Foram encontradas 2.003 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q958181 Medicina
A inalação de cianeto de hidrogênio ou a ingestão de cianeto de potássio causam morte por asfixia tissular, princípalmente do SNC, pois cessam a respiração e a produção de energia pela célula. Em que etapa do processo da respiração celular o cianeto atua?
Alternativas
Q958180 Medicina
A Síndrome da Angústia Respiratória (SAR) é uma causa importante de óbito neonatal em países ocidentais. A administração de surfactante pulmonar natural ou artificial a prematuros, logo após o nascimento, apresenta elevado benefício terapêutico, pois do contrário ocorrerá colapso alveolar (atelectasia), podendo levar a óbito. Qual o principal componente lipídico presente no surfactante pulmonar?
Alternativas
Q958178 Direito Penal
Nos termos do artigo 40 da Lei n° 11.343/2006, que define os crimes de posse para uso e tráfico ilícito de drogas, NÃO constitui causa especial de aumento de pena, a prática de crime do tráfico de drogas, se o:
Alternativas
Q958177 Direito Penal
A culpa consciente ocorre quando o agente:
Alternativas
Q958176 Direito Penal
A babá que, distraída com o último capítulo da novela, observa impassível o sufocamento da criança sob os seus cuidados comete crime:
Alternativas
Q958175 Direito Penal
O funcionário público que retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra disposição expressa de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal, comete o crime de:
Alternativas
Q958174 Direito Penal
Sobre a exceção de verdade no crime de difamação, pode-se afirmar:
Alternativas
Q958173 Direito Penal
A estrita obediência a ordem, não manifestamente ilegal, de superior hierárquico é causa excludente de:
Alternativas
Q958172 Direito Penal
Assinale a alternativa que NÃO contempla uma excludente de ilicitude.
Alternativas
Q958170 Direito Penal
O artigo 6º do Código Penal dispõe que "considera-se praticado o crime no lugar em que ocorreu a ação ou omissão, no todo ou em parte, bem como onde se produziu ou deveria produzir-se o resultado.” No aludido artigo, foi adotada a teoria da:
Alternativas
Q958168 Direito Processual Penal
Após a realização da prisão em flagrante, o auto da prisão em flagrante deverá ser encaminhado ao juiz competente em até:
Alternativas
Q958167 Direito Processual Penal
Em relação ao habeas corpus, é INCORRETO afirmar:
Alternativas
Q958165 Direito Processual Penal
A inércia ou negligência do querelante que, após o início da ação penal privada, deixa de promover o andamento do processo durante 30 (trinta) dias seguidos, acarretando a perda do direito de prosseguimento da ação, denomina-se:
Alternativas
Q958164 Direito Processual Penal
A representação, nas ações penais públicas condicionadas, é irretratável depois do(a):
Alternativas
Q958163 Direito Processual Penal
Nos crimes de ação privada, se o querelante deixar de formular o pedido de condenação nas alegações finais, haverá a extinção da:
Alternativas
Q958162 Direito Processual Penal
São princípios da ação penal pública incondicionada, EXCETO, o:
Alternativas
Q958161 Direito Processual Penal
Nos crimes de ação penal pública condicionada à representação, o inquérito policial:
Alternativas
Q958160 Direito Processual Penal
O prazo previsto em lei para a conclusão do inquérito policial instaurado para apuração dos crimes relacionados ao tráfico de entorpecentes (Lei n° 11.343/2006), se o indiciado estiver preso, é de:
Alternativas
Q958139 Português

Fofoca: uma obra sem autor

            O próprio som da palavra fofoca dá a ela um certo ar de frivolidade. Fofoca, mexerico, coisa sem importância. Difamação é crime, mas fofoca é só uma brincadeira. O que seria da vida sem um bom diz-que-me-diz-que, não?

            Não. Dispenso fofocas e fofoqueiros. Quando alguém se aproxima de mim, segura no meu braço e olha para o lado antes de começar a falar, já sei que vem aí uma lama que não me diz respeito. [...]

.............................................................................................................................................................................

            A fofoca nasce da boca de quem? Ninguém sabe. Ouviu-se falar. É uma afirmação sem fonte, uma suspeita sem indício, uma leviandade órfã de pai e mãe. Quem fabrica uma fofoca quer ter a sensação de poder. Poder o quê? Poder divulgar algo seu, ver seu "trabalho" passado adiante, provocando reações, mobilizando pessoas. Quem dera o criador da fofoca pudesse contribuir para a sociedade com um quadro, um projeto de arquitetura, um plano educacional, mas sem talento para tanto, ele gera boatos. 

            Quem faz intrigas sobre a vida alheia quer ter algo de sua autoria, uma obra que se alastre e cresça, que se torne pública e que seja muito comentada. Algo que lhe dê continuidade. É por isso que fofocar é uma tentação. Porque nos dá, por poucos minutos, a sensação de ser portador de uma informação valiosa que está sendo gentilmente dividida com os outros. Na verdade, está-se exercitando uma pequena maldade, não prevista no Código Penal. Fofocas podem provocar lesões emocionais. Por mais inocente ou absurda, sempre deixa um rastro de desconfiança. Onde há fumaça há fogo, acreditam todos, o que transforma toda fofoca numa verdade em potencial. Não há fofoca que compense. Se for mesmo verdade, é uma bala perdida. Se for mentira, é um tiro pelas costas. 

(MEDEIROS, Martha. Almas gêmeas. L&PM Editores: Porto Alegre, 1999, p.127.) 

A oração subordinada destacada em “[...] já sei que vem aí uma lama QUE NÃO ME DIZ RESPEITO.” está corretamente classificada em:
Alternativas
Q958134 Português

Fofoca: uma obra sem autor

            O próprio som da palavra fofoca dá a ela um certo ar de frivolidade. Fofoca, mexerico, coisa sem importância. Difamação é crime, mas fofoca é só uma brincadeira. O que seria da vida sem um bom diz-que-me-diz-que, não?

            Não. Dispenso fofocas e fofoqueiros. Quando alguém se aproxima de mim, segura no meu braço e olha para o lado antes de começar a falar, já sei que vem aí uma lama que não me diz respeito. [...]

.............................................................................................................................................................................

            A fofoca nasce da boca de quem? Ninguém sabe. Ouviu-se falar. É uma afirmação sem fonte, uma suspeita sem indício, uma leviandade órfã de pai e mãe. Quem fabrica uma fofoca quer ter a sensação de poder. Poder o quê? Poder divulgar algo seu, ver seu "trabalho" passado adiante, provocando reações, mobilizando pessoas. Quem dera o criador da fofoca pudesse contribuir para a sociedade com um quadro, um projeto de arquitetura, um plano educacional, mas sem talento para tanto, ele gera boatos. 

            Quem faz intrigas sobre a vida alheia quer ter algo de sua autoria, uma obra que se alastre e cresça, que se torne pública e que seja muito comentada. Algo que lhe dê continuidade. É por isso que fofocar é uma tentação. Porque nos dá, por poucos minutos, a sensação de ser portador de uma informação valiosa que está sendo gentilmente dividida com os outros. Na verdade, está-se exercitando uma pequena maldade, não prevista no Código Penal. Fofocas podem provocar lesões emocionais. Por mais inocente ou absurda, sempre deixa um rastro de desconfiança. Onde há fumaça há fogo, acreditam todos, o que transforma toda fofoca numa verdade em potencial. Não há fofoca que compense. Se for mesmo verdade, é uma bala perdida. Se for mentira, é um tiro pelas costas. 

(MEDEIROS, Martha. Almas gêmeas. L&PM Editores: Porto Alegre, 1999, p.127.) 

Em “Ouviu-SE falar.", a função do termo destacado é:
Alternativas
Respostas
981: B
982: D
983: E
984: C
985: A
986: D
987: E
988: B
989: A
990: D
991: C
992: D
993: B
994: A
995: C
996: A
997: E
998: D
999: A
1000: D