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Q1089096 Português
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VÍRUS ZIKA E O GRANDE SURTO DE MICROCEFALIA

    Uma doença recém-chegada no Brasil está deixando todos em alerta, em especial as grávidas: a Febre por vírus Zika. Essa doença, causada pelo vírus Zika, apesar de, até então, não estar relacionada com danos graves à saúde, foi relacionada recentemente com um grave surto de microcefalia no Brasil.
    O vírus Zika é um arbovírus da família Flaviviridae, que assim como a dengue e a chikungunya, é transmitido pelos mosquitos do gênero Aedes, como o Aedes aegypti. Além dessa forma de contaminação, estudos indicam que a transmissão pode ocorrer de forma perinatal, sexual e até mesmo transfusional.
    O vírus foi descoberto em 1947 em um macaco que vivia na Floresta de Zika, em Uganda (daí a origem do nome). No Brasil, o vírus foi introduzido em 2014, e as hipóteses mais aceitas é que ele tenha chegado ao território brasileiro durante a Copa do Mundo desse mesmo ano.
    Ao se contaminar com o vírus Zika, o paciente pode apresentar febre, vômitos, tosse, dores no corpo, de cabeça, musculares e nas articulações, mal-estar, irritação nos olhos e manchas no corpo. A doença normalmente tem duração de três a sete dias e pode ser assintomática em alguns casos.
    De uma maneira geral, considera-se que a febre por vírus Zika não causa grandes complicações, mas, recentemente, observou-se o comprometimento do sistema nervoso central em alguns casos. Além disso, a infecção pelo vírus Zika foi associada ao desenvolvimento de microcefalia, uma malformação em que recém-nascidos possuem perímetro cefálico menor que o normal (menor que 33 cm). Essa malformação está relacionada com retardo mental em 90% dos casos, além de desencadear comprometimento da fala, audição e visão, baixo peso e episódios de convulsão.
    Apesar de a microcefalia também ser causada por infecções, problemas genéticos, contato com produtos radioativos e utilização de substâncias químicas, observou-se uma relação direta entre o vírus Zika e o grande surto em 2015. A suspeita foi levantada após mães de bebês com microcefalia relatarem que, durante a gestação, apresentaram sintomas da contaminação por vírus Zika. Em razão do grande número de casos, a Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu um alerta em 1º de dezembro de 2015 para que todos os países ficassem atentos aos casos de febre por vírus Zika em seu território.
    Assim como a dengue, a febre por vírus Zika não possui tratamento específico, sendo recomendado apenas o tratamento de sintomas. O uso de paracetamol ou dipirona pode ajudar o paciente a diminuir a dor e, em casos de coceiras, pode ser recomendado o uso de anti-histamínicos. Não se recomenda o uso de ácido acetilsalicílico, uma vez que aumenta os riscos de hemorragias.
    Por não ter tratamento nem vacina, a melhor maneira de evitar complicações é protegendo-se do mosquito que transmite o vírus. As medidas de prevenção da febre por vírus Zika são as mesmas utilizadas na prevenção contra a dengue e a chikungunya, isto é, voltam-se para a eliminação de criadouros do mosquito. Além do combate ao mosquito, as pessoas podem desenvolver algumas proteções individuais, como usar roupas de manga comprida, telas nas janelas e portas e mosquiteiros. O uso de repelente também é indicado, mas grávidas podem utilizar apenas repelentes com DEET na concentração de 10% a 30%.
Por Ma. Vanessa dos Santos
(Disponível em http://vestibular.brasilescola.uol.com.br/)
“Vírus Zika e o grande surto de microcefalia” Sobre o título do texto, pode-se afirmar que
Alternativas
Q1089094 Português
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VÍRUS ZIKA E O GRANDE SURTO DE MICROCEFALIA

    Uma doença recém-chegada no Brasil está deixando todos em alerta, em especial as grávidas: a Febre por vírus Zika. Essa doença, causada pelo vírus Zika, apesar de, até então, não estar relacionada com danos graves à saúde, foi relacionada recentemente com um grave surto de microcefalia no Brasil.
    O vírus Zika é um arbovírus da família Flaviviridae, que assim como a dengue e a chikungunya, é transmitido pelos mosquitos do gênero Aedes, como o Aedes aegypti. Além dessa forma de contaminação, estudos indicam que a transmissão pode ocorrer de forma perinatal, sexual e até mesmo transfusional.
    O vírus foi descoberto em 1947 em um macaco que vivia na Floresta de Zika, em Uganda (daí a origem do nome). No Brasil, o vírus foi introduzido em 2014, e as hipóteses mais aceitas é que ele tenha chegado ao território brasileiro durante a Copa do Mundo desse mesmo ano.
    Ao se contaminar com o vírus Zika, o paciente pode apresentar febre, vômitos, tosse, dores no corpo, de cabeça, musculares e nas articulações, mal-estar, irritação nos olhos e manchas no corpo. A doença normalmente tem duração de três a sete dias e pode ser assintomática em alguns casos.
    De uma maneira geral, considera-se que a febre por vírus Zika não causa grandes complicações, mas, recentemente, observou-se o comprometimento do sistema nervoso central em alguns casos. Além disso, a infecção pelo vírus Zika foi associada ao desenvolvimento de microcefalia, uma malformação em que recém-nascidos possuem perímetro cefálico menor que o normal (menor que 33 cm). Essa malformação está relacionada com retardo mental em 90% dos casos, além de desencadear comprometimento da fala, audição e visão, baixo peso e episódios de convulsão.
    Apesar de a microcefalia também ser causada por infecções, problemas genéticos, contato com produtos radioativos e utilização de substâncias químicas, observou-se uma relação direta entre o vírus Zika e o grande surto em 2015. A suspeita foi levantada após mães de bebês com microcefalia relatarem que, durante a gestação, apresentaram sintomas da contaminação por vírus Zika. Em razão do grande número de casos, a Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu um alerta em 1º de dezembro de 2015 para que todos os países ficassem atentos aos casos de febre por vírus Zika em seu território.
    Assim como a dengue, a febre por vírus Zika não possui tratamento específico, sendo recomendado apenas o tratamento de sintomas. O uso de paracetamol ou dipirona pode ajudar o paciente a diminuir a dor e, em casos de coceiras, pode ser recomendado o uso de anti-histamínicos. Não se recomenda o uso de ácido acetilsalicílico, uma vez que aumenta os riscos de hemorragias.
    Por não ter tratamento nem vacina, a melhor maneira de evitar complicações é protegendo-se do mosquito que transmite o vírus. As medidas de prevenção da febre por vírus Zika são as mesmas utilizadas na prevenção contra a dengue e a chikungunya, isto é, voltam-se para a eliminação de criadouros do mosquito. Além do combate ao mosquito, as pessoas podem desenvolver algumas proteções individuais, como usar roupas de manga comprida, telas nas janelas e portas e mosquiteiros. O uso de repelente também é indicado, mas grávidas podem utilizar apenas repelentes com DEET na concentração de 10% a 30%.
Por Ma. Vanessa dos Santos
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Que função da linguagem predomina no texto?
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Q1089093 Português
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VÍRUS ZIKA E O GRANDE SURTO DE MICROCEFALIA

    Uma doença recém-chegada no Brasil está deixando todos em alerta, em especial as grávidas: a Febre por vírus Zika. Essa doença, causada pelo vírus Zika, apesar de, até então, não estar relacionada com danos graves à saúde, foi relacionada recentemente com um grave surto de microcefalia no Brasil.
    O vírus Zika é um arbovírus da família Flaviviridae, que assim como a dengue e a chikungunya, é transmitido pelos mosquitos do gênero Aedes, como o Aedes aegypti. Além dessa forma de contaminação, estudos indicam que a transmissão pode ocorrer de forma perinatal, sexual e até mesmo transfusional.
    O vírus foi descoberto em 1947 em um macaco que vivia na Floresta de Zika, em Uganda (daí a origem do nome). No Brasil, o vírus foi introduzido em 2014, e as hipóteses mais aceitas é que ele tenha chegado ao território brasileiro durante a Copa do Mundo desse mesmo ano.
    Ao se contaminar com o vírus Zika, o paciente pode apresentar febre, vômitos, tosse, dores no corpo, de cabeça, musculares e nas articulações, mal-estar, irritação nos olhos e manchas no corpo. A doença normalmente tem duração de três a sete dias e pode ser assintomática em alguns casos.
    De uma maneira geral, considera-se que a febre por vírus Zika não causa grandes complicações, mas, recentemente, observou-se o comprometimento do sistema nervoso central em alguns casos. Além disso, a infecção pelo vírus Zika foi associada ao desenvolvimento de microcefalia, uma malformação em que recém-nascidos possuem perímetro cefálico menor que o normal (menor que 33 cm). Essa malformação está relacionada com retardo mental em 90% dos casos, além de desencadear comprometimento da fala, audição e visão, baixo peso e episódios de convulsão.
    Apesar de a microcefalia também ser causada por infecções, problemas genéticos, contato com produtos radioativos e utilização de substâncias químicas, observou-se uma relação direta entre o vírus Zika e o grande surto em 2015. A suspeita foi levantada após mães de bebês com microcefalia relatarem que, durante a gestação, apresentaram sintomas da contaminação por vírus Zika. Em razão do grande número de casos, a Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu um alerta em 1º de dezembro de 2015 para que todos os países ficassem atentos aos casos de febre por vírus Zika em seu território.
    Assim como a dengue, a febre por vírus Zika não possui tratamento específico, sendo recomendado apenas o tratamento de sintomas. O uso de paracetamol ou dipirona pode ajudar o paciente a diminuir a dor e, em casos de coceiras, pode ser recomendado o uso de anti-histamínicos. Não se recomenda o uso de ácido acetilsalicílico, uma vez que aumenta os riscos de hemorragias.
    Por não ter tratamento nem vacina, a melhor maneira de evitar complicações é protegendo-se do mosquito que transmite o vírus. As medidas de prevenção da febre por vírus Zika são as mesmas utilizadas na prevenção contra a dengue e a chikungunya, isto é, voltam-se para a eliminação de criadouros do mosquito. Além do combate ao mosquito, as pessoas podem desenvolver algumas proteções individuais, como usar roupas de manga comprida, telas nas janelas e portas e mosquiteiros. O uso de repelente também é indicado, mas grávidas podem utilizar apenas repelentes com DEET na concentração de 10% a 30%.
Por Ma. Vanessa dos Santos
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Indique a opção que melhor define o objetivo do texto.
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Q1089092 Português
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VÍRUS ZIKA E O GRANDE SURTO DE MICROCEFALIA

    Uma doença recém-chegada no Brasil está deixando todos em alerta, em especial as grávidas: a Febre por vírus Zika. Essa doença, causada pelo vírus Zika, apesar de, até então, não estar relacionada com danos graves à saúde, foi relacionada recentemente com um grave surto de microcefalia no Brasil.
    O vírus Zika é um arbovírus da família Flaviviridae, que assim como a dengue e a chikungunya, é transmitido pelos mosquitos do gênero Aedes, como o Aedes aegypti. Além dessa forma de contaminação, estudos indicam que a transmissão pode ocorrer de forma perinatal, sexual e até mesmo transfusional.
    O vírus foi descoberto em 1947 em um macaco que vivia na Floresta de Zika, em Uganda (daí a origem do nome). No Brasil, o vírus foi introduzido em 2014, e as hipóteses mais aceitas é que ele tenha chegado ao território brasileiro durante a Copa do Mundo desse mesmo ano.
    Ao se contaminar com o vírus Zika, o paciente pode apresentar febre, vômitos, tosse, dores no corpo, de cabeça, musculares e nas articulações, mal-estar, irritação nos olhos e manchas no corpo. A doença normalmente tem duração de três a sete dias e pode ser assintomática em alguns casos.
    De uma maneira geral, considera-se que a febre por vírus Zika não causa grandes complicações, mas, recentemente, observou-se o comprometimento do sistema nervoso central em alguns casos. Além disso, a infecção pelo vírus Zika foi associada ao desenvolvimento de microcefalia, uma malformação em que recém-nascidos possuem perímetro cefálico menor que o normal (menor que 33 cm). Essa malformação está relacionada com retardo mental em 90% dos casos, além de desencadear comprometimento da fala, audição e visão, baixo peso e episódios de convulsão.
    Apesar de a microcefalia também ser causada por infecções, problemas genéticos, contato com produtos radioativos e utilização de substâncias químicas, observou-se uma relação direta entre o vírus Zika e o grande surto em 2015. A suspeita foi levantada após mães de bebês com microcefalia relatarem que, durante a gestação, apresentaram sintomas da contaminação por vírus Zika. Em razão do grande número de casos, a Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu um alerta em 1º de dezembro de 2015 para que todos os países ficassem atentos aos casos de febre por vírus Zika em seu território.
    Assim como a dengue, a febre por vírus Zika não possui tratamento específico, sendo recomendado apenas o tratamento de sintomas. O uso de paracetamol ou dipirona pode ajudar o paciente a diminuir a dor e, em casos de coceiras, pode ser recomendado o uso de anti-histamínicos. Não se recomenda o uso de ácido acetilsalicílico, uma vez que aumenta os riscos de hemorragias.
    Por não ter tratamento nem vacina, a melhor maneira de evitar complicações é protegendo-se do mosquito que transmite o vírus. As medidas de prevenção da febre por vírus Zika são as mesmas utilizadas na prevenção contra a dengue e a chikungunya, isto é, voltam-se para a eliminação de criadouros do mosquito. Além do combate ao mosquito, as pessoas podem desenvolver algumas proteções individuais, como usar roupas de manga comprida, telas nas janelas e portas e mosquiteiros. O uso de repelente também é indicado, mas grávidas podem utilizar apenas repelentes com DEET na concentração de 10% a 30%.
Por Ma. Vanessa dos Santos
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Sobre o texto, marque a opção INCORRETA.
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Q1089091 Português
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VÍRUS ZIKA E O GRANDE SURTO DE MICROCEFALIA

    Uma doença recém-chegada no Brasil está deixando todos em alerta, em especial as grávidas: a Febre por vírus Zika. Essa doença, causada pelo vírus Zika, apesar de, até então, não estar relacionada com danos graves à saúde, foi relacionada recentemente com um grave surto de microcefalia no Brasil.
    O vírus Zika é um arbovírus da família Flaviviridae, que assim como a dengue e a chikungunya, é transmitido pelos mosquitos do gênero Aedes, como o Aedes aegypti. Além dessa forma de contaminação, estudos indicam que a transmissão pode ocorrer de forma perinatal, sexual e até mesmo transfusional.
    O vírus foi descoberto em 1947 em um macaco que vivia na Floresta de Zika, em Uganda (daí a origem do nome). No Brasil, o vírus foi introduzido em 2014, e as hipóteses mais aceitas é que ele tenha chegado ao território brasileiro durante a Copa do Mundo desse mesmo ano.
    Ao se contaminar com o vírus Zika, o paciente pode apresentar febre, vômitos, tosse, dores no corpo, de cabeça, musculares e nas articulações, mal-estar, irritação nos olhos e manchas no corpo. A doença normalmente tem duração de três a sete dias e pode ser assintomática em alguns casos.
    De uma maneira geral, considera-se que a febre por vírus Zika não causa grandes complicações, mas, recentemente, observou-se o comprometimento do sistema nervoso central em alguns casos. Além disso, a infecção pelo vírus Zika foi associada ao desenvolvimento de microcefalia, uma malformação em que recém-nascidos possuem perímetro cefálico menor que o normal (menor que 33 cm). Essa malformação está relacionada com retardo mental em 90% dos casos, além de desencadear comprometimento da fala, audição e visão, baixo peso e episódios de convulsão.
    Apesar de a microcefalia também ser causada por infecções, problemas genéticos, contato com produtos radioativos e utilização de substâncias químicas, observou-se uma relação direta entre o vírus Zika e o grande surto em 2015. A suspeita foi levantada após mães de bebês com microcefalia relatarem que, durante a gestação, apresentaram sintomas da contaminação por vírus Zika. Em razão do grande número de casos, a Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu um alerta em 1º de dezembro de 2015 para que todos os países ficassem atentos aos casos de febre por vírus Zika em seu território.
    Assim como a dengue, a febre por vírus Zika não possui tratamento específico, sendo recomendado apenas o tratamento de sintomas. O uso de paracetamol ou dipirona pode ajudar o paciente a diminuir a dor e, em casos de coceiras, pode ser recomendado o uso de anti-histamínicos. Não se recomenda o uso de ácido acetilsalicílico, uma vez que aumenta os riscos de hemorragias.
    Por não ter tratamento nem vacina, a melhor maneira de evitar complicações é protegendo-se do mosquito que transmite o vírus. As medidas de prevenção da febre por vírus Zika são as mesmas utilizadas na prevenção contra a dengue e a chikungunya, isto é, voltam-se para a eliminação de criadouros do mosquito. Além do combate ao mosquito, as pessoas podem desenvolver algumas proteções individuais, como usar roupas de manga comprida, telas nas janelas e portas e mosquiteiros. O uso de repelente também é indicado, mas grávidas podem utilizar apenas repelentes com DEET na concentração de 10% a 30%.
Por Ma. Vanessa dos Santos
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De acordo com o texto, marque a alternativa CORRETA.
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Q647422 Legislação dos Municípios do Estado do Ceará
De acordo com a Lei Orgânica do Município de Caucaia, o processo legislativo compreende a elaboração de 
I. emendas à Lei Orgânica Municipal. II. leis complementares. III. leis ordinárias. IV. decretos legislativos. V. resoluções.
Marque a opção que apresenta as afirmativas CORRETAS. 
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Q647421 Legislação dos Municípios do Estado do Ceará
De acordo com a Lei Orgânica do Município de Caucaia, compete ao Município, EXCETO
Alternativas
Q647420 Direito Tributário
Marque a opção CORRETA. Na execução fiscal,
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Q647419 Direito Tributário
A taxa pode, constitucionalmente, ser instituída para custear.
Alternativas
Q647418 Direito Tributário
Como se chama o tributo que tem por características ser não vinculado a uma atividade estatal, admite, por expressa e excepcional previsão constitucional, destinação específica do produto da arrecadação e não admite previsão de restituição ao final de determinado período?
Alternativas
Q647417 Direito Tributário

A capacidade tributária passiva independe

I. da capacidade civil das pessoas jurídicas.

II. de achar-se a pessoa natural sujeita a medidas que importem privação ou limitação do exercício de atividades civis, comerciais ou profissionais, ou da administração direta de seus bens ou negócios.

III. de estar a pessoa jurídica regularmente constituída, bastando que configure uma unidade econômica ou profissional.

Marque a opção que indica a(s) afirmativa(s) CORRETA(S).

Alternativas
Q647416 Direito Tributário

Sobre a obrigação tributária, analise as afirmativas a seguir. A obrigação

I. principal surge com a ocorrência do fato gerador, tem por objeto o pagamento de tributo ou penalidade pecuniária e extingue-se juntamente com o crédito dela decorrente.

II. acessória decorre da legislação tributária e tem por objeto as prestações, positivas ou negativas, nela previstas no interesse da arrecadação ou da fiscalização dos tributos.

III. acessória, pelo simples fato da sua inobservância, converte-se em obrigação principal relativamente à penalidade pecuniária. 

Marque a opção que indica a(s) afirmativa(s) CORRETA(S).

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Q647410 Direito Processual Civil - CPC 1973
Marque a opção CORRETA que completa a afirmação: Na ação de desapropriação por utilidade pública,
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Q647402 Atualidades
As estatísticas denunciam: o uso de drogas e a criminalidade estão cada vez mais próximos. Dados do Programa Ação pela Vida, da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), obtidos com exclusividade pelo Jornal de Brasília, revelam a relação direta entre o número de homicídios e o uso de entorpecentes. De acordo com o levantamento, 64% das vítimas de homicídio faziam uso ou estavam sob efeito de drogas, sendo esse o fator principal dos casos de mortes violentas no DF.
No Ceará, o Governo do Estado tem-se preocupado com os dados alarmantes. Um dos programas que têm contribuído para essa realidade é o:

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Q647401 Atualidades

Analise a charge a seguir.

Imagem associada para resolução da questão

o conceito de moral, marque a opção INCORRETA.

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Q647400 Atualidades

Sobre organização social, analise as afirmativas a seguir.

I. Uma sociedade não terá como encontrar meios e condições de sobreviver se não oferecer uma certa organização e relacionamento entre seus membros.

II. Os grupos sociais comumente se organizam e mantêm relações entre eles mesmos, como entre famílias, empresas, entre instituições de ensino e de saúde.

III. Uma organização social trata-se de qualquer estrutura ou organismo advindo de uma ordem social.

IV. A organização social é um conceito psicológico.

Marque a opção que indica a(s) afirmativa(s) CORRETA(S).

Alternativas
Q647399 Atualidades

Mudança climática: EUA e Canadá reduzirão emissão de metano.

EUA e Canadá chegaram a um entendimento para reduzirem as emissões de metano de suas indústrias de petróleo e gás em até 45% até 2025.

Os governos dos Estados Unidos e do Canadá emitiram um comunicado, divulgado pela Casa Branca, durante a visita de Estado que o primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, faz ao presidente americano, Barack Obama

"Canadá e Estados Unidos trabalharão juntos para implementarem o histórico acordo de Paris" (sobre mudança climática, firmado em dezembro do ano passado) e se comprometem a se unirem a esse pacto e assiná-lo "o mais breve possível", segundo o comunicado.

Além disso, os dois países se comprometem a reduzir suas emissões de _________, um gás de efeito estufa de longa duração, em até 45% até 2025 em relação aos níveis de 2012.

Marque a opção que completa corretamente a lacuna.

Alternativas
Q647398 Atualidades

A geração “nem-nem”.

O Brasil tem 10 milhões de jovens que são os chamados jovens da geração “nem-nem”

O termo “nem-nem” quer dizer

Alternativas
Q647396 Atualidades
Os símbolos olímpicos são responsáveis por refletirem a filosofia do Movimento Olímpico. Quais são eles?
Alternativas
Q647387 Matemática
Qual o valor de x na equação log (2x + 6) = 2?
Alternativas
Respostas
821: D
822: C
823: B
824: E
825: A
826: C
827: B
828: E
829: A
830: D
831: D
832: E
833: A
834: C
835: E
836: D
837: B
838: B
839: C
840: A