Questões de Concurso Comentadas para prefeitura de rio claro - sp

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Q1861940 Educação Física
No Brasil, nas quatro primeiras décadas do Século XX a Educação Física escolar foi marcada pela instituição militar, e:
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Q1861939 Educação Física
A Educação Física surge no âmbito escolar na Europa no final do século XVIII início do século XIX, surge em forma de jogos, ginástica, dança e equitação, no palco do surgimento da sociedade capitalista, sociedade na qual, esta terá um papel destacado. Esta disciplina escolar passou a receber uma atenção especial das autoridades estatais e das classes hegemônicas daquele período por:
Alternativas
Q1861938 Direito Constitucional
Em consonância com o Art. 208 da Constituição Federal de 1988, o dever do Estado com a educação será efetivado mediante a garantia de, EXCETO: 
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Q1861937 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
Em consonância com o Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA (Lei 8069/90), marque a alternativa INCORRETA:
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Q1861936 Legislação Federal
Em consonância, com a Lei 9.615/98, que institui normas gerais sobre desporto, é privativo do Comitê Olímpico Brasileiro – COB e do Comitê Paraolímpico Brasileiro – CPOB o uso das bandeiras, lemas, hinos e símbolos olímpicos e paraolímpicos. Marque a alternativa CORRETA:
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Q1861935 Legislação Federal
Analise os itens e responda.

I - Desporto educacional, praticado nos sistemas de ensino e em formas assistemáticas de educação, evitando-se a seletividade, a hipercompetitividade de seus praticantes, com a finalidade de alcançar o desenvolvimento integral do indivíduo e a sua formação para o exercício da cidadania e a prática do lazer.
II - Desporto de participação, de modo voluntário, compreendendo as modalidades desportivas praticadas com a finalidade de contribuir para a integração dos praticantes na plenitude da vida social, na promoção da saúde e educação e na preservação do meio ambiente.
III - Desporto de rendimento, praticado segundo normas gerais e regras de prática desportiva, nacionais e internacionais, com a finalidade de obter resultados e integrar pessoas e comunidades do País e estas com as de outras nações. Pode ser organizado e praticado de modo profissional, caracterizado pela remuneração pactuada em contrato formal de trabalho entre o atleta e a entidade de prática desportiva.
IV - Desporto de formação, caracterizado pelo fomento e aquisição inicial dos conhecimentos desportivos que garantam competência técnica na intervenção desportiva, com o objetivo de promover o aperfeiçoamento qualitativo e quantitativo da prática desportiva em termos exclusivamente de alta competição.

Em consonância, com a Lei 9.615/98, que institui normas gerais sobre desporto, é CORRETO, os constantes dos itens:
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Q1861934 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
Em consonância com o Art. 53 do Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA (Lei 8069/90), é dever da instituição de ensino, clubes e agremiações recreativas e de estabelecimentos congêneres assegurar medidas de
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Q1861933 Português
Há erro de concordância verbal em:
Alternativas
Q1861932 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras da frase estão grafadas corretamente.
Alternativas
Q1861931 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Salvar a Amazônia está ao alcance de todos


    Todos os anos a Organização das Nações Unidas (ONU) elege um problema ambiental com o qual o planeta precisa lidar para ser o tema do Mês do Meio Ambiente. É uma forma de chamar a atenção para questões essenciais que nem sempre recebem a atenção devida. Em 2021, é a restauração de ecossistemas.

    Para um país como o Brasil, que tem 60% da maior floresta tropical do mundo, esse é um assunto que não deveria sair nunca da pauta. Mas sabemos que, na prática, apesar das questões ambientais estarem ganhando cada vez mais visibilidade e relevância, especialmente com os pilares ESG, ainda está muito longe do ideal e do necessário. A começar pelo pouco conhecimento que temos sobre a Amazônia e, principalmente, a respeito do que cada um pode fazer para preservá-la. Vale lembrar que em torno de 50% das emissões de Gases de Efeito Estufa no Brasil são provenientes do desmatamento da Amazônia.

    Sim, a preservação da Amazônia está ao alcance de todos nós, especialmente das empresas. Não dá mais para esperar que políticos façam o que deveriam fazer. Temos, claro, que votar com consciência e cobrar que façam o que é preciso, mas passou da hora de envolver o mercado nesse propósito de forma prática e intensiva. Só assim conseguiremos dar o salto necessário para interromper o processo de destruição da floresta. Ela é muito mais que um conjunto esplêndido de árvores milenares. É a maior biodiversidade do globo terrestre, com cerca de 60 mil espécies de plantas e animais — um ecossistema riquíssimo que está clamando por socorro.

    E é possível que pessoas físicas e jurídicas ajudem a reverter a situação dramática de destruição que temos acompanhado nos últimos anos. O caminho é investir em projetos de REDD+ (Redução de Emissões Provenientes de Desmatamento e Degradação Florestal — com o objetivo de preservar áreas imensas na Amazônia Legal que sofrem grandes pressões de desmatamento) para que avancem além dos 2 milhões de hectares atuais para a meta necessária de 50 milhões em toda a Floresta Amazônica até 2030.

    Para isso, basta que cada companhia e todos os cidadãos que puderem adicionar mais uma conta de consumo a seu rol de boletos mensais decidam compensar suas emissões de CO², por meio de projetos de geração de crédito de carbono na Amazônia. Sim, é simples desse jeito, mas depende da vontade e do comprometimento de cada um. Afinal, o mercado de crédito de carbono no Brasil ainda é voluntário. Isso quer dizer que o governo não estabelece um teto de emissão de CO², não taxa as indústrias que ultrapassarem a cota, nem controla quanto cada companhia deveria compensar. Tampouco regula esse mercado, a fim de garantir que tenha condições de se desenvolver e gerar riquezas para o país, como já fizeram Chile, Colômbia e Canadá para citar apenas três exemplos.

    Portanto, temos que nos mobilizar para cada um fazer a sua parte, mas, também, para exigir que o governo federal faça a dele, que é proteger a floresta e regulamentar o mercado de créditos de carbono para aumentar os projetos de REED+. É preciso preservar a natureza e integrar as comunidades locais; e, ao mesmo tempo, promover o desenvolvimento sustentável da região. A compensação de emissões de carbono com a política de créditos é apenas o início de um ciclo de projetos. Com a mata em pé, é possível explorar, de forma responsável, toda a potencialidade de suas riquezas naturais e culturais para diversos mercados, como saúde, cosmética e alimentação, integrando as comunidades e floresta à sociedade moderna. Os projetos de REDD+ são essenciais para conservarmos a biodiversidade, estabilidade climática e assim chegarmos a uma economia de baixo carbono.

    Proteger a floresta, apesar de parecer algo distante, é muito mais barato e eficiente que qualquer projeto de reflorestamento adotado por tantas empresas. Com R$ 100 é possível preservar um hectare da Amazônia por meio de projetos de créditos de carbono voluntários. Enquanto recuperar um hectare de área desmatada custa cerca de R$ 10 mil a R$ 25 mil, dependendo da técnica utilizada. O cálculo considera apenas árvores e não contabiliza todo o ecossistema que é preservado e que, infelizmente, não se recupera com a velocidade de um replantio.

    Há muitas empresas bem intencionadas que colocam grande volume de recursos em projetos sustentáveis, mas com baixo retorno para o meio ambiente. É possível aumentar exponencialmente a taxa de retorno e salvar a Amazônia. Por isso, proponho que usemos a provocação da ONU para assumir a parte que nos cabe na preservação de um dos ecossistemas mais importantes do mundo.


