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Q3415932 Pedagogia
O professor possui uma série de recursos que oportunizam a experiência de leitura em sala de aula, servindo de estímulo para a formação de novos leitores. Assim, são válidas as seguintes atividades, afora:
Alternativas
Q3415931 Português
Em consonância com os ponderamentos de Antunes, em sua obra: “Aula de Português: encontro e interação”, è possível observar uma série de predicativos que qualificam e caracterizam o ensino centrado especificamente em atividades em torno da gramática. Dentro dessa sistemática, assinale a alternativa que vai de encontro a tais ponderamentos.
Alternativas
Q3415930 Pedagogia
As práticas de ensino da leitura e da escrita desenvolvidas dentro das salas de aulas são marcadas por concepções que vão sendo modificadas ao longo do tempo. Ao retomar diferentes momentos e as práticas adotadas, é incoerente a seguinte afirmativa:
Alternativas
Q3415779 Noções de Informática
Há muitas opções de formatação de texto disponíveis no Microsoft Word, as quais aperfeiçoam o texto tornando-o mais dinâmico ao ledor. Nesse contexto, analise a imagem abaixo: 

TEXTO

Assinale a alternativa que contenha corretamente a função utilizada para a formatação da palavra “texto”.
Alternativas
Q3415778 Noções de Informática
As fórmulas do Excel são fundamentais para realizar cálculos, análises e manipulações de dados de maneira eficiente dentro da planilha, assim, pode-se informar que fazem parte de fórmulas do Excel: 
I. =SOMA II. #SOMA III. =MÉDIA IV. #MÉDIA
Alternativas
Q3415776 Noções de Informática
Uma URL é um endereço que é usado para identificar recursos na internet e fornecer um meio fácil de acessar esses recursos. Pode-se afirmar que URL significa:
Alternativas
Q3415768 Matemática
Para serem aprovados em um determinado vestibular, os candidatos precisam fazer provas de Português, Matemática, Conhecimentos Específicos e uma Redação. As notas finais dos estudantes são calculadas com base na média aritmética ponderada das provas. Os pesos de cada prova são respectivamente 3, 3, 3 e 1. Porém, a universidade possui também uma regra tal que: se a média aritmética simples das notas for maior que a média ponderada, ela passará a ser a nota final. Considere as notas dos participantes listados na tabela abaixo:

Imagem associada para resolução da questão


A nota final dos estudantes I, II e III é, respectivamente:
Alternativas
Q3415764 Português
Analise as sentenças a seguir e assinale a alternativa em que se verifica a colocação pronominal correta, segundo a norma-padrão da língua portuguesa.
Alternativas
Q3415763 Português
Assinale a alternativa em que a forma pluralizada dos substantivos compostos está correta, considerando o emprego do hífen.
Alternativas
Q3415762 Português
Analise as sentenças a seguir quanto ao emprego do acento indicativo de crase. Assinale a alternativa em que o uso desse acento é facultativo.
Alternativas
Q3415761 Português
Analise as sentenças a seguir e assinale aquela em que a(s) forma(s) verbal(is) empregada(s) está(ão) correta(s). 
Alternativas
Q3415759 Português
Versões


Vivemos cercados pelas nossas alternativas, pelo que podíamos ter sido. Ah, se apenas tivéssemos acertado aquele número (unzinho e eu ganhava a sena acumulada), topado aquele emprego, completado aquele curso, casado com a Doralice… Agora mesmo neste bar imaginário em que estou bebendo para esquecer o que não fiz — aliás, o nome do bar é Imaginário —, sentou um cara do meu lado direito e se apresentou: — Eu sou você, se tivesse feito aquele teste no Botafogo. E ele tem mesmo a minha idade e a minha cara. E o mesmo desconsolo.
— Por quê? Sua vida não foi melhor do que a minha?
— Durante um certo tempo, foi. Cheguei a titular. Cheguei à seleção. Fiz um grande contrato. Levava uma grande vida. Até que um dia…
— Eu sei, eu sei… — disse alguém sentado ao lado dele. Olhamos para o intrometido… Tinha a nossa idade e a nossa cara e não parecia mais feliz do que nós. Ele continuou:
— Você hesitou entre sair e não sair do gol. Não saiu, levou o único gol do jogo, caiu em desgraça, largou o futebol e foi ser um medíocre propagandista.
— Como é que você sabe?
— Eu sou você, se tivesse saído do gol. Não só peguei a bola como me mandei para o ataque com tanta perfeição que fizemos o gol da vitória. Fui considerado o herói do jogo. No jogo seguinte, hesitei entre me atirar nos pés de um atacante e não me atirar. Como era um herói, me atirei… Levei um chute na cabeça. Não pude ser mais nada. Se não tivesse ido nos pès do atacante…
— Ele chutaria para fora.
Quem falou foi o outro sósia nosso, que em seguida se apresentou.
— Eu sou você se não tivesse ido naquela bola. Não faria diferença. Minha carreira continuou. Fiquei cada vez mais famoso. Fui vendido para o futebol europeu, por uma fábula. Embarquei com festa no Rio…
— E o que aconteceu? — perguntamos os três em uníssono.
— Lembra aquele avião da Varig que caiu na chegada em Paris?
— Você…
— Morri com 28 anos. Bem que tínhamos notado sua palidez.
— Pensando bem, foi melhor não fazer aquele teste no Botafogo…
— E ter levado o chute na cabeça…
— Foi melhor — continuou — ter ido fazer o concurso para o serviço público naquele dia. Ah, se eu tivesse passado…
— Você deve estar brincando. — disse alguém sentado à minha esquerda. Tinha a minha cara, mas parecia mais velho e desanimado.
— Quem é você?
— Eu sou você, se tivesse entrado para o serviço público.
Olhei em volta. Eu lotava o bar. Todas as mesas estavam ocupadas por minhas alternativas e nenhuma parecia estar contente. Comentei com o barman que, no fim, quem estava com o melhor aspecto, ali, era eu mesmo. O barman fez que sim com a cabeça, tristemente. Só então notei que ele também tinha a minha cara, só com mais rugas.
— Quem é você? — perguntei.
— Eu sou você, se tivesse casado com a Doralice.
— E...? Ele não respondeu. Só fez um sinal com o dedão virado para baixo.


VERISSIMO, L. F. (Adaptado). Verissimo antológico — meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
Agora mesmo neste bar imaginário em que estou bebendo para esquecer o que não fiz — aliás, o nome do bar é Imaginário —, sentou um cara do meu lado direito e se apresentou: — Eu sou você, se tivesse feito aquele teste no Botafogo.

Na sentença “— Eu sou você, se tivesse feito aquele teste no Botafogo.”, a função gramatical do vocábulo “se” è:
Alternativas
Q3415758 Português
Versões


Vivemos cercados pelas nossas alternativas, pelo que podíamos ter sido. Ah, se apenas tivéssemos acertado aquele número (unzinho e eu ganhava a sena acumulada), topado aquele emprego, completado aquele curso, casado com a Doralice… Agora mesmo neste bar imaginário em que estou bebendo para esquecer o que não fiz — aliás, o nome do bar é Imaginário —, sentou um cara do meu lado direito e se apresentou: — Eu sou você, se tivesse feito aquele teste no Botafogo. E ele tem mesmo a minha idade e a minha cara. E o mesmo desconsolo.
— Por quê? Sua vida não foi melhor do que a minha?
— Durante um certo tempo, foi. Cheguei a titular. Cheguei à seleção. Fiz um grande contrato. Levava uma grande vida. Até que um dia…
— Eu sei, eu sei… — disse alguém sentado ao lado dele. Olhamos para o intrometido… Tinha a nossa idade e a nossa cara e não parecia mais feliz do que nós. Ele continuou:
— Você hesitou entre sair e não sair do gol. Não saiu, levou o único gol do jogo, caiu em desgraça, largou o futebol e foi ser um medíocre propagandista.
— Como é que você sabe?
— Eu sou você, se tivesse saído do gol. Não só peguei a bola como me mandei para o ataque com tanta perfeição que fizemos o gol da vitória. Fui considerado o herói do jogo. No jogo seguinte, hesitei entre me atirar nos pés de um atacante e não me atirar. Como era um herói, me atirei… Levei um chute na cabeça. Não pude ser mais nada. Se não tivesse ido nos pès do atacante…
— Ele chutaria para fora.
Quem falou foi o outro sósia nosso, que em seguida se apresentou.
— Eu sou você se não tivesse ido naquela bola. Não faria diferença. Minha carreira continuou. Fiquei cada vez mais famoso. Fui vendido para o futebol europeu, por uma fábula. Embarquei com festa no Rio…
— E o que aconteceu? — perguntamos os três em uníssono.
— Lembra aquele avião da Varig que caiu na chegada em Paris?
— Você…
— Morri com 28 anos. Bem que tínhamos notado sua palidez.
— Pensando bem, foi melhor não fazer aquele teste no Botafogo…
— E ter levado o chute na cabeça…
— Foi melhor — continuou — ter ido fazer o concurso para o serviço público naquele dia. Ah, se eu tivesse passado…
— Você deve estar brincando. — disse alguém sentado à minha esquerda. Tinha a minha cara, mas parecia mais velho e desanimado.
— Quem é você?
— Eu sou você, se tivesse entrado para o serviço público.
Olhei em volta. Eu lotava o bar. Todas as mesas estavam ocupadas por minhas alternativas e nenhuma parecia estar contente. Comentei com o barman que, no fim, quem estava com o melhor aspecto, ali, era eu mesmo. O barman fez que sim com a cabeça, tristemente. Só então notei que ele também tinha a minha cara, só com mais rugas.
— Quem é você? — perguntei.
— Eu sou você, se tivesse casado com a Doralice.
— E...? Ele não respondeu. Só fez um sinal com o dedão virado para baixo.


VERISSIMO, L. F. (Adaptado). Verissimo antológico — meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
Agora mesmo neste bar imaginário em que estou bebendo para esquecer o que não fiz — aliás, o nome do bar é Imaginário —, sentou um cara do meu lado direito e se apresentou: — Eu sou você, se tivesse feito aquele teste no Botafogo.

As palavras em destaque no excerto apresentado são, respectivamente, pronomes dos tipos:
Alternativas
Q3415756 Português
Versões


Vivemos cercados pelas nossas alternativas, pelo que podíamos ter sido. Ah, se apenas tivéssemos acertado aquele número (unzinho e eu ganhava a sena acumulada), topado aquele emprego, completado aquele curso, casado com a Doralice… Agora mesmo neste bar imaginário em que estou bebendo para esquecer o que não fiz — aliás, o nome do bar é Imaginário —, sentou um cara do meu lado direito e se apresentou: — Eu sou você, se tivesse feito aquele teste no Botafogo. E ele tem mesmo a minha idade e a minha cara. E o mesmo desconsolo.
— Por quê? Sua vida não foi melhor do que a minha?
— Durante um certo tempo, foi. Cheguei a titular. Cheguei à seleção. Fiz um grande contrato. Levava uma grande vida. Até que um dia…
— Eu sei, eu sei… — disse alguém sentado ao lado dele. Olhamos para o intrometido… Tinha a nossa idade e a nossa cara e não parecia mais feliz do que nós. Ele continuou:
— Você hesitou entre sair e não sair do gol. Não saiu, levou o único gol do jogo, caiu em desgraça, largou o futebol e foi ser um medíocre propagandista.
— Como é que você sabe?
— Eu sou você, se tivesse saído do gol. Não só peguei a bola como me mandei para o ataque com tanta perfeição que fizemos o gol da vitória. Fui considerado o herói do jogo. No jogo seguinte, hesitei entre me atirar nos pés de um atacante e não me atirar. Como era um herói, me atirei… Levei um chute na cabeça. Não pude ser mais nada. Se não tivesse ido nos pès do atacante…
— Ele chutaria para fora.
Quem falou foi o outro sósia nosso, que em seguida se apresentou.
— Eu sou você se não tivesse ido naquela bola. Não faria diferença. Minha carreira continuou. Fiquei cada vez mais famoso. Fui vendido para o futebol europeu, por uma fábula. Embarquei com festa no Rio…
— E o que aconteceu? — perguntamos os três em uníssono.
— Lembra aquele avião da Varig que caiu na chegada em Paris?
— Você…
— Morri com 28 anos. Bem que tínhamos notado sua palidez.
— Pensando bem, foi melhor não fazer aquele teste no Botafogo…
— E ter levado o chute na cabeça…
— Foi melhor — continuou — ter ido fazer o concurso para o serviço público naquele dia. Ah, se eu tivesse passado…
— Você deve estar brincando. — disse alguém sentado à minha esquerda. Tinha a minha cara, mas parecia mais velho e desanimado.
— Quem é você?
— Eu sou você, se tivesse entrado para o serviço público.
Olhei em volta. Eu lotava o bar. Todas as mesas estavam ocupadas por minhas alternativas e nenhuma parecia estar contente. Comentei com o barman que, no fim, quem estava com o melhor aspecto, ali, era eu mesmo. O barman fez que sim com a cabeça, tristemente. Só então notei que ele também tinha a minha cara, só com mais rugas.
— Quem é você? — perguntei.
— Eu sou você, se tivesse casado com a Doralice.
— E...? Ele não respondeu. Só fez um sinal com o dedão virado para baixo.


VERISSIMO, L. F. (Adaptado). Verissimo antológico — meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
A expressão em sentido figurado “por uma fábula”, empregada no excerto “Fui vendido para o futebol europeu, por uma fábula.”, se refere: 
Alternativas
Q3414595 Português
Na frase “Todos ficaram em silêncio, e ninguém entendia o motivo, por quê?”, o uso de “por quê” (separado e com acento) justifica-se: 
Alternativas
Q3414594 Pedagogia
Em relação aos agentes de leitura, analisar os itens abaixo:

I. Para ser um agente de leitura, a pessoa tem que gostar de ler, ter vontade e compromisso social de compartilhar esse gosto e sua experiência de leitura com outras pessoas.
II. Atuam integrados às bibliotecas públicas municipais, dinamizando seus acervos e realizando programações culturais, como rodas de leituras e oficinas literárias.
III. Estão inseridos nas escolas, contribuindo na formação leitora de crianças e jovens, atuando articulado com os professores em projetos pedagógicos de incentivo à leitura, voltados para a comunidade escolar.

Estão CORRETOS: 
Alternativas
Q3414593 Português
Na frase “As matérias às quais me dedico são de física e química.”, o sinal indicativo de crase justifica-se: 
Alternativas
Q3414592 Linguística
Considerando-se a filosofia da linguagem, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

(1) Significado.
(2) Significante.
(3) Signo.

( ) Combinação de duas partes separadas da linguagem, e a conexão entre essas duas partes é arbitrária, ou seja, não é motivada pela natureza da coisa referida.
( ) Parte material ou perceptível do signo, como a sequência de sons, letras ou gestos que compõem uma palavra.
( ) Parte conceitual ou mental do signo, que representa o conceito associado à palavra. 
Alternativas
Q3414591 Português
Sobre o preconceito linguístico, assinalar a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q3414590 Português
A Missão

O rio Lombe brilhava na vegetação densa. Vinte vezes o tinham atravessado. Teoria, o professor, tinha escorregado numa pedra e esfolara profundamente o joelho. O Comandante dissera a Teoria para voltar à Base, acompanhado de um guerrilheiro. O professor, fazendo uma careta, respondera: — Somos dezesseis. Ficaremos catorze. Matemática simples que resolvera a questão: era difícil conseguir-se um efetivo suficiente. De mau grado, o Comandante deu ordem de avançar. Vinha por vezes juntar-se a Teoria, que caminhava em penúltima posição, para saber como se sentia. O professor escondia o sofrimento. E sorria sem ânimo. À hora de acampar, alguns combatentes foram procurar lenha seca, enquanto o Comando se reunia. Pangu-Akitina, o enfermeiro, aplicou um penso no ferimento do professor. O joelho estava muito inchado e só com grande esforço ele podia avançar. Aos grupos de quatro, prepararam o jantar: arroz com corned-beef. Terminaram a refeição às seis da tarde, quando já o sol desaparecera e a noite cobrira o Mayombe. As árvores enormes, das quais pendiam cipós grossos como cabos, dançavam em sombras com os movimentos das chamas. Só o fumo podia libertar-se do Mayombe e subir, por entre as folhas e as lianas, dispersando-se rapidamente no alto, como água precipitada por cascata estreita que se espalha num lago. Eu, o Narrador, sou Teoria. Nasci na Gabela, na terra do café. Da terra recebi a cor escura de café, vinda da mãe, misturada ao branco defunto do meu pai, comerciante português. Trago em mim o inconciliável e é este o meu motor. Num Universo de sim ou não, branco ou negro, eu represento o talvez. Talvez é não, para quem quer ouvir sim e significa sim para quem espera ouvir não. A culpa será minha se os homens exigem a pureza e recusam as combinações? Sou eu que devo tornar-me em sim ou em não? Ou são os homens que devem aceitar o talvez? Face a este problema capital, as pessoas dividem-se aos meus olhos em dois grupos: os maniqueístas e os outros. É bom esclarecer que raros são os outros, o Mundo é geralmente maniqueísta.

(Fonte: Pepetela — Adaptado.)
Assinalar a alternativa que expressa uma EXCEÇÃO à ótica irônica do narrador quanto às diferentes perspectivas sociais sobre sua identidade: 
Alternativas
Respostas
5601: E
5602: C
5603: E
5604: E
5605: B
5606: E
5607: C
5608: D
5609: C
5610: D
5611: E
5612: A
5613: E
5614: C
5615: D
5616: A
5617: C
5618: D
5619: C
5620: A