial para suspensão da exigibilidade do crédito tributário contestado, considerando que o direito tributário constitui o ramo especializado do direito público que estabelece as normas jurídicas que disciplinam de forma abrangente e detalhada as relações jurídicas entre o Estado na qualidade de sujeito ativo da relação tributária e os particulares na qualidade de sujeitos passivos dessas relações, abrangendo todos os aspectos concernentes à instituição de tributos mediante aprovação de leis pelo Poder Legislativo, à arrecadação dos valores devidos pelos contribuintes, à fiscalização do cumprimento das obrigações tributárias principais e acessórias, observando sempre e rigorosamente os princípios e limitações estabelecidos de forma expressa ou implícita pela Constituição Federal que constitui o fundamento de validade de todo o ordenamento jurídico tributário brasileiro. Diante desse contexto de contestação administrativa de cobrança tributária com base em alegação de inconstitucionalidade, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4032519 Direito Administrativo
A Administração Pública brasileira estrutura-se em Direta e Indireta. Esta última, fruto da descentralização administrativa, é composta por entidades dotadas de personalidade jurídica e patrimônio próprios, criadas por lei para fins específicos. A Administração Indireta inclui autarquias, fundações públicas, empresas públicas e sociedades de economia mista, cada qual com regime jurídico próprio, definido pela Constituição Federal e pelo Decreto-Lei 200/1967.
Diante desse contexto de compreensão da estrutura da administração pública brasileira, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4032518 Direito Constitucional
A equipe da Secretaria de Tributação de um município brasileiro está revisando os procedimentos de lançamento e cobrança dos tributos municipais para garantir a conformidade integral com as normas constitucionais que regem o sistema tributário nacional, sendo que a Constituição Federal de 1988 estabelece no Título VI denominado "Da Tributação e do Orçamento", especificamente no Capítulo I denominado "Do Sistema Tributário Nacional", todas as normas fundamentais que estruturam e organizam o poder de tributar no Estado brasileiro, definindo com precisão a competência tributária privativa de cada ente federativo para instituição de impostos específicos, estabelecendo as competências comuns para instituição de taxas e contribuições de melhoria, prevendo as contribuições especiais de competência da União e dos estados e municípios em situações específicas, estabelecendo os princípios constitucionais gerais que regem a tributação e devem ser observados por todos os entes federativos, definindo as limitações constitucionais ao poder de tributar que constituem garantias fundamentais dos contribuintes contra o arbítrio estatal, disciplinando a repartição das receitas tributárias entre os entes federativos mediante transferências constitucionais obrigatórias, sendo que essas disposições constitucionais são fundamentais para o exercício regular da atividade tributária pelos entes federativos e para a observância e proteção dos direitos fundamentais dos contribuintes, sendo necessário que os gestores públicos responsáveis pela administração tributária compreendam adequadamente essas normas constitucionais para evitar a instituição de tributos inconstitucionais ou a cobrança de tributos em desconformidade com os limites e princípios estabelecidos pela Constituição Federal. Diante desse contexto normativo constitucional sobre o sistema tributário nacional e a discriminação de competências tributárias, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4032517 Direito Financeiro
A Secretaria de Administração e Finanças de um município prepara o Relatório de Gestão Fiscal referente ao último quadrimestre, instrumento de transparência previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal. Esse relatório tem como finalidade demonstrar o cumprimento dos limites legais de despesa com pessoal, endividamento, operações de crédito e outras obrigações fiscais, permitindo o controle pelos órgãos de fiscalização, pelo Legislativo e pela sociedade. Considerando suas características, periodicidade, conteúdo e requisitos definidos na legislação, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

(__)O Relatório de Gestão Fiscal deve ser publicado obrigatoriamente até trinta dias após o encerramento de cada quadrimestre do exercício financeiro pelos titulares dos Poderes e órgãos especificamente referidos no artigo 20 da Lei de Responsabilidade Fiscal, incluindo as autoridades dos três Poderes em cada esfera de governo e o Ministério Público, cada qual responsável pela elaboração do relatório de seu respectivo Poder ou órgão.

(__)O Relatório de Gestão Fiscal deve conter obrigatoriamente demonstrativo da despesa total com pessoal do Poder ou órgão elaborador, discriminando adequadamente a despesa com pessoal ativo e a despesa com inativos e pensionistas quando aplicável, comparando esses valores com os limites máximos estabelecidos nos artigos 19 e 20 da Lei de Responsabilidade Fiscal para verificação do cumprimento desses limites legais.

(__)O Relatório de Gestão Fiscal deve ser publicado trimestralmente apenas pelo Poder Executivo de cada ente federativo, não sendo exigida pela legislação a elaboração e publicação desse relatório pelos demais Poderes nem pelo Ministério Público, que estão dispensados dessa obrigação por não serem responsáveis pela gestão fiscal global do ente federativo.

(__)O Relatório de Gestão Fiscal do Poder Executivo deve conter, além dos demonstrativos obrigatórios de despesa com pessoal exigidos de todos os Poderes e órgãos, também os demonstrativos da dívida consolidada líquida do ente federativo, das garantias concedidas pelo ente público e das operações de crédito realizadas no período, que são informações adicionais não exigidas nos relatórios dos demais Poderes.


Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q4032516 Direito Tributário
A assessoria jurídica da Secretaria da Fazenda municipal está analisando os aspectos temporais de aplicação de uma lei complementar municipal recentemente publicada que alterou significativamente a forma de cálculo do Imposto Sobre Serviços de qualquer natureza, sendo necessário determinar com precisão técnica o momento exato de entrada em vigor dessa nova lei tributária municipal e os limites constitucionais e legais para sua aplicação aos fatos geradores tributários ocorridos em diferentes momentos temporais em relação à data de vigência da lei, considerando que as normas sobre vigência e aplicação da legislação tributária estabelecem os critérios temporais precisos para início da eficácia jurídica das leis tributárias e os limites rigorosos para sua aplicação aos fatos jurídicos tributários, observando sempre os princípios constitucionais fundamentais da segurança jurídica que protege a confiança legítima dos contribuintes, da irretroatividade que impede em regra geral a aplicação da lei tributária a fatos ocorridos antes de sua vigência, e da anterioridade que impede a cobrança de tributos no mesmo exercício financeiro em que publicada a lei que os instituiu ou aumentou, salvo as exceções constitucionalmente previstas para determinados tributos específicos, sendo que esses princípios constitucionais constituem garantias fundamentais dos contribuintes contra a insegurança jurídica e contra cobranças tributárias surpresa que violem a capacidade de planejamento financeiro dos contribuintes. Considerando as normas sobre vigência temporal e aplicação da legislação tributária estabelecidas no Código Tributário Nacional, analise as afirmativas a seguir.

I.A Lei tributária entra em vigor na data expressamente prevista em seu texto legal ou, na ausência de disposição expressa sobre a data de início de vigência, após decorridos exatamente quarenta e cinco dias da data de sua publicação no órgão oficial de imprensa competente, conforme estabelece o Artigo 101 do Código Tributário Nacional.

II.A lei tributária aplica-se aos fatos geradores ocorridos antes do início de sua vigência quando for expressamente interpretativa de lei anterior, elucidando o conteúdo e alcance de lei preexistente, ressalvada expressamente a aplicação de penalidade à infração dos dispositivos interpretados que somente poderá ocorrer após a vigência da lei interpretativa, conforme Artigo 106, I do CTN.

III.A Lei tributária que defina infrações ou comine penalidades mais severas entra em vigor imediatamente após sua publicação e aplica-se a todos os fatos geradores tributários, inclusive aos ocorridos anteriormente, sem necessidade de observância de qualquer prazo de vacatio legis ou dos princípios da anterioridade e irretroatividade.



Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4032513 Direito Tributário
O setor de dívida ativa da Procuradoria Fiscal municipal está organizando os procedimentos de constituição, cobrança e controle dos créditos tributários devidos ao município por contribuintes inadimplentes, sendo necessário compreender adequadamente a natureza jurídica, as características essenciais, as causas de suspensão da exigibilidade, as formas de extinção e as hipóteses de exclusão do crédito tributário, considerando que o crédito tributário constitui o valor líquido, certo e exigível devido pelo sujeito passivo contribuinte ou responsável ao sujeito ativo titular da competência tributária, sendo constituído formalmente mediante o procedimento administrativo de lançamento realizado pela autoridade competente conforme uma das três modalidades previstas no Código Tributário Nacional, podendo ter sua exigibilidade suspensa por determinadas causas legalmente estabelecidas que impedem temporariamente a cobrança administrativa ou judicial mas não extinguem o crédito que permanece existente, podendo ser extinto definitivamente por uma das causas de extinção taxativamente previstas no Artigo 156 do Código Tributário Nacional, ou ainda pode ter sua constituição impedida pelas causas de exclusão do crédito tributário consistentes na isenção e na anistia que impedem o lançamento e a exigibilidade. Acerca do crédito tributário, suas características, modalidades de lançamento, causas de suspensão, extinção e exclusão, marque V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas.


(__)O crédito tributário é constituído formalmente pelo lançamento que é o procedimento administrativo privativo da autoridade administrativa competente destinado a verificar a ocorrência do fato gerador, determinar a matéria tributável, calcular o montante do tributo devido, identificar o sujeito passivo e propor a aplicação da penalidade cabível, conforme definição do Artigo 142 do Código Tributário Nacional.

(__)O crédito tributário pode ter sua exigibilidade suspensa temporariamente por moratória concedida em caráter geral ou individual, depósito do seu montante integral, reclamações e recursos administrativos nos termos das leis reguladoras do processo tributário administrativo, concessão de medida liminar em ação judicial e parcelamento do débito tributário, conforme rol do Artigo 151 do CTN.

(__)O crédito tributário pode ser extinto definitivamente por pagamento integral do débito, compensação com créditos do sujeito passivo contra a fazenda pública, transação entre fisco e contribuinte, remissão legal ou administrativa, prescrição do direito de ação de cobrança, decadência do direito de constituir o crédito mediante lançamento, conversão do depósito em renda, pagamento antecipado com homologação do lançamento, consignação em pagamento e decisão administrativa irreformável, conforme Artigo 156 do CTN.

(__)O crédito tributário pode ter sua constituição impedida pelas causas de exclusão consistentes na isenção que dispensa o pagamento do tributo devido e na anistia que perdoa as infrações tributárias cometidas, hipóteses em que o crédito não chega a ser formalmente constituído pelo lançamento, impedindo sua exigibilidade administrativa ou judicial pelo sujeito ativo.


Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Respostas
541: E
542: B
543: C
544: E
545: B
546: A
547: E
548: D
549: D
550: B
551: B
552: D
553: D
554: B
555: D
556: B
557: C
558: D
559: C
560: B