*Janaína Dallan
Engenheira florestal, membro do time de especialistas da ONU para Mudanças Climáticas (RIT) e CEO da Carbonext
https://www.correiobraziliense.com.br
Entre os vocábulos abaixo, extraídos do texto, um apresenta o processo de formação por derivação sufixal, formando um adjetivo com ideia de relação. Assinale-o.
Alternativas
Q1861930 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Salvar a Amazônia está ao alcance de todos


    Todos os anos a Organização das Nações Unidas (ONU) elege um problema ambiental com o qual o planeta precisa lidar para ser o tema do Mês do Meio Ambiente. É uma forma de chamar a atenção para questões essenciais que nem sempre recebem a atenção devida. Em 2021, é a restauração de ecossistemas.

    Para um país como o Brasil, que tem 60% da maior floresta tropical do mundo, esse é um assunto que não deveria sair nunca da pauta. Mas sabemos que, na prática, apesar das questões ambientais estarem ganhando cada vez mais visibilidade e relevância, especialmente com os pilares ESG, ainda está muito longe do ideal e do necessário. A começar pelo pouco conhecimento que temos sobre a Amazônia e, principalmente, a respeito do que cada um pode fazer para preservá-la. Vale lembrar que em torno de 50% das emissões de Gases de Efeito Estufa no Brasil são provenientes do desmatamento da Amazônia.

    Sim, a preservação da Amazônia está ao alcance de todos nós, especialmente das empresas. Não dá mais para esperar que políticos façam o que deveriam fazer. Temos, claro, que votar com consciência e cobrar que façam o que é preciso, mas passou da hora de envolver o mercado nesse propósito de forma prática e intensiva. Só assim conseguiremos dar o salto necessário para interromper o processo de destruição da floresta. Ela é muito mais que um conjunto esplêndido de árvores milenares. É a maior biodiversidade do globo terrestre, com cerca de 60 mil espécies de plantas e animais — um ecossistema riquíssimo que está clamando por socorro.

    E é possível que pessoas físicas e jurídicas ajudem a reverter a situação dramática de destruição que temos acompanhado nos últimos anos. O caminho é investir em projetos de REDD+ (Redução de Emissões Provenientes de Desmatamento e Degradação Florestal — com o objetivo de preservar áreas imensas na Amazônia Legal que sofrem grandes pressões de desmatamento) para que avancem além dos 2 milhões de hectares atuais para a meta necessária de 50 milhões em toda a Floresta Amazônica até 2030.

    Para isso, basta que cada companhia e todos os cidadãos que puderem adicionar mais uma conta de consumo a seu rol de boletos mensais decidam compensar suas emissões de CO², por meio de projetos de geração de crédito de carbono na Amazônia. Sim, é simples desse jeito, mas depende da vontade e do comprometimento de cada um. Afinal, o mercado de crédito de carbono no Brasil ainda é voluntário. Isso quer dizer que o governo não estabelece um teto de emissão de CO², não taxa as indústrias que ultrapassarem a cota, nem controla quanto cada companhia deveria compensar. Tampouco regula esse mercado, a fim de garantir que tenha condições de se desenvolver e gerar riquezas para o país, como já fizeram Chile, Colômbia e Canadá para citar apenas três exemplos.

    Portanto, temos que nos mobilizar para cada um fazer a sua parte, mas, também, para exigir que o governo federal faça a dele, que é proteger a floresta e regulamentar o mercado de créditos de carbono para aumentar os projetos de REED+. É preciso preservar a natureza e integrar as comunidades locais; e, ao mesmo tempo, promover o desenvolvimento sustentável da região. A compensação de emissões de carbono com a política de créditos é apenas o início de um ciclo de projetos. Com a mata em pé, é possível explorar, de forma responsável, toda a potencialidade de suas riquezas naturais e culturais para diversos mercados, como saúde, cosmética e alimentação, integrando as comunidades e floresta à sociedade moderna. Os projetos de REDD+ são essenciais para conservarmos a biodiversidade, estabilidade climática e assim chegarmos a uma economia de baixo carbono.

    Proteger a floresta, apesar de parecer algo distante, é muito mais barato e eficiente que qualquer projeto de reflorestamento adotado por tantas empresas. Com R$ 100 é possível preservar um hectare da Amazônia por meio de projetos de créditos de carbono voluntários. Enquanto recuperar um hectare de área desmatada custa cerca de R$ 10 mil a R$ 25 mil, dependendo da técnica utilizada. O cálculo considera apenas árvores e não contabiliza todo o ecossistema que é preservado e que, infelizmente, não se recupera com a velocidade de um replantio.

    Há muitas empresas bem intencionadas que colocam grande volume de recursos em projetos sustentáveis, mas com baixo retorno para o meio ambiente. É possível aumentar exponencialmente a taxa de retorno e salvar a Amazônia. Por isso, proponho que usemos a provocação da ONU para assumir a parte que nos cabe na preservação de um dos ecossistemas mais importantes do mundo.


*Janaína Dallan
Engenheira florestal, membro do time de especialistas da ONU para Mudanças Climáticas (RIT) e CEO da Carbonext
https://www.correiobraziliense.com.br
Marque a alternativa que apresenta oração com função explicativa.
Alternativas
Q1861929 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Salvar a Amazônia está ao alcance de todos


    Todos os anos a Organização das Nações Unidas (ONU) elege um problema ambiental com o qual o planeta precisa lidar para ser o tema do Mês do Meio Ambiente. É uma forma de chamar a atenção para questões essenciais que nem sempre recebem a atenção devida. Em 2021, é a restauração de ecossistemas.

    Para um país como o Brasil, que tem 60% da maior floresta tropical do mundo, esse é um assunto que não deveria sair nunca da pauta. Mas sabemos que, na prática, apesar das questões ambientais estarem ganhando cada vez mais visibilidade e relevância, especialmente com os pilares ESG, ainda está muito longe do ideal e do necessário. A começar pelo pouco conhecimento que temos sobre a Amazônia e, principalmente, a respeito do que cada um pode fazer para preservá-la. Vale lembrar que em torno de 50% das emissões de Gases de Efeito Estufa no Brasil são provenientes do desmatamento da Amazônia.

    Sim, a preservação da Amazônia está ao alcance de todos nós, especialmente das empresas. Não dá mais para esperar que políticos façam o que deveriam fazer. Temos, claro, que votar com consciência e cobrar que façam o que é preciso, mas passou da hora de envolver o mercado nesse propósito de forma prática e intensiva. Só assim conseguiremos dar o salto necessário para interromper o processo de destruição da floresta. Ela é muito mais que um conjunto esplêndido de árvores milenares. É a maior biodiversidade do globo terrestre, com cerca de 60 mil espécies de plantas e animais — um ecossistema riquíssimo que está clamando por socorro.

    E é possível que pessoas físicas e jurídicas ajudem a reverter a situação dramática de destruição que temos acompanhado nos últimos anos. O caminho é investir em projetos de REDD+ (Redução de Emissões Provenientes de Desmatamento e Degradação Florestal — com o objetivo de preservar áreas imensas na Amazônia Legal que sofrem grandes pressões de desmatamento) para que avancem além dos 2 milhões de hectares atuais para a meta necessária de 50 milhões em toda a Floresta Amazônica até 2030.

    Para isso, basta que cada companhia e todos os cidadãos que puderem adicionar mais uma conta de consumo a seu rol de boletos mensais decidam compensar suas emissões de CO², por meio de projetos de geração de crédito de carbono na Amazônia. Sim, é simples desse jeito, mas depende da vontade e do comprometimento de cada um. Afinal, o mercado de crédito de carbono no Brasil ainda é voluntário. Isso quer dizer que o governo não estabelece um teto de emissão de CO², não taxa as indústrias que ultrapassarem a cota, nem controla quanto cada companhia deveria compensar. Tampouco regula esse mercado, a fim de garantir que tenha condições de se desenvolver e gerar riquezas para o país, como já fizeram Chile, Colômbia e Canadá para citar apenas três exemplos.

    Portanto, temos que nos mobilizar para cada um fazer a sua parte, mas, também, para exigir que o governo federal faça a dele, que é proteger a floresta e regulamentar o mercado de créditos de carbono para aumentar os projetos de REED+. É preciso preservar a natureza e integrar as comunidades locais; e, ao mesmo tempo, promover o desenvolvimento sustentável da região. A compensação de emissões de carbono com a política de créditos é apenas o início de um ciclo de projetos. Com a mata em pé, é possível explorar, de forma responsável, toda a potencialidade de suas riquezas naturais e culturais para diversos mercados, como saúde, cosmética e alimentação, integrando as comunidades e floresta à sociedade moderna. Os projetos de REDD+ são essenciais para conservarmos a biodiversidade, estabilidade climática e assim chegarmos a uma economia de baixo carbono.

    Proteger a floresta, apesar de parecer algo distante, é muito mais barato e eficiente que qualquer projeto de reflorestamento adotado por tantas empresas. Com R$ 100 é possível preservar um hectare da Amazônia por meio de projetos de créditos de carbono voluntários. Enquanto recuperar um hectare de área desmatada custa cerca de R$ 10 mil a R$ 25 mil, dependendo da técnica utilizada. O cálculo considera apenas árvores e não contabiliza todo o ecossistema que é preservado e que, infelizmente, não se recupera com a velocidade de um replantio.

    Há muitas empresas bem intencionadas que colocam grande volume de recursos em projetos sustentáveis, mas com baixo retorno para o meio ambiente. É possível aumentar exponencialmente a taxa de retorno e salvar a Amazônia. Por isso, proponho que usemos a provocação da ONU para assumir a parte que nos cabe na preservação de um dos ecossistemas mais importantes do mundo.


*Janaína Dallan
Engenheira florestal, membro do time de especialistas da ONU para Mudanças Climáticas (RIT) e CEO da Carbonext
https://www.correiobraziliense.com.br
De acordo com os gêneros textuais, a intenção da autora foi
Alternativas
Q2101339 Inglês
This approach, defended by the PCNs (National Curriculum Parameters) for foreign language teaching, aims to develop linguistic competence through communication, the exchange of experience, the relationship built through the interaction between people. It emphasizes real situations conditioned to the use of the second language and starts from the principle of reflection when using different textual genres.

Sobre qual abordagem metodológica do ensino de língua inglesa, no Brasil, o texto, acima, se refere?
Alternativas
Q2101338 Inglês
This methodology justified that learning the new language was obtained through direct contact with it and with the exclusion of the mother tongue as a support or comparison point. Images, gestures and simulations were used so that there was understanding. The teacher remains the source of knowledge.
Sobre qual abordagem metodológica do ensino de língua inglesa, no Brasil, o texto, acima, se refere?
Alternativas
Q2101337 Inglês
Leia as frases abaixo:
I. She past the test, because she study a lot.
II. After you arrive here, we'll go out with our friends.
III. Although he is handsome, he isn't a good person.

Sobre Adverb Clauses, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q2101336 Inglês
Assinale a alternativa que apresenta o uso correto do advérbio de dúvida: 
Alternativas
Q2101335 Inglês
Assinale a alternativa em que o uso das prepositions está sendo aplicado de forma incorreta
Alternativas
Q2101334 Inglês
Investment in primary health care urgently needed to ensure COVID-19 recovery in the Americas.

Increased public health spending must continue to improve hardest-hit primary care services such as routine immunization programs, says PAHO Director.

Washington, DC, November 10, 2021 (PAHO) – With countries in the Americas reporting severe disruptions in essential primary health care services, urgent investment is key to improving health systems continuously weakened by the pandemic, said Pan American Health Organization (PAHO) Director Carissa F. Etienne.

With cases rising in some parts of the region following a two-month decline, it is vital that countries remain vigilant and prioritize public spending in heath so that no one is left behind.

“Few countries invest as much public spending in their health services as they should, leaving them prone to shortages in health personnel and essential supplies.”

With the pandemic siphoning off financial and human resources, many countries have reported interruptions in vital areas, such as routine immunization programs, support for chronic conditions and mental- and reproductive health services. 

Despite these disruptions, public investment in health has risen in many countries to ramp up ICU capacity, increase hospital services, and deploy COVID-19 vaccines. But these increases cannot be a short-term trend, the Director said.

All countries should increase public expenditures in their health systems to the recommended 6% of national GDP or higher and should ensure that 30% of this funding goes to first level care.

“Primary care, as you have heard us say over and over again, is the backbone of our health systems,” Dr. Etienne said, and more important than ever. “It’s at the primary care level that COVID testing, contact tracking and tracing and immunizations take place.”

As economies remain strained, countries face difficult choices about how to spend limited funds. “We cannot forget that health is an investment, not an expense,” the Director said. “As we learned with COVID-19, health is at the core of vibrant societies. It keeps people working, kids in schools, companies productive and economies growing.”

Turning to the COVID-19 situation in the region, Dr. Etienne said that in the past week countries reported 700,000 new COVID infections and 13,000 deaths.

Several countries, including parts of Colombia and Bolivia and the Southern Cone countries, are seeing upward trends after relaxing public health measures.

In the Caribbean, Cuba, Jamaica, and Puerto Rico have reported a drop in new infections while cases are rising in the Dominican Republic, Trinidad and Tobago and Barbados. High numbers of cases are also being seen in the Cayman Islands and Dominica.

Vaccination rates, however, continue to pick up pace, reaching an overall coverage of 48% in Latin America and the Caribbean.

PAHO continues to work with manufacturers to secure additional doses, the Director added. The organization has signed supply agreements with three manufacturers of WHO Emergency Use Listing (EUL) vaccines and is in final negotiations with a fourth supplier of mRNA vaccines.

Available at: https://www.paho.org/en/news/10-11-2021-investment-primary-health-care-urgentlyneeded-ensure-covid-19-recovery-americas
Qual dos trechos do texto, apresentados, abaixo, é possível encontrar o uso correto dos demonstrative pronouns?
Alternativas
Q2101332 Inglês
Investment in primary health care urgently needed to ensure COVID-19 recovery in the Americas.

Increased public health spending must continue to improve hardest-hit primary care services such as routine immunization programs, says PAHO Director.

Washington, DC, November 10, 2021 (PAHO) – With countries in the Americas reporting severe disruptions in essential primary health care services, urgent investment is key to improving health systems continuously weakened by the pandemic, said Pan American Health Organization (PAHO) Director Carissa F. Etienne.

With cases rising in some parts of the region following a two-month decline, it is vital that countries remain vigilant and prioritize public spending in heath so that no one is left behind.

“Few countries invest as much public spending in their health services as they should, leaving them prone to shortages in health personnel and essential supplies.”

With the pandemic siphoning off financial and human resources, many countries have reported interruptions in vital areas, such as routine immunization programs, support for chronic conditions and mental- and reproductive health services. 

Despite these disruptions, public investment in health has risen in many countries to ramp up ICU capacity, increase hospital services, and deploy COVID-19 vaccines. But these increases cannot be a short-term trend, the Director said.

All countries should increase public expenditures in their health systems to the recommended 6% of national GDP or higher and should ensure that 30% of this funding goes to first level care.

“Primary care, as you have heard us say over and over again, is the backbone of our health systems,” Dr. Etienne said, and more important than ever. “It’s at the primary care level that COVID testing, contact tracking and tracing and immunizations take place.”

As economies remain strained, countries face difficult choices about how to spend limited funds. “We cannot forget that health is an investment, not an expense,” the Director said. “As we learned with COVID-19, health is at the core of vibrant societies. It keeps people working, kids in schools, companies productive and economies growing.”

Turning to the COVID-19 situation in the region, Dr. Etienne said that in the past week countries reported 700,000 new COVID infections and 13,000 deaths.

Several countries, including parts of Colombia and Bolivia and the Southern Cone countries, are seeing upward trends after relaxing public health measures.

In the Caribbean, Cuba, Jamaica, and Puerto Rico have reported a drop in new infections while cases are rising in the Dominican Republic, Trinidad and Tobago and Barbados. High numbers of cases are also being seen in the Cayman Islands and Dominica.

Vaccination rates, however, continue to pick up pace, reaching an overall coverage of 48% in Latin America and the Caribbean.

PAHO continues to work with manufacturers to secure additional doses, the Director added. The organization has signed supply agreements with three manufacturers of WHO Emergency Use Listing (EUL) vaccines and is in final negotiations with a fourth supplier of mRNA vaccines.

Available at: https://www.paho.org/en/news/10-11-2021-investment-primary-health-care-urgentlyneeded-ensure-covid-19-recovery-americas
Assinale a alternativa que apresenta um trecho do texto onde o uso dos articles está incorreto: 
Alternativas
Q2101331 Inglês
Investment in primary health care urgently needed to ensure COVID-19 recovery in the Americas.

Increased public health spending must continue to improve hardest-hit primary care services such as routine immunization programs, says PAHO Director.

Washington, DC, November 10, 2021 (PAHO) – With countries in the Americas reporting severe disruptions in essential primary health care services, urgent investment is key to improving health systems continuously weakened by the pandemic, said Pan American Health Organization (PAHO) Director Carissa F. Etienne.

With cases rising in some parts of the region following a two-month decline, it is vital that countries remain vigilant and prioritize public spending in heath so that no one is left behind.

“Few countries invest as much public spending in their health services as they should, leaving them prone to shortages in health personnel and essential supplies.”

With the pandemic siphoning off financial and human resources, many countries have reported interruptions in vital areas, such as routine immunization programs, support for chronic conditions and mental- and reproductive health services. 

Despite these disruptions, public investment in health has risen in many countries to ramp up ICU capacity, increase hospital services, and deploy COVID-19 vaccines. But these increases cannot be a short-term trend, the Director said.

All countries should increase public expenditures in their health systems to the recommended 6% of national GDP or higher and should ensure that 30% of this funding goes to first level care.

“Primary care, as you have heard us say over and over again, is the backbone of our health systems,” Dr. Etienne said, and more important than ever. “It’s at the primary care level that COVID testing, contact tracking and tracing and immunizations take place.”

As economies remain strained, countries face difficult choices about how to spend limited funds. “We cannot forget that health is an investment, not an expense,” the Director said. “As we learned with COVID-19, health is at the core of vibrant societies. It keeps people working, kids in schools, companies productive and economies growing.”

Turning to the COVID-19 situation in the region, Dr. Etienne said that in the past week countries reported 700,000 new COVID infections and 13,000 deaths.

Several countries, including parts of Colombia and Bolivia and the Southern Cone countries, are seeing upward trends after relaxing public health measures.

In the Caribbean, Cuba, Jamaica, and Puerto Rico have reported a drop in new infections while cases are rising in the Dominican Republic, Trinidad and Tobago and Barbados. High numbers of cases are also being seen in the Cayman Islands and Dominica.

Vaccination rates, however, continue to pick up pace, reaching an overall coverage of 48% in Latin America and the Caribbean.

PAHO continues to work with manufacturers to secure additional doses, the Director added. The organization has signed supply agreements with three manufacturers of WHO Emergency Use Listing (EUL) vaccines and is in final negotiations with a fourth supplier of mRNA vaccines.

Available at: https://www.paho.org/en/news/10-11-2021-investment-primary-health-care-urgentlyneeded-ensure-covid-19-recovery-americas
Em qual desses trechos do texto é possível encontrar uma estrutura verbal no Present Perfect Simple?
Alternativas
Respostas
901: D
902: E
903: D
904: C
905: C
906: B
907: B
908: B
909: C
910: C
911: D
912: B
913: B
914: E
915: C
916: C
917: E
918: D
919: A
920: C