Questões de Concurso
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I.Resistência. II.Força. III.Velocidade. IV.Agilidade. V.Equilíbrio. VI.Flexibilidade. VII. Coordenação Motora. VIII.Ritmo. IX.Descontração.
( ) É a capacidade física que permite a execução de uma sucessão de movimentos, no menor tempo possível, ou reagir a um estímulo.
( ) Responsável pela amplitude de movimento de várias partes do corpo, proporcionando elasticidade muscular e mobilidade articular.
( ) É a capacidade de realizar movimentos complexos com o mínimo de esforço. Está relacionada à atividade psicomotora e ao trabalho conjunto entre Sistema Neural e Muscular, dividido em dois grupos: um responsável por grandes grupos musculares e o outro por grupos musculares menores.
( ) Consiste em sustentar e assumir qualquer posição do corpo contra a gravidade, podendo ser estático, dinâmico ou recuperado.
( ) Habilidade que permite um músculo ou grupo de músculos produzir tensão, igualando se ou vencendo uma resistência na ação de empurrar, tracionar ou elevar. É dividida em três categorias: Isotônica, Isométrica e Explosiva.
( ) É a capacidade de gerar uma redução da tensão na musculatura músculo esquelética. Também conhecida como relaxamento.
( ) Capacidade de se manter em esforço por um determinado tempo. Dividida em três categorias: Aeróbica, Anaeróbica e Muscular Localizada
( ) Capacidade para mover o corpo, ou parte dele, no espaço, mudando de direção com precisão e rapidez. Essa capacidade física é complexa e depende de várias qualidades físicas.
( ) É a organização dos movimentos sequenciados e repetidos, de forma harmônica, ordenada e equilibrada.
( ) Atletismo: marchar, correr, saltar, arremessar e lançar.
( ) Basquetebol: driblar, passar, arremessar e marcar.
( ) Futsal: passar, chutar, conduzir, receber, levantar e arremessar.
( ) Handebol: driblar, passar, arremessar e marcar.
( ) Voleibol: sacar, receber, levantar, arremessar, cortar e bloquear.
I. atendimento preferencial à pessoa com deficiência nas dependências das Instituições de Ensino Superior (IES) e nos serviços;
II. disponibilização de provas em formatos acessíveis para atendimento às necessidades específicas do candidato com deficiência;
III. adoção de critérios de avaliação das provas escritas, discursivas ou de redação que considerem a singularidade linguística da pessoa com deficiência, no domínio da modalidade escrita da língua portuguesa;
IV. tradução parcial do edital e de suas retificações em Libras.
Estão corretas somente:
I. É reconhecida como meio legal de comunicação e expressão a Língua Brasileira de Sinais - Libras e outros recursos de expressão a ela associados.
II. A Língua Brasileira de Sinais - Libras poderá substituir a modalidade escrita da língua portuguesa.
III. Entende-se como Língua Brasileira de Sinais - Libras a forma de comunicação e expressão, em que o sistema de linguagem de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, constitui uma linguagem de transmissão de ideais e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil.
IV. O sistema educacional federal e os sistemas educacionais estaduais, municipais e do Distrito Federal devem garantir a inclusão nos cursos de formação de Educação Especial, de Fonoaudiologia e de Magistério, em seus níveis médio e superior, do ensino da Língua Brasileira de Sinais - Libras, como parte integrante dos Parâmetros Curriculares Nacionais - PCNs, conforme legislação vigente.
Estão corretas somente:
I. Cursos de educação profissional;
II. Cursos de formação continuada promovidos por instituições de ensino superior;
III. Cursos de formação inicial promovidos por instituições credenciadas por secretarias de educação.
Está (ão) correta (s) somente:
No texto acima, Sacristán alerta para a questão de se romper com a lógica homogeneizadora da modernidade. Trazendo esta questão para a Educação do Campo, pode-se afirmar que:
I. A Educação do Campo perpassa tangencialmente a Interculturalidade, pois o conceito de campo nega os povos que, mesmo com diferenças culturais marcantes, vivem na cidade.
II. A Educação do Campo é regida pelo princípio da igualdade e do respeito à diversidade cultural; portanto, se insere na resistência a esse modelo homogeneizador ao qual se refere Sacristán.
III. A relação entre Educação do Campo e Interculturalidade vai além de, meramente, reconhecer as diferenças culturais; deve ser engendrada na luta pela justiça, legitimidade e legalidade dos direitos constitucionais e das diferenças identitárias dos povos do campo, respeitando suas condições sociais e econômicas.
Após ler as assertivas acima, é correto afirmar que:
Para evitar “conteúdos fragmentados, ideias soltas, sem relação entre si e muito menos com a vida concreta”, conforme aponta Caldart no texto acima, a Educação do Campo se relaciona intrinsecamente com Currículo integrado e interdisciplinaridade. Sobre isso, podemos dizer:
I. A relação intrínseca entre Educação do Campo, Currículo Integrado e Interdisciplinaridade ganha respaldo na indispensabilidade de um currículo que rompa com os modelos de disciplinas herméticos e subordinados entre si.
II. A relação intrínseca entre Educação do Campo, Currículo Integrado e Interdisciplinaridade ganha respaldo na indispensabilidade de um currículo que integre saberes e vivências advindas da realidade concreta dos sujeitos, respeitando suas especificidades sociais e culturais.
III. A relação intrínseca entre Educação do Campo, Currículo Integrado e Interdisciplinaridade ganha respaldo na indispensabilidade de um currículo que proporcione a construção dialógica dos saberes pelos sujeitos envolvidos no processo de ensino-aprendizagem a partir de vivências educacionais relevantes e emancipatórias.
Após ler as assertivas acima, é correta afirmar que:
I. No processo de construção do currículo, o autor Miguel Arroyo (2015) parte de dois supostos: a educação do campo, indígena, quilombola não se efetivará enquanto os educadores/as não a efetivarem em sua formação, em suas práticas docentes e pedagógicas nas escolas. Esta não se efetivará enquanto não se avançar na construção de Currículos que traduzam as concepções, os conhecimentos, as culturas e valores de que são produtores e sujeitos os movimentos sociais.
II. Para o autor Gimeno Sacristan (2013), o currículo tem se convertido em um dos núcleos de significado menos denso e muito superficial para compreender a educação na diversidade de contextos sociais e culturais, bem como o currículo tem se convertido em ferramenta que não contribui com a regulação do conhecimento e bem com as práticas educativas.
III. Para Arroyo (2015), o currículo deve ser a síntese do conhecimento e da cultura, pois estes devem compor o processo de formação das escolas. Os conhecimentos, culturas, valores que vêm sendo produzidos pelos movimentos sociais do campo, indígenas, quilombolas devem ser incorporados nos currículos da educação básica.
IV. A educação do campo é um processo intencional e político em construção, bem como o currículo de formação de docentes-educadores/as e das escolas; é uma construção histórica política assumida pelos movimentos sociais e pelos intelectuais que analisam e teorizam essa nova consciência de mudança.
V. As escolas do campo devem incorporar os conteúdos culturais, para ajudar a inovar e quebrar a rigidez das “grades” em que nossa tradição curricular aprisiona os conhecimentos a serem trabalhados.
I. A pesquisa, como princípio educativo, acontece fundamentada num currículo capaz de valorizar a leituras, com aprofundamento teórico, sem relacionar com a prática e que através da investigação os sujeitos possam criar novas descobertas.
II. Para Demo (2006), a pesquisa como princípio educativo acontece fundamentada num currículo capaz de unir teoria e prática, ensino e pesquisa, saber e mudança, provocando a elaboração própria dos sujeitos e das novas descobertas, socialização do saber e a comunicação na perspectiva da emancipação.
III. O trabalho como princípio educativo, na sua concepção, implantado nas escolas de formação técnica profissional tem como único e exclusivo objetivo atender às necessidades para o mercado de trabalho e formar mão-de-obra barata.
IV. De acordo com Frigotto e Ciavatta (2012), o trabalho deve preparar tanto para as atividades laborais, bem como para a educação profissional nos termos da lei em vigor, mas também para compreensão dos processos técnicos, científicos e históricos-sociais.
Discussões à parte, é correto afirmar que:
A partir do contexto apresentado, acerca das pesquisas experimentais contemporâneas, afirma-se quanto ao uso de novas tecnologias: