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“O que eu ouço, eu esqueço.
O que eu vejo, eu lembro.
O que eu faço, eu entendo.”
Confúcio
Na frase atribuída a Confúcio, destaca-se uma característica do método de ensino da tendência pedagógica
TEXTO I
O Plano Nacional de Educação prevê que, até 2024, 25% dos alunos estudem em escolas com carga horária de sete horas por dia. Atualmente, esse índice no estado é de 6%.
https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2019/10/ampliacao-do-ensino-em-tempo-integral-em-sp-esbarra-em-recusa-de-escolas.shtml (adaptado).
TEXTO II
A meta para o Brasil, em relação ao ensino fundamental e ao médio, é
Disponível em: https://ceert.org.br/dialogando-praticas/pratica/vinicius?gclid= EAIaIQobChMI68vhoqzN5gIVjIiRCh1emgNCEAAYAiAAEgLhU_D_BwE
O trecho acima destaca, especialmente, um aspecto das Diretrizes curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana, que é
“Para trabalhar probabilidades com turmas de 2° ano, por exemplo, Elcie recorreu ao volante da Megassena, que informa: quem faz o jogo mínimo de seis números tem uma chance em mais de 50 milhões de ganhar o maior prêmio. "Proponho fazer as contas para descobrir como se chega a essa conclusão", explica. Logo fica fácil constatar que, quanto mais números a aposta tiver, maiores são as chances de acertar as seis dezenas. A aula prossegue com os jovens testando outras variáveis para entender por que a probabilidade de alguém se tornar um milionário sobe, vertiginosamente, para uma em 10 mil se a pessoa puder pagar pela aposta máxima de 15 números.”
Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/7193/contextualizar-o-conteudo. Acesso em: 22/12/19).
O texto apresenta um exemplo de contextualização do conhecimento. Esse princípio representa no cenário
didático
(...) “Eles tendem a ser julgados pela quantidade e pela qualidade do conhecimento que já trazem de casa, além de várias ‘heranças’, como a postura corporal e a habilidade de falar em público.”
Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/1826/pierre-bourdieu-o-investigador-da-desigualdade. Acesso em: 26/12/19
Considerando-se o sentido do recorte de texto acima e o pensamento do sociólogo francês Pierre Bourdieu
sobre a função social da escola, considera-se que esta
I. O eu lírico reflete sobre o fazer poético e através da metapoesia traduz o trabalho árduo do escritor. II. A literariedade do texto é garantida também pela escolha das palavras, pelo modo de construção, pela imanência textual. III. A legitimação desse texto como texto literário depende da relação do leitor com o texto, conforme definiram os formalistas russos. IV. A organização dos nexos do poema é estabelecida pelo emprego rigoroso dos sinais de pontuação, pela presença de conjunções, de advérbios, o que confere ao poema um tom proso-poético. V. Considerando os procedimentos de leitura desse poema pelo professor de Língua Portuguesa na Educação básica, enquanto leitor, há consenso entre os estudiosos de que a leitura impressionista é a que melhor forma o professor mediador de leitura do texto literário.
Estão CORRETAS:
( )A distinção entre capacitação e formação - segundo a autora- é uma noção por ela formulada para indicar o modelo ideal de formação de professores nas escolas brasileiras. ( )A autora defende uma prática pedagógica que privilegie a relação entre conhecimento e saber, pois acredita que essa combinação resulte efetivamente em formação. ( )O distanciamento entre o discurso da autora e a prática pedagógica pode ser confirmado pelo uso do seguinte enunciado: “(...)é uma noção que procurei formular para abrigar a possibilidade de se pensar em uma prática pedagógica de construção real de conhecimento(...)”. ( )Considerando os usos linguísticos de capacitação e formação no texto, pode-se concluir que são palavras que estão no mesmo campo semântico. ( )O ensino de língua, na perspectiva defendida por Orlandi(2020), presume um sujeito capaz de refletir, “discernir e reconhecer o conteúdo e o efeito de sua ação interventiva nas formas sociais”.
A SEQUÊNCIA CORRETA é:
I. A entrevistadora formula a pergunta com o objetivo de obter uma resposta mais sucinta da entrevistada, porém esta não corresponde aos anseios daquela. II. A elaboração da pergunta é longa, portanto dá margem para respostas diversas, o que contribui para que a entrevistada não responda ao questionamento feito pela entrevistadora. III. O enunciado que constitui a pergunta revela afinidade entre a entrevistadora e a entrevistada. Isso pode ser comprovado pelo uso do pronome “você” e pelo conhecimento referido a respeito de formação e capacitação.
É verdade o que se afirma em: