Questões de Concurso Comentadas para professor - história

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Ano: 2025 Banca: DECORP Órgão: Prefeitura de Rodrigues Alves - AC Provas: DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Assistente Social | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Biomédico | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Cirurgião Dentista | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Educador Físico | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Enfermeiro | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Farmacêutico | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Fisioterapeuta | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Médico Clínico Geral | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Nutricionista | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor de Ciências | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor de Geografia | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor de História | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor de Matemática | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor de Matemática e suas Tecnologias | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor de Língua Portuguesa | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor Educação Infantil | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Psicólogo | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor EJA I | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Psicopedagogo | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Terapeuta Ocupacional |
Q3518302 Meio Ambiente
Em 2025, o governo do Acre registrou uma queda expressiva nos focos de queimadas graças à: 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: DECORP Órgão: Prefeitura de Rodrigues Alves - AC Provas: DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Assistente Social | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Biomédico | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Cirurgião Dentista | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Educador Físico | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Enfermeiro | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Farmacêutico | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Fisioterapeuta | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Médico Clínico Geral | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Nutricionista | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor de Ciências | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor de Geografia | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor de História | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor de Matemática | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor de Matemática e suas Tecnologias | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor de Língua Portuguesa | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor Educação Infantil | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Psicólogo | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor EJA I | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Psicopedagogo | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Terapeuta Ocupacional |
Q3518301 Meio Ambiente
Entre as características territoriais do Município de Rodrigues Alves, destaca-se:
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Ano: 2025 Banca: DECORP Órgão: Prefeitura de Rodrigues Alves - AC Provas: DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Assistente Social | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Biomédico | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Cirurgião Dentista | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Educador Físico | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Enfermeiro | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Farmacêutico | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Fisioterapeuta | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Médico Clínico Geral | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Nutricionista | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor de Ciências | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor de Geografia | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor de História | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor de Matemática | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor de Matemática e suas Tecnologias | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor de Língua Portuguesa | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor Educação Infantil | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Psicólogo | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor EJA I | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Psicopedagogo | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Terapeuta Ocupacional |
Q3518296 Português
Analise cuidadosamente as alternativas e indique aquela que respeita integralmente a norma padrão quanto à colocação dos pronomes oblíquos:
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Q3518295 Português
Leia atentamente as frases abaixo e marque aquela que apresenta clareza e coerência estrutural, sem ambiguidade: 
Alternativas
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Q3518294 Português
Leia o texto e responda a questão.


“Grande Sertão: Veredas” (1956)


    Não sou nada. Nunca fui. Não posso querer ser. Riobaldo falava assim, cavalgando em dia de sol raso, quando o calor faz tudo cintilar feito lente de aumento sobre formigueiro. Areia chiava sob o casco, e o Rio das Velhas, lá adiante, corria avarento, escondendo-se em veredas.

    E, nesse remanso de palavras, lembrava Diadorim: “— Viver é muito perigoso…Porque ainda não se sabe.” Dizia e deixava ficar a frase, pairando, como beija-flor em flor vermelha. Riobaldo repetia para dentro, degustando cada sílaba, sentindo a faca da incerteza rasgar miúdo o couro do coração. Pois, se o viver é risco, então o amor — sobretudo aquele que não ousa dizer nome — há de ser fogueira sem noite de São João, ardendo fora de tempo, clandestina.

    O sol subia. Do arrebol distante vinham brados de vaqueiros, bois berravam, e tudo soava, ao jagunço, presságio. Trazia nas ancas cartucheira cheia, na lembrança a voz de Joca Ramiro, no peito promessa de pacto possível: “Fazer acordo com o Demo? E por que não, se Deus, às vezes, demora?” Esse pensamento, que era mais tempestade que maré, rodopiava-lhe no juízo, complicando palavras simples — coragem, honra, destino.

    Enquanto o cavalo respirava ofegante, Riobaldo parou na sombra agreste de um angico, ajeitou o rifle no ombro e cuspiu o pó que lhe colava ao palato. Naquele ínterim de silêncio quente, pareceu-lhe ouvir o estrépito antigo de espingardas, o grito de Hermógenes e a derradeira visão de Joca Ramiro caindo, lento, sobre o chão de pedra. Teve vontade de chorar, mas o rosto ficou seco: jagunço não molha terra com lágrima — terra é de sangue — ensinaram-lhe.

— Diadorim… — sussurrou.

    A palavra saiu fina, quase pena de passarinho. Sentiu, então, que a vida toda se curvaria, daí em diante, àquele nome. E compreendeu, como numa faísca, que viver perigoso era também viver pleno de sentido: o risco é que tempera o viver.

    Tocou de rédea, rumou em frente. No céu, urubu fazia círculo. No chão, formiga carregava folha dez vezes o corpo. Riobaldo pensou que, talvez, um dia, também ele carregasse fardo maior que o peito: a dúvida de ter feito, ou não, pacto com o Mefistófeles dos ermos.


Fonte: GUIMARÃES ROSA, João. Grande sertão: veredas. 3. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1956. (Adaptado)
O recurso de repetir a máxima “viver é muito perigoso” confere ao texto principalmente o efeito de:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: DECORP Órgão: Prefeitura de Rodrigues Alves - AC Provas: DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Assistente Social | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Biomédico | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Cirurgião Dentista | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Educador Físico | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Enfermeiro | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Farmacêutico | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Fisioterapeuta | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Médico Clínico Geral | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Nutricionista | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor de Ciências | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor de Geografia | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor de História | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor de Matemática | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor de Matemática e suas Tecnologias | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor de Língua Portuguesa | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor Educação Infantil | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Psicólogo | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Professor EJA I | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Psicopedagogo | DECORP - 2025 - Prefeitura de Rodrigues Alves - AC - Terapeuta Ocupacional |
Q3518293 Português
Leia o texto e responda a questão.


“Grande Sertão: Veredas” (1956)


    Não sou nada. Nunca fui. Não posso querer ser. Riobaldo falava assim, cavalgando em dia de sol raso, quando o calor faz tudo cintilar feito lente de aumento sobre formigueiro. Areia chiava sob o casco, e o Rio das Velhas, lá adiante, corria avarento, escondendo-se em veredas.

    E, nesse remanso de palavras, lembrava Diadorim: “— Viver é muito perigoso…Porque ainda não se sabe.” Dizia e deixava ficar a frase, pairando, como beija-flor em flor vermelha. Riobaldo repetia para dentro, degustando cada sílaba, sentindo a faca da incerteza rasgar miúdo o couro do coração. Pois, se o viver é risco, então o amor — sobretudo aquele que não ousa dizer nome — há de ser fogueira sem noite de São João, ardendo fora de tempo, clandestina.

    O sol subia. Do arrebol distante vinham brados de vaqueiros, bois berravam, e tudo soava, ao jagunço, presságio. Trazia nas ancas cartucheira cheia, na lembrança a voz de Joca Ramiro, no peito promessa de pacto possível: “Fazer acordo com o Demo? E por que não, se Deus, às vezes, demora?” Esse pensamento, que era mais tempestade que maré, rodopiava-lhe no juízo, complicando palavras simples — coragem, honra, destino.

    Enquanto o cavalo respirava ofegante, Riobaldo parou na sombra agreste de um angico, ajeitou o rifle no ombro e cuspiu o pó que lhe colava ao palato. Naquele ínterim de silêncio quente, pareceu-lhe ouvir o estrépito antigo de espingardas, o grito de Hermógenes e a derradeira visão de Joca Ramiro caindo, lento, sobre o chão de pedra. Teve vontade de chorar, mas o rosto ficou seco: jagunço não molha terra com lágrima — terra é de sangue — ensinaram-lhe.

— Diadorim… — sussurrou.

    A palavra saiu fina, quase pena de passarinho. Sentiu, então, que a vida toda se curvaria, daí em diante, àquele nome. E compreendeu, como numa faísca, que viver perigoso era também viver pleno de sentido: o risco é que tempera o viver.

    Tocou de rédea, rumou em frente. No céu, urubu fazia círculo. No chão, formiga carregava folha dez vezes o corpo. Riobaldo pensou que, talvez, um dia, também ele carregasse fardo maior que o peito: a dúvida de ter feito, ou não, pacto com o Mefistófeles dos ermos.


Fonte: GUIMARÃES ROSA, João. Grande sertão: veredas. 3. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1956. (Adaptado)
O sentimento que domina Riobaldo enquanto recorda Diadorim e Joca Ramiro pode ser qualificado como: 
Alternativas
Q3503397 História
Em seu ofício, o historiador não pode desprezar, como fontes relevantes, os espaços tradicionais que são representativos da memória coletiva. No entanto, além desses espaços tradicionais, despontam outros espaços tão importantes para a elucidação, recomposição dos processos históricos e reconstituição das redes de relações sociais, em parte definidoras e definidas por essa memória coletiva.

Essa descrição refere-se
Alternativas
Q3503396 História
Leia o excerto a seguir.

“É fácil avaliar a terrível força da engrenagem que se compõe de agências de notícias, agências de publicidade e cadeias de jornais e revistas, sua influência política, sua capacidade de modificar a opinião, de criar e manter mitos ou de destruir esperanças e combater aspirações. [...] Sem considerar esses dados, que a fria realidade apresenta, é impossível, entretanto, discutir problemas como o da liberdade de imprensa, aspecto parcial do problema da liberdade de pensamento.”

(SODRÉ, Nelson Werneck. História da imprensa brasileira. Rio de Janeiro. Civilização Brasileira. 1966. Col. Retratos do Brasil. Vl. 51. P. 6)

Sobre o sistema de comunicação no Brasil, é correto afirmar que
Alternativas
Q3503395 História
Analisando as relações que constituíram, no Brasil, a estrutura de sustentação do poder político durante a República Oligárquica, Faoro (2001, p. 691-692) adverte:

“Sobranceiros os chefes ao eleitorado, passivo e inconsciente na soberania das atas falsas e das eleições a bico-de-pena, libertos de compromissos com os partidos, as decisões políticas obedecem a combinações e arranjos elitários, maquiavélicos. O problema do político era o poder, só o poder, para os chefes e para os Estados, sem programas para atrapalhar ou ideologias desorientadoras.”

(FAORO, Raymundo. Os donos do poder: formação do patronato brasileiro. Rio de Janeiro. Editora Globo. 2001. p. 691-692)

A partir da advertência feita por Faoro, é correto afirmar: 
Alternativas
Q3503394 História
Analise os documentos a seguir.

Documento 1

“Contra o inimigo em fuga não usam mais os agudos dardos, mas valem-se de pesados espadões de madeira preta; correm com velocidade incrível, saltam inteiramente nus por entre espinhos e cardos, lançando horrendos brados e acometem os opositores em tal alvoroço, derrubando-os entre cantares e danças, correndo novamente, como acima mencionado, com grandes berros para o meio dos seus, invocando incontinenti o demônio a quem, sem demora, tudo anunciam em relação à batalha travada.

(WAGENER, Zacharias. “Thierbuch”. Brasil Holandês. Volume II. Rio de Janeiro: Editora Index, 1997, p.168)

Documento 2

“Não é bem que passemos já do rio da Paraíba, onde se acaba o limite por onde reside o gentio potiguar, que tanto mal tem feito aos moradores das capitanias de Pernambuco e Itamaracá [...] pela banda do Rio Grande são fronteiriços dos tapuias, que é gente mais doméstica, com quem estão às vezes de guerra e às vezes de paz, e se ajudam uns aos outros contra os tabajaras, que vizinham com eles pela parte do sertão.”

SOUZA, Gabriel Soares de. Tratado descritivo do Brasil em 1587 (1851), p. 337.) Disponível em: <htttp.dominiopublico.gov.br/dowload/texto/me0003015.pdf> Acesso em 10/04/2025.

Ao analisar os documentos que descrevem as perspectivas dos dois observadores acerca dos grupos indígenas da capitania do Rio Grande no período da colonização, conclui-se que tais pontos de vista
Alternativas
Q3503393 História
Considere o excerto a seguir.

“A história chegou tarde a praticamente todos os outros encontros entre o homem e a vida selvagem. Quando Colombo fez a primeira vistoria da costa antilhana, mais de dez mil anos de ocupação humana já a haviam transformado de maneira incomensurável, até para os mais dedicados esforços arqueológicos. [...] Por isso os europeus em seu Novo Mundo encontraram uma natureza mais pura que a dos outros pontos dos trópicos e, assim, uma parte muito maior do processo de degradação ocorreu em uma era de registros escritos.”

(DEAN, Warren. A ferro e fogo: a história da Mata Atlântica Brasileira. São Paulo, Companhia das Letras, 1996, p.23)

A partir das informações do excerto, é correto afirmar que
Alternativas
Q3503392 História
Analise os documentos a seguir.

Documento 1

[...] para certas atividades, como a de caçar, pescar ou pilotar canoa, que já exercia quando livre, o índio mostrou ser um bom escravo. Por isso, houve sempre a escravidão indígena [...] para a agricultura, porém, tiveram os portugueses de recorrer à escravidão africana, pois os negros já viviam na África na condição de escravos e eram muito mais resistentes que os índios.”

(HERMIDA, Antônio José Borges. Compêndio de história do Brasil. Companhia Editora Nacional. 10° Ed. São Paulo,l1963.

Documento 2

No Brasil, durante os períodos imperial e colonial, é possível perceber que houve um grande desprezo pelo trabalho, principalmente o braçal. [...] no que diz respeito à mão de obra, os portugueses, inicialmente, optaram pela escravização dos povos nativos e, em seguida, dos africanos. Durante o primeiro século da colonização, a mão de obra indígena foi largamente utilizada em todos os trabalhos. No entanto, a opção pelos africanos garantiu lucro aos traficantes de escravos e a consequente sustentação da economia brasileira por mais de três séculos.

(MOCELIN, Renato; CAMARGO, Rosiane de. História em debate. São Paulo. Editora do Brasil, 2016, p.133 (Coleção História em Debate V.1)

Considerando as correspondências e as contradições contidas nos dois documentos e que estas permitem subsidiar debates sobre o fazer do historiador e sobre os desafios do trabalho com documentos escritos, deve-se concluir que
Alternativas
Q3503391 História
Analise o trecho da BNCC a seguir.

“O exercício do ‘fazer história’, de indagar, é marcado, inicialmente, pela constituição de um sujeito. Em seguida, amplia-se para o conhecimento de um “Outro”, às vezes semelhante, muitas vezes diferente. Depois, alarga-se ainda mais em direção a outros povos, com seus usos e costumes específicos. Por fim, parte-se para o mundo, sempre em movimento e transformação. Em meio a inúmeras combinações dessas variáveis – do Eu, do Outro e do Nós –, inseridas em tempos e espaços específicos, indivíduos produzem saberes que os tornam mais aptos para enfrentar situações marcadas pelo conflito ou pela conciliação”

(BRASIL, 2019, p. 397-398).

O trecho da BNCC apresenta uma concepção de diversidade que deve balizar o ensino na ampla área das Ciências Humanas e Sociais Aplicadas. Tomando como base o conceito de diversidade social e cultural no Ensino de História sob a perspectiva histórico-crítica, é correto afirmar que essa concepção da BNCC 
Alternativas
Q3503390 Pedagogia
O material didático para ter função significativa no aprendizado de história, para além do uso dos manuais e textos já existentes, pode ser concebido por meio de uma ação conjunta entre o professor e o aluno. Para isso, é de extrema importância que o professor tenha consciência de que é necessário se apropriar de aspectos que estão diretamente relacionados à produção desse material. Entre muitos desses aspectos, ressalta-se a compreensão das especificidades que compõem o plano de ensino e o diferenciam da sequência didática. Sendo assim, essas diferenças estão relacionadas
Alternativas
Q3503389 Direito Constitucional
No que diz respeito ao processo de elaboração da Constituição Brasileira a partir da instauração da Assembleia Constituinte em 1987, 
Alternativas
Q3503388 Pedagogia
Em relação ao Ensino de História, há muito instaurou-se um debate permanente sobre a necessidade de superação dos ditos métodos tradicionais, em favor de abordagens mais inovadoras. Em última instância, essa superação depende, primordialmente,
Alternativas
Q3503387 História
Analise o excerto a seguir.

“Concluída a unificação da Itália sob o domínio romano, em vésperas da primeira guerra púnica, a península dos Apeninos era povoada por uma série de comunidades dotadas de situações jurídicas diversas sob soberania romana. Além dos “aliados” com autonomia nominal (socii), havia “comunidades de semicidadãos” com cidadania romana, mas nem o direito de intervir na escolha dos funcionários romanos (civitates sine suffragio); colônias da liga latina chefiada por Roma (coloniae Latinae); comunidades de populações locais com cidadania romana e uma administração comunal própria (municipia); e, finalmente, colônias romanas (coloniae civium Romanorum).”

ALFÖLDY, GÉZA. A história social de Roma. Lisboa: Editorial Presença, 1989. P. 43.

A partir da leitura do excerto, é correto concluir que
Alternativas
Q3503386 História
Considere o excerto a seguir.

“[...] de um modo geral, consagrou-se no campo da história o predomínio do texto, da palavra e da retórica nos domínios da escrita, afirmando-se a tendência de utilizar a imagem como mera ilustração de um discurso. Historiadores, em princípio e por formação, estão familiarizados com o mundo da escrita, e é ainda bastante recente para eles a aceitação das imagens como uma linguagem tão expressiva quanto a do mundo do texto.”

(PESAVENTO, Sandra Jatahy. O mundo da imagem: território da história cultural. In: PESAVENTO, et al. Narrativas, imagens e práticas sociais: percurso em história cultural. Porto Alegre, Asterisco, 2008, p.108)

No que diz respeito ao Ensino de História, 
Alternativas
Q3503385 História
Considere o excerto a seguir.

“(...) O debate político desencadeou profundas divergências sobre as direções e os ritmos da perestroika. Os cidadãos começavam a murmurar que abriam a geladeira e não encontravam a perestroika lá. Escassez de produtos, filas. Não se atingia a almejada qualidade, e despencava a quantidade.”

REIS FILHO, Daniel Aarão. A aventura socialista no século XX. 2. Ed. São Paulo: Atual, 1999. (Coleção Discutindo a história). p.89.

O excerto trata das transformações no Socialismo Real, no final do século XX, cujo projeto objetivava a
Alternativas
Q3503384 História
Considere o excerto a seguir.

“’Estou intimamente convencido, em minha alma de cavalheiro, de que estou lutando pela civilização”, escreveu Louis Mariet, na Páscoa de 1915, antes de participar de seu primeiro ataque. “Compreendo muito bem qual é o meu dever; não deixarei de cumpri-lo... Não sou absolutamente um guerreiro; mas me tornarei um guerreiro por necessidade.’”

EKSTEINS, Modris. A sagração da primavera. 2. Ed. Rio de Janeiro: Rocco, 1992. p. 231.

O excerto faz referência a grandes questões e contradições do Século XIX que repercutiram no Século XX. Entre essas repercussões, destaca-se
Alternativas
Respostas
4081: D
4082: B
4083: C
4084: C
4085: A
4086: B
4087: D
4088: A
4089: C
4090: C
4091: B
4092: B
4093: D
4094: A
4095: C
4096: D
4097: B
4098: A
4099: D
4100: A