Questões de Concurso
Comentadas para professor - inglês
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
O leito
Mares, de espúmeo albor de rendas revestidos!
Vagas, cheias de aroma, e de torpor fecundas!
Para a febre lenir, que esvaíra-me os sentidos,
Quero nestes lençóis mergulha-los, vencidos,
Num mar de sensações letárgicas, profundas!
Aqui, de regiões apostas, climas vários
Vieram se encontrar, por diversos caminhos,
Para depor, fiéis, submissos tributários,
Os prodígios do gosto, árduos, imaginários,
Em perfume, em cetins, em sedas, em arminhos.
Despenhada do teto, em turbilhão se entorna,
Muda, imóvel cascata, a cortina nitente,
Derramando no ar uma preguiça morna,
Que os músculos distende e os nervos amadorna,
Em íntima volúpia, estranha, inconsciente.
Repassa, embebe a alcova, em toda a plenitude,
A emanação sutil, que enleva, que extasia,
De um corpo virginal e cheio de saúde,
Grato eflúvio do sangue, em plena juventude,
Que do olfato a avidez satura, e não sacia.
Perfumados lençóis! vós sois as brancas tendas,
Onde, árabes do amor, meus vagos pensamentos
Nas solidões da noite ouvem estranhas lendas,
Enquanto sob um céu enublado de rendas
Enerva-me o luar de uns olhos sonolentos!
Autor: Teófilo Dias - Fanfarras.
Ao longo do poema, o autor explora a fusão entre corpo, espaço e imaginação, criando uma experiência estética marcada pela sinestesia e pelo simbolismo. Nesse sentido, analise as assertivas:
I. A alcova é apresentada como um espaço simbólico em que sensações físicas e estados psíquicos se confundem, dissolvendo os limites entre sujeito e ambiente.
II. O uso recorrente de termos ligados ao torpor, à lentidão e à imobilidade sugere negação do desejo e recusa da experiência sensorial.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
TEXTO PARA A QUESTÃO.
O leito
Mares, de espúmeo albor de rendas revestidos!
Vagas, cheias de aroma, e de torpor fecundas!
Para a febre lenir, que esvaíra-me os sentidos,
Quero nestes lençóis mergulha-los, vencidos,
Num mar de sensações letárgicas, profundas!
Aqui, de regiões apostas, climas vários
Vieram se encontrar, por diversos caminhos,
Para depor, fiéis, submissos tributários,
Os prodígios do gosto, árduos, imaginários,
Em perfume, em cetins, em sedas, em arminhos.
Despenhada do teto, em turbilhão se entorna,
Muda, imóvel cascata, a cortina nitente,
Derramando no ar uma preguiça morna,
Que os músculos distende e os nervos amadorna,
Em íntima volúpia, estranha, inconsciente.
Repassa, embebe a alcova, em toda a plenitude,
A emanação sutil, que enleva, que extasia,
De um corpo virginal e cheio de saúde,
Grato eflúvio do sangue, em plena juventude,
Que do olfato a avidez satura, e não sacia.
Perfumados lençóis! vós sois as brancas tendas,
Onde, árabes do amor, meus vagos pensamentos
Nas solidões da noite ouvem estranhas lendas,
Enquanto sob um céu enublado de rendas
Enerva-me o luar de uns olhos sonolentos!
Autor: Teófilo Dias - Fanfarras.
TEXTO PARA A QUESTÃO.
O leito
Mares, de espúmeo albor de rendas revestidos!
Vagas, cheias de aroma, e de torpor fecundas!
Para a febre lenir, que esvaíra-me os sentidos,
Quero nestes lençóis mergulha-los, vencidos,
Num mar de sensações letárgicas, profundas!
Aqui, de regiões apostas, climas vários
Vieram se encontrar, por diversos caminhos,
Para depor, fiéis, submissos tributários,
Os prodígios do gosto, árduos, imaginários,
Em perfume, em cetins, em sedas, em arminhos.
Despenhada do teto, em turbilhão se entorna,
Muda, imóvel cascata, a cortina nitente,
Derramando no ar uma preguiça morna,
Que os músculos distende e os nervos amadorna,
Em íntima volúpia, estranha, inconsciente.
Repassa, embebe a alcova, em toda a plenitude,
A emanação sutil, que enleva, que extasia,
De um corpo virginal e cheio de saúde,
Grato eflúvio do sangue, em plena juventude,
Que do olfato a avidez satura, e não sacia.
Perfumados lençóis! vós sois as brancas tendas,
Onde, árabes do amor, meus vagos pensamentos
Nas solidões da noite ouvem estranhas lendas,
Enquanto sob um céu enublado de rendas
Enerva-me o luar de uns olhos sonolentos!
Autor: Teófilo Dias - Fanfarras.
"The past is consumed in the present and the present is living only because it brings forth the future."
This statement reflects a central feature of Modernist narrative technique by illustrating:
"Poetry is the spontaneous overflow of powerful feelings: it takes its origin from emotion recollected in tranquility: the emotion is contemplated till, by a species of reaction, the tranquility gradually disappears, and an emotion, kindred to that which was before the subject of contemplation, is gradually produced, and does itself actually exist in the mind."
Based on this statement, Wordsworth's conception of poetry emphasizes:
"Far from a nuisance, Troy's waste is an archaeologist's treasure trove."
The expression "treasure trove" in this sentence most likely refers to:
I. The author employs a multidisciplinary analytical approach to waste archaeology, examining quantitative ratios of bones to pottery, ash concentration levels, and the spatial distribution of artifacts such as storage jars and grinding stones to identify functional areas within the ancient city, thereby transforming seemingly chaotic refuse deposits into structured maps of daily activities including food preparation, craft production, and storage practices.
II. The text demonstrates that exotic imported materials such as carnelian and lapis lazuli found within Troy's refuse layers serve exclusively as indicators of aesthetic preferences and artistic tastes of Bronze Age inhabitants, having no significant implications for understanding trade networks, economic development, or the city's integration into broader regional exchange systems during its transformation from agrarian settlement to regional centre.
III. The archaeological evidence presented suggests that Troy's mid-second millennium BC revival, characterized by refined ceramics, luxury imports, and increased social complexity, represents the same settlement phase that Homer later immortalized in the Iliad, where Greek warriors confronted massive accumulated debris mounds while attempting to reach the palaces during the legendary Trojan War.
The following statement(s) is/are CORRECT:
"Today, waste is whisked away quickly − out of sight, out of mind. But in bronze age Troy (3000−1000BC), trash stayed close, often accumulating in domestic dumping grounds for generations."
A professional translator working on a Brazilian Portuguese edition of this archaeological text must address the idiomatic expression "out of sight, out of mind" and decide between maintaining the English idiom with explanatory footnote, creating a culturally equivalent Portuguese idiom, or providing a descriptive translation. When considering translation strategies that balance semantic fidelity, cultural accessibility, and stylistic naturalness for Brazilian readers while preserving the author's rhetorical impact, the appropriate translation approach would be:
De acordo com as regras de colocação pronominal, as formas corretas dos pronomes oblíquos para substituir os termos destacados são:
Sintaticamente, é correto afirmar que, nesta frase:
De acordo com o contexto em que aparece no texto, o termo destacado refere-se a:
O verbo destacado na frase encontra-se conjugado no modo:
De acordo com a classificação dos predicados, é correto afirmar que o predicado da oração apresentada é:
Assinale a alternativa que contenha apenas preposição.
Em relação à classe gramatical, o vocábulo destacado denomina-se, nesta frase: